Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

08 de novembro de 2020 | 03h00

Eleição nos EUA

Vitória de Joe Biden

Parabéns ao presidente eleito dos EUA! Espero que Joe Biden conduza o seu país com serenidade, calma e competência, atributos que, sem dúvida, faltavam ao seu antecessor. Donald Trump esqueceu-se de um detalhe muito importante: black lives matter. God bless America! Todas elas.

CLAUDIO BERTONCELLO.

JCBERTON10@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO


Vontade popular

Biden para Trump: you’re fired!

SÉRGIO AUGUSTO DE MORAES TORRES

SERGIO.TORRES47@GMAIL.COM

SÃO PAULO


Novos ventos

Finalmente os americanos disseram não à homofobia, à xenofobia, ao racismo, ao deboche, ao radicalismo, à violência policial contra minorias, ao isolacionismo, à agressão à natureza, ao negacionismo... Que estes ventos do norte venham arejar nossas mentes, apagar o fogo das nossas matas e amenizar as feridas e mortes deixadas pela covid-19, muitas das quais causadas por irresponsabilidade cega, ignorância e egocentrismo de nossos governantes. Sabemos quais são e temos o dever moral, nas próximas eleições, de repaginar a História recente do Brasil.

JOSÉ EDUARDO ZAMBON ELIAS

ZAMBONELIAS@HOTMAIL.COM

MARÍLIA


Mundo em mudança

Com Joe Biden eleito, o mundo entra em período de mudanças políticas e ambientais. Começa a transição para a preservação do meio ambiente, melhor diálogo diplomático, respeito às diferenças, aos homoafetivos, promoção dos negros e das mulheres. Aqui, no Brasil, abre caminho influenciando mudanças nas eleições municipais e, posteriormente, nas de 2022. Vidas negras importam, sim! Vivam os excluídos! E viva Biden!

ROGÉRIO DE SOUZA PIRES

SORRISO.PSI@HOTMAIL.COM

UMUARAMA (PR)


Redenção

O povo dos EUA, reconhecendo o grande erro cometido em 2016, acaba de se redimir. Esperemos que o povo brasileiro, com as graças de Deus, siga o mesmo caminho em 2022.

HUGO JOSE POLICASTRO

HJPOLICASTRO@TERRA.COM.BR

SÃO CARLOS


Bons auspícios

Ao que tudo indica, a vitória de Joe Biden proporcionará uma alta significativa da bolsa de valores e, na contrapartida, queda do dólar. Aliás, independentemente de quem ganhar a eleição americana, a agenda comercial com o Brasil continuará a evoluir, haja vista o programa democrata de horizontalização comercial macroeconômica.

FRANCISCO JOSÉ SIDOTI

FRANSIDOTI@GMAIL.COM

SÃO PAULO


Não larga o osso

O mundo assiste, estarrecido, à não aceitação dos resultados das eleições norte-americanas por Donald Trump. Não é de hoje que o arrogante presidente sabia da grande probabilidade de não ser reeleito. Muito antes das eleições Trump já vinha lançando suspeitas de fraude, coisa típica de gente que, pelo poder, não se importa de provocar grandes estragos numa nação. Sua irresponsabilidade fará milhões de eleitores acreditarem que a vitória de Joe Biden se deu por fraude no sistema eleitoral. Sempre irresponsavelmente, Trump tenta manchar a democracia americana. Ora, se a maioria do povo não o quer, arrume as malas e caia fora. Para ter o mandato renovado é necessário ter trabalhado bem. Enfim, acho improvável que um cabo e dois soldados garantam a permanência do atual inquilino na Casa Branca.

JEOVAH FERREIRA

JEOVAHBF@YAHOO.COM.BR

TAQUARI (DF)


Cocoroca

Como uma cocoroca, Donald Trump resiste. Quem já pescou cocoroca sabe como esse peixe resiste a ser pescado: ele se sacode, geme, esperneia, é difícil tirá-lo do anzol quando fisgado. E da mesma forma que esse peixe, Trump não é nobre.

JORGE CARRANO

CARRANO@CARRANO.ADV.BR

NITERÓI (RJ)


Birra de moleque

O comportamento do sr. Donald Trump ante os resultados da eleição nos EUA revela apenas falta de educação. Ele está agindo como menino mimado dono da bola que leva um gol, se abraça à redonda e ameaça: “Ou vocês me deixam fazer dois gols ou eu levo a bola embora e ninguém mais joga”.

SARAH DE CASTRO FONTES BARBOSA

SARAHDECFONTESBARBOSA@GMAIL.COM

SÃO PAULO


Vexame

O ainda presidente Trump está deixando a Casa Branca vermelha. De vergonha.

CARLOS GASPAR

CARLOS-GASPAR@UOL.COM.BR

SÃO PAULO


Pitaco

Conselho para Donald Trump: aceita que dói menos.

VIRGÍLIO MELHADO PASSONI

MMPASSONI@GMAIL.COM

JANDAIA DO SUL (PR)


Apagão

Amapá pede socorro

Entrando hoje no sexto dia, o apagão no Amapá escancara a deficiência na infraestrutura da Região Norte, problema crônico que se arrasta há décadas. Dos 16 municípios amapaenses, 13 ficaram totalmente às escuras desde terça-feira, atingindo 90% da população. Algo inacreditável num país que aspira à liderança regional. O descaso das autoridades é tal que o problema não deve ser resolvido logo. O desespero das pessoas levou o Estado à calamidade. Precisamos pensar no País como um todo, ligando todos os entes da Federação ao Sistema Nacional de Energia. É impensável que um Estado, de que região for, fique mais de 24 horas com o fornecimento de energia interrompido, comprometendo negócios e levando insegurança à população. Que os governos federal e dos Estados, em especial os da Região Norte, encontrem uma saída rápida para o problema que ora se apresenta. E, principalmente, busquem uma solução definitiva. Afinal, devemos aprender com os erros, não torná-los frequentes.

WILLIAN MARTINS

MARTINS.WILLIAN@GLOBO.COM

GUARAREMA


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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br



FRAUDE?


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mostrou sua verdadeira natureza: de um populista que não respeita nada e que se dedicou a dividir o povo americano para disso tirar vantagem, e agora afirma que houve fraude na eleição, sem nenhuma prova para embasar essa afirmação. Os tribunais americanos já reagiram imediatamente e cortaram pela raiz essa tentativa. Nosso presidente, Jair Bolsonaro, logo achou essa uma boa ideia e já começou a preparar 2022 para dar o seu golpe. Minha dúvida é quantos anos nosso Judiciário vai demorar para julgar esse golpe. É dureza, para todo lado que a gente olha só vê perigo!


Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo


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TRUMP OU TRAMP?


Considerando a decisão das principais redes de TV americanas de retirar do ar na quinta-feira a entrevista coletiva do presidente americano, fica demonstrado que Donald Trump, ao mentir proferindo denúncias sem a menor base, agiu não como Trump, mas como um tramp (vagabundo).


Lairton Costa lairton.costa@yahoo.com

São Paulo


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O QUE NOS AGUARDA?


Não me lembro de ter visto antes um presidente derrotado em sua tentativa de reeleição propiciar um espetáculo tão ridículo como o de Donald Trump, ao perceber que a sua vaca estava indo para o brejo. Fez-me lembrar do meu tempo de criança, quando o garoto que era o dono da bola queria impor as suas regras nos rachas de futebol que fazíamos naquela época. Acusar os escrutinadores das eleições norte-americanas de estarem literalmente roubando na apuração dos votos, sem nenhuma prova, é de tal forma absurdo que ele deveria ser processado por ridicularizar o seu país perante o mundo. E pensar que essa figura foi escolhida como seu líder pelo nosso presidente, me preocupa o que nos aguarda em futuro bem próximo.


Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo


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VOTO NO PAPEL


Nós, que somos um país do outro mundo, temos um sistema de eleição bem mais moderno que o dos EUA, com o voto eletrônico e com a digital. Tem falhas? Tem, mas é bem mais seguro. Os EUA, que são a maior potência do mundo, com tecnologia de ponta, ainda fazem contagem de votos de papel, que podem ser altamente corruptíveis, com inclusão de votos que não existem. No nosso sistema, em dois dias, no máximo, já está resolvida a eleição. Lá, só Deus sabe, porque é muito confuso. Mesmo assim, Bolsonaro disse que vai falar com o Congresso Nacional no ano que vem para arrumar um jeito de voltar aqui com o voto em cédula de papel. É muita estupidez. É realmente querer se perpetuar no poder. Acorda, Brasil.


José Claudio Canato jccanato@yahoo.com.br

Porto Ferreira


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CONTANDO PAPÉIZINHOS


Que país mais estranho os EUA. Mandou um homem à Lua e não conseguiu, até hoje, inventar uma forma de agilizar o sistema de votações, e sem possibilidade de fraude. Estão há vários dias contando papéizinhos, com dúvidas sobre fraude, e sem chegar a um veredicto.


Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo


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BINGO!


A eleição presidencial nos EUA está mais parecendo bingo em asilo de idosos, a cada momento um lado grita “bingo, ganhei!”.


Francisco José Sidoti  fransidoti@gmail.com

São Paulo


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PERDEDORES


O colunista do New York Times Thomas L. Friedman, em artigo publicado no Estado sobre esta eleição presidencial na terra de Tio Sam, diz “quem é o perdedor: os EUA”. Isso porque nos últimos quatro anos o povo americano vivenciou a gestão mais divisora e desonesta da história. Não viu nem por um único dia Donald Trump tentando ser o presidente de todos os americanos. Ele quebrou regras, destruiu as normas que nenhum presidente jamais usou. Agora fala em fraude eleitoral. Nem mesmo em seus discursos foi capaz de sugerir, durante a pandemia, que ele despreza, o uso de máscaras ao povo que governa. Uma atitude patriótica. O perfil que Friedman traça de Trump, infelizmente, também vejo nestes quase 23 meses de medíocre gestão de Jair Bolsonaro, que não tem olhos para o Brasil, nem respeito pela vida, como demonstra a maneira como age no curso da pandemia. Lamentavelmente, perdedores são os 215 milhões de brasileiros.


Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos


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É HORA DE PREFEITO E VEREADOR


Nunca imaginei que um dia veria brasileiros falando mal do Brasil e prejudicando nossa economia no mercado internacional, nem as eleições presidenciais dos EUA transformadas em contenda judicial. Isso rompe com tudo o que um dia aprendemos sobre democracia e voto popular. Para nós, brasileiros, seria melhor ignorar quem vai se eleger na terra de Tio Sam – até porque o eleito terá de respeitar nossa soberania e cumprir as leis – e prestar mais atenção aos prefeitos e vereadores que elegeremos nos dias 15 e 29 de novembro. É preciso acabar com esta onda de adversários tentarem impedir os governos – federal e estaduais – de trabalhar. Em vez disso, os discordantes deveriam cobrar dos governantes o cumprimento das promessas de campanha e, querendo, se preparar para concorrer na próxima sucessão. Trump ou Biden não são problemas nossos. Deixem-nos para o cidadão estadunidense resolver. Temos muita coisa importante para fazer por aqui.


Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo


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PANDEMIA, TECNOLOGIA E VOTO IMPRESSO


Que a pandemia existe não se duvida mais, já que estamos até vendo segunda onda na Europa e com números assustadores. Nestes dez ou 12 meses de mudança internacional de comportamento, as reuniões e a educação se transformaram, aumentaram as compras pela internet, novos bancos digitais foram criados, um novo sistema de pagamento online, sem custos e de transferência imediata de valores, com total proteção de dados e segurança foi implantado. E eu aqui, com meu e-Título nas mãos, minha chave Pix, minhas reuniões e transações digitais, fico me perguntando por que raios não existe segurança para que se proceda a uma votação pelo celular, ou computador? Com validação por SMS, Captcha, mediante senha ou outra a ser criada? Por qual razão ainda estamos gastando fortunas num sistema eleitoral que já está ficando antiquado e corre o risco de, em breve, se transformar em tão anacrônico quanto o voto impresso? Será que precisaremos de uma terceira onda ou de outra pandemia para usar a tecnologia a nosso favor?


Alberto Amorim abamorim62@gmail.com

São Paulo


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QUEIMADAS


Inobstante a imprensa não estar veiculando com assiduidade acerca das queimadas que continuam assolando o Pantanal e a Amazônia, o fogo continua ardendo nessas regiões. Enquanto isso, o chamado mundo desenvolvido vem discutindo o que fazer para exercer mais influência nessas regiões. O motivo é relevante: trata-se da única área que o planeta Terra dispõe como “pulmão do mundo”. A propósito, o vice-presidente Hamilton Mourão, na condição de anfitrião do Brasil, recepcionará representantes dos mais importantes países europeus e, in loco, mostrar-lhes-á que aquela região continua “intacta”. Enquanto isso, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, aquele que ficou conhecido pela frase “deixa passar a boiada”, esforça-se para aprovar a revogação das importantes Resoluções 302 e 303, que estabelecem critérios para a preservação de áreas litorâneas de manguezais e restingas, bem como das áreas de reservatórios de água potável. O ministro também, sem qualquer discussão prévia, coloca em prática o uso de retardantes no combate às queimadas, aplicando tal produto na Chapada dos Veadeiros, em Goiás. A falta de maturidade funcional e científica não para por aí, como se comprova na fala do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que, antes de ser internado para tratar da covid-19, confessou em público que não sabia o que era o SUS, sob a justificativa de que “passou a vida sendo tratado em instituição pública do Exército”. Parabéns ao ministro, pela sua ingênua franqueza. Já a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, de quem se esperava mais vivência, por ser fazendeira, afirmou que o boi é o “bombeiro do Pantanal, porque é ele que come essa massa de capim para não deixar que ocorra o que este ano nós tivemos”. Com este rápido retrospecto, lamenta-se, pesarosamente, pelo quadro governamental em cujas mãos estão as rédeas do governo. Em contrapartida, o Brasil consegue dar sobeja demonstração de que até sem governantes à sua altura ainda consegue, com a iniciativa privada, dar consecução à autogovernabilidade em pleno ataque do inimigo invisível covid-19.


Gary Bon-Ali garybonali@globo.com

São Paulo


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ORWELL


Basta um rápido contato diário com as principais matérias abordadas pelos veículos da grande imprensa para emergir a sensação de que vivemos num país à beira de um ataque de nervos. Embora seja de conhecimento geral o alto grau de dificuldades enfrentadas ou criadas pelo governo, é desanimador tomar conhecimento de que aparentemente nada de bom está acontecendo por aqui, o que não corresponde à realidade, pois o Brasil pertence, segundo o Banco Mundial e outras instituições internacionais, ao bloco dos detentores de PIB superior a US$ 1 trilhão; sua juventude apresenta resultados auspiciosos em Olimpíadas de Matemática; importantes obras de infraestrutura estão turbinado o desenvolvimento; e o agronegócio, um dos setores mais fundamentais da economia, continua a apresentar resultados animadores. Estes são alguns dos cenários capazes de manter em nível razoável o moral nacional, embora pouco enaltecidos pela grande mídia. Sem querer fechar os olhos para os inúmeros passos em falso dados pelas nossas autoridades, principalmente os relacionados à política ambiental e a apoios diplomáticos apressados, seria recomendável que nossos meios de comunicação usassem seu poder de sugestão para acrescentar notas de otimismo a respeito da presente conjuntura – na verdade, confusa em quase todos os países – a fim de estimular investimentos e injetar confiança em nosso potencial como nação. Será que estava certo o jornalista escritor George Orwell quando afirmou que “jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade”?


Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro


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ORÇAMENTO 2020


Deputados aprovam a retirada de R$ 1,4 bilhão da Educação e destinam a obras. Não conseguem entender que a maior obra de um governo é a Educação.


Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo


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PAÍS DO ATRASO


A Rússia tem uma economia do tamanho da brasileira. Uma população menor, 140 milhões, ante 200 milhões. Agora, em Moscou, será construído um bairro novo para 66 mil pessoas, com tudo de mais moderno em tecnologia e em meio ambiente sustentável. Lá, estive em Moscou e em cidades limpíssimas, com educação pública de primeira para toda a população e saúde idem. Uma população bem trajada e bem cuidada pelo governo. Aqui, com um PIB até um pouco maior, temos uma população desvalida e totalmente abandonada pelo poder público; universidades públicas caindo aos pedaços; colégios públicos idem; cidades que não possuem verba sequer para a manutenção básica de coisa alguma, que dirá para melhoria urbana. O Brasil nunca tem dinheiro para nada, quando nações com muito menos fazem muito mais. Eu não sou de esquerda, mas o brutal regime de Stálin construiu do nada moradia para todo mundo na Rússia nos anos 30. Aqui, a governança existente jamais teve qualquer preocupação com o nível de qualidade do povo. O resultado: este país miserável, sempre falido e sem estrutura de nada, segue eternamente governado por imbecis mal intencionados e sem preparo algum.


Paulo Roberto da Silva Alves pauloroberto.s.alves@hotmail.com

Rio de Janeiro


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COMBUSTÍVEL ADULTERADO


Sobre o editorial O abismo (Estado, 5/11, A3), cabe dizer que o “Posto Ipiranga” Paulo Guedes continua vendendo combustível adulterado, sendo a cara do desgoverno Bolsonaro. Por oportuno, cabe citar Provérbios 16,18: “A soberba precede a ruína; e o orgulho, à queda”. Pobre Brasil...


J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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‘O ABISMO’


Bolsonaro não transformou Paulo Guedes, apenas o escolheu por ser exatamente o que é, um banqueiro nanico, preocupado mais com o empreguinho de ministro do que com as condições do País. Está apenas mostrando o que sempre foi, e não quer largar o osso nem que a vaca tussa.


Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo


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NOVO MINISTRO DO STF


Kassio Nunes Marques herda também relatoria de processo contra Eduardo Bolsonaro. Qual será o comportamento do indicado pelo do pai do 03?


Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo


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ATAQUE AO STJ


O ataque de hacker que paralisou o Superior Tribunal de Justiça (STJ) caracteriza um atentado contra o Estado Democrático de Direito e, portanto, se enquadra em terrorismo cibernético. As instituições judiciais estão sob ataque e precisam proteger seus acervos de processos digitais, tanto em 1.ª instância como em 2.ª instância, sob pena de paralisação total da justiça do País.


Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas


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PRISÃO PERPÉTUA


O hacker que invadiu o sistema do STJ e criou, de uma só vez, danos generalizados e possíveis a toda a nação brasileira não é indivíduo que possa conviver em sociedade em nenhum momento e por um minuto sequer. Para esses inimigos do povo ousados e temerários, não poderíamos ter menos que prisão perpétua, criada no mais curto prazo possível por emenda constitucional.


Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo


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PRIVATIZAÇÃO DE ESTATAIS


O apego ao estatal, no Brasil, é sem precedentes no mundo – em países de economia aberta, a maioria. Empregados dessas empresas se agarram com unhas e dentes às mordomias inigualáveis pagas por elas – e, então, entram com a história de “soberania nacional” e “patrimônio do povo”. Quantos do povo ganham extras dois salários anuais, a título de participação nos lucros, independentemente do montante dos lucros e até dos prejuízos? E sempre têm salários em média 50%, 100% superiores aos da iniciativa privada e aos da maioria dos servidores públicos? Agora mesmo, tem banco privado que adquiriu um estatal sendo obrigado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) a pagar bilhões a ex-empregados do referido – fato de 22 anos atrás. Fica patente o apego ao estatismo, que só serve para conceder privilégios para empregados e cargos para políticos. As mordomias são pagas pelo povo – que não as recebe –, através dos preços de seus produtos ou serviços, bem como dos impostos via Tesouro público.


Heitor Vianna P. Filho lagos@araruama.com.br

Araruama (RJ)


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ABUSIVO E ILEGAL


As mudanças na contribuição previdenciária dos aposentados e pensionistas civis do governo do Estado de São Paulo, conforme Lei Complementar n.º 1.354/2020, obedecerá as alíquotas de 16% sobre o valor que ultrapassar o teto do Regime Geral da Previdência Social (RGPS), de R$ 6.101,06. Porém o governo de São Paulo, não satisfeito com esta cobrança absurda e perversa, e contando com a conivência e aprovação dos deputados do PSDB, DEM, Solidariedade, Rede, PSL, PSD, PTB, Avante, MDB, Novo, PSB, Republicanos, Progressistas, Podemos, Patriota, Cidadania, PL, PV, cujos altos salários são pagos por todos nós, foi aprovado o Decreto n.º 65.021/2020, publicado em 20/6/2020, que altera o valor de contribuição, não mais o que exceder R$ 6.101,06, e sim A partir de 1 salário mínimo, R$ 1.045,00. Não há aumentos salariais e anuais obrigatórios para o governo de São Paulo, como acontece com o INSS. Estas cobranças serão contestadas e, provavelmente, ganhas, pois os aposentados já deram sua contribuição. O problema será ganhar a causa, mas o governo já vai ter arrecadado este dinheiro e não o devolverá, virando um precatório, que nunca será devolvido! Não se esqueçam, 2022 virá, lembrem-se de seus algozes governador e deputados.


Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

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