Fórum dos Leitores

Cartas de Leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

13 de novembro de 2020 | 03h00

Desgoverno Bolsonaro

No mundo da lua


Eu me intitulo um liberal de centro-direita, mesmo assim sou obrigado a concordar integralmente com o excelente editorial do Estado Bolsonaro no mundo da lua (12/11, A3). A afronta ao decoro do cargo ficou mais do que evidenciada pelo presidente, consequentemente, cabe ao poder constituído aplicar, ou não, a Lei 1.079 em seu artigo 7.°. Em tempos de criação de novas nomenclaturas e aplicação de rótulos esdrúxulos, parece-me legítimo também sugerir que pode ser que tenhamos um “imbecil doloso” capitaneando este país.


JOÃO PEDRO PORTUGAL CHASKELMANN

PEDRO_PORTUGAL@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO


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Besteirol ofensivo


Em atenção ao excelente editorial Bolsonaro no mundo da lua, mais uma vez no uso de sua peculiar verborragia ele dispara contra o povo brasileiro. É inconcebível que um chefe de Estado tenha essa postura insana e se aproveite da morte de mais de 163 mil pessoas para fazer política à custa de vacina. Será que esse senhor ainda não percebeu que seu palanque ruiu? De onde saíram tanto besteirol e tantas ofensas? Ser um “maricas” no Brasil, hoje, é ter coragem de enfrentar essa sociedade desigual, que pelas mãos do atual mandatário só faz crescer. O sr. presidente deveria ter um mínimo de decência e respeito ao menos por seu eleitorado – o que, fique bem claro, não é o meu caso.


CARLOS HENRIQUE OLIVEIRA DIAS

CHDIAS.CHDIAS@GMAIL.COM

SÃO PAULO


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A doidice do presidente


A patacoada de Bolsonaro falando em pólvora para eventual conflito com os EUA (12/11, A11) faz lembrar um “causo” contado por Moacyr Franco, ocorrido há longos anos em Ituiutaba (MG), sua terra natal, tempo em que se denominava Vila Platina. Reunindo toda a população na praça da prefeitura, o prefeito comunicou ter encontrado a solução para a falta de recursos da cidade: “Vamos declarar guerra aos Estados Unidos, eles ganham a guerra, asfaltam nossas ruas, constroem escolas, hospitais e resolvem todos os problemas da cidade”. Foi quando um habitante ponderou: “Seu prefeito, e se nóis ganhá a guerra?”.


FAUSTO RODRIGUES CHAVES

FAUSTOCHAVES@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO


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‘Porva’ brasuca


Só de ogivas nucleares são mais de 5 mil. Ainda assim, Joe Biden que se cuide, pois não se tem ideia do tamanho da ignorância de Bolsonaro.


A. FERNANDES

STANDYBALL@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO


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Cowboy caipira


Certamente o Tio Sam está a borrar botas com a ameaça fulminante de nosso cowboy caipira. Terminada a saliva, diz ele, passa-se à pólvora. Desse disparate nasce e cresce a imaginação das gentes, onde se desenha nosso cowboy soprando o cano enferrujado de seu velho trabuco, apontado para o arsenal nuclear da maior potência do mundo. Mas não é só, o cowboy caipira, segundo seu dizer e sentir, conta com um país de maricas. Ora, se o todo é “maricas”, logicamente a força militar, parte do todo, também o será. Pobre Tio Sam, ele não contava com esse tremendo poder de fogo... Mas cada qual se diverte à sua moda. Ao examinar a ameaça risível de nosso presidente, não nos podemos deixar de render à evidência de que somos governados por um maluco visionário, com mais propensão para Sargento Garcia do que para Zorro.


ANTONIO BONIVAL CAMARGO

BONIVAL@CAMARGOECAMARGO.ADV.BR

SÃO PAULO


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Perigo à vista


Os maranhenses são boiolas, nós todos somos maricas e por aí vai esse discurso destrambelhado. Agora ele quer usar pólvora contra seus desafetos. A conclusão é simples: somos desgovernados por um psicopata muito perigoso. O que fazer?


NELSON PENTEADO DE CASTRO

PENTECAS@UOL.COM.BR

SÃO PAULO


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País de maricas


Sou sexagenário, profissional da saúde na ativa. Uso equipamento de proteção individual, mas corro riscos, tenho consciência disso. Meus pacientes precisam de mim, é minha obrigação cuidar deles. Mas tenho medo. Por isso sou um maricas, conclusão do presidente do Brasil. Não quero comentar sua atuação diante da covid-19, tampouco o recente episódio da Anvisa (espero que isso seja investigado a fundo) ou sua alegria macabra: “Mais uma que Jair Bolsonaro ganha”. Fiz apenas uma pergunta a mim mesmo: não “quem é”, mas “o que é” Jair Bolsonaro? Encontrei a resposta no título de um livro de Primo Levi que li há muito tempo e me causou forte impressão: É isto um homem?


MILTON PEREIRA DE TOLEDO LARA

T.LARA@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO


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Um governo sem rumo


Durante os últimos dois anos os bolsonaristas, soldados do “capitão”, tentaram tornar o Congresso Nacional e os ministros do Supremo Tribunal Federal inimigos da Nação. Essas duas instituições democráticas até podem merecer críticas, pois precisam se reestruturar e atualizar para poderem atender a sociedade como ela merece. Porém os grandes problemas do País nesse período não foram causados por elas, mas pela forma beligerante como Bolsonaro atua, diariamente, contra as instituições e a grande mídia nacional e internacional. Como bem lembrou editorial do Estado (3/11, A3), “é de justiça reconhecer que Jair Bolsonaro tem conseguido a proeza de fortalecer o que há de pior e mais disfuncional no Congresso”. O presidente não assumiu de fato seu cargo, está em campanha eleitoral desde a posse e só vai parar em outubro de 2022. O Amapá, às escuras, sabe bem do que estou falando.


RAFAEL MOIA FILHO

RMOIAF@UOL.COM.BR

BAURU


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Eleições 2022


Estou indicando o Tiririca para presidente da República. Palhaço por palhaço, prefiro esse.


ALBERTO JOSÉ CARAM

ALBERTOJOSECARAM@GMAIL.COM

SÃO PAULO


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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br



APAGÃO E ELEIÇÃO


Apagão pauta disputa eleitoral no Amapá; Justiça mantém data da votação (Estado, 11/11). Quer dizer que votar é mais importante do que o drama de viver sem energia, sem água, sem alimentos, sem escolas, hospitais, combustíveis e todo o mundo tecnológico dependente de uma empresa que não cumpre seu papel? Qual será a penalidade à empresa que deveria fornecer energia, e não o faz? O Tribunal Superior Eleitoral vai garantir urnas no dia 15 de novembro, enquanto nada foi feito para solucionar o apagão? Povo amapaense, acorde neste domingo e dê sua resposta nas urnas. Isso é uma afronta. É preciso fiscalizar essas empresas. A Isolux se mostrou ineficiente, e agora, governador Waldez Goes da Silva, vai dar as contas a essa empresa? Quem decide a empresa que fornece energia é o Estado, no caso, o governador, que no caso é o senhor.


Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo


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LEMBREMOS MARIANA


Afinal, o que há de verdade sobre o apagão energético ocorrido no Amapá, Estado brasileiro ainda meio fora do noticiário nacional, pelo fato de ter a respectiva mídia se dedicado nos últimos dias mais ao que se passa na Geórgia, polo de uma controvérsia na apuração dos votos para eleger o presidente norte-americano, um dos motivos para a demora da proclamação oficial do vencedor? As versões são as mais diversas. Uma delas se refere à incapacidade técnica da concessionária encarregada da distribuição de energia elétrica, escolhida ao longo de um processo de privatização, coordenado, segundo fontes, pela União. Na linha desta visão, a origem do problema se prende ao próprio conceito de privatização, contraindicado pelos partidários do controle estatal. Outra argumentação aponta para a ação natural de raios de tempestades reportados com frequência na região, para os quais, no entanto, não foram previstas as devidas proteções, o que teria provocado incêndios nos transformadores que abastecem o sistema. O fato concreto, porém, é que o apagão já perdura há vários dias e está prejudicando sobremaneira o ritmo de vida normal da população. Espera-se que as investigações no sentido de apurar as circunstâncias do sinistro sejam desenvolvidas pelos órgãos oficiais com o máximo de transparência e que os responsáveis pelos prejuízos, alguns irreversíveis, sejam devidamente penalizados. Já passou da hora de as apurações de desastres serem realizadas nesta Terra Brasilis, meio por baixo dos panos, a fim de preservar quem não merece. Vide Mariana (MG).


Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro


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JOGO DE EMPURRA


No costumeiro jogo do empurra, na escuridão do palavrório inconsequente sobre o ocorrido, enquanto se procura quem responsabilizar – e jamais punir! –, a única luz a iluminar algo é a proveniente do fogo das queimadas na floresta...


A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo


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DECADÊNCIA


A concessionária de distribuição de energia elétrica no Estado do Amapá não tem backup para a interrupção do fornecimento de energia para todo um Estado que ficará 15 dias “desligado”. Um hacker invade um dos principais tribunais do País, mostrando que a segurança do sistema não é adequada. Nosso Ministério da Saúde tem um ministro que não é do ramo, numa pandemia que já matou mais de cem mil pessoas. Os ministros do Turismo, Meio Ambiente e da Educação (da Educação?) foram a Fernando de Noronha resolver o “problema da sardinha”. O presidente liberou geral a entrada de armas sem que houvesse reação das autoridades responsáveis pelo controle desses armamentos. Finalmente, as eleições dos EUA mostraram uma mudança enorme na nação mais poderosa do mundo, mas o Itamaraty e o Palácio do Planalto estão se aconselhando com os filhos 01, 02 e 03 sobre o que fazer. É ou não é decadência total?


Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo


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PANTOMIMA DE ALMIRANTE


O ministro de Minas e Energia, almirante Bento Albuquerque, diz que acidentes acontecem, como o que deixa sem energia por dez dias o Amapá, sem explicar por que um transformador ficou dez meses sem ser consertado, num sistema sem a imprescindível redundância. Foi seguido pelo contra-almirante Barra Torres, presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em profissão errada, que sofismou por 15 minutos enrolando jornalistas tentando justificar a suspensão dos testes da vacina Coronavac, que disse ter sido importantíssima por causa das informações incompletas recebidas. Será este pessoal analógico, que desconhece o WhatsApp, que decidirá o 5G no País. Talvez para dar tempo ao chefe Jair gozar o infortúnio alheio. Haja vassalagem.


Alberto Mac Dowell de Figueiredo amdfigueiredo@terra.com.br

São Carlos


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MORTES PELA IDEOLOGIA


A decisão, eminentemente política, de interromper os testes com a vacina chinesa parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo, pode parecer uma ação sem grandes prejuízos, já que a medida foi revogada 24 horas depois, com as ridículas desculpas esfarrapadas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que, aliás, colocou sob forte suspeição a cooptação da conceituada entidade pela ideologia do ex-capitão que dá expediente momentâneo no Palácio do Planalto. Levando em conta a última média de aproximadamente 600 mortes por dia só no País, devido à covid-19, podemos dizer que esse é o tamanho da culpa que todos os envolvidos na suspensão desnecessária dos testes devem se atribuir.


Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro


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E AGORA, JOSÉ?


A Anvisa reconheceu seu excesso de zelo quando determinou a suspensão dos estudos da Coronavac. Reconheceu que não se tratava de um “efeito adverso grave”. Mais uma vez o desmoralizado Jair Cloroquina Bolsonaro teve de engolir a notícia, com casca e tudo, após falar que a vacina traz “morte, invalidez e anomalia”. Afinal, quem sofre de anomalia e perdeu mais uma foi o presidente Cloroquina, quando comemorou a morte de um voluntário suicida. E agora, José, digo, Jair?


Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


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VACINA


Bozo, você perdeu, playboy. Durma com um barulho deste.


José Claudio Canato jccanato@yahoo.com.br

Porto Ferreira


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ESQUISITICES


A terça-feira (10/11) foi cheia de esquisitices: primeiro, o presidente Jair Bolsonaro festejou, como vitória sua, a suspensão dos testes da vacina Coronavac pela Anvisa, politizando uma questão técnica, deixando a agência numa situação complicada e esquecendo que um voluntário morreu, o que não é novidade. Depois, disse que é preciso deixarmos de ser “maricas” e enfrentarmos a covid-19 de frente. Por último, com o apoio do desastrado ministro do Exterior, Ernesto Araújo, deixou claro que tem bala na agulha para enfrentar o irmão do Norte, os EUA. Nesta época de mísseis intercontinentais, vamos precisar de muita pólvora e de muita reza.


Antônio Dilson Pereira advdilson.pereira@gmail.com

Curitiba


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GUERRA?


O capitão Brancaleone quer guerra contra os Estados Unidos. Parafraseando o Dudu, basta o presidente Biden mandar para o Brasil meia dúzia de seals e a guerra acaba.


Maurício Lima mapeli@uol.com.br

São Paulo


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INSANIDADE


Quando o Brasil conquistou sua independência de Portugal, em 1822, os Estados Unidos foram os primeiros a reconhecer o novo país. A relação entre os dois sempre foi de admirável cordialidade. Por ocasião dos 100 anos da América, em 1876 o então Imperador do Brasil Dom Pedro II foi convidado de honra para a Philadelphia Centennial Exposition, a maior feira de ciências do mundo até então, que fazia parte dos eventos comemorativos do centenário. Dom Pedro II era uma pessoa querida da elite intelectual americana e o então presidente Ulysses Grant tinha por ele enorme admiração. Foi nessa ocasião que o imperador conheceu a mais nova invenção apresentada na feira, o telefone de Alexander Graham Bell, de quem se tornou amigo e foi também a primeira pessoa a comprar ações da Bell Telephone Company. Entre 1867 e 1871, estima-se que 3 mil famílias americanas vieram para o Brasil e 20% delas acabou fixando residência num dos mais bem-sucedidos assentamentos americanos no Brasil e fundaram a cidade paulista de Americana. A ex-primeira dama Rosalyn Carter tem parentes enterrados na cidade. Em 2020, numa atitude de total desaforo e arrogância, o presidente Jair Bolsonaro ignorou o resultado da eleição americana e ainda não cumprimentou o presidente eleito, Joe Biden, ao contrário da maioria absoluta dos chefes de governo de outros países. Bolsonaro está em companhia de Putin e de Xi Jinping, abraçado com sua indefectível mediocridade. Nunca satisfeito com suas bufonarias, disse num evento com empresários, citando a posição de Biden em relação à Amazônia e eventuais barreiras comerciais contra o Brasil, que “quando acaba a saliva, tem de ser na pólvora”. Não há limites para a insanidade deste homem? 


Arnaldo Luiz Correa arnaldocorrea@hotmail.com

Santos


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DESGOVERNO BOLSONARO


Emudecido quanto à derrota do Trump, verborrágico quanto à “vitória” da Coronavac! Moleque irresponsável!


Carlos Alberto Roxo roxo.sete@gmail.com

São Paulo


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CÃO QUE LADRA...


Fosse Jair Bolsonaro um estadista de verdade, a frase “quando acaba a saliva, tem de ter pólvora”, proferida por ele em discurso, poderia até ser considerada enigmática. Mas não é o caso. Seja lá o que ele quis dizer, não há “pólvora” capaz de enfrentar eventuais sanções econômicas poderosas dos EUA contra o Brasil – os exemplos de Cuba e Venezuela dispensam maiores comentários. As vociferações de Bolsonaro estão mais para o velho e conhecido ditado “cão que ladra não morde”.


Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo


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PODERIO MILITAR


Muito oportuno e esclarecedor o quadro comparativo dos poderes bélicos (ou das “pólvoras”) entre Brasil e EUA (Estado, 11/11). Mas não foram consideradas as zarabatanas, os estilingues e as navalhas do lado brasileiro. Somente uma pessoa desconectada da realidade ou um bravateiro desiquilibrado pode cogitar tal ideia de ameaçar o poder daquele país. A menos que lance mão de suas milícias, aí...


Heleo Pohlmann Braga heleo.braga@hotmail.com

Ribeirão Preto


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A COMPARAÇÃO DA PÓLVORA


Seria uma lavada, assim como a da Inglaterra nas Malvinas!


Albino Bonomi acbonomi@yahoo.com.br

Ribeirão Preto


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SÍMBOLO DA ESTUPIDEZ


O presidente Bolsonaro representa hoje, com a mais absoluta certeza, o símbolo da estupidez do País. Crápula.


José Horácio Cancherini josehoraciocafe@gmail.com

Itu


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CONSPIRAÇÃO


Não quero fazer intriga, não. Quem sou eu, um sujeito aqui, de Ourinhos, para querer levar intriga para a cúpula do poder da República? Mas, dito isso, quero confessar que, se pertencesse ao estamento militar e tivesse uma posição de certo realce, eu estaria conspirando para derrubar o presidente Bolsonaro. Por quê? Porque o homem é uma vergonha para todos os militares do Brasil. E não é de hoje que envergonha as Forças Armadas. Quem conhece a história da sua aposentadoria aos 33 anos sabe do que estou falando.


Euclides Rossignoli clidesrossi@gmail.com

Ourinhos


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A CONSTITUIÇÃO NÃO VALE MAIS NADA


Srs. deputados e senadores da República Federativa do Brasil, chegou a hora de dar um basta neste fantoche que se intitula presidente do Brasil. O Brasil já foi avacalhado demais por esse lunático. Se o Congresso não tomar alguma atitude para apeá-lo do poder, estará sujeito ao descrédito total e a ser considerado conivente com todos os seus desmandos. Quanto aos militares, vocês não estão enxergando que fim vai ter este governo com vocês compactuando com todas essas maluquices? Acorde, Congresso! Acordem, militares! Acordem, ministros do STF, a Constituição não vale mais nada? Vocês todos estão esperando o quê? Que os “maricas” se revoltem fisicamente contra todas essas palhaçadas? Que haja pólvora, como disse o imbecil?


Filippo Pardini filippo@pardini.net

São Sebastião


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NA GAVETA


Todas as falas de Bolsonaro são agressivas e fazem sempre uma ligação com a ditadura militar, com a tortura, o machismo, a homofobia, e o pouco caso com a vida alheia, mas, infelizmente, o Congresso Nacional e seus presidentes, Maia e Acolumbre, que tentam continuar no cargo inconstitucionalmente, engavetaram todos os pedidos de impeachment.


Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca


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NOSSA DEMOCRACIA EM PERIGO


A derrota de Donald Trump é uma das poucas notícias boas de 2020. É claro que não houve fraude na eleição americana, como muitos apoiadores do então candidato republicano insistem em afirmar, estejam eles nos EUA ou em qualquer outro lugar do mundo. Se até Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, reconheceu a vitória de Joe Biden, é sinal de que a democracia brasileira corre perigo.


Maria Lucia Ruhnke Jorge mlucia.rjorge@gmail.com

Piracicaba


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DATAFOLHA CENSURADO


A inconstitucional e descabida proibição imposta ao Datafolha, instituto de pesquisa com nada menos do que 35 anos de experiência na área, de divulgar pesquisa de intenção de voto na corrida eleitoral pela Prefeitura de São Paulo, a pedido da coligação do candidato Celso Russomanno (Republicanos), não vai modificar em nada mais uma flagrante e acachapante derrota do “cavalo paraguaio”. Melhor que se recolha à sua insignificância política e desista de qualquer outra candidatura futura, sobretudo se alinhada ao presidente Bolsonaro. Fora, Russomanno!


J. S. Decol  decoljs@gmail.com

São Paulo


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ARNALDO AMADO FERREIRA


Perdemos esta semana o professor dr. Arnaldo Amado Ferreira Filho, ortopedista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Introdutor da artroscopia de ombro no Brasil. Uma de suas paixões era o jornal O Estado de S. Paulo. Frequentemente, escrevia para este Fórum e suas cartas, publicadas e selecionadas pelo Estadão, sempre trouxeram a cultura da informação inteligente e histórica. Tenho certeza de que lá do céu ele continuará enviando suas cartas ao nosso Fórum e também agradecendo ao jornal pelo incentivo. Saudades sempre, vai continuar “lendo” nosso Estadão. Tristeza.


Claudio Baptista clabap45@gmail.com

São Paulo

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