Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

17 de novembro de 2020 | 03h00

Eleições municipais

Autonomia do eleitor


Só algumas capitais e grandes cidades conseguiram eleger o prefeito em primeiro turno, destaque para Curitiba e Belo Horizonte. E as urnas mostraram que o povo rejeita tutela. Dos 59 candidatos que Jair Bolsonaro apoiou, apenas nove se elegeram. Em São Paulo, os candidatos mais bem-sucedidos são os que se descolaram do governador e de outras ditas lideranças, incluído Bruno Covas, que escondeu na campanha a parceria com João Doria, de quem foi eleito vice em 2016. O apoio de Lula também passou a ser rejeitado por candidatos. O PT apenas externou sua má fase, o que não significa que as esquerdas estejam liquidadas, pois foram para o segundo turno em Porto Alegre e São Paulo, redutos tidos como conservadores. Ainda sob o impacto das urnas, conclui-se que o sofrimento pela pandemia e as desilusões políticas dos últimos anos levaram o eleitor a tornar-se mais independente, menos suscetível ao proselitismo ideológico e voltado para as próprias opiniões e os seus interesses. Oxalá essa tendência se firme e nos desvie da marcha rumo ao precipício que a irresponsabilidade política das últimas décadas nos ofereceu como alternativa. Só com o eleitorado consciente esta Nação poderá evoluir e encontrar a paz e a justiça social que todos desejamos.


DIRCEU CARDOSO GONÇALVES

ASPOMILPM@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO


*

Clarividência


Nas 57 cidades, incluindo 18 capitais, onde haverá segundo turno enxergamos fragorosa derrota do PSL e do PT. O partido sensação da eleição de 2018, que tinha Jair Bolsonaro entre os seus filiados, conta com apenas um candidato no segundo turno. Já o PT de Lula da Silva tem 14, número inexpressivo para o partido que se autodeclara o maior da esquerda latino-americana. Pela segunda vez consecutiva o PT sofre derrota acachapante em pleitos municipais. A locomotiva da esquerda tornou-se mera coadjuvante. Nas capitais o partido vai disputar o segundo turno somente no Recife e em Vitória. PT, quem te viu e quem te vê... O eleitor de hoje já não se engana tão facilmente.


J. A. MULLER

JOSEALCIDESMULLER@HOTMAIL.COM

AVARÉ


*

Sinais


O quadro geral das eleições de 2020 comprova que aquela onda bolsonarista de 2018 virou marolinha e o lulismo, uma estrela decadente.


MARCO DULGHEROFF NOVAIS

MARCODNOVAIS@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO


*

Em São Paulo


No segundo turno em São Paulo as pessoas terão de escolher entre a mesmice e uma explosão anárquica que pode implodir o Município. Quanto a Celso Russomanno, comprova-se a “síndrome de Titanic”: nasce grande e afunda logo.


SÉRGIO ECKERMANN PASSOS

SEPASSOS@YAHOO.COM.BR

PORTO FELIZ


*

Fraude monumental


A deputada Carla Zambelli, aliada inconteste do presidente Bolsonaro, interrogou em rede social se, diante do fracasso dos conservadores, eles teriam sofrido uma fraude monumental. Nada disso. A fraude monumental que o eleitor percebeu é o atual governo federal, que, eleito para combater a corrupção, associou-se a personagens para acabar com a Operação Lava Jato e nomeou para a Procuradoria-Geral da República e para o Supremo Tribunal pessoas com perfil antilavajatista. Humilhou o maior personagem que, efetivamente, usou a BIC para pôr bandidos na cadeia, o dr. Sergio Moro, nosso ministro da Justiça mais injustiçado da História republicana. É um governo disfuncional, que envergonha o Brasil e os brasileiros. Mas finalmente, nestas eleições municipais, o Brasil mostrou que não aguenta mais corruptos de esquerda e extremistas de direita. Que a pá de cal venha nas eleições presidenciais.


JOSÉ EDUARDO ZAMBON ELIAS

ZAMBONELIAS@HOTMAIL.COM

MARÍLIA


*

Emulação


Sem provas, também Bolsonaro põe em xeque a apuração das eleições. Até nisso Bolsonaro quer se igualar a Trump?


ROBERT HALLER

ROBELISA1@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO


*

Voto remoto


Infelizmente, nosso sistema de votação sofrerá um revés pelo menos até as próximas eleições. O sonho de um dia votar por aplicativo não se vai materializar. Bolsonaro, como estratégia para se manter no cargo, reforçou suas críticas ao sistema atual e lutará pela volta do voto em cédula de papel.


JORGE DE JESUS LONGATO

FINANCEIRO@CESTADECOMPRAS.COM.BR

MOGI-MIRIM


*

Democracia Imperfeita


Apesar de ter ouvido diversas vezes, até do ministro Luís Roberto Barroso, que as eleições são o exercício da democracia, eu me pergunto: que democracia é esta em que, ao votarmos num nome honrado, podemos ajudar a eleger candidatos tranqueiras e nada honrados, do mesmo partido?


MARIA TOLEDO A. GALVÃO DE FRANÇA

MARIATOLEDOARRUDA@GMAIL.COM

JAÚ


*

Desgoverno Bolsonaro

Em todos os is


O psiquiatra Daniel Martins de Barros pôs os pingos não só em todos os is, como também em todos os jotas, em seu ótimo texto Quem avisa o presidente? (16/11, A12). O autor diagnostica com perfeição o comportamento estranho do “capitão cloroquina”, que tem reagido com crescente agressividade diante de situações adversas que enfrenta, indicando estar atravessando fase emocionalmente muito difícil sem ter recursos internos para lidar com as próprias emoções. Em consequência, cria situações embaraçosas para si mesmo, colocando-se em posições insustentáveis na tentativa de pôr fim ao intenso sofrimento por que passa. Há duas saídas para ele: fugir das situações que o angustiam renunciando ao cargo que ocupa ou enchendo a cara de “bolinhas” para tentar se acalmar.


JOSÉ CLAUDIO MARMO RIZZO

JCMRIZZO@UOL.COM.BR

SÃO PAULO



_______________________________________________________

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br



QUEDA LIVRE


O presidente Jair Messias Bolsonaro fez campanha para 59 candidatos, mas só elegeu 9. Será o benedito ou o capote dele?


Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)


*

AUTOENCOLHIMENTO


Jair Bolsonaro resolveu apoiar seus apadrinhados às prefeituras, e o desastre foi evidente. Não conseguiu alavancar nenhuma das principais capitais do País. Também seu filho Carlos, com 40 mil votos a menos em relação à última eleição – igualmente desconfiado do apoio paterno –, conseguiu sua reeleição, no sufoco. Esse infortúnio é próprio de uma pessoa que não cumpre suas promessas e muito menos governa o País, para construir seu próprio vexame. Não foi por falta de aviso.


Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


*

O ESTILO BOLSONARO


A forma de governar de nosso presidente ficou demonstrada pelo modo como participou destas eleições. “Não vou apoiar ninguém, não vou participar.” “Minha aprovação está boa, vou apoiar gente que vai derrotar meus inimigos, como o Doria.” “Vou fazer lives com os escolhidos para ganhar tudo.” Perdeu tudo, como está pondo a perder nosso país pela sua adoração por Donald Trump, pela sua antipatia pela China e pela sua ignorância em relação ao meio ambiente, à cultura e à educação. Vai ser duro aguentar mais estes dois anos!


Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo


*

PÉ FRIO


O presidente Jair Bolsonaro saiu vitorioso nessas eleições. Ganhou o título de maior pé-frio eleitoral e ingressou no panteão onde Mick Jagger figura em destaque na modalidade futebolística. O solo onde Bolsonaro e Jagger pisam se transforma rapidamente em permafrost.


Túllio M. Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte


*

CENTRO DEMOCRÁTICO


Dos 13 candidatos a prefeito apoiados pelo presidente Bolsonaro, somente dois foram eleitos. O PT, de Lula, disputou oito das nove capitais do Nordeste, seu antigo feudo eleitoral, e perdeu em sete.

Como as urnas revelaram nas eleições de domingo, o bolsonarismo e o petismo estão descendo a ladeira de marcha à ré engatada rumo ao precipício. O pêndulo político do País aponta para o centro democrático ao ignorar os extremismos da direita verde-oliva e da esquerda vermelha. É o novo Brasil. Viva!


J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


*

O FIASCO DO PT


O Partido dos Trabalhadores (PT) repete o fiasco de 2016 na esteira do mensalão e do petrolão. Os petralhas e seu grande líder ficarão maculados para sempre como corruptos. Mas sempre há exceções, como é o caso de Eduardo Suplicy, reeleito vereador com a maior votação no maior colégio eleitoral do País. Uma pessoa ímpar entre os petistas e símbolo de honestidade.


José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré


*

FINADOS


Novembro, mês dos mortos, enterrou politicamente no dia 15 Bolsonaro e Lula.


Maurício Lima mapeli@uol.com.br

São Paulo


*

ELEIÇÕES 2020


Vitória e Recife poderão escolher um prefeito do Partido dos Trabalhadores no segundo turno das eleições de 2020. As demais capitais do Brasil escolheram prefeitos de outros partidos. O PT continua sendo o terror dos brasileiros. Fato semelhante ocorreu com o PSL, que elegeu Bolsonaro em 2018. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se enganou mais uma vez ao dizer que o PT sairia fortalecido após as eleições de 2020. O partido que elegeu o presidente Jair Bolsonaro não venceu as eleições em nenhuma capital. O Partido Novo, que tem um governador em Minas Gerais, ficou sem nenhuma capital. Os tucanos ganharam 9 prefeituras, mesmo depois dos escândalos envolvendo Aécio Neves num passado recente. Os mineiros querem Kalil novamente à frente da prefeitura de Belo Horizonte, assim como os paranaenses, que reelegeram Greca para continuar em Curitiba. 30,6% do total de eleitores do País representaram os ausentes, votos brancos e nulos. MDB, PP, PSD, PSDB e DEM elegeram 2.987 prefeitos no primeiro turno. Os velhos caciques da política não querem largar o osso.


José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte


*

SEGUE O JOGO


Deixo para analistas e cientistas políticos responderem emocionantes perguntas que permanecerão borbulhando e ocupando espaços no segundo turno das eleições municipais. Muitas delas servirão de avaliações e estudos para o pleito nacional de 2022: Jair Bolsonaro terá bala na agulha, ou pólvora, para alavancar Crivella contra Paes? Lula mostrará a cara para ajudar Boulos? O PSOL tornou-se herdeiro político do PT? Por que dois senadores, ainda com mandato de 7 anos, disputaram eleições para prefeitos? Um deles, do PT, teve votação medíocre. Por que o candidato de Bolsonaro em Manaus teve votação bisonha? O presidente escolheu errado, quem não é do ramo, e subestimou políticos tradicionais que acabaram indo para o segundo turno? Bolsonaro não vai fazer mea culpa por largar na chuva o partido pelo qual se elegeu, e que saiu chamuscado do pleito municipal? Carluxo, filho de Bolsonaro, bem reeleito para vereador no Rio de Janeiro, vai entrar com vontade na campanha de Crivella? Bolsonaro vai mudar de estratégia política, para se recompor emocional e politicamente para encarar o duro pleito de 2022?  As urnas responderam as destrambelhadas afirmações de Bolsonaro, sobretudo aquela contra a vacina, que estarreceram os brasileiros?


Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília


*

CIDADE MARAVILHA


Eduardo Paes e Marcelo Crivella estão no 2.º turno para a prefeitura do Rio. Que sina! Este encantado Rio que está passando em nossas vidas nos últimos anos não merece o povo que o canta. Bem disse a canção Rio 40°, cidade maravilha, purgatório da beleza (?) e do caos! Ó, democracia, por que tanto nos maltrata com esses candidatos profissionais de conduta duvidosa? Vergonha de ser carioca. O que dirão os paulistanos?


Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro


*

O POVO RECLAMA


Realmente, o povo não tem razão em reclamar. Reclama dos governos em que nada funciona, os serviços se deterioram, etc., etc. Fala, mas no dia da eleição vota nos mesmos. Não vota num novo nome que surge. Prefere dizer “não conheço” ou, então, que “vai ser igual aos outros”. E assim os de sempre se perpetuam no poder porque sabem que o povo não muda. Vejam a cidade de São Paulo, que vai ter de escolher no 2.º turno entre quem quer prendê-lo em casa, Bruno Covas, ou aquele que quer invadir a casa dele, Guilherme Boulos. A cidade do Rio de Janeiro decidir entre Eduardo Paes, que está sendo acusado/investigado e que o que fez no seu mandato anterior está se deteriorando – sem falar no caos em que deixou o transporte público –, e Marcelo Crivella, que não disse a que veio. Então fica difícil de concordar com as reclamações populares.


Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro


*

O FILHO REELEITO


Carlos Bolsonaro, vereador licenciado do Rio de Janeiro, mas recebendo salário e com gabinete em Brasília ao lado do pai, é reeleito no Rio. Vale aquela máxima: todo povo tem o governo que merece. Afinal, somos nós o povo que elegemos e pagamos salários e mordomias a pseudopolíticos.


Marisa Bodenstorfer

Lenting, Alemanha


*

PROBLEMAS NA APURAÇÃO


Se pode complicar, para que facilitar? Por que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) centralizou a divulgação em Brasília, se sempre foi feito rapidamente pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs)?


Milton Bulach mbulach@gmail.com

Campinas


*

O PRESIDENTE E O VOTO


“Tenho proposta, tive né. O Supremo (Tribunal Federal) disse que é inconstitucional o voto impresso. (Mas) tem proposta de emendar a Constituição na Câmara. Se não tivermos uma forma confiável de apurar as eleições a dúvida sempre vai permanecer e nós devemos atender a população” (sic Jair Messias Bolsonaro). “Muita gente fala, alguns falam, sem ouvir o povo, sem sair de seus gabinetes. No meu caso, estou sempre ouvindo a população. Eles querem um sistema de apuração que possa demorar um pouco mais, não tem problema nenhum, mas que seja garantido que o voto que essa pessoa deu vá para aquela pessoa realmente de fato. É só isso” (sic Jair Messias Bolsonaro). Ouvindo a população? De Marte? Não tem ideia do que está falando. Cuidado! Ignorância, além de contagiosa, mata e não tem vacina.


Filippo Pardini filippo@pardini.net

São Sebastião


*

ACORDE, BRASIL!


Eleição no meio da pandemia tem abstenção de 23,1%, maior dos últimos anos (Estado, 16/11). O candidato dos votos nulos, brancos e justificados ganharia qualquer eleição, para qualquer cargo, em qualquer tempo. O que isso significa? Qual é a verdadeira mensagem das urnas? E se o voto não fosse obrigatório no Brasil? Que democracia é esta que não tem coragem de se olhar no espelho? Sinceridade não dá ibope, mas deveria...


Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)


*

VOTO FACULTATIVO


Como é possível numa democracia o voto ser obrigatório? O eleitor vota se quiser em quem quiser. O voto tem de ser facultativo. Faz sentido o cidadão não conseguir usar o aplicativo do TSE para justificar seu voto? E o E-Título, por que não votar pelo celular, se tudo o que se faz é pelo celular? Hora de parar com o comodismo e partir para a ação. Só uma coisa explica essa resistência ao voto obrigatório: tem gente ganhando muito dinheiro.


Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo


*

EQUILÍBRIO NAS ELEIÇÕES


O Brasil tornou-se altamente centralizado, a partir do século 20. O conjunto de iniciativas legais, exclusivas da União, é vasto e, quando não tem exclusividade, as suas normas prevalecem. Tudo ou quase tudo o que implica deveres ou direitos do cidadão é federal. Por esse motivo, uma eleição presidencial chama muito a atenção do eleitorado, relegando a um patamar menor a de governadores e deputados estaduais. A escolha dos governadores acaba disputando espaço, na mente do eleitor, com os parlamentares federais, relegando a um patamar ainda mais baixo o deputado estadual. Para um equilíbrio melhor, poderia haver lei modificando os períodos eleitorais. A eleição presidencial deveria coincidir apenas com a de deputados federais e senadores e a de governadores e deputados estaduais, com a de prefeitos e vereadores. Além do exposto, haveria melhor equilíbrio. Escolha de quatro elementos nesta eleição (governador, deputado estadual, prefeito e vereador) e três na esfera federal (presidente, senador e deputado federal). Na forma atual, temos uma eleição envolvendo cinco cargos e outra, apenas dois.


Marília Custódio Santos marylmarilia@yahoo.com

Vitória


*

DIA MUNDIAL DOS POBRES


Parabéns ao Estado pela publicação da mensagem de Dom Odilo P. Scherer Estende a tua mão ao pobre (15/11, A2), na data que marca o Dia Mundial dos Pobres, em que retrata fielmente a situação reinante entre os mais necessitados, destacando que a pandemia fez-nos experimentar a fragilidade e a limitação ao chegar de surpresa, mas que o ensinamento do Evangelho não nos chegou de surpresa, pois todos sabem que precisamos, muitas vezes, da mão estendida para a ajuda aos pobres, asseverando que, jamais com as mãos estendidas na sombra, trocando doses de morte para se enriquecer e viver no luxo e (...) às escondidas, para um lucro fácil e corrupto”, mas somente ser “mãos que se estendem na expressão do amor, que edifica a convivência e traz a verdadeira alegria”.


Pedro Paulo Penna Trindade pennatrindade@gmail.com

São Paulo




*

ATENDIMENTO ENEL


Brasil, país dos trouxas: como é possível não ter atendimento numa empresa permissionária do desgoverno brasileiro? A empresa em questão é a Enel, “fiscalizada” pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), órgão regulador com o qual também não conseguimos contato para reclamar da “fiscalizada”. Infelizmente, só no Brasil mesmo.


Jonas de Matos jonas@jonasdematos.com.br

São Paulo


*

‘MARICAS & MARACAS & MARRECOS’


Gostaria de cumprimentar Gilberto Amêndola por sua brilhante crônica na página H6 da edição de ontem: Maricas & Maracas & Marrecos. Uma verdadeira ode às pessoas de bem que tanto lutam por um Brasil melhor.


Júlio A. O. Sampaio jusco001@terra.com.br

Jandira


*

SETE VEZES HAMILTON


E mais uma vez ele faz história. Lewis Hamilton, no GP da Turquia, saiu da sexta colocação, com dificuldades no acerto para a chuva, foi escalando o pelotão e conquistou a vitória no Istanbul Park, contando com a corrida horrível de Valterri Bottas, e garantiu o heptacampeonato mundial de pilotos, com três corridas de antecipação. Sem palavras para definir Hamilton, simplesmente fantástico. Melhor, muito melhor de todos os tempos... Lewis Hamilton fez renascer o gosto de assistir novamente à Fórmula 1. Maior atleta britânico da atualidade, ele merece a honraria! Acabou. Pode gritar: Lewis Hamilton, campeão mundial de F1, é uma lenda. Sete vezes Hamilton.


José Ribamar Pinheiro Filho pinheirinhosb@gmail.com

Brasília


 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.