Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

19 de novembro de 2020 | 03h00

Desgoverno Bolsonaro

Madeira ilegal


Novamente o presidente Bolsonaro se envolve em polêmica internacional, desta vez ao acusar vários países, citados nominalmente, de serem participantes indiretos nas queimadas no bioma amazônico, por comprarem madeiras ilegais, não certificadas, de exportadores duvidosos. Esse tipo de acusação só pode vir de quem desconhece o sistema de venda de madeiras certificadas, produtos legais, aos países compradores. Uma acusação infantil, de quem não domina as regras do comércio exterior. Lamentavelmente, as falas precipitadas do presidente continuam causando enormes prejuízos ao Brasil. Até quando?


TOSHIO ICIZUCA

TOSHIOICIZUCA@TERRA.COM.BR

PIRACICABA


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Nebulosas transações


Bolsonaro dizer que vários países compram madeira ilegal do Brasil é uma meia-verdade. Quem compra são empresas com sede nesses países. Claro que os respectivos governos deveriam agir de forma mais enérgica contra tais desmandos. E nosso país podia tornar público o nome dos responsáveis pelas nebulosas transações.


VERA BERTOLUCCI

VERAVAILATI@UOL.COM.BR

SÃO PAULO


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História completa


Bolsonaro deve denunciar também os que vendem tal madeira, pois quem vende sabe quem derrubou as árvores e pode explicar como conseguiu licença de exportação como madeira legal. Ou vamos penalizar apenas os compradores ilegais e deixar soltos os traficantes de madeira, para perpetuarem a barbaridade ambiental?


OMAR EL SEOUD

ELSEOUD.USP@GMAIL.COM

SÃO PAULO


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Pau que nasce torto...


No Brasil, pau que dá em Chico não bate em Francisco. Os exportadores da madeira ilegal foram tranquilizados, Bolsonaro só vai dedurar os governos compradores.


A. FERNANDES

STANDYBALL@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO


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Gato na tuba


Algo no sentido de evitar o comércio ilegal de madeiras deve ser feito, é claro. Só não acho que, pela falta de tato político, inteligência e compostura, seja o presidente da República a pessoa indicada para fazê-lo. O tiro pode sair-lhe pela culatra. Eu não entendo como uma árvore centenária, imensa, derrubada no meio da floresta, é picada em pranchas, colocada em grandes caminhões, percorre quilômetros e quilômetros em estradas de terra precárias e, depois, pelo asfalto ou por vias fluviais, até chegar ao porto e ser embarcada para algum país europeu, sem que ninguém veja ou desconfie! No mínimo, no porto esse embarque teria condições de ser barrado. Como dizem lá no interior, aí tem gato na tuba.


JOÃO PENNA

JAR.PENNA@UOL.COM.BR

SÃO PAULO


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Chacota universal


Estamos sobrevivendo e vivendo – não é incoerência, não, é isso mesmo. Nunca, em tempo algum, podíamos imaginar que seríamos sujeitos a presenciar tamanha crueldade e falta de sensibilidade das autoridades que governam o nosso país. As mentiras são espalhadas e repetidas com a mesma intensidade do vírus que assola a humanidade, o governo é omisso e incompetente, o mesmo se pode dizer dos nossos representantes no Congresso. Nosso inimputável presidente continua com sua arrogância e incompetência – em alguns casos, como o da saliva e da pólvora, dignas de chacota universal. Envergonha e entristece a omissão das autoridades que poderiam dar um basta a esta desgovernabilidade. Temos um governo tão medíocre e confuso que, pode-se dizer, chega a igualar o sofrimento causado pela pandemia.


JORGE TOMAZ DE REZENDE

TOMAZ.REZENDE@UOL.COM.BR

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS


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Infraestrutura

Apagão no Amapá


É fácil identificar o responsável pelo apagão no Amapá: a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Vejamos o que aconteceu. Havia três transformadores, dois trabalhavam em alternância e um era o reserva. No acidente queimaram os dois operacionais e o reserva há muito não estava em condições de operar. Informa o Estado que só depois do acidente foi contratada a manutenção do reserva, que acaba de ser enviado para reforma na fábrica, em Santa Catarina. Isso prova que há muito a unidade não é fiscalizada, bastariam cinco minutos de visita para verificar que o transformador de reserva não estava operacional. E agora a Aneel quer que nós, consumidores, paguemos pelo que ela não fez?


WILSON SCARPELLI

WISCAR@TERRA.COM.BR

COTIA


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Eleições municipais

Renovar é preciso


A passos de tartaruga no resultado, mas de maneira séria e confiável, tivemos a festa da democracia no domingo. O eleitor demonstrou em várias cidades que está cansado do político tradicional e votou pela renovação de vereadores. Velhos políticos foram rechaçados nas urnas. A meu ver, cada político, em cada cargo que disputasse, só deveria ter direito a uma reeleição. O Brasil seria melhor havendo constantes mudanças.


REINNER CARLOS DE OLIVEIRA

REINNERCARLOS@UOL.COM.BR

ARAÇATUBA


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Conquistas políticas


Já vai longe o tempo em que tradicionalismo era condição sine qua non para carreiras políticas. Atualmente, independente de raça ou variação de gênero, o acesso à vida política tornou-se livre, mostrando conquistas definitivas em nossa sociedade.


FRANCISCO JOSÉ SIDOTI

FRANSIDOTI@GMAIL.COM

SÃO PAULO


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Fim de uma era


Lula e Bolsonaro viraram pés-frios para seus correligionários. Não conseguiram emplacar nenhum de seus preferidos no primeiro turno. “Desafasta”! O povo vê com satisfação o fim do petismo e do bolsonarismo. Mas o que sobrou não deixa muitas esperanças... Que o Senhor tenha piedade de nós.


PAULO HENRIQUE C. DE OLIVEIRA

PH.COIMBRAOLIVEIRA@GMAIL.COM

RIO DE JANEIRO


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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br



O MICO DO ‘MITO’


O presidente Bolsonaro faz um papelão ao acusar os países que compram a madeira do desmatamento da Amazônia. Essa madeira é exportada com documentos falsificados, tudo depois legalizado com a cumplicidade e a conivência das autoridades brasileiras. A madeira do desmatamento ilegal da Amazônia não entra ilegalmente na Europa nem nos Estados Unidos; antes, é tudo legalizado de maneira fraudulenta. A culpa pelo desmatamento não é de quem compra a madeira, e sim de quem desmata: grileiros, madeireiros, grandes proprietários rurais, mineradores ilegais, toda esta turma que recebe apoio do governo Bolsonaro, que zerou as multas ambientais e fez de tudo para promover o desenvolvimento insustentável do agronegócio. Bolsonaro joga para agradar a sua torcida. O mundo inteiro sabe que ele e seu governo são os responsáveis pela destruição recorde do Pantanal e da Amazônia. Todo mundo sabe que era exatamente isso que Bolsonaro queria fazer desde o primeiro dia de seu governo. Todo mundo sabe do papel do ministro Ricardo Salles na destruição recorde da natureza. Querer jogar a culpa sobre quem compra madeira brasileira, com documentação em ordem, será mais um grande mico deste desgoverno, e vai dar mais motivos ainda para o País ser punido com sanções de todos os lados.


Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo


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A BOIADA PASSANDO


Bolsonaro acusa países críticos do desmatamento da Amazônia de importarem madeira ilegal da floresta. Mas foi o Ibama que flexibilizou esse tipo de exportação a pedido dos madeireiros, protegidos pelo ministro do Mata-Ambiente, Ricardo Salles, passando a boiada e desmatando tudo.

          

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre


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DNA DA MADEIRA AMAZÔNICA


Os países importadores da madeira amazônica “ilegal” devem estar preocupadíssimos com a denúncia do capitão de que tem condições de distinguir a madeira legal da ilegal pelo DNA... A resposta das indústrias estrangeiras importadoras será simplesmente exibir as notas de importação autenticadas pelas autoridades alfandegárias brasileiras e as de seu país para justificar a legalidade da importação. Bolsonaro sairá da sinuca de bico explicando como essas notas “legítimas” autorizaram a saída do País ou insistirá na teoria do DNA da madeira legal x ilegal?


Lairton Costa lairton.costa@yahoo.com

São Paulo


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DO BRASIL PARA O BRASIL


Com cara de mau, o presidente Jair Bolsonaro disse ter um dossiê que denuncia quais países compram madeira ilegal brasileira. Na verdade, se há receptadores, como ele disse, há também os vendedores ilegais – no caso, o próprio Ibama, que recebeu autorização do ministro-passaboiada para fazer a venda ilegal. Já os outros 80% das vendas de madeira ilegal ficam no Brasil, mesmo, pela falta de fiscalização, também do Ibama, neste comércio ilegal. Este foi, portanto, mais um tiro no pé do homem com cara de mau.

  

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


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ESTRANHAMENTO


Durante a reunião virtual da cúpula dos Brics, provavelmente os presidentes da África de Sul, China, Índia e Rússia estranharam o discurso tosco – como sempre – do presidente Jair Cloroquina Bolsonaro de revelar os nomes das firmas no exterior, e não os correspondentes governos, que compram ilegalmente a madeira da Amazônia. Afinal, são brasileiros que derrubam ilegalmente as árvores, transportam a madeira, e é um órgão federal brasileiro (Ibama) quem emite a certidão de exportação. Serve a algum propósito: mostrar que não controlamos ou queremos controlar a situação na Amazônia Legal porque temos um ministro trabalhando contra o Meio Ambiente e um vice-presidente que formou o Conselho da Amazônia apenas por militares, como se ser militar fosse condição necessária e suficiente para entender de tudo, meio ambiente, saúde e ciência e tecnologia.


Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo


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A LISTA DO GOVERNO


Saiba quais países europeus compraram madeira ilegal do Brasil. Estamos muito curiosos para conhecer esses países, ou será que é mais uma jogada do nosso presidente?


Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo


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BRICS


Perguntar não ofende: o que os países do Brics têm que ver com os países europeus desenvolvidos e suas toras?


Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo


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DENEGRINDO A IMAGEM DO PAÍS


Vai ser difícil o País aguentar mais dois anos do governo Bolsonaro. Num mundo globalizado, não se fazem tantas sandices impunemente. Novamente, o presidente denegriu a imagem do Brasil, desta vez com um discurso na cúpula do Brics, anunciando que vai divulgar a lista dos países que compram madeira ilegal da Amazônia. Ora, o local não era apropriado para tal discurso nem tão pouco países compram madeira, e sim pessoas físicas e jurídicas. Além disso, o próprio governo Bolsonaro desmontou a fiscalização do Ibama e fez uma mudança no formulário de controle que permitiu esse tipo de fraude na exportação. Moral da história: a madeira sai ilegalmente do País porque o seu governo é incompetente. Aliás, desde o início o presidente defendeu o aproveitamento da Amazônia para a indústria extrativista, posicionando-se contra o Acordo de Paris, sobre o aquecimento global. Não percebe que, ainda que por hipótese estivesse certo, o fato de a maioria das nações – entre elas as maiores potências do planeta – aceitar a teoria do aquecimento global, não dá para ser do contra sem que o País pague um alto preço por isso. Ademais, o aumento da temperatura média da Terra – nunca é demais lembrar – já está comprovado. Em menos de dois anos de governo, o presidente Bolsonaro vem dando prejuízos enormes ao País, tanto por causa da destruição dos nossos biomas como fazendo declarações deste jaez, jogando o nome do Brasil no patamar mais baixo dos países do planeta. O que disse na cúpula do Brics foi uma tentativa pífia de culpar os outros países pelo estrago que ele vem causando à Amazônia. O presidente nos envergonha.


Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo


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FORA, BOLSONARO


A insanidade do atual inquilino do Palácio do Planalto salta aos olhos de qualquer pessoa em dia com o bom senso, mas nestes últimos dias a verborragia do inominável ultrapassou todos os limites da decência, do decoro e da liturgia que o cargo exige. Quando soldado do Exército, o infeliz foi expulso da instituição. É chegada a hora de ser expulso também da Presidência. O impeachment se impõe.


Sandro Ferreira sandroferreira94@hotmail.com

Ponta Grossa (PR)


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ELEIÇÃO EM SÃO PAULO


Com a vertiginosa derrocada da esquerda petista vermelho desbotado em São Paulo (como no restante do País), vem aí para o segundo turno das eleições paulistanas Guilherme Boulos, o famigerado líder dos invasores de propriedades particulares. Daqui por diante, todo cuidado é pouco, pois Boulos é o Jair Bolsonaro da extrema-esquerda raivosa do PSOL. Vota certo, São Paulo!


J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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BALÃO DE AR


O paulistano, que já teve a chance de decidir para prefeito de sua cidade entre adversários do calibre de Jânio x FHC, neste final de eleição vê com tristeza a dupla Covas x Boulos ter essa chance, porque são duas figuras que de forma alguma poderiam disputar a governança de uma capital da importância de São Paulo. Um veio a reboque de um prefeito que largou a capital no meio do mandato para “governar” o Estado; e outro simplesmente viveu politicamente até agora de explorar a esperança de pessoas sem-teto prometendo a estes um imóvel sem a mínima chance de como conseguir isso. Dois nomes da consistência de um balão de ar.


Laércio Zannini spettro@uol.com.br

São Paulo


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A PERIFERIA MUDOU?


Não entendi o discurso de Guilherme Boulos. Diz defender os mais pobres, vai dar-lhes casas, emprego, educação e saúde. No entanto, a primeira pesquisa pós primeiro turno aponta que foi no bairro de Pinheiros, como mostraram as urnas, a maior votação de Boulos. Quer dizer que a periferia mudou de bairro ou o discurso não convenceu os mais pobres? A conferir em 29/11.


Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo


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DEBATE


Guilherme Boulos gosta de debates agressivos e provocadores. Bruno Covas é objetivo e impassível a provocações. E agora, qual será sua nova estratégia? Experiência e conhecimento da administração municipal Boulos mostrou que não tem nenhum.


Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo


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COVAS E BOULOS


Está fácil de votar no segundo turno em São Paulo. Enquanto Bruno Covas faz um bom governo, é temerário eleger o genérico de Lula, Guilherme Boulos, destacado líder nas ilegais invasões urbanas.


Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)


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XEROX DE LULA


O líder do MTST, Guilherme Boulos (PSOL), é uma cópia de Lula quando sindicalista. Desleixado no vestir, barbudo e populista. Moradia para todos e passe livre. Sem dúvida, se isso fosse possível, seria maravilhoso, mas sabemos que isso é pura demagogia. Boulos é um petista que encontrou espaço num partido nanico e foi catapultado pelos artistas e intelectuais de esquerda e pelos desesperançosos. É mais do mesmo.


José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré


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INIMIGOS DA DEMOCRACIA


O editorial de ontem do Estado (18/11, A3) intitulado Como agem os inimigos da democracia é perfeito quando levanta diversas questões sobre os ataques virtuais sofridos pela Justiça Eleitoral no primeiro turno das eleições municipais deste ano. Seriam necessários, porém, alguns comentários adicionais sobre questões não abordadas e igualmente importantes. A primeira delas é sobre a afirmação de que “grupos extremistas procuram desacreditar as instituições”, o que é uma verdade incontestável. Mas, por outro lado, o que essas instituições têm feito para que consigam crédito entre os cidadãos? Pesquisas já feitas para apurar a opinião dos brasileiros a respeito delas, Poderes da República, com exceção das Forças Armadas, mostram que elas gozam de muito pouco crédito perante a esmagadora maioria dos pesquisados. Outra verdade irrefutável apontada pelo editorial é que os ataques vêm da parte “(...) dos que pretendem governar diretamente com o ‘povo’, sem a intermediação do establishment político-partidário”. Certo, mas cabe indagar se esse establishment político-partidário existente está realmente governando para o “povo”, como deveria, ou não passa de uma enorme ação entre amigos que defendem os seus interesses individuais antes de qualquer interesse coletivo? Ou seja, o atual establishment político-partidário representa e defende realmente nosso “povo”? O editorial diz ainda que “(...) a suspeita sobre a lisura do sistema de votação (...)” é patrocinada pelos “(...) inimigos da democracia (...)” que se “(...) levantam para questionar a legitimidade do resultado da eleição (...)”, um “(...) embuste (...)” que “(...) obviamente nada tem a ver com democracia”. Sem discordar dessa colocação, cabe perguntar ainda se o “sistema” vigente está mais para uma democracia ou mais para uma ditadura coletiva-política-partidária-jurídica? As propaladas “instituições democráticas” estão realmente representando a vontade do povo brasileiro ou só preocupadas em manter o poder e suas benesses? Por fim, o editorial reclama que “(...) os inconformados com a redemocratização (sic, vivemos ou não numa democracia?) (...)” promovem “(...) manifestações contra o Supremo Tribunal Federal e contra o Congresso”. Mas como aceitar que certos ministros do STF mandem libertar notórios e perigosos criminosos e que congressistas escondam dinheiro vivo entre as nádegas para escapar da Justiça? O ideal seria que mais à frente o jornal abordasse essas questões em editoriais específicos.


José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo


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INIMIGOS ETERNOS


O editorial Como agem os inimigos da democracia (18/11, A3) disseca as entranhas da articulação diversionista do bolsonarismo contra as eleições legítimas e apresenta as soluções robustas dadas por nossa legislação e fiscalização eleitorais. No entanto, é tíbio na crítica ao presidente da República, clamando pelo bom senso que ele nunca teve. Contra a democracia há os inimigos internos, externos e os eternos. Neste último grupo estão Jair Bolsonaro e sua gangue.


Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com

Campinas


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IDENTIDADE DE PROPÓSITOS ÀS AVESSAS


O presidente Jair está demonizando o sistema eleitoral brasileiro sob a alegação de que a votação por via eletrônica pode ser fraudada. Quer porque quer votos em papel. Enquanto isso, o seu “guru” Donald Trump acusa o sistema de votação dos EUA de ser passível de fraudes. O sistema americano corresponde aos desejos de Jair: isto é, tudo no papel.


Mario Helvio Miotto mariohmiotto@gmail.com

Piracicaba


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OPERAÇÃO COSME


É repugnante a notícia de que Ministério Público Federal e Polícia Federal fizeram buscas para investigar “conluio” e pagamento de propinas a desembargadores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. A certeza da impunidade e o corporativismo levam certas pessoas que deveriam ser exemplo de conduta a se aventurarem criminalmente.


Jorge de Jesus Longato financeiro@cestadecompras.com.br

Mogi Mirim


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EM TEMPOS DE COVID-19


Maravilhosa a foto da primeira página do Estado de terça-feira, 17/11. Onde estavam as máscaras? Ou é só homem que tem de dar o exemplo?


Celso Francisco Álvares Leite celso@celsoleite.com.br

Limeira

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