Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

27 de novembro de 2020 | 03h00

Brasil x China

Declaração de guerra

O presidente Jair Bolsonaro e seu filho 03, na disputa por disparates, declaram guerra aos EUA e à China. Apesar do potencial de estragos no curto prazo que podem causar às exportações brasileiras, o que pode atenuar a situação é o conhecimento que têm os líderes dessas potências da curta transitoriedade desses irresponsáveis, para não os levarem a sério nas relações de Estado.

NILSON OTÁVIO DE OLIVEIRA

NOO@UOL.COM.BR

SÃO PAULO


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Por que não te calas?

O deputado Eduardo Bolsonaro deveria ser proibido de abrir a boca. É uma total temeridade o fato de essa pessoa ser o presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara. Será que nem a prisão de Steven Bannon, nem a derrota de Trump ensinaram esse senhor a ficar de boca calada? O que é que ele pretende, mais um inimigo?

MARTA LAWSON

LAWSONMV@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO


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Tem de sair

A Constituição garante aos congressistas falar o que pensam, mas há limites. Quando o 03 fala ofensivamente contra países com os quais temos e queremos manter boas relações, ele está falando pelo Congresso Nacional, visto ser o presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional. Rogamos aos congressistas que o tirem dessa posição. Aí poderá falar as besteiras que quiser.

WILSON SCARPELLI

WISCAR@TERRA.COM.BR

COTIA


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5G espião

Devia-se perguntar por que alguém teria interesse em espionar um país que desde priscas eras é só um festival de besteiras que nos assola, sem chance de melhorar. A quem pode interessar tanta idiotice?

HARRY RENTEL

HARRY@FLORAROME.COM.BR

VINHEDO


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Desgoverno Bolsonaro

País das Maravilhas

Sobre o magnífico editorial No País das Maravilhas (26/11, A3), analisando o constrangedor comportamento do nosso presidente e as consequências para o País, externo minha dúvida quanto a quem vai trabalhar para “restabelecer a razão”. E pergunto: qual seria esse Poder, o Supremo Tribunal Federal (STF)? Por sua composição atual, dali pouco poderemos esperar. A Câmara dos Deputados e Senado, controlados pelo Centrão, que é afinado com o presidente? Também daí nada espero. Minha derradeira esperança é a nossa imprensa livre.

OSWALDO CESAR CORAIN

OC-CORAIN@UOL.COM.BR

ATIBAIA


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Corrupção

Pedido de vista

Artur Lira, líder do Centrão e candidato a presidente da Câmara dos Deputados com apoio de Jair Bolsonaro, estava para virar réu em processo por corrupção no STF – que, aliás, já deu maioria a favor –, mas o ministro Dias Toffoli pediu vista. Agora corremos o risco de ter um novo presidente da Câmara com Toffoli sentado em cima do seu processo.

RADOICO CÂMARA GUIMARÃES

RADOICO@GMAIL.COM

SÃO PAULO


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Poder de veto

Esperamos um breve retorno do processo (que é do ano passado) de que o ministro Dias Toffoli pediu vista, interrompendo o julgamento de aceitação de denúncia de corrupção envolvendo um deputado federal. O STF deveria estabelecer um prazo máximo razoável, de algumas sessões, para evitar que os pedidos de vista se transformem em poder de veto.

LUIZ RIBEIRO PINT0

BRASILCAT@UOL.COM.BR

RIBEIRÃO PRETO


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Economia

Maldita realidade

O ministro Paulo Guedes mal sabia que Jair Bolsonaro seria o maior entrave para fazer suas reformas liberais. Sonhou alto, desconhecendo a verdadeira natureza do chefe, que sempre foi a favor de suas conveniências políticas e nunca a favor do Brasil – é só revisitar seu passado corporativo e estatizante quando deputado e quantas vezes votou contra reformas importantes e vitais para o País. Imaginem agora se ele vai colaborar com o seu “posto Ipiranga” quando só pensa em reeleição, em vez de se preocupar com medidas nada populares que Guedes desejaria implementar para salvar e revigorar a economia. Por mais persistente que o ministro possa ser, nada indica que esses impasses possam mudar e, pelo jeito, cada vez mais o “posto Ipiranga” fica reduzido a uma mera bomba com gasolina chegando ao fim.

ELIANA FRANÇA LEME

EFLEME@GMAIL.COM

CAMPINAS


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Entrevistas de economistas

Excelente a iniciativa do Estado de entrevistar um conjunto de economistas de primeira linha, que conhecem bem o Brasil, sobre as nossas dificuldades econômicas. Tenho certeza que se conseguíssemos reunir-nos para formular um conjunto de medidas a tomar para melhorar nossas condições fiscais e acelerar nosso desenvolvimento econômico teríamos um novo Plano Real. A questão é: como tornar isso viável?

MARCOS LEFEVRE

LEFEVRE.PART@HOTMAIL.COM

CURITIBA


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André Lara Resende

A voz de um dos formuladores do Plano Real tem de ser ouvida: “Investimento público é mais importante que juro baixo” (26/11, B6).

ARCANGELO SFORCIN

ARCANGELOSFORCIN@GMAIL.COM

SÃO PAULO


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Jogos de azar

Cassinos

Cumprimento meu ex-colega José Serra pelo excelente artigo sobre a ameaça da volta dos cassinos ao Brasil (Vendendo ilusões a preço de ouro, 26/11, A2). De fato, o que menos se perde com o vício do jogo é o dinheiro. Mais do que ele se vão a autoestima e a desagregação familiar. Sob o aspecto econômico nacional, nada de bom: o jogo não passa de simples transferência financeira, agregando pouco ou nenhum valor.

DACIO AGUIAR DE MORAES NETO

DACIONETO@UOL.COM.BR

SÃO PAULO



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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br



FALA MUITO

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), aquele que já fritou hambúrguer nos EUA e que preside a Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, postou e apagou acusação contra a China de usar a tecnologia 5G para espionagem. Imediatamente, a China reagiu dizendo que tais declarações podem ter consequências negativas. É urgente informar ao clã Bolsonaro que o todo-poderoso Donald Trump foi derrotado e que, a partir de agora, não faz mais sentido venerá-lo.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré


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COMISSÃO ANTIRRELAÇÕES EXTERIORES

Como a Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados pode ser presidida por predador das relações com os outros países que não tenham Donald Trump como líder totalitário? O ex-futuro quase embaixador na corte do guru Trump e deletério deputado só por ser o filho 03 do “mito” é uma excrescência na Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, que ele desejava fechar junto com o STF.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre


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BRASIL X CHINA

Como se diz no pragmático e aveludado mundo diplomático, “países não têm amigos, têm interesses”. Isso posto, a sinofobia declarada e explícita do desgoverno Bolsonaro contra a China, segunda maior potência do planeta e o mais importante parceiro comercial do País, é simplesmente descabida, despropositada, contraproducente, burra e cega. Se o Brasil não mudar de atitude, o gigante dragão chinês poderá mudar de parceiro. Daí...

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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UM DEPUTADO INFAME

Constatei, durante a minha permanência na administração pública, que as pessoas sem preparo intelectual e emocional, elevadas a uma posição de comando ou mero destaque, invariavelmente cometem erros bizarros e grosserias. É o caso do deputado Eduardo Bolsonaro. A sua única qualidade é ser filho do presidente da República, fato que não só foi imperativo para a sua eleição a deputado federal, como para a importante função de presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados. Lembro, por relevante, que no início do atual governo o deputado foi aos Estados Unidos, posando com um boné da campanha de Donald Trump, derrotado nas recentes eleições daquele país. Recentemente e pela segunda vez, usou as redes sociais para atacar o governo chinês, de uma maneira ridícula e sem provas. Segundo o Estadão de 25/11, fez menção à adesão simbólica do Brasil à Clean Network (Rede Limpa), iniciativa de Trump para tentar frear empresas chinesas no mercado global do 5G, sinalizando que o Brasil se afasta da tecnologia chinesa. Ora, como é do conhecimento geral, menos do deputado, a China é o nosso maior parceiro comercial. A reação da embaixada chinesa foi dura desta vez, afirmando que “o deputado solapou a relação amistosa entre os países com declarações infames. Vão arcar com as consequências negativas”. Acostumado com tais grosserias, partindo de pessoas ignorantes, em assuntos que se atrevem a abordar, não estranhei mais essa barbaridade do deputado. Porém preocupa-me e a reação violenta da embaixada chinesa. Na diplomacia, não se usam expressões tão duras inutilmente, para expressar um protesto. O que me surpreende é a Câmara dos Deputados não tomar nenhuma providência em relação a esse deputado, que segue prejudicando o Brasil impunemente. Se a ideia dele é ajudar o pai, sou da opinião de que isso não se faz desnecessário, pois o presidente, nessa linha de conduta, vai sendo autossuficiente.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo


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E AGORA, JAIR?

É praxe em países democráticos, quando da posse do eleito para sua governança, convidar outros da mesma condição para a cerimônia, como deverá acontecer com Joe Biden, eleito presidente dos EUA. O Brasil será convidado por intermédio do presidente Jair Bolsonaro (que torceu pela vitória do Truão, digo, Trump), e isso o deixará numa dúvida: agradece o convite e designa o embaixador brasileiro nos EUA para representar o Brasil. Envia o vice-presidente Hamilton Mourão para a tarefa. E a terceira solução será ele, Bolsonaro, criar coragem e cara de pau para participar do evento, mesmo sabendo que sua figura não terá nem um pouco de simpatia do eleito Biden. Em todo caso, se for, não se esqueça do óleo de peroba na mala.

Laércio Zanini spettro@uol.com.br

Garça

  

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O TETO SUBIU NO TELHADO

Temos um presidente da República despreparado, errático e ausente. Nosso ministro da Economia tem como principal instrumento um espanador: só levanta poeira. O sonho da família miliciana é a manutenção do poder pela reeleição em 2022. Temos uma herança pesada de uma ex-presidente cujo lema era “gasto é vida” e que nos deixou com gastos públicos imensos. Não teremos cortes de gastos para não perder votos da burocracia estatal e teremos um aumento do Bolsa Família para manter o prestígio. Nosso futuro? Inflação, estagnação, perda de vários anos, sem conseguir melhorar o emprego e reduzir a pobreza. Este Messias não serviu!

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo


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‘UM MINISTRO SEM RUMO’

O editorial do Estado Um ministro sem rumo (25/11, A3) falou em poucas palavras das andanças do ministro da Economia, Paulo Guedes – e que o povo brasileiro já estava percebendo. O texto informa que o ministro “tem uma vaga ideia de onde está, ignora para onde vai e desconhece, portanto, como chegar lá”. A propósito, Paulo Guedes também explicou que nos dois primeiros anos do governo atual o País jogou na defesa, mas que agora vai ao ataque – mesmo sem time e sem centroavante, mas só pensando em ressuscitar a famigerada CPMF. Para mostrar que ele ainda está vivo, atacou de ministro da Saúde, como se médico fosse, para minimizar a segunda onda da covid-19, e também não convenceu. Agora só falta atacar de ministro da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, mas muito cuidado com Damares Alves!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


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DEVERIA PEDIR DESCULPAS

Esse editorial do Estado com título Um ministro sem rumo é oportuno para demonstrar que governar o Brasil não é para amadores. Nem para gente sem responsabilidade institucional, como Jair Bolsonaro, que fala sem nexo e pelos cotovelos, tal qual o ministro da Economia, Paulo Guedes. Este, sem freios e conhecimento algum da realidade da administração pública, age no relevante cargo como se fosse um botequim chinfrim. Desde promessas absurdas, sem entregar nada, como a de que iria arrecadar R$ 1 trilhão com privatizações, até, como péssimo banqueiro que é, insistir em recriar a CPMF. Como disse o editorial, vive na “escuridão”. E, no lugar de pedir desculpas à Nação, passados quase dois anos de gestão, delirando, ainda promete que vai pôr em prática o que prometeu e não cumpriu.  Tudo em meio a um déficit fiscal histórico, agravado pela pandemia, que poderá ficar em torno de R$ 1 trilhão. Onde estão as propostas para enfrentar esse quadro explosivo? Nas reformas prometidas, tributária e administrativa, das quais o governo continua fugindo? Na realidade, Paulo Guedes, assim como Jair Bolsonaro, levita na escuridão da desfaçatez do cargo, achando que enxerga os graves problemas do País. Se fosse humilde, Guedes teria seguido caminhos apontados por respeitados economistas, que serviram com sucesso em cargos relevantes do Executivo Federal. Entre outros, Armínio Fraga, Affonso Celso Pastore, José Roberto Mendonça de Barros e Monica de Bolle, articulistas deste jornal. Como diz o poeta, “o tempo não apita na curva e nem faz esperar”. E o Brasil, infelizmente, perde tempo com Jair Bolsonaro e seus cúmplices no Planalto...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos


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ECONOMIA ‘MEIA-BOCA’

Na economia, o governo Bolsonaro não está indo muito bem, mas está, vamos dizer, meia-boca. Nas mãos de Henrique Meirelles e de seu substituto, na época do presidente Michel Temer, tudo estava caminhando melhor, havia um norte, um rumo, mas depois tudo veio a degringolar. É preciso urgente a troca do ministro, pois assim não dá, assim não pode ficar. Corremos o risco de ir para um lugar perigoso, desconhecido e nosso PIB ir por água abaixo.

Reinner Carlos de Oliveira reinnercarlos@uol.com.br

Araçatuba


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PAULO GUEDES

Últimas do ministro Paulo Guedes: #Fato “Não fizemos nem o 1% inicial. Nossa falha”. #Fake: “Recuperação do Brasil surpreende”.

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo


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PROPAGANDA

É totalmente abjeta, por falta de adjetivação melhor, a propaganda do candidato Boulos. Ao criticar o vice de Bruno Covas – com ou sem razão, isso não vem ao caso –, alude de forma indigna à doença do oponente. “Sabemos como começa, não sabemos como termina.” Essa alusão à patologia que o adversário enfrenta – claro, isso será negado veementemente, como outras posturas do candidato –, é incompatível com o mínimo de decência que a disputa exige.

Alexandru Solomon alex_sol@terra.com.br

São Paulo


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IMAGINAÇÃO

Fico lembrando quando Guilherme Boulos, líder do movimento “revolucionário” MTST, paralisou inúmeras vezes a cidade sem atender a nenhuma legislação existente, infernizando a vida dos paulistanos. Imagino, como prefeito da cidade, o que pode acontecer. Espero que os moradores de São Paulo saibam escolher com discernimento.

Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo


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PERIGO À VISTA

Falta discernimento ao eleitor paulista ter Guilherme Boulos no segundo turno. Tal indivíduo sempre agiu irresponsavelmente, tendo em seu currículo apenas a transgressão do sagrado direito de propriedade e nada mais. São Paulo não merece tamanho castigo.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)


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FATALIDADES

Nossos sentimentos às famílias de Diego Maradona e a enorme legião de fãs e admiradores de um futebol mágico, genial e quase comparado ao do inigualável Édson Arantes do Nascimento, o Pelé, este sim o verdadeiro rei, por tudo o que conseguiu fazer como atleta pleno e exemplo de homem, principalmente por sua retidão e amor à vida. Mas não se pode aceitar que a notícia de sua morte tenha muito mais destaque que outra trágica que aconteceu no mesmo dia, a de quase 40 jovens trabalhadores que foram guilhotinados, mutilados, cortados ao meio e tiveram sua trajetória interrompida, precocemente, por uma carreta no interior de São Paulo. Sem entrar no mérito de uma e de outra – mesmo porque ainda se está no clima de respeito e profunda tristeza, no caso, brasileiro, de comoção nacional e, no argentino, mundial, mas esportivo –, o que considero importante é que se vejam os dois acontecimentos de maneira distinta, pois um morreu praticamente pelas escolhas erradas e os outros, fatalmente, sem terem escolha nenhuma.

João Di Renna joao_direnna@hotmail.com

Quissamã (RJ)


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MARADONA

Provavelmente um poeta, provavelmente Jorge Luis Borges, o recebeu com um mágico abraço platino no mundo paralelo, Don Dieguito, espelho humano da inextricável e melodramática Argentina, a transpor o fecho de um poema que dedicou a John Keats: “Oh sucessivo, e arrebatado Don Dieguito, que o tempo cega / O alto rouxinol e a urna grega / Serão tua eternidade, oh, fugitivo. / Foste o fogo. Na pánica memória / Hoje não és as cinzas. És a glória.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo


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La mano de Diós se fue con Diós.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz


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A ESCOLHA DO GÊNIO

Maradona cometeu todos os excessos com a bola, e chegou perto de ser a mão de Deus. Paralelamente, cometeu tantos excessos em vida, que acabou lhe faltando vida para tantos excessos. Uma questão de escolha: viver com o copo metade cheio de genialidade, metade vazio de juízo. Ele decidiu que só valia a pena assim, e assim foi...

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)


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LÓGICA

Deixa ver se eu entendi bem! As palavras denegrir, lista negra, mercado negro, entre outras, não podem ser pronunciadas ou escritas por serem de cunho racista. Ah, bom, mas Black Friday e Black November podem? Então, logicamente, seria o caso de traduzi-las para o inglês, já que parece que na língua inglesa não há palavras com conotação racista.


Mario Miguel mmlimpeza@terra.com.br

Jundiaí

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BLACK FRIDAY GERAL

E se pedíssemos Black Friday na política? Descontos de metade de políticos, juízes, funcionários públicos, assessores e obras intermináveis. Pagaríamos metade do que ganham e teríamos muito dinheiro para investimentos, saúde e educação. Se acordássemos e agíssemos, deixaria de ser nosso sonho de todo ano.

Carlos Gaspar carlos-gaspar@uol.com.br

São Paulo


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CONTRA O RACISMO

Leis, protocolos internos, orientações a funcionários, tudo inútil. Racismo não é problema que se resolva com leis, mas sim com educação. Desde cedo as crianças devem ser ensinadas a respeitar as diferenças e entender que não se faz aos outros o que não gostaríamos que fizessem a nós.

Vera Augusta Vailati Bertolucci veravailati@uol.com.br

São Paulo

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