Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

12 de dezembro de 2020 | 03h00

Desgoverno e morte

Passamos dos 180 mil óbitos

Em março deste ano, o dr. Osmar Terra, um dos influenciadores do nosso insano presidente, disse-lhe que as mortes causadas pela covid-19 não passariam de mil. Jair Bolsonaro adorou a previsão. Uma semana depois, o dr. Luiz Henrique Mandetta, ainda no cargo de ministro da Saúde, conforme relata no seu livro Um Paciente Chamado Brasil, em reunião com o ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, já que não tinha acesso direto ao presidente, levou-lhe uma previsão feita pelo dr. Júlio Croda, diretor do Departamento de Imunizações e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, projetando 180 mil mortes para a covid-19. Hoje, ultrapassado esse número de óbitos pela doença, temos a confirmação de qual previsão estava correta. Mas o presidente ainda não acordou, vive em outro mundo. E ainda vai gastar R$ 250 milhões com o “kit covid” – manchete do Estado de ontem. Chega, já está na hora de iniciarmos uma revolta pelo direito à vacina!

JOÃO PENNA

JAR.PENNA@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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País das maravilhas

“Finalzinho da pandemia”? Com mortes em alta?

Em que mundo vive o presidente Bolsonaro?

SÉRGIO ECKERMANN PASSOS

SEPASSOS@YAHOO.COM.BR

PORTO FELIZ

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O coveiro

Jair Bolsonaro errou de profissão. Ao liberar a importação de armas sem impostos, ao dizer que a pandemia está no fim, ao gargalhar falando da covid, tive a mais completa certeza que ele nasceu, sim, para coveiro, não para presidente. E ainda chega a manchar a profissão de coveiro, categoria profissional que talvez nem o queira aceitar.

LUCÍLIA COSTA

PIRAJUENSE@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Momento de decisão

Esta semana será lembrada pelos esforços dos governadores e prefeitos para obterem logo a vacina, em contraste com as ações do dono da BIC, preocupado com a inauguração do inútil museu das roupas usadas na posse. Caro Rodrigo Maia, não vai mesmo abrir a gaveta? Já passou da hora.

WILSON SCARPELLI

WISCAR@TERRA.COM.BR

COTIA

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Tortura

Ainda temos mais dois anos dessa verdadeira tortura que este desgoverno nos proporciona. Como vamos aguentar o “capetão”, seus quatro brilhantes rebentos, um exército de puxa-sacos, um punhado de bandidos travestidos de políticos e até de magistrados, e por aí vai? O último a sair apague a luz... Mas com essa pandemia ninguém nos aceita! E agora? Será que o “amigo” Olavo não tem uma sugestão para nos ajudar a passar esse período? E aí vem o pesadelo maior: e se em 2022 eleitores inocentes e mal informados resolverem nos condenar até 2026? Como é que vai dar para aguentar? Já estou em idade avançada, mas e os meus filhos e netos? E os filhos e netos dos demais brasileiros? Que forças terão para suportar tal sacrifício? Sei, não... Como? Alguém aí falou em impeachment?

RUY CARLOS SILVEIRA CRESCENTI

RUYCARLOS39@UOL.COM.BR

ÁGUAS DE SÃO PEDRO

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Interdição

Não é possível que não exista lei contra fraude eleitoral. Lembrando: “Não concorrerei à reeleição”, “nunca participarei do toma lá dá cá”, “lutarei pelo fim da corrupção”. E o pior: jurou sobre a Constituição obedecê-la e honrá-la em nome do povo. Que está sendo morto sem política pública de saúde, com distribuição de remédio ineficaz e propaganda enganosa, em vez de iniciar programa de vacinação. Agora, a tentativa de colocar – à custa de cargos e gastos – aliados na presidência das duas Casas do Parlamento. Pelo amor de Deus, não é mais caso de impeachment, mas de interdição! Socorro!!!

M. CRISTINA CARDOSO DE OLIVEIRA

CRICARDOSO23@GMAIL.COM

CARAPICUÍBA

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Mudança de sistema

O sistema presidencialista de governo não precisa ser isso, mas pode ser isso que estamos vendo no Brasil dos últimos dois anos. Com um presidente absolutamente despreparado e incompetente, temos um País paralisado e carente de mecanismos legais que permitam a substituição rápida e sem consequências indesejáveis do chefe do Poder Executivo. Hora de pensar no parlamentarismo.

EUCLIDES ROSSIGNOLI

CLIDESROSSI@GMAIL.COM

OURINHOS

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Febeapá

Sérgio Porto foi um jornalista, escritor, radialista e humorista carioca, ex-funcionário do Banco do Brasil, que usava o pseudônimo Stanislaw Ponte Preta. Era um gozador de primeira linha e escrevia crônicas, críticas e piadas reais nos jornais cariocas nos anos 1960. Entre suas publicações de sucesso na época está o Febeapá – Festival de Besteiras que Assola o País, em que relatou com fino humor as bobagens perpetradas pelo regime militar. Não tivesse morrido de enfarte fulminante aos 45 anos, em 1966, Porto certamente teria sido enjaulado pela ditadura, pelos achincalhes ao regime. Hoje, com a quantidade de asneiras emanadas do Planalto e os militares sem brios que batem continência para o capitão de araque, Stanislaw certamente seria de novo um best-seller.

ARNALDO LUIZ CORRÊA

ARNALDOCORREA@HOTMAIL.COM

SANTOS

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A encomenda do general

Fala sério, onde é que o Ministério da Saúde vai estocar, a -70 graus, a vacina da Pfizer, se nem consegue administrar o estoque de testes? Essa história está virando gozação!

FRANCISCO JOSÉ SIDOTI

FRANSIDOTI@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Em São Paulo

Coronavac já em produção

O Estado de São Paulo combate a barbárie instalada no poder federal aplicando o seu lema: “Pro Brasilia fiant eximia”, ou seja, pelo Brasil façam-se grandes coisas.

JOSÉ EDUARDO ZAMBON ELIAS

ZAMBONELIAS@HOTMAIL.COM

MARÍLIA


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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br


‘NO FINALZINHO’

Quando a pandemia da covid-19 iniciou sua macabra trajetória, partindo da Ásia para a Europa e América do Norte, o presidente Bolsonaro disse que ela não passava de “uma gripezinha”. Depois de mais de 31 milhões de infectados e cerca de 1 milhão de óbitos mundo afora (7 milhões de contaminados e cerca de 180 mil mortes no País), quando a segunda onda vem com tudo, o negacionista presidente diz que “estamos no finalzinho da pandemia”. O que está, mesmo, no finalzinho é a santa paciência da população brasileira diante de tantas barbaridades vomitadas dia sim e outro também pelo irresponsável que atualmente deveria governar o Brasil. E ainda faltam dois intermináveis anos...

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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UNIVERSO PARALELO?

O presidente Jair Bolsonaro inaugurou há poucos dias uma exposição das roupas usadas por ele e pela primeira-dama na sua posse, na presença de literalmente meia dúzia de ministros – exposição esta sem o mínimo valor cultural ou histórico –, e terminou a semana dizendo que o Brasil está vivendo o “finalzinho da pandemia”, quando, ao contrário, os números mostram aumento galopante de casos e de mortes por covid-19. Enquanto isso, a chanceler alemã, Angela Merkel, em discurso inflamado e emotivo no Parlamento daquele país, conclamou os alemães a respeitarem as medidas para conter a expansão da doença, defendendo inclusive a implementação de restrições sociais mais rígidas. Merkel, primeira-ministra de uma das maiores potências econômicas do planeta, age com correção, responsabilidade e ética. Já Bolsonaro, totalmente alheio à realidade, parece viver num universo paralelo...

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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CABEÇA ATRAPALHADA

Só pode ser isto: ter a cabeça confusa. Tudo o que se mostra perigoso ou mesmo dificultoso de ser enfrentado nosso presidente, Bolsonaro, reduz com palavras pueris, como se nada fosse e nada pudesse ocorrer. A pandemia é o melhor exemplo, e agora diz o presidente que ela está no final. De onde ele tira isso? Quem será seu guru mais atrapalhado que o próprio? Seus três filhos podem ser, todavia alguém, de preferência da família, deveria alertá-lo das asneiras que nos comprometem e envergonham mais que merecemos, apesar do próprio.

Mario Cobucci Junior maritocobucci@gmail.com

São Paulo

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ABERRAÇÃO DA SEMANA

Novamente, Jair Bolsonaro soltou mais uma aberração em forma de frase. Ora, teve a pachorra de dizer que o País está “no finalzinho da pandemia”. Que ele é o maior aliado da covid-19 todos sabem, mas menosprezar os mais de 180 mil óbitos só poderia sair de uma cabeça doente. Na verdade, quem está “no finalzinho” é o governo de Bolsonaro – se conseguir emplacar 2021. Mais uma vergonha nacional!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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O PRESIDENTE PERDEU O TINO

Nunca é demais repetir: o atual governo federal é pior da história da República, incluindo os regimes de exceção. Parece mais uma ação entre amigos, liderados por Jair Bolsonaro, que como bem já confessou não nasceu para ser presidente. Não entende nada do riscado e faz questão de não entender. Como não poderia deixar de ser, está batendo todos os recordes de ilegalidades e prejuízos irreparáveis ao País. Para a nossa grande desgraça, justo durante a pandemia do século, ficamos à mercê deste governo, no qual pululam incompetentes e alguns desonestos. Na quinta-feira, 10/12, para coroar o seu rosário de absurdos, o presidente perdeu o tino de vez ao afirmar que a pandemia está no finzinho. Quantos ignorantes ele espera convencer, para ficarem tranquilos, esperando ser atingidos pelo vírus e eventualmente morrer? Ou está apenas tentando fazer um contraponto contra a pressão dos governadores? Estamos em plena segunda onda da pandemia, com um número de mortos por dia em ascensão e os hospitais já atingindo o limite de leitos disponíveis. Também esta semana chegamos aos 180 mil mortos pelo vírus, graças à política suicida do governo federal. Sem nenhum partidarismo e muito menos ideologia, continuo a me perguntar até quando os demais Poderes da Nação irão demorar para providenciar a destituição de um presidente que não tem condições de governar este país.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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TRIO DE OURO

Está perfeitamente formado o trio de ouro: LUDIJA. Quem desejar saber, é só soletrar, e já saberá em que situação o País vai ficar.

Italo Poli Junior italipoli10@gmail.com

São Paulo

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PLANO B

Já que o Congresso se recusa a julgar os inúmeros (e muito justificáveis) pedidos de impeachment do nosso desgovernado caudilho, está na hora de um conselho de psiquiatras pedir sua (ainda mais justificável) interdição.

César Garcia cfmgarcia@gmail.com

São Paulo

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IMPEACHMENT

Eu me solidarizo integralmente com leitores srs. Aristides C. Andrade de São Tiago e Honyldo Roberto Pereira Pinto (Fórum dos Leitores, 9/12/2020), que pedem que Rodrigo Maia em fim de mandato marque sua passagem como presidente da Câmara com um gesto de grandeza, desengavetando os vários pedidos de impeachment do nosso desastrado presidente Jair Bolsonaro e deixe democraticamente que o plenário da Casa decida pela sua destituição do mandato de presidente da República. Seria uma lástima para o povo brasileiro ter de suportar ainda por mais dois anos Bolsonaro paparicando as diabruras irresponsáveis dos seus três filhos. Vamos acabar logo com isso.

José Carlos de Castro Rios castroriosjosecarlos@gmail.com

São Paulo

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CARNAVAL NO CONGRESSO

Sem carnaval, por causa da pandemia, foliões engravatados começaram a esquentar as canelas para o baile das eleições na Câmara e no Senado. O deputado Rodrigo Maia lidera o bloco dos independentes. Fantasiados de Legislativo valorizado, sem dobrar a espinha para o Palácio do Planalto. O bloco adversário, liderado até aqui pelo deputado Arthur Lira, promete brincar o carnaval com a original fantasia de sabujos. Bordada com paetês, cristais, plumas e confetes, para agradar Bolsonaro. No Senado, o Rei Momo Davi Alcolumbre bate tambor no barracão dos fantoches, para ver quem será o serviçal escolhido para servir de pasto, na presidência da Câmara Alta, aos interesses da reeleição de Bolsonaro. Nas arquibancadas virtuais, o povo vaia a colossal pantomima.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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COISA DE MARICAS

Em articulação para conquistar a presidência da Câmara, o deputado Arthur Lira já arregimentou cerca de 160 deputados favoráveis a sua candidatura. Fica aqui, porém, a velha questão da chamada reputação ilibada, esse pequeno detalhe que só incomoda quando possa interessar aos grupos de poder que, discricionariamente, lhe dão destaque e importância devidos ou, simplesmente, em caso contrário, de falta de interesse político, esquecem que existe, que existiu um dia ou que poderá, porventura, sequer existir. Ora, reputação ilibada, dirão, é coisa de “maricas”, coisa de gente que tem medo de gripezinhas quaisquer, coisa de gente que detesta rachadinhas e tudo o que for do amplo foro das atividades parlamentares já consagradas em nosso país.

Marcelo G. Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

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VALE TUDO

Quanto ainda pode custar de idoneidade do governo Bolsonaro para eleger Arthur Lira para presidente da Câmara federal?

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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O CANDIDATO DO RETROCESSO

O candidato de Jair Bolsonaro para presidir a Câmara dos Deputados já apresentou suas credenciais: se livrou do processo das rachadinhas, promete acabar de vez com a Operação Lava Jato, rever a chateação da Lei da Ficha Limpa e acabar com a opressão contra os sindicatos. O candidato do retrocesso promete levar o Brasil de volta aos bons tempos de antes da Lava Jato, quando o abundante dinheiro da corrupção corria livre, leve e solto. Só fica difícil de entender o que o Brasil teria a ganhar com um cidadão com este perfil presidindo a Câmara.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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COM POMPA E CIRCUNSTÂNCIA

Ministros convidados assumem com cerimônia no salão principal e somem em pouco tempo pela lavanderia, “a pedido”. Na história moderna, ditadura começa assim.

Carlos Gaspar carlos-gaspar@uol.com.br

São Paulo

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INSTRUMENTOS & AFINAÇÃO

Encantadores de serpentes usam flauta para dominar os animais. O ministro Paulo Guedes pretende usar Lira para convencer deputados (Guedes vê Arthur Lira como candidato à presidência da Câmara mais alinhado com as reformas, Estado, 10/12). Ao primeiro acorde fora da “partitura” combinada, as cobras fumam...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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COVID-19 – VACINA

O Instituto Butantan já começou a produzir a vacina Coronavac, desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac, e com capacidade de 1 milhão de doses/dia. O plano de vacinação do Estado de São Paulo está pronto, apesar de o presidente Bolsonaro afirmar que a “gripezinha” está no “finalzinho”. Para não perder o protagonismo, o ilustríssimo presidente da República, que dormiu no ponto quanto à contratação  das vacinas e que  controla a Anvisa, pode atrasar a liberação da Coronavac para queimar a figura de João Doria, eventual adversário em 2022.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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ALVO PARA 22

Esta disputa entre Doria e Bolsonaro pelo protagonismo de dar a primeira agulhada contendo na seringa uma vacina contra o vírus da covid-19, dentro do território nacional, é insana e desrespeitosa com a vida da população brasileira. Não importa quem vai espetar primeiro, ambos errarão o alvo, porque este só estará disponível, para ser acertado nas eleições de 2022

Abel Pires​ Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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AS BOAS E MÁS NOTÍCIAS

O anúncio de que o tradicional Instituto Butantan já começou a fabricar a vacina contra o coronavírus é uma excelente notícia (Estado, 11∕12, A20) e vem ao lado de informes sobre a eficácia de outros imunizantes. Isso nos leva à crença de que não demorará muito para termos a situação sob controle e irmos voltando à vida normal. Preocupam-nos, no entanto, as decisões governamentais de impor novas restrições à população, que já não aguenta mais ser privada em suas necessidades (muitas delas básicas, como trabalhar e ganhar o sustento próprio e da família). Espera-se que os governantes saibam o que estão fazendo e jamais caiam na vala comum dos radicais ou interesseiros que povoam a História e levaram milhares (ou até milhões) de pessoas ao sofrimento e à morte motivados pelos experimentos que buscavam a qualquer custo o suposto aperfeiçoamento do mundo e da sociedade. Que nunca se esqueçam ser o homem um ser integral que, ao mesmo tempo, necessita tanto de cuidados de saúde quanto de alimentação, convívio e outros insumos sociais. Torcemos para que sejam comedidos, só criem restrições quando não houver outra alternativa e, mesmo assim, não estiquem a corda além do absolutamente indispensável. Fazer política e divergir com a pandemia, que já matou tantos brasileiros, é inaceitável.

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo                                                                                                     

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VACINA GRATUITA... ONDE?

Ao anunciar que a vacina contra a covid-19 será gratuita, o Brasil está perdendo uma oportunidade de educar a população sobre o que é serviço público. A vacinação é uma prestação de serviço à população. É o governo devolvendo ao cidadão o que já foi pago na forma de impostos, taxas e contribuições. Não tem nada de grátis nessa história... Deixo, aqui, um desafio para os governantes. Qual governante teria a coragem de anunciar para a população algo como “você, cidadã/cidadão, não pagará nada para ser vacinado, mas o fato de você não pagar não significa que a vacina é grátis. Pois saibam que vocês já pagaram pela vacina ao pagar os impostos corretamente. Os governantes apenas administram o dinheiro que vocês ganham com o suor de seu trabalho. Com a vacinação, estamos devolvendo esse dinheiro na forma de prestação de serviços”.

Luis Alberto Figueiredo de Sousa sousa.luis.a.f@gmail.com

São Paulo

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DE GOLEADA

E agora, presidente? Vai engolir mais uma da China, pois esta semana a Anvisa vai inspecionar a Wuxi Biologics Co., que fornecerá insumos para a possível vacina Fiocruz e AstraZeneca.

Manuel Pires Monteiro manuel.pires1954@hotmail.com

São Paulo

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‘FÓRUM DOS LEITORES’

Se todos os políticos, diariamente, lessem o Fórum dos Leitores do jornal O Estado de S. Paulo, saberiam exatamente o que a população anseia. Cumprimento esses eleitores, que escrevem tudo o que pensamos e gostaríamos de dizer sobre os políticos que elegemos para nos representar e que, quando no poder, ignoram as necessidades do povo e só correm atrás dos seus próprios interesses.

Gabriele di Giulio digiulio61@yahoo.com.br

São Roque

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