Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

22 de dezembro de 2020 | 03h00

Corrupção

Ficha Limpa desfigurada

Depois de uma longa batalha para conseguirmos ter uma legislação que minimamente filtrasse e eliminasse os corruptos da política, a nossa Lei da Ficha Limpa pouco a pouco vai sendo desidratada. O mal infiltra-se no Poder Judiciário. Uma lei que já barrou milhares de candidaturas incomoda a quem...? O novo juiz do Supremo Tribunal Federal (STF), Kassio Nunes Marques, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro, em vez de proteger a Constituição, demonstra vontade de rasgá-la. É uma pena que uma instituição que deveria ser a última a errar continue sendo a primeira.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

MARIONEGRAO.BORGONOVI@GMAIL.COM

PETRÓPOLIS (RJ)

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Não demorou nada

E não é que o ministro Kassio Marques suprimiu texto da lei da Ficha Limpa? O cidadão mal amassou o engomado da toga e já está fazendo meleca.

A. FERNANDES

STANDYBALL@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Olho nele

De fato, o ministro Kassio Nunes Marques já começou a mudar a legislação da Ficha Limpa, sem nem um mês de STF. Temos de ficar atentos às “inovações” desse senhor.

ALDO BERTOLUCCI

ALDOBERTOLUCCI@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Ficha suja

As ações de estreia do novo ministro do STF não nos surpreendem. Confirmam.

HELENA RODARTE COSTA VALENTE

HELENACV@UOL.COM.BR

RIO DE JANEIRO

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Governo Bolsonaro

Dois anos, o espólio

A partir de 1.º de janeiro a Nação receberá o espólio da política bolsonariana até agora, a saber: 1) abandono total da saúde, com a coronavírus em alta em todo o País e quase 200 mil mortes, sem definição das medidas necessárias à execução de um plano nacional factível para conter a contaminação, que será acelerada com as novas variantes; 2) economia em frangalhos, confira-se a dívida pública chegando a quase 100% do PIB, sem nenhuma privatização nem medidas adequadas à recuperação; 3) fracasso na política exterior, por meio do negacionismo explícito nas questões ambientais, com a destruição da Floresta Amazônica, do Pantanal e das áreas de reserva e de mangue, pela ação suicida do Ministério do Meio Ambiente, relegando o País ao ostracismo; d) comportamento corporativista, abrangendo militares, policiais, evangélicos, empresários comprometidos e políticos da pior natureza, além do patrimonialismo, na conduta reprovável para proteger familiares e amigos envolvidos com a Justiça; 5) politicagem explícita em reuniões sem sentido, inaugurações sem nexo, exposição de trajes sem o menor cabimento, etc., visando apenas à sua almejada reeleição; e 6) inabilidade declarada, ignorância perceptível e total falta de interesse em se dedicar à solução dos problemas nacionais. Haverá algo mais a acrescentar?

LAIRTON COSTA

LAIRTON.COSTA@YAHOO.COM

SÃO PAULO

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Dupla implacável

Trata-se do vírus e do presidente. A curva de mortes por covid-19 voltou a subir, mas, sempre contrariando os especialistas, Bolsonaro continua presente em aglomerações, principalmente nos eventos militares, sem nenhum sentido, visto o crescente número de brasileiros mortos. É o mau exemplo da pessoa eleita pela maioria para governar o Brasil. Precisamos repensar nosso voto em 2022. Mudar é necessário!

RODNEY GOMES

XRODGOMESX@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Dimas Covas

Elixir de esperança

Que maravilha o perfil de Dimas Covas, sua vivência e sua dedicação (20/12, A20)! Numa época em que pessoas só falam de grandes teorias e ideias, mas nada realizam de objetivo, conhecer a vida do dr. Dimas, sua competência, sua seriedade, sem interesses espúrios, é um elixir de esperança. Aliás, as pessoas deviam ser reconhecidas pelo que fazem. De boas intenções o inferno está cheio.

CHRISTIANA PIRES DA COSTA

CHRIPC@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Desejos de fim de ano

Papai Noel

Meu querido Papai Noel, estamos ruins de governo. Vergonha para quem faz parte desse time e nos deixa cada vez mais sem esperanças. Corrupção, desemprego, contaminação, falta de leitos nos hospitais, queimadas amazônicas e pantaneiras, reservas naturais pensadas para virarem resorts... Que cada um colha o que plantou. Livre-nos de todo mal-intencionado e reserve para o Brasil os ajustes necessários para toda esta população, que precisa de trabalho. Que 2021 nos traga a vacina, saúde, paz, lucidez para encontrar o caminho e muito amor!

CECILIA CENTURION

CECILIACENTURION.G@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Votos para o ano novo

Final de ano é época de formular desejos para o novo ano. O meu é que se crie, por engenharia genética, um vírus que transforme criminosos, maus políticos e dirigentes em cidadãos de bem, livres de pensamentos ruins e comprometidos com o bem-estar de seus semelhantes e da população em geral. Apesar de sonhar não ser proibido, eu me contentarei se conseguirem erradicar a pandemia.

ELY WEINSTEIN

ELYW@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Boas-festas

O Estado agradece e retribui os votos de feliz Natal e próspero ano novo de Abifina, Abrinstal, Agência Comunicado, Andreas de Souza Fein, Associação Comercial de Ubatuba, Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Cascione Pulino Boulos Advogados, Cesar Araujo, Claudio Baptista, Equipe São Paulo Chamber of Commerce, Flávio Tiné, Francisco Paes de Barros, Getúlio Faria, Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut, mãe e irmã, Maria Gilka – Arbam, Oscar Thompson, Paulo Sergio Arisi, Phireo Turismo, Roberto Twiaschor, Rubens Barbosa, Sesc SP, Tania Tavares, Toshio Icizuca e Virginia Andrade Bock Sion.


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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br


SÃO PAULO VAI REABRIR AS ESCOLAS

O secretário da Educação do Estado de São Paulo, Rossieli Soares, acaba de tomar uma decisão drástica: obrigar os alunos e professores a voltarem às escolas em 2021. Justifica, em entrevista ao Estado, que, com 3.200 das 5 mil escolas estaduais fechadas, a criança sofre um “massacre” educacional que poderá ter influência negativa por toda a sua vida. Por isso, vai convocar o pessoal e os alunos a voltarem às aulas presenciais no início do próximo ano letivo, sob o argumento de que as crianças e jovens não fazem parte do grupo de risco da covid-19 e, respeitados os protocolos, poderão frequentar as aulas em segurança. Pelo que diz, deve ter encontrado a forma de a criança não levar para casa o vírus que não a impacta, mas pode prejudicar seus pais e, principalmente, avós e outros familiares com comorbidades. A iniciativa – mesmo que careça de adaptações – é interessante. Coloca o setor fora da sinistrose do “fecha tudo”, adotada no começo do ano, quando não havia informações sobre o coronavírus nem expectativa sobre as vacinas, que estão para ser disponibilizadas à população, priorizados os grupos de risco. Esperamos que a experiência pessoal de Rossieli lhe dê condições de fazer a boa transição da pandemia para a normalidade. E que a sua atitude motive os operadores de outros setores a executar o mesmo, dentro das respectivas realidades e sem a desconfortável disputa política. A transição ao pós-pandemia é, sem dúvida, muito importante.

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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VOLTA ÀS ESCOLAS

Voltar às aulas presenciais, eis a questão. Será preciso as escolas estarem preparadas. Vimos, no decorrer do ano que se finda, que nossas escolas públicas não estavam preparadas e nunca estiveram quando o assunto é tecnologia, preparo dos espaços físicos, das famílias, dos alunos, professores e funcionários e dos equipamentos que deverão ser usados de agora em diante. Não justifica ter medo de ir à escola por medo das crianças. Adultos têm condições de se proteger muito mais do que as crianças. E, além do mais, é na escola que se aprende a ter os cuidados higiênicos também.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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‘MASSACRE EDUCACIONAL’

O secretário de Educação do Estado de São Paulo defende a volta do ensino presencial no próximo ano, apesar da pandemia, sob o pretexto de crianças e jovens estarem sofrendo um verdadeiro massacre educacional. Rossieli Soares, ex-ministro da Educação, tem plena consciência de que o ensino público brasileiro está sucateado há muitos e muitos anos. O Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) é uma prova incontestável do baixo nível educacional presente nas nossas escolas públicas. Sem dúvida, o ensino remoto deixou a desejar, mas não será somente a volta do presencial que vai melhorar a qualidade das nossas escolas.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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FICOU NO DISCURSO

Durante toda a pandemia da covid-19, o governador João Doria sempre deixou claro que suas decisões são “pautadas pela ciência”. Foi assim em declarações em 21 de abril, 11 de junho, 17 de agosto e 30 de novembro, apenas para citar algumas. Fica no discurso, entretanto, pois sua política é outra. O Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) 627/20, encaminhado pelo governo e recentemente aprovado, significa, na prática, a perda de 30% da receita (garantida pela Constituição paulista) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, Fapesp. A promessa feita agora à Fapesp é de que o orçamento completo será restabelecido por meio de decreto específico no início de 2021. Julgando pelas declarações anteriores do governador, é mais uma para o boi dormir, uma promessa do tipo “na volta a gente compra” do governo do Estado. Espero que eu esteja errado!

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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SERÁ PREPOTÊNCIA?

Enquanto inúmeros países europeus e da América Latina já decretaram restrições à entrada de cidadãos provenientes do Reino Unido por causa da nova cepa do coronavírus – endurecendo ainda mais as medidas restritivas por conta da segunda onda – e o número de internações e de mortes no Estado de São Paulo ascende a galope, as imagens veiculadas pela mídia no último fim de semana das aglomerações que acontecem na capital paulista constituem um contraste estranho e chocante, para dizer o mínimo. As pessoas apinhadas umas por sobre as outras nas regiões de Vila Madalena, Brás e Rua 25 de Março parecem viver num outro planeta, totalmente alheias à doença. Difícil de imaginar que seja por falta de informação. Está mais para o sentimento prepotente da invencibilidade, de que nunca serão atingidas pelo vírus. Sejam quais forem as razões, janeiro promete ser, infelizmente, um mês em que recordes sombrios serão batidos.

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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IMUNES AO CORONAVÍRUS

Ó, Deus, 12h do dia 21 de dezembro, Ponte Rio-Niterói engarrafada desde as 9h! O desacreditado “isolamento social” no Rio de Janeiro está se transferindo para a região dos Lagos, que tem hospitais de ponta aparelhados com leitos para acudir o excesso de turistas com covid-19 e outras afecções graves, no Natal e na virada do ano. Quanto mais cedo chegar, o obediente e consciente “trabalhador” ficará mais longe e imune aos riscos do Rio. Assim pensam? Não há gráficos, desenhos e estatísticas que possam detalhar os cariocas que se acham imunes ao coronavírus. Somos todos cúmplices de nós mesmos. Muito triste!

Bruno P. David de Oliveira brunopdavid@gmail.com

Rio de Janeiro

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TRAGÉDIA ANUNCIADA

As ruas do Brás e a 25 de Março cheias de gente comprando lembrancinhas para o Natal e as praias do Rio de Janeiro lotadas. Como se não houvesse pandemia. Isso é reflexo de um Brasil que não lê, que não estuda, que não se informa. Daqui a duas semanas veremos as consequências dessa irresponsabilidade irracional. Os hospitais lotados e as pessoas implorando por atendimento, que não terão. E, daí, imploram a Deus. Deveriam elas mesmas ouvir o apelo dos familiares de quase 200 mil famílias em luto neste país e sentir empatia por quem sofre ou ao menos entender que sua atitude se protegendo ajudaria a salvar vidas. Quem vive sua vida nas bolhas das redes sociais e sem informação de qualidade e acha que é inteligente por não consumir informação que acha deturpada está, na verdade, servindo aos interesses de quem as manipula. Não é a mídia que exagera. É a realidade que está cada vez mais grotesca, inacreditavelmente absurda. A verdade pode doer, mas ela é ainda melhor que a ilusão de que não estejam morrendo de novo mais de 500 pessoas por dia no Brasil, vítimas da covid-19. O Brasil será em janeiro uma Inglaterra ou uma Itália, e daí, o que vão dizer essas pessoas? Elas vão esquecer o seu comportamento deste final de ano? Nenhuma viagem é inocente. Proteja seus familiares. Evite aglomerações. Fique em casa. Com certeza, máscaras incomodam menos que respiradores ou a falta deles quando se precisa.

Geder Parzianello gederparzianello@yahoo.com.br

São Borja (RS)

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LOCKDOWN NO REINO UNIDO

O Reino Unido vive uma situação distópica. O lockdown pode durar os três meses do inverno, porque a segunda onda da pandemia veio acompanhada de uma nova linhagem do coronavírus. O Eurotúnel ficará fechado para os trens nas duas direções da rota Londres-Paris. Os ferry-boats não poderão atracar nas duas direções da rota Dover-Calais. Os países da Europa continental vão cancelar todos os voos para a Grã-Bretanha. A saída da União Europeia ocorrerá apenas no dia 31 de dezembro, mas os efeitos da decisão do Brexit já serão sentidos com uma semana de antecedência para Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte. E estes dois últimos votaram para permanecer, mas as fake news prevaleceram e influenciaram a maioria inglesa que agora terá de arcar com as consequências do voto.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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UM RASTRO DE DOR E TRAUMA

Feliz e oportuna a entrevista com Andrew Solomon, na edição de 19/12/2020 (Para Andrew Solomon, nunca mais teremos a sensação de invencibilidade de antes do vírus). A profundidade e espinheza do sofrimento mental humano e o quanto ele atinge os que têm menos recursos financeiros. Um chamado a políticas públicas de saúde mental.

Parabéns!

Acir da Cruz Camargo acirpr@hotmail.com

Ponta Grossa (PR)

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A PANDEMIA E AS INFORMAÇÕES

Há muitos interesses em jogo neste caso da pandemia. Dá para parodiar o ministro inglês Winston Churchill e dizer o seguinte:

“nunca tão poucos mentiram tanto para tantos”.

André Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

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2021 PIOR À VISTA

Ao chegarmos ao final de 2020, ano em que passamos muito mal devido aos desastres representados pela covid-19 e pelo desgoverno Bolsonaro, nos preocupa perceber que 2021 pode ser ainda pior, caso a maioria dos senadores e deputados federais se deixe levar pelo que há de pior no Executivo federal, e eleja como presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados pessoas que endossem a corporativa pauta bolsonarista, com a tolerância às destruições do meio ambiente e à corrupção, e abandonando ou deformando as absolutamente necessárias reformas administrativas, de impostos e do sistema eleitoral. Está difícil desejar feliz ano novo.

Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br

Cotia

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NÃO HÁ PRESSA

Conforme noticiado pelo Estado de sábado passado (19/12), Jair Bolsonaro diz que pressa por vacina “não se justifica”. A declaração foi dada em entrevista gravada ao filho Eduardo Bolsonaro. Na mesma entrevista, ele afirmou que “a pandemia, realmente, está chegando ao fim. Temos uma pequena ascensão agora, que chama de pequeno repique que pode acontecer”. Outras declarações imbecis do presidente Jair Bolsonaro! Creio que está na hora de o Congresso rebaixar Bolsonaro a ex-presidente...

Cláudio Moschella claudiomoschellaarquiteto@gmail.com

São Paulo

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CADEIA

O Brasil foi procurado meses atrás pelo maior laboratório farmacêutico do mundo, a Pfizer, que nem sequer foi atendida pelo Ministério da Saúde, e o Brasil perdeu a oportunidade de encomendar a vacina que está se mostrando a mais promissora para combater a pandemia de covid-19, a vacina que já foi aprovada e está sendo usada nos Estados Unidos e, agora, na Europa também. Chegará o momento em que as autoridades brasileiras terão de responder por seus erros criminosos na gestão da pandemia. Esnobar a vacina da Pfizer é apenas mais uma das grandes bobagens cometidas pelos leigos Jair Bolsonaro e Eduardo Pazuello. A questão da temperatura da vacina foi facilmente equacionada, mas o Brasil não quis nem ouvir falar da vacina da Pfizer. O atraso na vacinação no Brasil custará muito caro, cada mês sem vacina representa mais 30 mil brasileiros mortos.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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RECUSA

Seria problema particular de Bolsonaro não se vacinar, se ele não estivesse por aí contaminando todos os que andam à sua volta. Neste caso, que recuse também a assistência médica, inclusive aos familiares, disponível durante 24 hora paga pelo contribuinte.

Marisa Bodenstorfer

Lenting, Alemanha

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LÍNGUA SOLTA

Vítima de incontinência verbal, mesmo tendo a língua presa, o presidente Bolsonaro não para de falar barbaridades dia sim e outro também contra tudo e todos que não façam parte da sua famigerada famiglia. A instigação da Polícia Militar fluminense contra a imprensa, acusada de produzir fake news e não dizer a verdade, é um grave crime de lesa democracia, vez que a imprensa livre é o seu esteio e pilar. Por que não te calas, JB?

Vicky Vogel vogelvick7@gmail.com

Rio de Janeiro

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O FANTOCHE E O LÍDER

Este país tem, mesmo, de ser considerado de Terceiro Mundo, um país em que um general da ativa se presta a ser fantoche de um presidente da República que não se preocupa com 186 mil mortes e muitas mais que estão por vir, não se comunica com a população, passa maus exemplos, presta um péssimo serviço à Nação que o elegeu. Mas não há mal que sempre dure, e será o resultado da eleição em 2022 que mostrará a diferença entre um líder que faz e, consequentemente, recebe o retorno dos seus feitos e um suposto líder incompetente. Nem uma nova facada o livrará do julgamento final.

Ricardo Fioravante Lorenzi ricardo.lorenzi@gmail.com

São Paulo

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PAÍS DE ‘MARICAS’

Depois de tudo quanto vimos lendo e tendo conhecimento do que vem acontecendo neste país, chegamos à conclusão de que Bolsonaro está certo, o Brasil é um país de “maricas”. Rodrigo Maia se identifica com aquilo que o dicionário Michaelis 2000 diz, que “maricas” é designativo do homem que tem medo de tudo. Será sempre lembrado como aquele que, tendo a chance de livrar o Brasil deste desgoverno, não pautou o impeachment de Bolsonaro, preferindo engavetar todos os pedidos, que foram muitos. Medo ou preguiça?

Aristides Castro Andrade de São Thiago a.cast@uol.com.br

Campinas

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PRAGAS

Como relata a Bíblia, as dez pragas do Egito foram as águas convertidas em sangue, a invasão de rãs, mosquitos, moscas e gafanhotos, a peste dos animais, o surgimento de úlceras, a chuva de pedras, as trevas que cobriram o céu e a morte dos primogênitos. No Brasil, as pragas foram a ditadura Vargas, o regime de exceção da ditadura militar (1964-1985), a inflação do governo Sarney, o cleptolulopetismo de Lula e Dilma Rousseff e o atual desgoverno negacionista e retrógrado de Bolsonaro. A postura do faraó egípcio contra os hebreus – “o povo eleito” – atraiu a merecida ira divina, mas o que fez o Brasil “abençoado por Deus” para merecer tantos e tão cruéis castigos?

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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NICETTE BRUNO

Uma grande atriz que o Brasil perdeu. Sempre muito querida do público, é mais uma vítima desta doença avassaladora que é o coronavírus. Milhares morrendo e tem alguns que agem como irresponsáveis. As pessoas que não seguem as recomendações para prevenção à covid-19 só vão tomar consciência e ter responsabilidade na marra, quando pegarem o mal, seja quando um amigo ou parente morrer dessa doença. Não é uma gripe menor.

Reinner Carlos de Oliveira reinnercarlos1970@gmail.com

Araçatuba

 

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