Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

31 de dezembro de 2020 | 03h00

Desgoverno e pandemia

Lesa-pátria

É simplesmente revoltante a incompetência e o desinteresse das nossas autoridades sanitárias a respeito de quando e qual vacina vai ser aplicada contra o novo coronavírus aqui, no Brasil. Temos institutos como a Fiocruz e o Butantan, temos um histórico exemplar na aplicação de vacinas de todos os tipos, mas não conseguimos definir uma data confiável para a vacinação, que em alguns países já está na segunda dose! Imperdoável o desleixo geral e cada um procura pôr a culpa no outro. Mais uma vez o Brasil passa vergonha em nível internacional. Quanto à população... “E daí?”, diria alguém que só pensa na sua reeleição.

KÁROLY J. GOMBERT

KJGOMBERT@GMAIL.COM

VINHEDO

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Descaso com nosso povo

O excelentíssimo senhor presidente da República deveria ser processado por atentar contra a saúde da nossa Nação. Ao ignorar a corrida pelas vacinas, prejudica nossa gente e nossa terra, cuja economia deve pagar um preço alto pelo tamanho do orgulho e da burrice do comandante-chefe. E pensar que votei no “Messias”, que só trouxe o caos e a implosão...

SÉRGIO ECKERMANN PASSOS

SEPASSOS@YAHOO.COM.BR

PORTO FELIZ

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Trevas

Da mesma maneira que hoje achamos inacreditável que na Idade Média se realizassem sangrias e usassem cristais de arsênico, pedras preciosas e unguentos preparados com excremento de animais, cebola, mostarda e terebintina para tentar deter epidemias, no futuro as pessoas não vão acreditar que em 2020 alguém defendesse o uso da hidroxicloroquina para curar a covid-19.

JORGE EDUARDO NUDEL

JORGENUDEL@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Só besteiras

Para não fazer o essencial e urgente, que é cuidar da pandemia e da economia, o presidente Jair Cloroquina Bolsonaro inventou o polêmico raio X da fratura na mandíbula de Dilma Rousseff. Cuide das nossas vacinas, presidente!

OMAR EL SEOUD

ELSEOUD.USP@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Manobra diversionista

Ele tenta desviar a atenção, mas não conseguirá anular o foco. Cadê a vacina, Bolsonaro? Se o Pazuello não responde, manda o Mendonça...

A. FERNANDES

STANDYBALL@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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O craque do despiste

Até quando vamos deixar que Jair Bolsonaro nos leve no bico? É só ele perceber que as notícias do dia podem prejudicá-lo e recorre ao velho truque de criar um fato qualquer que faça mais barulho. E nós, obedientemente, passamos a gastar 99% do nosso tempo esbravejando contra o tal fato criado artificialmente. Ouvi um comentarista político dizer que a canalhice que ele jogou no ar sobre a tortura de Dilma Rousseff tinha vindo do nada. Mas é claro que veio de algo muito concreto: a necessidade de abafar as manchetes que mostram que mais de 40 países no mundo já começaram a vacinação. Até acho que essas excrescências não podem ficar sem resposta, mas penso que a mídia deveria, em paralelo, realçar que se trata apenas de cortina de fumaça. Obrigado e um ano leve para todos nós.

LUIS MOLIST VILANOVA

LUISVILANOVA@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Tortura até quando?

A tortura continua no País, nos assassinatos e na violência contra os pobres e a população afro-brasileira. A esse vasto rol de martírios se acrescenta o sofrimento psicológico da população – como se não bastassem os efeitos e temores da covid-19 – provocado pelo sinistro indivíduo que ocupa a Presidência do Brasil. Cada fala desse sujeito, despreparado intelectual e comportamental, agride a população, além dos atos negacionistas nas medidas de defesa da vida contra a pandemia, que para seu prazer mórbido já se aproxima dos 200 mil mortos. Os doentios atos continuam com o desastre das ações do desgoverno no Ministério da Saúde, com um pseudoministro acovardado pela subordinação e as catastróficas providências de logística para tentar vacinar a população contra essa terrível doença.

WALTER WANDERLEY AMORAS

WWAMORAS@GMAIL.COM

BELÉM

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Bolsonarês

Bem ao nível dele: Bolsonaro, por que não te calas, p...a?!

EMERSON LUIZ CURY

EMERSONCURY@GMAIL.COM

ITU

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Adeus, ano velho

Herança pesada

Finalmente 2020 está indo embora. Oxalá que leve com ele as agruras que o mundo sofreu neste ano, com tantas vidas ceifadas, florestas transformadas em cinzas, economias destroçadas. Rogamos que 2021 seja um ano de muita paz e harmonia para todos os brasileiros. E que com saúde e afinco possamos sair das dificuldades que 2020 nos deixou de herança.

VIRGÍLIO MELHADO PASSONI

MMPASSONI@GMAIL.COM

JANDAIA DO SUL (PR)

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Feliz ano novo

2020 foi um ano intenso, com altos e baixos, mas seguimos em frente, superamos, se não todos, a maior parte dos obstáculos, o que nos tornou mais fortes. Que venha 2021, ano novo é tempo de rever prioridades, abraçar sonhos e preservar as amizades e as coisas boas. Um ótimo ano novo para todos os brasileiros!

PEDRO LUIZ LEOPARDI

LEOPARDI73@GMAIL.COM

JUNDIAÍ

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Boas-festas

O Estado agradece e retribui os votos de boas-festas e feliz e próspero ano novo de Floriano Pesaro, João Farah, João Pedro Portugal Chaskelmann, Jose Renato de Araujo – secretário municipal de Saúde de Tapiratiba, Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação, Marcos Bühler, Martins Fontes – Selo Martins, PetroNotícias e Rodney Vergili – Digital Assessoria Comunicação Integrada.


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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br


SEMPRE ATRASADO

Um ano atípico, conturbado e difícil chega ao fim, acompanhado da última parcela do auxílio emergencial e do término do orçamento de guerra, deixando um rastro de milhares de mortes que ainda deverá perdurar no ano novo. A vacinação em massa contra a covid-19 já começou em várias partes do mundo, inclusive nos nossos vizinhos latino-americanos, mas o antídoto contra a “gripezinha” de Jair Bolsonaro parece que vai demorar para chegar à terra de Cabral. O governador “da calça apertada”, visando a 2022, foi o primeiro a elaborar um plano de vacinação, apesar de termos um Messias na Presidência da República.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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2020, O ANO QUE NÃO COMEÇOU

Pois é, infelizmente não temos como fugir do óbvio, 2020 vai ficar para a história como ano perdido, repleto de más notícias, entre as quais a perda de quase 200 mil vidas de brasileiros, vítimas do inimigo invisível que mata com muito sofrimento e dor. A vida de todo mundo foi afetada, modificada, influenciada ou parada pelo nefasto e cruel coronavírus. E esse impacto atingiu diretamente o ser humano, seja emocionalmente e economicamente, seja na sua própria saúde ou de familiares e amigos. Todos os países foram afetados, porém no Brasil tivemos de lidar com outras incertezas, confusões e polêmicas, grande parte provocada por falas, atitudes e o descaso de governantes. Sonhos e projetos ficaram pelo caminho, pessoas perderam quase tudo o que conquistaram ao longo da vida. A pandemia chegou e com ela veio à tona a falta de planejamento e de ações coordenadas do poder público. Transbordaram a ganância e a gula daqueles que mesmo em meio a uma crise viral tiveram seus ganhos multiplicados nos preços de produtos comestíveis e de limpeza. O fato é que o Brasil voltou a registrar na última semana mais de 900 mortes em 24 horas. Enquanto famílias choram suas perdas sem ao menos um ritual de despedida, milhares se aglomeram em festinhas de bacanas, bares e nos bailes funks que só a polícia e a Justiça não sabem onde acontecem todos os fins de semana. A esperança de ter um 2021 com mais saúde e emprego é unânime, esperamos a colaboração dos governantes e da sociedade também, afinal em 2020 todos perdemos, o Brasil como um todo.

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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2020

Este 2020 é um ano que já vai tarde!

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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ANO TERRÍVEL

A ano de 2020 foi horrível para o Brasil, quase 200 mil mortos, a pandemia se agravando e o País segue perdido, sem rumo, ficando para trás na corrida pela vacina. A destruição recorde da Amazônia e o Pantanal quase completamente aniquilado, graças à visão criminosa do pior presidente que o País já teve. Jair Bolsonaro é, sem dúvida, o principal responsável pela catastrófica gestão da pandemia e pela destruição sem precedentes da natureza. O Brasil espera que as instituições acordem e removam este senhor de seu cargo. Há uma infinidade de motivos constitucionais para Bolsonaro ser apeado da Presidência da República. Se nada for feito, o País deverá enfrentar uma revolução popular em poucos meses, quando o mundo civilizado tiver controlado a pandemia e o Brasil continuar batendo cabeça e negando o inegável.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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FIM DE ANO OU DA PICADA?

Mais um ano que termina. Fico em dúvida se a denominação melhor seria fim da picada. Um ano em que governantes deram mostra de perda da compostura. No âmbito federal, um presidente que nega evidências, quaisquer que sejam, desde que sua fala verborrágica seja veiculada diariamente pela mídia, para gáudio de um recall positivo nas inúmeras pesquisas de eleições futuras. No âmbito estadual, não podemos dizer que nosso governador não mostrou deslizes. O pedido de desculpas por ter viajado a Miami demonstra que sentiu o baque. Consequências de seu ato: cidades do Estado que não acataram sua determinação para voltar à fase vermelha de controle da pandemia. Sem contar o corte de benefício dado a idosos nos transportes públicos. Um erro estratégico primário. Parece que o destrambelhamento é contagioso, já que nem o âmbito municipal foi a exceção. Num afã de melhorar seus próprios vencimentos, o prefeito da cidade de São Paulo, recém-eleito, se aprova um aumento salarial de 46%, esperando que um aumento dessa magnitude seja esquecido até as próximas eleições. Faz de Maquiavel seu professor: o mal de uma vez e o bem, aos poucos. Tudo isso acontece porque temos um sistema político eleitoral perverso em que ao povo só é dado o poder de escolher entre candidatos determinados por partidos, sabe lá Deus sob que critérios. E assim o berço que deveria ser esplêndido continua numa decadência visível. Basta caminhar pelo centro da capital do Estado de São Paulo. Só não vê quem não quer ver.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

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FELIZ 2021, BRASIL!

Que 2021 traga boas notícias e que sonhos e projetos se tornem realidade. É apenas uma mudança no calendário, mas é também oportunidade para um momento de pausa na caminhada, de olhar para trás, para retornar o caminho com mais alegria e esperança. O que vem por aí. O ano de 2021 será de desafios para as cidades, o País e o mundo, mas tem tudo para ser divertido. Ver as coisas com otimismo é o começo para fazer de 2021 um ano de paz. Desejos a todos muita paz, alegria e um país mais tolerante. Nenhum ano será realmente novo, se continuarmos a cometer os mesmos erros dos anos velhos. Sejamos melhores do que somos agora. Por dias melhores. Deus abençoe o Brasil. Feliz todos os dias de 2021 e bem-vindos acontecimentos! Que seja um ano de crescimento e positivismo para todos.

José Ribamar Pinheiro Filho pinheirinhosb@gmail.com

Brasília

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TESTE PCR-RT PARA 2021 ENTRAR

O ano novo de 2021 deve apresentar exame PCR-RT, antes de sua entrada, à zero hora deste 31 de dezembro. Deve vir de máscara, mãos limpas e álcool 70° disponível, trazendo como bagagem vacinas anticoronavírus testadas e aprovadas. Só então será saudado como novo ano, de redenção e renovação de nossas grandes esperanças. Bem-vindo e feliz vacinas 2021!

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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A FIBRA DOS SOFRIDOS

O povo sofre, mas não se entrega à desesperança. O tenebroso ano de 2020 não fará falta. Os brasileiros em geral são tomados por luz divina que fortalece o espírito. A solidariedade conforta a alma. Pessoas que têm pouco para o próprio sustento estão na trincheira do bem. Criança com fome corrói o coração. É sublime ajudar quem sofre, aqueles que não têm o que comer. O entusiasmo para ajudar o próximo é contagiante. Os brasileiros enfrentam adversidades com galhardia. Não esmorecem com enchentes, enxurradas e desabamentos. E, agora, também luta contra o dramático coronavírus. Vidas e atividades são afetadas. A vacina não chega. O coração aperta. O amor floresce. Desperta a união. Tira energia e fé das profundezas da alma. Os caridosos enchem o peito de patriotismo e perseverança. O terrível coronavírus destrói famílias. A guerra contra o vírus clama pela união dos brasileiros. Irresponsáveis precisam ter consciência de que aglomerações e sair de casa sem necessidade fazem a alegria do vírus. A máscara salva vidas. A satisfação de ajudar é cativante. Nem tudo está perdido no reino dos mortais. Políticos precisam trilhar o caminho do bom senso. Da civilidade. Esquecer picuinhas e intrigalhadas. Pensar na vida das pessoas. Não é hora de politicalha e desunião. Acorde, cresça, presidente Jair Bolsonaro. O senhor foi eleito para zelar pelo bem-estar do povo. Evite ser destemperado, debochado e inconsequente. Seja comedido. Aceite o contraditório.   Deus observa tudo. Permanece no comando.  

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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QUE FINAL DE ANO!

Sete feminicídios em cinco dias! Da ministra (?) Damares Alves ninguém sabe, ninguém viu; o presidente (?) da República pescando e jogando futebol; a vacina não precisa ter pressa (190 mil mortos); e Ricardo Lewandowski liberando Lula e sabe-se lá mais quantos. E ainda faltam algumas horas para acabar o ano...

Guto Pacheco jam.pacheco@uol.com.br

São Paulo

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MANOBRAS

Continuam no Supremo Tribunal Federal (STF) as manobras para voltar a tornar Lula a “alma mais honesta deste país”. Seria engraçado, não fosse tão triste!

Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo

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‘O PINO DA GRANADA’

Excelente a análise de Eliane Cantanhêde O pino da granada (29/12). Uma polarização Lula versus Bolsonaro vai eletrizar o País em 2022, como indica a pesquisa PoderData, realizada em setembro, que apontou um empate técnico (41% a 41%) no segundo turno. A falta de espaço para uma terceira via pode se repetir novamente no primeiro turno, dada a lógica dos dois turnos, pois prevalecerão o personalismo dos dois candidatos e o enorme impacto das redes sociais na campanha eleitoral. Um jogo de tudo ou nada com fake news e acusação de fraude eleitoral, como já visto nos Estados Unidos.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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INJUSTIÇA

Eliane Cantanhêde alega que uma “reparação” aos excessos cometidos contra o ex-presidente Lula poderia beneficiar Bolsonaro em razão de uma provável polarização política que ela julga ser favorável ao presidente. Ora, em nome disso se perpetuaria uma injustiça? O estrago já foi feito e somos governados por um incapaz, mas isso não justifica que não se busque a justiça para com o ex-presidente Lula.

Maria Ísis Meireles Monteiro de Barros misismb@hotmail.com

Santa Rita do Passa Quatro

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SEM ESPERANÇA

Brasil, ex-país do futuro... e do presente. A década perdida decreta que o nosso Brasil parece ter esgotado o combustível de esperanças. Afinal, depois de dez anos tentando engatar e marchando aos solavancos, só cresceu 2%, enquanto o mundo – repito, o mundo – cresceu 30%. É de matar qualquer esperança de cristão e de islâmico. Votei no capitão só no segundo turno por falta de opção. Deu no que está dando. O candidato palatável no primeiro turno teve míseros votos. O que fazer? Muito difícil a resposta. Dependeremos exclusivamente da sorte de aparecer algum candidato popular e mais ou menos apto para exercer o poder. Que deus permita.

Francisco Pedro P. Canto francisco@mcquimica.com.br

São Paulo

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TUDO DESMORONA

O governo Bolsonaro emite estertores provocados pelo fim do auxílio emergencial, desemprego massivo, miséria nas ruas, centenas de milhares de mortos pela pandemia, bagunça verde-oliva no Ministério da Saúde, falta de vacinação e escárnio do presidente da República com relação às dores e temores da população. O funesto réveillon de Neymar – ídolo cujos pés driblam bem, mas que são de barro – corresponde ao “baile da Ilha Fiscal” dos atuais tempos sombrios. Tudo desmorona ao som de funk.

Túllio M. Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

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O RÉVEILLON DE NEYMAR

O jogador Neymar, ao mostrar ao mundo tanta ostentação e pouca inteligência, pode também expor suas centenas de convidados a bandidos procurando ricos e vírus encontrando incautos. Seguranças e prestadores de serviços poderão estar entre eles, mesmo sem receber convite VIP.

Carlos Gaspar  carlos-gaspar@uol.com.br

São Paulo

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ROSETAR NO RÉVEILLON

Medidas planejadas para o réveillon do Rio de Janeiro fazem lembrar o indivíduo que trancou a casa toda, mas deixou a janela aberta para o ladrão entrar. Ou a torneira que foi cuidadosamente fechada, mas o cano estava furado e encharcou a casa. Acesso à orla bloqueado, mas quem vier de táxi pode passar. Proibido aglomerar, mas os hotéis podem dar festas e os quiosques podem funcionar. Agente entrevistado diz que confia na consciência da população. Lavam as mãos, enfim, as autoridades; pelo que se viu até agora, se depender da tal consciência, vamos mesmo é ouvir a marchinha de Haroldo Lobo e Milton de Oliveira, sucesso na voz de Jorge Veiga no carnaval de 1947: Eu quero é rosetar!

Patricia Porto da Silva portodasilva@terra.com.br

Rio de Janeiro

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SÓ QUE NÃO

Festas ilegais e congestionamento de jatinhos na Bahia, o Brasil que deu certo, SQN.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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QUANDO JANEIRO CHEGAR

A julgar pela muvuca geral das compras natalinas e comemorações de fim-de-ano, em janeiro não haverá gente para acompanhar os enterros...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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‘I DON’T CARE’

Pelo jeito, o aumento de mortes pelo coronavírus importa menos que a sanha dos comerciantes por dinheiro e o instinto irresponsável dos “cidadãos” bolsonaristas que exigem diversão a qualquer preço.

Ademir Valezi valezi@uol.com.br

São Paulo

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‘OS MELHORES LIVROS, SEGUNDO O PRESIDENTE’

Cumprimento o leitor Sérgio Sayeg, pela carta intitulada Os melhores livros, segundo o presidente (Fórum dos Leitores, 29/12). Parabéns, também, ao Estadão, pela publicação da carta. O texto, de forma brilhante e sucinta, aponta inúmeros pontos que os brasileiros não fanáticos por falsos mitos jamais esquecerão, sejam nos tenebrosos anos de ditadura militar, passando por enganadores que fingiam combater “marajás” e populistas que induziram os pobres a acreditar num futuro maravilhoso, mas só estavam mesmo enriquecendo fácil e cuidando do futuro de sua prole. O governo atual repete tudo isso, inclusive a parte da prole, com agravante de arriscar a vida da população, aliando crenças exóticas e total incapacidade de fazer qualquer coisa pelo País, principalmente (des)governando.

Carlos Gonçalves de Faria marshalfaria@gmail.com

São Paulo

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