Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

06 de janeiro de 2021 | 03h00

Estado contra a Nação

Estamos fritos

Os editoriais do Estado de ontem (A3) mostram tempestades perfeitas para os brasileiros, em especial os de São Paulo. Incompetência criminosa versa sobre a atuação desastrosa do presidente da República ao interferir no Ministério da Saúde, cuja consequência será a perda de muitas vidas de compatriotas, ainda não vacinados. Aliás, o presidente das bárbaras declarações “e daí?”, “todos nós morreremos um dia” e “ponto final” – ao declarar que não se vacinará – continua sendo um parceiro da covid-19, promovendo aglomerações e renegando a importância das máscaras. Já o editorial Insensibilidade assustadora expõe o governador João Doria – carreirista fominha por pular etapas para alcançar seus objetivos – na sua sanha de aumentar os impostos de uma população já exaurida por tributos, perda de emprego e uma inflação que a pandemia promoveu. Um expõe os brasileiros à doença e à morte e o outro avança no bolso dos paulistas. Para completar, os paulistanos com idade de 60 a 65 anos passarão a pagar o transporte público por decisão de um prefeito que teve o despropósito de aumentar seu próprio salário em mais de 40%. E vem aí o IPTU, uma verdadeira bomba para muitos paulistanos, que vêm sofrendo aumentos de 10% nos últimos anos. Estamos fritos.

ANTONIO CARLOS GOMES DA SILVA

ACARLOSGS@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Governador insensível

A retirada de isenções de produtos básicos e medicamentos, aumentando o seu preço, demonstra a insensibilidade social de um governante originário da elite paulistana politicamente ambicioso, a ponto de abandonar o mandato municipal para galgar a governadoria do Estado com vista à Presidência da República. Tenho minhas dúvidas se um dia esse senhor andou de ônibus, fez compras no supermercado e de medicamentos numa farmácia, ou leite e pão numa padaria. Precisamos de muito cuidado para escolher nossos candidatos nas próximas eleições. A persistirem as opções já surgidas e os profissionais políticos de sempre, continuaremos no fundo do poço. Aliás, onde estamos há séculos.

HONYLDO ROBERTO PEREIRA PINTO

HONYLDO@GMAIL.COM

RIBEIRÃO PRETO

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Lei de usura

Como o governo de São Paulo explica aumentos no ICMS, de cerca de 13%, e na renovação da carta de habilitação simplificada, de 60%? Até quando nos sujeitaremos a governantes insensíveis e interessados somente em si mesmos? Quando teremos no Brasil uma lei de usura contra governantes que cometem à luz do dia verdadeiros assaltos ao bolso do cidadão?

EDUARDO RARIZ

ERARIZ@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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IPVA

Mais um absurdo das “otoridades”. Em plena pandemia, quando a circulação de pessoas deve ser evitada, o CRLV de licenciamento/IPVA pago não será mais enviado para a residência dos pagantes. Todos terão de ir ao Detran para retirar o comprovante de pagamento. Se pode complicar, para que facilitar?

MILTON BULACH

MBULACH@GMAIL.COM

CAMPINAS

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Pandemia

Corrida pela vacina

Queria acreditar que haja uma corrida pela vacina apenas no intuito de salvar vidas. Mas não, a luta feroz para importar 2 milhões de doses da Índia deixa claro, pela pouca quantidade, capaz de imunizar menos de 1 milhão de brasileiros (considerando a taxa de perda), que o governo federal quer apenas ter a primeira foto da vacinação no Brasil, deixando o governador Doria em segundo plano. Não se estuda ou se planeja uma forma de garantir a imunização para todos. Lamentável essa ilusória esperança de que temos governo.

LUCAS DIAS

LUCAS_SANDIAS@HOTMAIL.COM

RIO VERDE (GO)

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Quanta diferença

O vídeo recente do primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, alertando para o aumento de casos de contaminação e conclamando a população a seguir as normas de isolamento e os demais cuidados mostra a diferença entre conservadorismo autêntico e subversão.

VENTURA ALLAN MORENILLA

VENTURA.MORENILLA@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Carteiradas

Magnífica a aula que Roberto Romano nos brindou sobre privilégios, no artigo Carteiradas absolutistas do STF e STJ (3/1, A2). Oxalá os meritíssimos, ínclitos, preclaros e insignes julgadores tirem proveito dela.

JUNIA VERNA FERREIRA DE SOUZA

JUNIAVERNA@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Educação

‘O MEC de Bolsonaro’

A respeito do editorial O MEC de Bolsonaro (3/1, A3), é sabido que a educação deve ser o primeiro item da pauta de qualquer país, principalmente dos que têm um imenso desnível social e de conhecimento, como o Brasil. Implica uma questão que vai além de apreciações acadêmicas e foi a base do desenvolvimento de Coreia do Sul, China, Taiwan, Cingapura, Tailândia, Malásia e Vietnã, países que em 30 anos deram enormes saltos de desenvolvimento com programas intensivos em educação. Para alcançar o atual nível da Coreia do Sul, que tem uma renda per capita três vezes maior, o Brasil precisaria de 23 anos com crescimento anual de 5%. Ter noção da importância do tema é obrigação não apenas dos governos, mas deveria ser de sumo interesse da sociedade, praticando o cansado discurso de mais de 60 anos.

ALBERTO MAC DOWELL DE FIGUEIREDO

AMDFIGUEIREDO@TERRA.COM.BR

SÃO CARLOS

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Estado, 146 anos

Agradecimento

O Estado agradece as felicitações pelos 146 anos de sua fundação de Associação Brasileira de Imprensa, Bruno Covas, Caio Carvalho – Grupo Bandeirantes de Comunicação, Dalton A. S. Gabardo, Fábio Coelho – Google Brazil, Gilberto Kassab, João Farah, Júlio Roberto Ayres Brisola e Paulo Hartung – Indústria Brasileira de Árvores (Ibá).


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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br


O PRIMEIRO DIA DE TRABALHO

Em seu primeiro dia de trabalho em 2021, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil está quebrado por causa do coronavírus, que foi potencializado pela mídia “sem caráter” que os brasileiros têm e que, por tal, não pode fazer nada em termos econômicos. Afirmado isso, temos uma conclusão nítida e óbvia que qualquer um, não sendo mal intencionado, também terá: a de que o presidente Bolsonaro, lavando suas mãos assim, após ter se omitido irresponsavelmente diante do coronavírus, contribuindo então para a sua expansão descontrolada pelo País, e não tem condições morais para chefiar o nosso Poder Executivo. Tal presidente sempre se coloca como adversário do próprio país que governa, inimigo de grande parte de suas instituições e de grande parte de sua população. Sobre o presidente do Brasil e a mídia brasileira, realmente, e com isso a maioria concorda, um dos dois não tem, mesmo, um bom caráter.

Marcelo G. Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

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PAPANADAS DO PRESIDENTE

Enquanto outros países já estão aplicando a segunda dose da vacina contra o coronavírus, para evitar a contaminação de seu povo, o nosso presidente, após “nadar” durante uma semana no Guarujá, vem a público com suas papanadas dizer que o Brasil está quebrado e o culpado por isso é a mídia! A mídia somente relata os seus desmandos, de quem até agora nem sequer tem um plano para erradicar a pandemia.

Artur Topgian topgian@terra.com.br

São Paulo

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CARANDIRU BRASIL

Bolsonaro assistiu ao filme Carandiru. Focinho e unha do Brasil. “Não consigo fazer nada”, “o Brasil quebrou”, “a mídia potencializa a pandemia”, brada, chorando pitangas e tolices, o chefe da Nação. Patético país. O governo é um Carandiru. O Brasil é o próprio Carandiru. Ninguém se entende. Não há sintonia entre autoridades. Bolsonaro e áulicos batem cabeça. Enchem os ouvidos da população com bobagens. Botam a culpa em governos anteriores. Time de incompetentes. A vacina, coitada, virou “Conceição”, “ninguém sabe, ninguém viu”, canção imortalizada por Cauby Peixoto. A quadra brasileira é dramática. O ano novo chegou anunciando para breve o assustador recorde de 200 mil mortos pela covid-19. Amarguras e decepções do ano velho insistem em perdurar em 2021.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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O QUE O PRESIDENTE CONSEGUE

O Brasil está quebrado e não posso fazer nada, disse o presidente Bolsonaro. Sobre esta sua afirmação, já sabíamos, sua incompetência é comprovada todos os dias. Mas fazer o mal, exaltar a ditadura, a tortura, torturadores ou desdenhar da morte de mais de 180 mil pessoas pela covid-19 o senhor sabe.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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SAÚDE MISERÁVEL

A Europa contabiliza 28% dos casos de covid-19 em todo o planeta e a Ásia, 24%. Brasil e Estados Unidos juntos totalizam quase 34%. Os americanos já começaram a ser vacinados, assim como os europeus. Os pobres brasileiros não fazem a menor ideia de quando terão vacina, agulha, seringa e logística para realizar essa imunização. As nossas autoridades não se uniram neste momento de pandemia, como era de esperar. Cada um está puxando a sardinha para o seu lado, com interesses nas eleições de 2022. Os contribuintes, que pagam os salários dos prefeitos, governadores, parlamentares, ministros e presidente, não podem contar sequer com o mínimo apoio para garantirem a saúde de seus entes queridos. As penitenciárias seriam ótimas para os nossos dirigentes.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

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VACINAÇÃO NA REDE PRIVADA

Logo após a Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas (ABCVAC) informar que o setor negocia a compra de 5 milhões de doses de vacinas da Índia para abastecer as clínicas privadas, o Ministério da Saúde apressou-se em informar que a rede privada também deverá seguir a ordem de vacinação de grupos prioritários prevista no plano nacional de imunização. Está certíssimo o ministério ao determinar assertivamente tal orientação para evitar o que seria uma grave distorção social. Entretanto, é preciso considerar que um dos motivos pelos quais a ABCVAC tomou essa iniciativa foi a inépcia do próprio ministério na organização da vacinação, que nem começou. Se o governo não se aprumar logo, será difícil de evitar por muito tempo a procura por vacinas nas clínicas particulares.

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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APOSTA

Aposto dez por um que logo, logo, bem antes do que imaginamos, as clínicas médicas particulares brasileiras estarão recebendo vacinas de fornecedores do mundo todo e nos chamando para vacinar. O preço, sem nenhuma dúvida, será um absurdo, mas nós, o povo brasileiro, que ama seus familiares – e sabendo que nossos governantes de todas as esferas não valem aquilo que o gato enterra –, pagaremos.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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QUEM SAI PRIMEIRO?

Não existe política de combate à covid-19! Os ministros da Saúde que são médicos foram demitidos; o militar Eduardo Pazuello está ali para cumprir ordens de um presidente que não acredita na necessidade das medidas de combate à doença, nem mesmo na necessidade da própria vacina. O que importa agora para Jair Bolsonaro e João Doria é posar ao lado da primeira pessoa a ser vacinada por qualquer vacina, independentemente do que vai acontecer mais tarde, pois a quantidade disponível de vacinas não será suficiente, de longe, para imunizar a população este ano. Afinal, o que importa é ganhar as eleições de 2022, e uma imagem vale mais que mil palavras.

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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CHICO QUE NÃO É FRANCISCO

Nosso país realmente nos surpreende a cada dia. Infelizmente, na maioria das vezes de forma negativa. Como pode o deputado federal Arthur Lira (Progressistas-AL) confessar ao Fisco que recebeu dinheiro da rachadinha, pagar Imposto de Renda sobre esse aumento do patrimônio e ainda não ter sido responsabilizado nas esferas cível e criminal? E se ele for inocentado? Como fica a situação? Terá confessado um crime e não pagará por ele?

Lucas Dias lucas_sandias@hotmail.com

São Paulo

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ARTHUR LIRA

Que vergonha! Este senhor está sendo acusado de desviar ilegalmente mais de R$ 500 mil, mas, ao mesmo tempo, poderá concorrer legalmente à presidência da Câmara dos Deputados este ano. O pobre desempregado que desviou um pãozinho do supermercado vai preso atrás das grades impiedosamente. Que país é este, senhores? As irregularidades começam dentro do Congresso Nacional.

Károly J. Gombert kjgombert@gmail.com

Vinhedo

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BLOCO DE MAIA

O bloco, salada mista, articulado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, após a proibição da sua candidatura a um novo mandato pelo STF, é necessário para frear a agenda pró-reeleição de Jair Bolsonaro em 2022, tarefa prioritária do candidato governista, Arthur Lira, além de outras pautas do longo cardápio de retrocessos do capitão e sua trupe. Se vitorioso o bloco de Maia, nos livra deste pesadelo. Mas a inevitável ressaca tem potencial capaz de azedar um simples cafezinho de gabinete, entre os partidos que o compõem.

Abel Pires​ Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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ELEIÇÃO NO CONGRESSO NACIONAL

Se Lira desafinar no combinado, só restará a “Bolsonero” botar fogo em Brasília...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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ISENÇÕES FISCAIS

Fiquei surpreso com o editorial do Estado Insensibilidade assustadora (5/1, A3), sobre o fim de isenções fiscais do governo Doria. Não consegui entender como existe uma ampla defesa do fim de isenções fiscais e de uma reforma tributária em âmbito federal, de forma a igualar setores, mas em âmbito estadual, ao tomar uma decisão dessas, ela possa ser mal recebida. Consigo entender que, dada a situação sanitária do Estado e do País, a isenção de medicamentos poderia ser a última a ser revogada, porém quanto à isenção à farinha de mandioca não consigo ver justificativa para avançarmos como um Estado moderno.

Vagner Franco da Silveira Junior vagnerfsj@hotmail.com

São Paulo

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EDUCAÇÃO

No editorial do Estado na edição de 5/1 (A3) Insensibilidade assustadora: “Fiscalismo extremado, insensibilidade social ou cegueira política de um governador que, desde sua posse, demonstra ambições mais amplas?”. Justificativa da secretaria responsável, de que todo o arrecadado será investido em educação, saúde e outras aplicações. Vamos nos ater à educação e pedir aos senhores administradores da economia e educação no Estado de São Paulo que leiam, na mesma edição do jornal, a coluna de Claudio de Moura Castro com o título Mitos e surpresas no ensino médio.

Daniel Ferreira de Souza d.ferreira1985@gmail.com

Campinas

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‘INSENSIBILIDADE ASSUSTADORA’

Se depender do voto paulista, João Doria vai “cair do cavalo”. O aposentado da SPPREV está sendo esfolado com descontos ilegais; o 13.º total só foi liberado dia 18/12; além de outros absurdos mais. E olhem que somos mais de 300 mil.

Eliana Maria Isnidarsi elianaisnidarsi@hotmail.com

Orlândia

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AUMENTO DE IMPOSTOS

O governador de São Paulo, João Doria, castiga os paulistas com aumento de impostos, com a complacência da Alesp, que em outubro aprovou essa barbaridade sem ouvir os setores atingidos. A Secretaria da Fazenda, comandada por Henriques Meirelles, defendeu o aumento culpando a pandemia, sob a alegação de que precisa manter suas obrigações em áreas essenciais como educação, saúde, segurança pública e assistência social. Ao tomar posse em janeiro de 2019, Meirelles disse que não iria aumentar impostos. Hoje, pelo que se sabe, a arrecadação não caiu, a pandemia teve ajuda do governo federal, nas escolas nenhum investimento, as crianças estão sem aulas, sem merenda, escolas estão fechadas até hoje. Na saúde, todo cidadão conhece a dificuldade de marcar consultas e exames. Segurança deveria mudar o nome para insegurança. O andar de cima tem escolta e segurança armada, já no andar debaixo o cidadão pagador de impostos se vira como pode, para se livrar de assaltos. E a assistência social? Nunca se viram tantas pessoas morando nas ruas. Defender o ajuste fiscal é apostar no caos. Mais desemprego e muitas empresas saindo de São Paulo. Como se pode notar, não é preciso ser economista para entender a arapuca que foi armada contra paulistas e paulistanos. Passou da hora de acordar. Os responsáveis pelo cheque em branco, bem como o governador, terão a resposta nas urnas.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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RECEITA DO AJUSTE FISCAL

É inacreditável: a Assembleia Legislativa aprova a Lei Orçamentária Anual (LOA) e o sr. governador a altera por decreto (Doria reduz em R$ 2,3 bi receita de ajuste fiscal, 5/1, A6). Reduziu, drasticamente, a previsão de receitas de áreas como a da Secretaria de Segurança Pública, de R$ 1.666,7 milhões para R$ 911,3 milhões, uma redução de -45%. Ora, se com a dotação de que dispõe a situação já é crítica, imaginem daqui para a frente, como vai ficar. Sem querer ser alarmista, parece que sr. governador quer mesmo entregar o Estado de São Paulo para o crime, organizado ou não. Enquanto isso, comenta-se que a verba para publicidade aumentou. Não dá para acreditar.

Jarim Lopes Roseira ipasãopaulo@ipa-brasil.org.br

São Paulo

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28 ANOS NA CÂMARA MUNICIPAL

Sobre a matéria ‘Ainda não engoli essa eleição’, diz agora ex-vereador após 28 anos na Câmara de SP (Estado, 3/1), a permanência de vereadores e também deputados por tanto tempo no cargo é decorrente da deturpação da função política prevista para o cargo, nas respectivas Casas Legislativas. Ao invés de fiscalizar o Executivo, passam a dele se servirem de modo a ampliar suas bases eleitorais “travestindo-se de despachantes”, de modo a resolver assuntos prementes de cidadãos humildes, junto à máquina administrativa executiva. Ganha-se assim o voto do cidadão em troca do voto do vereador nas matérias de interesse dos prefeito ou governadores.

Pedro Luiz Bicudo plbicudo@gmail.com

Piracicaba

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ESTADO, 146 ANOS

Dia 4 de janeiro de 1875, data da fundação do jornal O Estado de S. Paulo. Presumo que naquela data nem mesmo seus fundadores poderiam imaginar que o Estado iria se tornar o jornal mais influente do País. Nem a censura de 13 de dezembro de 1968 foi suficiente para impedir os ideais daqueles que o fundaram, e, nestes 146 anos, em momento algum deixou de levar aos seus milhares de leitores fatos verídicos que tanto ajudam o desenvolvimento do Brasil, como meio de comunicação com tanta credibilidade. Parabéns aos seus dirigentes e seus colaboradores, parabéns Estado.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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Parabéns ao Estado, pelos seus 146 anos servindo à Nação e de

excelência de informação. Essa prática ininterrupta do bom jornalismo orgulha seus leitores e o País. Mesmo enfrentando várias e perversas ditaduras, não arredou pé da defesa da democracia. Vida longa, Estadão!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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