Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

07 de janeiro de 2021 | 03h00

Congresso Nacional

Eleição na Câmara

O editorial Uma candidatura constrangedora (6/1, A3) registra preocupações do povo brasileiro. Mas não é novidade a Câmara dos Deputados eleger desqualificados para seus cargos dirigentes. O mesmo Centrão anteriormente elegeu Severino Cavalcanti, aprendiz de corrupto que “mordia” até o concessionário da cantina da Casa. Além de Eduardo Cunha, de triste memória. Os deputados deveriam ter um mínimo de respeito, se não pelo povo, por sua própria biografia. Para não ficar só no pior, porém, lembro que a Câmara já contou com o saudoso Djalma Marinho (avô de Rogério Marinho), que se definiu em discurso na Casa como “vassalo da ordem democrática”, recusando-se a cumprir “exigências absurdas”.

ANTÔNIO DILSON PEREIRA

ADVDILSON.PEREIRA@GMAIL.COM

CURITIBA

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Efeito positivo

Embora acintosa, é preciso reconhecer que a candidatura do deputado Arthur Lira à presidência da Câmara, apoiada por Jair Bolsonaro, provocou um aspecto positivo digno de louvor: o apoio do PT à candidatura de Baleia Rossi. O partido demonstra maturidade política ao não teimar em candidatura própria, o que favoreceria Lira e o governo. É dessa união que a Nação precisa para fazer frente a Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2022. Esperemos que perdure.

LUCIANO HARARY

LHARARY@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Pandemia

Sequelas

De acordo com estudos médicos alemães, podemos esperar milhões de brasileiros com sequelas (sim, a estatística do estudo prevê milhões) da covid-19 em diferentes graus, o que vai abalar ainda mais a nossa fragilizada economia – o presidente da República já chegou a dizer que o País estaria quebrado... Como o Sistema Único de Saúde (SUS), já tão sobrecarregado, vai dar conta desse atendimento? E as operadoras de planos de saúde? Quando essas pessoas voltarão a trabalhar? Quantos terão de se aposentar, apesar de jovens? Enquanto isso, em Brasília...

SANDRA MARIA GONÇALVES

RSANDGON46@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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O pária das vacinas

Se tivéssemos governo e diplomacia, teríamos, desde o início desta pandemia, contatado a China (que tem dois laboratórios produzindo a vacina), a Rússia (que tem o Gamaleya) e a Índia (fornecedora de matéria-prima para qualquer vacina), estaríamos em posição privilegiada com nossos parceiros e não seríamos o pária de que tanto se orgulha o chanceler. Em vez disso, preferimos a cloroquina trumpiana e disputamos um “honroso” segundo lugar no ranking da covid-19. O negacionismo, a ignorância quanto à prioridade, o desprezo pela Pátria, dita tão amada (esqueceu o governo federal que não existe pátria sem povo), são o caminho buscado para chegar às eleições em 2022. Espero que se surpreenda com o resultado das urnas eletrônicas, as que não fraudam nem mentem.

PAULO M. B. ARAUJO,

PMBAPB@GMAIL.COM

RIO DE JANEIRO

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Hospitais de campanha

O Estado de ontem publicou matéria debatendo a racionalidade da reabertura dos hospitais de campanha. O problema apontado por “especialistas” é o seu caráter temporário. No meu entender, o problema é outro. Como a reabertura de hospitais temporários não terá nenhum reflexo na política pública relativa ao confinamento, fica claro que o abre-e-fecha dos hospitais de campanha só serve para uma coisa: o enriquecimento ilícito de políticos.

OSCAR THOMPSON

OSCARTHOMPSON@HOTMAIL.COM

SANTANA DE PARNAÍBA

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Planos de saúde

Certamente com o intuito de ganhar mais – já não bastasse o que ganham –, planos de saúde estão dificultando ao máximo a realização dos testes sorológicos para covid-19 solicitados por médicos, com receita específica e carimbo de identificação. Exigem um relatório minucioso sobre a razão do pedido, como se os médicos fizessem a solicitação por mera curiosidade ou para serem simpáticos aos clientes...!

GERALDO SIFFERT JUNIOR, médico

SIFFERT18140@UOL.COM.BR

RIO DE JANEIRO

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Desacatos

Está mais do que na hora de mudar a legislação para que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) possa expulsar qualquer membro que desacate a lei, e não apenas presenteá-lo com aposentadoria compulsória remunerada. Será que não é isso que a juíza Ludmila Lins Grilo, de Unaí (MG), quer, ao ensinar nas redes sociais como burlar o uso de máscara? E o que aconteceu com aquele outro que também não usava máscara, o desembargador Eduardo Almeida Prado Rocha de Siqueira, de Santos? Se não vai expulsá-los, que o CNJ os puna com, no mínimo, três meses sem salário (mas fazendo os descontos devidos nos holerites). E se reincidirem, prisão e expulsão sem remuneração alguma!

TANIA TAVARES

TANIATMA@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Investimentos estrangeiros

Retorno à bolsa

Algo me diz que boa parte desses tais “investidores estrangeiros” seja, na verdade, composta por brasileiros mesmo, com dinheiro não muito legal escondido atrás de empresas offhore “estrangeiras”. Difícil imaginar que administradores sérios de fundos realmente estrangeiros arriscariam comprar as ações voláteis e manipuláveis da nossa B3, fora, talvez, algumas blue chips. Seria interessante uma pesquisa sobre isso.

ALFREDO FRANZ KEPPLER NETO

CAVE.HOMINEM@YAHOO.COM.BR

SÃO PAULO

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Desgoverno Bolsonaro

Atitude

Bolsonaro disse que o Brasil está quebrado e por isso ele não pode fazer nada. Engano dele, pode, sim: renunciar.

LUIZ FRID

LUIZ.FRID@GLOBOMAIL.COM

SÃO PAULO


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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br


CONSTRANGEDORA É A PRESIDÊNCIA DO PAÍS

O editorial Uma candidatura constrangedora (6/1, A3) foi direto ao ponto da sordidez do Parlamento. Não estranha, no entanto, Arthur Lira ser o candidato de Jair Bolsonaro. Tão logo a oposição fechou o apoio a Baleia Rossi, o presidente usou de sua técnica diversionista para interromper a reforma ministerial e lançou impropérios contra a economia do País. Ou seja, mesmo com sua falta de escrúpulos em se apoiar em criminosos – por ser um deles –, sabe que perderá mais uma vez. Se não for urgentemente removido da Presidência, continuaremos a perder todos nós!

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com

Campinas

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CONVERSA DE JERICO

“O Brasil está quebrado, chefe. Eu não consigo fazer nada. Eu queria mexer na tabela do Imposto de Renda, tá, teve esse vírus, potencializado pela mídia que nós temos, essa mídia sem caráter” (sic Jair Bolsonaro). Está quebrado, sim, o Tesouro Nacional nos deve R$ 1,3 trilhão e não tem como pagar. Então vamos ter de emprestar mais para ele continuar a não pagar. Círculo vicioso? Um dia a dívida interna vai se tornar não financiável e a culpa, segundo o jerico-mor, vai ser da mídia sem caráter, que já é culpada por pagarmos mais Imposto de Renda.

Filippo Pardini filippo@pardini.net

São Sebastião

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PANCADA

Bolsonaro: “Brasil está quebrado e não consigo fazer nada”. Depois dessa declaração, vai levar pancada de todos os lados. Só abre a boca quando tem certeza.

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

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PERGUNTA

Tenho uma simples pergunta: qual o futuro de um país que tem como presidente um homem que tem “titica” de galinha na cabeça?

Luiz Francisco A. Salgado salgado@grupolsalgado.com.br

São Paulo

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EMERGÊNCIA

Com os quase 15 milhões de desempregados no País, assim que for descontinuado o auxílio emergencial do governo à população mais desassistida, a sua situação entrará em colapso e modo emergência, pondo em xeque a esperada recuperação da economia em V, de vertigem. A conferir nas próximas semanas...

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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DE VOLTA AO PASSADO

Se o andar da carruagem não acelerar, no terceiro mandato do atual governo podemos voltar a ser país do Terceiro Mundo. Os emergentes estão nos deixando para trás. Bem para trás.

Carlos Gaspar carlos-gaspar@uol.com.br

São Paulo

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QUEM ESTÁ BLEFANDO?

A Índia pode frustrar o sonho do Planalto de iniciar antes de São Paulo a vacinação contra a covid-19, como planejava e foi anunciado pela Fiocruz, que disse ter adquirido 2 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca do Instituto Serum da Índia, que fabrica essa vacina. Porém, para frustração do inconsequente Jair Bolsonaro, o dirigente do instituto indiano, Adar Poonawalla, disse que não será permitida a exportação desta vacina para países em desenvolvimento enquanto milhões de indianos não forem vacinados. E, pelo transcorrer da carruagem, provavelmente vai restar a Bolsonaro ver o governador de São Paulo, João Doria, iniciando a vacinação dos brasileiros já a partir do dia 25 de janeiro. Isso porque Doria respeitou a ciência e teve planejamento junto com o renomado Instituto Butantan para já ter estocados 71 milhões de seringas e 12 milhões de doses da vacina chinesa Coronavac. O que preocupa neste imbróglio do Planalto é que colocaram a respeitada Fiocruz numa saia-justa, por pressão de Jair Bolsonaro, já que certamente o instituto indiano Serum não iria assinar um contrato de venda garantindo uma entrega que não pode fazer. Quem está blefando?

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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O BRASIL NA PANDEMIA

Sobre o editorial Incompetência criminosa (Estado, 5/1, A3), o que esperar de uma sociedade medíocre, que aloca na gestão do Estado servidores com baixo conteúdo neuronal? São exemplos de suas escolhas erráticas: 1) elege deputados e senadores para o Congresso com histórico de envolvimento em corrupção; 2) elege um deputado federal com histórico de militar fracassado, que foi expulso do Exército por má conduta; 3) elege para o cargo de presidente da República um indivíduo sem histórico de formação intelectual, despreparado, imaturo, místico. Não são os governantes que atuam na gestão realmente os culpados do fracasso do Brasil. São os cidadãos brasileiros que evoluíram dentro de uma cultura medíocre sobre o que significa a gestão do Estado brasileiro. A forma de superação precisa ser a reforma do sistema político atual, que não atende ao interesse público. A reforma política, necessária para ajustar o modelo proposto na Constituição de 1988, encontra-se insepulta no Congresso há mais de 20 anos por interesses mesquinhos dos personagens medíocres que uma população culturalmente infantilizada conduz ao exercício de governo.

Nelson Frederico Seiffert nfseiffert@outlook.com.br

Florianópolis

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MARKETING POLÍTICO

Quem será que vai emprestar uma dose da vacina contra covid-19 para o presidente Bolsonaro poder tirar uma foto inaugurando a temporada de vacinação no Brasil? Parece brincadeira, mas estamos falando de milhares de vítimas que não preocupam este governo.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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VACINAÇÃO NO BRASIL

Além de vergonha na cara, o que mais os políticos dos mais de 50 países que já estão vacinando seus habitantes têm em relação aos nossos, tanto na esfera federal como na estadual e na municipal? Será que lá, como cá, há políticos querendo levar vantagens financeiras?

Maria Stella Fiori Dotoli fioridotoli@gmail.com

São Paulo

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AS VACINAS E O USO DELAS

Somos espectadores passivos e receosos de um formidável show de incompetência, mediocridade e politiquice que parece não ter data para acabar. Pessoas estão sendo contaminadas pela covid-19 e o número crescente de mortes cresce em progressão geométrica, gerando, como é natural, apreensão e, em muitos casos, até reações de violência causada por um pavor explicável mas que não leva a nada. Por outro lado, vemos o espetáculo deprimente dos alienados e irresponsáveis que acreditam no pensamento mágico e infantiloide da negação, o que às vezes nos leva a imaginar que não estamos diante de um retorno às cavernas, mas sim que ainda não saímos delas.

Vera Bertolucci veravailati@uol.com.br

São Paulo

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CARTEIRADAS ABSOLUTISTAS

A edição de 3/1 do Estado abordou em dois artigos com riqueza de detalhes o caminho absolutista que os tribunais superiores (Supremo Tribunal Federal – STF e Superior Tribunal de Justiça – STJ) estão trilhando nos últimos tempos: Carteiradas absolutistas do STF e do STJ, de Roberto Romano (página A2), e Supremo dá as ordens, de J. R. Guzzo (página A6), deixando de lado a rigorosa leitura da Constituição republicana e das leis igualmente republicanas vigentes. Caminhos perigosos e que levam ao caos. Afinal, por terem a palavra final e ser o único dos três Poderes desprovido de voto popular; e, pior, não serem responsabilizados por leituras equivocadas da Carta Magna e das leis, a sociedade só pode esperar deles profundo conhecimento de seus atos e consequências.

José Elias Laier joseeliaslaier@gmail.com

São Carlos

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HEDIONDO

A frase final do artigo do professor Roberto Romano é síntese perfeita do que se produz mas cortes superiores: “Dos muitos feitos execráveis desses tribunais, carteirada na fila das vacinas é dos mais hediondos”. Espero que o ministro Alexandre de Moraes não inclua o ilustre professor no seu Inquérito do Fim do Mundo.

Ana Lúcia Amaral  anamaral@uol.com.br

São Paulo

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IRRESPONSABILIDADE

Os artigos do professor Roberto Romano trazem sempre uma lição de humanismo e um corte cirúrgico nos problemas que afetam o País. O artigo de domingo passado expõe a casta que domina o serviço público e não abre mão de suas regalias e sinecuras. Pouco se lixam estes nababos com os problemas que afetam o País inteiro diante da pandemia. Querem suas vacinas antes de todos e estão pouco se lixando. A compaixão pelo outro não existe para esses privilegiados, como também não existe para um presidente da República alheio e irresponsável (num país sério, seria interditado). Essa irresponsabilidade se estende ao Ministério militar da Saúde, que deveria enfrentar com responsabilidade a gravidade do problema. Parabéns ao Estadão por dar espaço aos artigos do professor Roberto Romano. Um facho de luz nestes tempos de trevas.

Paulo Celso Pucciarelli paulocelso@hotmail.com

Mococa

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MAU EXEMPLO

Moro num condomínio de classe média alta na zona oeste do Rio de Janeiro. Num raio de 2 km, vejo dia sim outro também visitas da Polícia Federal, da Polícia Civil e do Ministério Público apanhando pessoas para fazerem tours prisionais. Motivo principal e prato do dia é sempre corrupção. Isso é muito ruim. A convivência com este tipo de gente é contagiosa. Estes maus exemplos frutificam, e vemos dentre os moradores síndicos motivados a seguirem carreira parecida. Muito ruim morar em lugares assim. Porém no Rio não temos muitas alternativas para morarmos em lugares decentes.

Iria De Sá Dodde iriadodde@hotmail.com

Rio de Janeiro

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‘INSENSIBILIDADE ASSUSTADORA’

É realmente de assustar a insensibilidade social deste nosso gestor e sua equipe ao colocarem o ônus do seu ajuste fiscal sobre as camadas mais vulneráveis da população. Queria acrescentar que, além dos malfeitos citados no editorial, diminuiu substancialmente os salários dos servidores aposentados, não entendendo que atingem uma fase da vida na qual incorremos em crescente despesas com a saúde que infelizmente o Estado provê precariamente ou não provê. (Estamos no aguardo da votação dos projetos de lei que corrigem essa vergonha.) Deu mostras dessa tamanha insensibilidade ao se vangloriar de que seu próprio trabalho não lhe representa valor algum, pois doa seu provento, ao mesmo tempo que já no primeiro ato no governo se veste de gari, num escárnio ao povo que tem seu minguado salário para sobreviver.

Emilio Haddad  emhaddad@usp.br

São Paulo

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QUANDO NÃO HÁ DIÁLOGO

Caso haja um confronto entre a população do Estado de São Paulo e o governador João Doria, motivada pela desobediência às exigências absurdas do governo estadual, haverá perda dos dois lados, pois nas eleições presidenciais de 2022 os eleitores vão despejar toda a sua mágoa votando no “pior” candidato a fim de satisfazer a sua insatisfação. Está na hora de os habitantes do Palácio dos Bandeirantes içarem a bandeira branca.

Jose Millei millei.jose@gmail.com

São Paulo

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CANDIDATOS PARA 2022

Parece-me razoável imaginar que bons candidatos a presidente da República do Brasil possam surgir no decorrer de 2021. Restará, então, 2022 para conhecê-los melhor e finalmente eleger o mais qualificado para nosso futuro presidente. Sugiro desde já o sr. Paulo Hartung como um dos candidatos. Sua trajetória como governador do Estado do Espírito Santo mostrou que é suficientemente capaz de conseguir melhorar um Estado. Isso é tudo de que precisamos.

Inah Esteves A. Andretto inaheaa@uol.com.br

São Paulo

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VOTO EM PAPEL

Pesquisa Datafolha a respeito do voto em papel, com 73% a favor da eleição eletrônica, faz pensar que nosso presidente miliciano Jair Bolsonaro quer retroceder para o papel com o objetivo de fraudar a próxima eleição. Vamos tomar cuidado com mais essa tentativa.

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

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PRESIDENTE MARGINAL

O presidente Bolsonaro tem uma maneira peculiar de alcançar seus objetivos, ele aprendeu no submundo da milícia a atuar à margem das leis. Bolsonaro gostaria de liberar completamente o desmatamento no País, mas isso iria causar uma enorme gritaria no mundo inteiro, então a maneira que Bolsonaro encontrou de desmatar o País inteiro foi sufocar os órgãos de controle ambiental, demitir todo mundo e deixar sem dinheiro o Ibama e o ICMBio, e mandar um teco-teco apagar o incêndio no Pantanal depois de meses com o fogo comendo solto. Bolsonaro nunca acreditou na vacina contra a covid-19, trabalhou desde o começo da pandemia para o País não ter vacinas, desautorizou publicamente a compra que o intendente Eduardo Pazuello tentou fazer. Todos os países grandes compraram todas as vacinas disponíveis, o Brasil comprou timidamente apenas uma, da AstraZeneca-Oxford, que não será entregue tão cedo, a Índia só vai autorizar a venda de vacinas depois de vacinar boa parte de sua população, o Brasil será o último país grande a imunizar sua população, lá pelo fim do ano. Bolsonaro vem conseguindo grande sucesso com seu governo marginal, o próximo passo é acabar com a urna eletrônica e instituir o voto de papel para poder fraudar a próxima eleição e se perpetuar no poder. O Brasil segue anestesiado assistindo ao triunfo da milícia no poder.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

 

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