Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

19 de janeiro de 2021 | 03h00

Desgoverno e pandemia

Vitória do bom senso e da ciência

A aprovação pela Anvisa do uso, ainda que em caráter emergencial, de dois imunizantes contra o vírus da covid-19 é uma vitória do bom senso e da ciência. Ainda que o presidente da República tenha trabalhado diariamente contra a vacinação e contra todas as recomendações de distanciamento e cuidados sanitários básicos, a anuência da agência reguladora mostra que as instituições funcionam de forma regular, com imparcialidade e critério técnico. Divergências políticas à parte, é importante destacar o protagonismo do governo paulista, liderado pelo Instituto Butantan, que resultou na possibilidade de termos à disposição milhões de doses da Coronavac, desenvolvida em parceria com a chinesa Sinovac, garantindo o início do processo de imunização. Sem o investimento do Estado de São Paulo dificilmente teríamos meios para dar início ao processo e, assim, retomar as atividades econômicas e sociais de forma segura, gradual e técnica. Ainda precisaremos adotar medidas preventivas ao longo do ano até que boa parte da população seja de fato imunizada, mas o sinal verde para o uso das vacinas é um fio de esperança que surge e ganha força.

WILLIAN MARTINS

MARTINS.WILLIAN@GLOBO.COM

GUARAREMA

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Honra ao mérito

Nunca tantos deveram tanto a tão poucos, frase proferida por Winston Churchill referindo-se aos pilotos britânicos da Batalha da Inglaterra, serve como uma luva para o Brasil agradecer o valioso trabalho realizado pelo Instituto Butantan. Graças a ele o Brasil dispõe de uma vacina segura e eficaz para proteger sua população do vírus mortal. Enxergar o problema em toda a sua dimensão, buscar uma solução e implementar tudo rapidamente, poucos países foram capazes de realizar o que o Butantan realizou. Obrigado.

MÁRIO BARILÁ FILHO

MARIOBARILA@YAHOO.COM.BR

SÃO PAULO

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Mãos à obra

O Brasil arregaça as mangas para receber as vacinas anticovid-19, apesar do presidente e de seu ministro antissaúde do Brasil. A perversa ignorância de um amaldiçoado desgoverno não prevalecerá sobre o sofrido povo brasileiro. Boa vacina para as pessoas de boa vontade!

PAULO SERGIO ARISI

PAULO.ARISI@GMAIL.COM

PORTO ALEGRE

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Papelão grotesco

Ridícula a entrada ao vivo do ministro Eduardo Pazuello – durante o pronunciamento do governador João Doria após a aplicação da primeira dose de Coronavac na enfermeira Mônica Calazans –, muito nervoso e demonstrando que chegou tarde à festa. Nem Pazuello nem o presidente Bolsonaro fizeram nada para importar vacinas, nada para evitar o que acontece no Amazonas, estão atrasados, no mínimo, seis meses. E vêm agora querer sair bem na foto?! Independentemente de o governador João Doria querer se promover com a aplicação da primeira dose, ele procurou a Sinovac, fez o acordo e foi brutalmente atacado pelo presidente negacionista. Risível a atitude do ausente ministro da Saúde, que só indica medicamentos sabidamente não eficientes contra a covid. Ridículo!

HEITOR PORTUGAL P. DE ARAUJO

HEITOR.PORTUGAL@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Façanha paulista

Realmente, temos de felicitar o nosso governador que, contra tudo e contra todos, conseguiu vacinar a primeira brasileira no Brasil. E o mais importante: aqui, em São Paulo!

ARTUR TOPGIAN

TOPGIAN@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Recruta Zero

No final, o “calça apertada” ganhou a guerra contra o ex-capitão. Se estivesse no Exército, seria sumariamente rebaixado a recruta. Enquanto o ex-capitão negligenciava a pandemia, outros estavam em busca de uma solução. Felizmente, venceu o Doria. E parabéns à Anvisa, que deu exemplo de independência.

MANUEL PIRES MONTEIRO

MANUEL.PIRES1954@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Na marra

Não sou eleitor do sr. Doria. Mas foi ridícula a entrevista do sr. ministro da Saúde após a aprovação da Anvisa. Tentou S. Exa. o protagonismo das vacinas, alegando que é a lei. Ora, bolas, tal lei não passa de medida provisória de “requisição” das vacinas de São Paulo. Medida de força! Assim não vale.

ALCIDES FERRARI NETO

FERRARI@AFN.ENG.BR

SÃO PAULO

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Telhado de vidro

Pazuello diz que Doria faz marketing com o uso da vacina. Ué, mas o governo federal não adesivou inteiro o avião que ia à Índia – e não foi – para fazer o mesmo? Quanta hipocrisia...

SÉRGIO ECKERMANN PASSOS

SEPASSOS@YAHOO.COM.BR

PORTO FELIZ

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Padrão Bolsonaro

Não sei por que, tenho a impressão de que a vacinação nacional vai ter o padrão do governo Bolsonaro. Oremos...

LUIZ FRID

LUIZ.FRID@GLOBOMAIL.COM

SÃO PAULO

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Imbecilidade criminosa

Um país onde é preciso assistir (e torcer em) a sessões do Supremo Tribunal Federal e de aprovação de vacina pela Anvisa é um país submetido à injustiça e às patologias que as autoridades deveriam combater, mas, ao contrário, as promovem. Um país injusto e doente. E agora na UTI, asfixiado pela imbecilidade criminosa. Chega!

ROBERTO YOKOTA

RKYOKOTA@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Hamilton Mourão

‘Deixa o cara governar, pô!’

Quando da eleição da chapa Bolsonaro-Mourão, a expectativa era de que o preparo intelectual e a longa experiência do general, adquirida em diversas missões em benefício do País, exercessem alguma influência positiva no bronco e preconceituoso capitão. Mas após a leitura da entrevista do vice-presidente no Estado de domingo, ficou clara a influência no sentido inverso. Infelizmente!

ROBERTO MENDONÇA FARIA

FARIA@IFSC.USP.BR

SÃO CARLOS

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br


O BRASIL CONTRA A COVID-19

No dia D, 18 de janeiro, na hora H, às 15h35, a enfermeira Mônica Calazans, 54 anos, foi a primeira brasileira a ser vacinada com a Coronanac, em solo nacional. Esta é a vacina que o presidente Jair Bolsonaro e seu ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, desdenharam, chamando de vacina chinesa, de baixa imunidade, vacina do Doria, e agora vai ser distribuída para a população brasileira na esperança de salvar vidas.

Luiz Thadeu Nunes e Silva luiz.thadeu@uol.com.br

São Luís

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ANVISA FAZ HISTÓRIA

A respeito da reportagem de domingo do Estado Contrariando Bolsonaro, diretores da Anvisa refutam remédios ineficazes e defendem a ciência, quero destacar o último parágrafo com a fala do diretor Alex Campos, que, com certeza, expressou-se por mim e por milhões de brasileiros, fartos de tanto desmando: “No nosso vocabulário, não há espaço para negação da ciência, tão pouco para politização. (...) A tragédia de Manaus é a expressão mais triste e revoltante da falha objetiva do Estado, em todos os níveis. A tragédia da morte por falta da terapia mais simples, o oxigênio, é um atestado ainda da nossa ineficiência, infelizmente. As imagens nos últimos dias nos fazem prestar homenagem sincera a esses brasileiros do Amazonas, mas a todos os brasileiros que foram vítimas da covid-19 e da incúria do Estado”. Eu só acrescento, como minha contribuição pessoal, o seguinte: a tragédia de Manaus foi, sim, um crime hediondo e crime contra a humanidade, e como tal deve ser tratado daqui para a frente, para servir de exemplo àqueles que insistem em jogar com a vida de seres humanos. Acusados: todos os níveis de governo e os três poderes, por omissão criminosa, disfuncionalidade, inoperância, dissimulação e incompetência.

Orlando Luiz Semensato osemensa@terra.com.br

Campinas

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CONFUSÃO

Tivemos um domingo movimentado, e aquilo que poderia ser um dia de alegrias virou uma grande confusão. Em primeiro lugar, não entendi a aprovação das vacinas por votação dos diretores da Anvisa – por se tratar de ciência, seriam os resultados alcançados que deveriam levar à aprovação ou não. De outro lado, com certa razão, vimos o governador de São Paulo correr para aplicar a primeira vacina e o ministro da Saúde dando uma longa entrevista, pegando carona na aprovação dos imunizantes. O que estranhei foi ver tanto o ministro quanto o presidente da Anvisa defendendo as medidas de prevenção, o que foi combatido pelo governo federal durante todo o processo. Ontem, a manchete: Pazuello autoriza vacinação nesta segunda-feira; saiba quantas doses cada Estado irá receber. Fiquei confuso: quantas vacinas o Ministério já possui e quantas seringas? É lamentável que um assunto tão importante para a população venha sido explorado politicamente por nossas autoridades, cada uma puxando a brasa para sua sardinha. Lamentável.

Antônio Dilson Pereira advdilson.pereira@gmail.com

Curitiba

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ENGASGADO E ULTRAPASSADO

A vacina chinesa de João Doria faz do Brasil o 52.º país do mundo a iniciar o combate ao coronavírus, deixando Jair Bolsonaro e Eduardo Pazuello a ver navios. A Coronavac, debochada e desdenhada pelo presidente, tornou-se a nossa primeira opção para diminuir a mortalidade, depois da negativa da Índia de exportar de imediato seu imunizante para o Brasil. Bolsonaro vai ter de engolir mais esta, e com muita água, para não engasgar.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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COM CASCA E TUDO

O negacionista Jair Bolsonaro, que desdenhou da “vacina chinesa” do “moleque” João Doria, disse que jamais iria comprá-la, mas resolveu confiscar toda a produção disponível. Na verdade, Bolsonaro pretendia só aparecer na foto como o grande salvador da Pátria, mas nem isso conseguiu, pois chegou atrasado também no 1.o ato de vacinação dos brasileiros. Na verdade, o fanfarrão acabou engolindo, com casca e tudo, a odiada vacina Coronavac. E agora, José, digo, Jair?

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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ESCOLHA

Entre o “moleque” que tem consciência da importância da vacina para salvar vidas e o facínora que debochava da segurança da Coronavac, fico com João Doria.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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PASSANDO VERGONHA

Primeiro, Bolsonaro, seus filhos e ministros ofenderam a China reiteradas vezes na mídia e nas redes sociais. Depois, se posicionaram contra a vacinação obrigatória, desdenhando e ofendendo o governador de São Paulo. Fizeram pouco caso da Coronavac e postaram mentiras, como a suposta compra da vacina da Índia, que se transformou num fiasco do tamanho do Boeing. Agora, acusam João Doria de fazer marketing com a liberação da vacina – o que é estranho para um governo que mandou adesivar o avião da companhia aérea com os dizeres Vacinação Brasil imunizado – Somos todos uma Nação, sem que a vacina estivesse adquirida formalmente. Quem faz marketing, então? Como dizia Santo Agostinho, “a ociosidade caminha com lentidão, por isso todos os vícios a atingem”.

Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br

Bauru

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JOGADA DE MARKETING

“Não faremos uma jogada de marketing”, disse o grosseiro e dito ministro da Saúde. Parabéns ao governador do Estado de São Paulo, João Doria. Este, sim, deu um show de gestão: identificou o problema, reuniu os cientistas, comunicou-se adequadamente com a população e demais partes interessadas, estabeleceu ações efetivas e atingiu as metas previstas. O povo jamais esquecerá os resultados obtidos e o bem que fez ao País. Jogada de marketing quem faz é o governo federal: tudo ali é culpa dos outros, percebam.

Ricardo Fioravante Lorenzi ricardo.lorenzi@gmail.com

São Paulo

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ÁGUA E SABÃO

O ministro e seu ministério nada fizeram pela vacina. E ainda tentam desmerecer o governo paulista e o Butantan. Não minta, general! Use máscara, mantenha distância e lave a boca para falar de São Paulo!

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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POLITIZAÇÃO DAS VACINAS

Vivemos tempos tão absurdos que é criticado o governador do Estado de São Paulo por buscar dividendos políticos com vacina do Butantan. Diante de um governo federal criminosamente omisso e de um bando de governadores acomodados a receber tudo da esfera federal, queriam o quê? Que o governador Doria, tendo o Instituto Butantan vinculado à administração pública paulista, fazendo o melhor uso da estrutura, mandasse os milhões de vacinas para os outros Estados e deixasse os paulistas esperando o general Pazuello decidir a nossa sorte? Político que fez a política certa, goste-se ou não dele, não pode ser condenado. Os outros governadores também não estão fazendo cálculo político e querendo faturar com o a iniciativa alheia? Gente cara de pau!

Ana Lucia Amaral anamaral@uol.com.br

São Paulo

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INCENTIVO À VACINAÇÃO

Desejo voltar ao artigo do brilhante e estudioso Fernando Reinach no Estado de 14/1, sobre a eficácia da Coronavac. Lemos o artigo e o interpretamos de formas diferentes. Em nenhum momento posicionou-se contrário ao seu uso, que fique bem claro. Discutiu de forma científica a sua não concordância sobre o porcentual de eficácia alarido, inicialmente até em manchetes jornalísticas com os recuos cientificamente necessários – de aproximadamente 70% para pouco mais de 50%. Ótimo, superou o marco da OMS, vamos incentivar, e muito, seu uso, pois reduz riscos. E, como em Medicina 2 + 2 não são 4, os estudos randomizados oscilam durante seu desenho para conclusões. Assim também ocorre com os dados de instituições sérias, que necessitam ser, sim, revistos dia a dia. Quero registar meu apreço e reconhecimento pela Anvisa e todo o seu corpo técnico altamente qualificado, apolítica sempre, e eu a vi nascer. Temos a obrigação ética e moral de defender e incentivar nossa população ao uso das vacinas, desde que tenham segurança e eficácia, e não se trata de superação de números matemáticos, mas visando à saúde pública, a minimizar os riscos. Obrigado ao Estadão pela citação, pois tive um professor na FMPUC Sorocaba (1962-1968) que dizia: “A estatística apoia à ciência, como os postes aos bêbados, servem também de apoio e iluminação”. Vacinem-se, SEM política – aliás, da qual estou órfão no momento.

Claudio Baptista clabap45@gmail.com

São Paulo

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ENQUANTO A IMUNIDADE NÃO VEM

Os brasileiros só vão atingir imunidade após 70% da população ser vacinada. Ou seja, quando 140 milhões já tiverem recebido as duas doses da vacina. Isso só vai ocorrer lá por setembro. O Brasil tem a melhor rede de distribuição de vacinas do mundo, graças ao SUS e o sucesso da vacinação anual anti-influenza gripal H1N1. Até atingirmos este alto porcentual de vacinação, a população brasileira precisa usar máscaras, manter o distanciamento social e lavar as mãos. Ou obedecemos às recomendações médicas ou continuaremos abarrotando as UTIs dos hospitais e enterrando milhares de brasileiros por ignorância e teimosia.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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‘NÃO PASSARÃO!’

Que a taxa de imunização contra a covid-19, através da salvífica vacinação que sempre foi desdenhada por Jair Bolsonaro, cresça na mesma proporção da taxa de rejeição do seu governo. Que cada agulhada consentida seja um sonoro “não passarão!” ao capitão Bolsonaro e também ao general Pazuello, a dupla que fez a morte trocar sua túnica preta por outra verde-oliva. A dupla que transformou as Forças Armadas em forças desamadas e desprezadas pelo povo brasileiro.

Túllio M. Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

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A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR

Quantas doses de vacina serão entregues aos amigos das milícias?

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

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MILÍCIAS BOLSONARISTAS

Após ter algumas opiniões publicadas neste Fórum, tenho sido alvo das famosas milícias bolsonaristas. Gostaria de avisá-las que não sou petista nem comunista. Simplesmente sou brasileiro.

José Roberto Palma palmajoséroberto@yahoo.com.br

São Paulo

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A ENTREVISTA DO VICE-PRESIDENTE

Sob a manchete Deixa o cara governar, pô, afirma Mourão, o Estadão publicou entrevista do vice-presidente Hamilton Mourão. Afirmou que hoje não vê adversário para enfrentar o presidente nas próximas eleições, citando como exemplo o governador de São Paulo. Que me desculpe o vice-presidente, porém, da maneira como Bolsonaro vem tratando a pandemia no Brasil, fazendo questão de promover medicamentos que não são reconhecidos como aplicáveis ao caso pelos médicos, além de desautorizar suas recomendações, lhe será cobrada a conta logo adiante. Junte-se a esse problema o da conservação do meio ambiente, em particular da Amazônia, e não vejo nenhum futuro político para o presidente. A conservação da Amazônia é considerada primordial pelos demais líderes do planeta, devido ao aquecimento global, comprovadamente real, que o presidente se nega a estudar, mas se apressa em ridicularizar. Infelizmente, eu não tive a oportunidade de conhecer a Amazônia, contudo procurei entender a sua importância não só em nosso clima, como no do próprio planeta, através dos escritos de cientistas da área, inclusive da Universidade de São Paulo. O presidente no fim de semana elogiou o ministro da Saúde, apesar da sua notória incompetência para gerenciar uma área fora do seu mister. Tanto é verdade que ele esteve em Manaus na segunda-feira, a tempo de providenciar o abastecimento da cidade com oxigênio, mas não o fez. Preocupou-se em convencer os médicos a receitar cloroquina, apesar de não ter licença legal para tanto. Também não reconheço no governador de São Paulo qualidades para governar o Brasil, contudo não consigo sequer imaginar a população reeleger o presidente Bolsonaro depois desta experiência trágica de seu governo. Nas eleições de 2018, ele teve a seu favor o fato de ser praticamente desconhecido, apesar de ter passado 26 anos como deputado federal, ligado ao chamado baixo clero.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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HAMILTON MOURÃO

No começo do governo Bolsonaro, o vice-presidente me parecia mais equilibrado, baseado nas declarações que fazia. Hoje, ele está totalmente contaminado pelas ideias maléficas do seu chefe. Diz Mourão: “Deixa o cara governar, pô!”. Nós deixamos, aliás, estamos cansados de esperar o momento em que ele vai começar a governar, porque até agora só está prejudicando o Brasil e a sua reputação internacional. O povo está sem emprego, passando fome e morrendo de coronavírus. E daí?

Károly J. Gombert kjgombert@gmail.com

Vinhedo

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BRASIL DESGOVERNADO

“Deixa o cara governar, pô!”, afirma Mourão (Estado, 17/1). Governar?!

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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SOBRE BOLSONARO

Vice-presidente Mourão afirma: “Deixa o cara governar, pô!”. Os fatos confirmam: ele não tem competência e não sabe governar, pô!

César R. Matavelli cmatavelli@outlook.com

São Paulo

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ELE NÃO QUER

“Deixa o cara governar, pô!”, diz Mourão. Acorde, vice, ele não quer, só quer confundir.

Maurício Lima mapeli@uol.com.br

São Paulo

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IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO

Desejo parabenizar o escritor e jornalista Ignácio de Loyola Brandão pela excelente crônica Meu primeiro instante de terror, informando-o que há 75 anos, em Santos (SP), no Colégio Santista (Marista), sofri a mesma tortura moral ao ser incitado a declamar a mesma poesia de Vicente de Carvalho, A flor e a fonte. Gaguejei, esqueci, atropelei e até chorei, mas concluí a missão. Parece que a fonte ainda me leva para o mar... Prefiro o Velho tema, em que Vicente de Carvalho fala da felicidade... Finalmente, a título de informação, foi o meu avô, professor dr. Oliveira Fausto, quem o operou, salvando-o de uma terrível gangrena gasosa. Enfim, os meus agradecimentos ao autor por me permitir ter lembranças tão significativas para mim.

Affonso H. de Oliveira Fausto afausto@terra.com.br

São Paulo

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