Fórum dos Leitores

Cartas de Leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

03 de fevereiro de 2021 | 03h00

Congresso Nacional

Novo presidente da Câmara

Arthur Lira, condenado em segunda instância, em vez de estar na cadeia, vem de ser eleito presidente da Câmara dos Deputados. Não corremos nenhum risco de desanuviar o ambiente político em Brasília. A Câmara, mais que nunca, prova ser um balcão de negócios.

CELSO BATTESINI RAMALHO

LETICIALIVROS@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Votos vendidos

Uma tristeza para o Brasil. Muitos deputados federais venderam seus votos ao presidente da República, que se elegeu dizendo que não faria esse tipo de “operação”. Pobre país... Esse presidente e seus deputados não deveriam mais ser votados pelos eleitores brasileiros, porque levaram dinheiro do povo para financiar suas próximas eleições. E o presidente esqueceu que há milhões de cidadãos pobres e outros morrendo por causa do vírus da covid-19 por não serem atendidos pelo governo federal. Quando poderemos melhorar o Brasil em saúde, educação e segurança?

CARLOS OLYMPIO DA FONSECA

CABEMY@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Isonomia

O Executivo, além de liberar emendas para 285 parlamentares, liberou mais R$ 3 bilhões para eles usarem em seus redutos eleitorais. Ainda que mal pergunte, por isonomia, os demais parlamentares não teriam direito às mesmas liberações?

JOSÉ CLAUDIO MARMO RIZZO

JCMRIZZO@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Ética?

Nos discursos dos candidatos, no Congresso, ouvi a palavra ética algumas vezes. Sim, ética. Pergunto: o que será ética dentro daquele ambiente?

ARCANGELO SFORCIN FILHO

DESPACHANTE2121@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Retrato de uma eleição

Linda foto. Rostos expressando felicidade e alegria. Alguém por acaso terá visto a ética no meio de tantas comemorações? Creio que deve ter-se retirado à pressa, antes de o evento acabar. Nome do evento? Mais do mesmo. Até quando?

VERA BERTOLUCCI

VERAVAILATI@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Círculo vicioso

Como no filme No Limite do Amanhã, estrelado por Tom Cruise, o Brasil vive a repetição de dias aflitivos: um presidente da Câmara condenado por corrupção eleito por parlamentares vendidos, corrompidos passivamente por um presidente incapaz para governar, mas competente no fisiologismo e no acobertamento de sujeira. São R$ 30 milhões gastos em pizzas e bilhões na compra de pessoas. Não será surpresa se estiver sendo reimplantado o mensalão. Surpreende nossa capacidade infinita de repetir o ciclo composto pela má escolha de representantes, má gestão, falta de investimento em educação cognitiva e ética, que culmina em má escolha de representantes, assim fechando o ciclo.

GUSTAVO CHELLES

GUCHELLES@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Cardume

Câmara dos Deputados e Senado a cada dia nos mostram o seu caráter. Na noite de segunda-feira, S. Exas., desavergonhadamente, quitaram suas faturas. Do lado de fora, nós os observamos, calados. São, sem dúvida, um cardume de traíras vorazes. Vergonha!

JOSE PERIN GARCIA

JPERIN@UOL.COM.BR

SANTO ANDRÉ

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‘Coup de grâce’

Uma pandemia que abalou o mundo inteiro e particularmente o Brasil; um presidente néscio, terraplanista e mitômano como Jair Bolsonaro, acompanhado de uma família de milicianos; um Ministério mórbido, composto de muares, boiadeiros, logísticos, olavistas e assemelhados em cultura e inteligência; um PGR acochambrado e pávido. Só estava mesmo nos faltando um Congresso desses. As eleições de anteontem significaram, realmente, um golpe de misericórdia.

MAURO LACERDA DE ÁVILA

LACERDAAVILA@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Capitulação

Consumada a compra do Congresso Nacional, Bolsonaro adquire poderes plenipotenciários, que o habilitam a concluir sua obra de destruição do País, relegado a conviver com o obscurantismo por mais dois anos, ou seis, já que o projeto de reeleição sai reanimado do resultado desta última eleição. A preservação de seus filhos está garantida e bastará ordenar-lhes que interrompam a divulgação de fake news, aliás, desnecessárias, posto inexistirem adversários de porte à vista.

LAIRTON COSTA

LAIRTON.COSTA@YAHOO.COM

SÃO PAULO

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Centrão

O presidente Bolsonaro e o Centrão são irmãos gêmeos univitelinos e têm o mesmo objetivo: tornar o Brasil refém de seus abomináveis propósitos.

PEDRO LUIZ LEOPARDI

LEOPARDI73@GMAIL.COM

JUNDIAÍ

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Golpe de Estado

A vitória de Arthur Lira, na Câmara, e Rodrigo Pacheco, no Senado, vai pôr à mostra toda a sanha e fome de Bolsonaro pelo golpe. Ele mandará para as duas Casas seus mais lunáticos projetos para limitar a liberdade de expressão, dar poder exacerbado ao presidente, armar toda a população e, quiçá, até suspender o habeas corpus.

MARCOS BARBOSA

MICABARBOSA@GMAIL.COM

CASA BRANCA

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Roteiro

Enquanto ficamos estarrecidos com o comportamento sociopata do presidente em churrascadas e passeios, ele já vem aos poucos construindo o golpe que apregoa, ao dizer que em 2022, se o voto não for impresso, haverá grande confusão. Em paralelo, já seduziu as Polícias Militares e Civis para atuarem como milícias dele. Não contente, empenha-se em disseminar a posse e o uso de armas de fogo e agora logrou comprar o Congresso. Eis o caminho para o golpe desse mandatário desonesto e incompetente.

NELSON PENTEADO DE CASTRO

PENTECAS@UOL.COM.BR

SÃO PAULO


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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br


FOMOS ESQUECIDOS

Excetuando-se a postura da senadora e candidata Simone Tebet, as espetaculosas eleições para os cargos de presidentes do Senado e da Câmara federal consolidaram nossa desesperança. Mesmo convivendo com uma mortal crise sanitária, um presidente tresloucado que está conduzindo o País para uma crise institucional e de governabilidade sem precedentes e no meio de uma derrocada que está afundando financeira e economicamente milhões de pessoas e empresas, uma maioria de senadores advindos de esquerda, direita, centro e até “de cima”, caindo de paraquedas do avião do Executivo (lá se foi a independência dos Poderes), elegeu um colega com frágil discurso unicionista e muita benevolência com os da Casa, claro. Já a maioria dos deputados, igualmente apoiados pela tropa do Executivo, já contumaz no comportamento de menosprezar a independência dos Poderes, refinou a amoralidade, a antiética e a indecência elegendo um indivíduo condenado na Justiça, com uma extensa folha corrida de péssimos serviços prestados. À parte a agora consagrada inutilidade dos partidos políticos, nestes eventos expondo seus vícios e vísceras, restaram-nos duas constatações essenciais: primeiro, ao repelirem a eleição da candidata com o discurso que mais se aproximava de nossas necessidades, comprovaram que o Legislativo brasileiro está em processo de septicemia terminal e irreversível, não havendo cloroquina ou outro medicamento que o cure; e segundo, que a maioria dos integrantes do Congresso Nacional, definitivamente, não nos representa. Fomos esquecidos.  

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

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DESMORALIZAÇÃO

O Legislativo amesquinhou-se. Elegeu dois serviçais do Palácio do Planalto. Não cito os nomes da dupla de capachos engravatados para não poluir meu texto. Dia melancólico de lições patéticas de sabujismo. Usando métodos deploráveis e nada republicanos, Jair Bolsonaro insultou e debochou das legítimas histórias de lutas democráticas da Câmara e do Senado Federal. Senadores e deputados, com as raras exceções habituais, ficarão marcados como fantoches das ambições do governo Bolsonaro. Congressistas jogaram princípios, dignidade e virtudes no lixo. Tenho ânsia de vômito.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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HORA DO PAGAMENTO

Fechada, com estrondoso sucesso, as eleições de Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, respectivamente para o comando da Câmara dos Deputados e do Congresso Nacional, resta-nos agora aguardar as cenas, sem cortes, do pagamento que o governo Bolsonaro terá de efetuar aos blocos de partidos apoiadores e congressistas traidores de outros partidos, para quitar o maior esquema de toma lá da cá da nossa história republicana. Nunca um estelionato eleitoral foi cometido tão às claras.

Abel Pires​ Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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PÉS E MÃOS

Na Câmara e no Senado, vitória da cooptação por emendas e cargos. Os parlamentares, com seu pragmatismo fisiológico, mantiveram firmemente seus pés no lodaçal. E as mãos também...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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PARTIDOS

O que mais me incomodou na eleição dos presidentes da Câmara e do Senado foi: como um presidente da República “sem partido” sai vitorioso? Não basta a explicação dos R$ 3 bilhões distribuídos e das traições – velhas práticas consolidadas no Brasil. Há que refletir cuidadosamente sobre a fragilidade dos atuais partidos políticos. Para que servem, mesmo? Será que não está na hora de serem revistas as leis que embasam sua criação e funcionamento? Já que o ser humano não vai mudar, mudem-se as leis!

Sandra Maria Gonçalves sandgon46@gmail.com

São Paulo

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CONGRESSO NACIONAL

A eleição no Congresso deixa um clima de briga de gangues onde a aposta é de quem vai trair quem para assaltar o dinheiro do caixa. Uma vergonha e desrespeito aos brasileiros.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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COMO FOI COMBINADO

A vitória dos candidatos do toma lá dá cá nas duas Casas do Congresso Nacional abre o caminho para discutir e aprovar as almejadas reformas. A reforma tributária visa a simplificar os impostos e, quem sabe, aproveitar para aumentar a arrecadação pela criação do simpático imposto sobre pagamentos eletrônicos. Há também uma reforma ministerial em que alguns ministérios com verbas polpudas devem ser entregues ao Sujão (vulgar Centrão). Pensa-se nos Ministérios das Cidades e da Educação. Outros ministérios, como o das Relações Exteriores, do Meio Ambiente e da Saúde, não são visados por dificuldade de achar candidatos dispostos a fazer tão bem o que Jair Cloroquina Bolsonaro manda. Para melhorar a Segurança Pública, sabendo do gosto do capitão pelas armas, pode-se propor uma Emenda Constitucional parecida com a 2.ª Emenda da Constituição norte-americana: “Sendo necessária uma milícia bem ordenada para a segurança de um Estado livre, o direito do povo a possuir e portar armas não poderá ser violado”.

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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NÓS, AQUI FORA

S. Exa. O deputado Arthur Lira disse querer mostrar  “(...) ao povo que está lá fora (...)”. Mas a Casa é do povo, que está dentro dela, via seus representantes. Complicado isso?

Cássio M. de Rezende Camargos cassiocam@terra.com.br

São Paulo

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CONGRESSO CONDENSADO

Agora já se sabe para que tanto leite condensado comprado pelo governo federal. Deve ser para enfiar no r@#* daqueles deputados e senadores que votaram em Arthur Lira e Rodrigo Pacheco para presidentes da Câmara e do Senado. Principalmente no daquelas excelências que não votaram com independência, conscientes, convictas de que ambos eram o melhor para o País e para o avanço das pautas principais que estão no Congresso. Votaram, como sempre acontece nestes momentos de decisões importantes – e do mais autêntico toma lá, dá cá motivado pelas promessas feitas por Bolsonaro, que ofereceu cargos e até ministérios –, pensando em seus próprios interesses, ou seja, aqueles que significam atender aos redutos eleitorais, aos partidos, “colaboradores” de campanhas, parentes, amigos e, claro, a tudo que represente mais dinheiro no bolso desta gente corruptível e sempre à venda. Portanto, para estes e para a maioria dos políticos brasileiros que também costuma agir assim, que os gastos em leite condensado sirvam para mostrar o repúdio e o desagravo de milhões de brasileiros e brasileiras contra esta classe de gente desclassificada, corrupta e traidora da Pátria.

João Di Renna  joao_direnna@hotmail.com

Quissamã (RJ)

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ENLACE

O casamento de Bolsonaro com o Centrão é tal como casamento de subcelebridades midiáticas, que escolhem a praia ou o campo como cenário do enlace, pose de roupas brancas e taça de champanhe na boquinha um do outro, com cobertura de revistas de fofoca e, algum tempo depois, nas mesmas revistas, passam a trocar farpas, fazendo acusações de agressão e de não reconhecimento de filho ou calote na pensão alimentícia. Quem viver verá.

Túllio M. Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

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CONSULTOR DE LUXO

Com a eleição dos presidentes da Câmara e Senado, o presidente Bolsonaro praticamente garantiu sua eleição em 2022. O Congresso aprovará as propostas de Paulo Guedes e a economia terá uma melhora, aliada à aplicação dos imunizantes em grande parte da população. Na realidade, quem está orientando o capitão é o ex-presidente Temer, um consultor de luxo. Ele conhece bem como funciona a velha política e está usando seu conhecimento para colocar o Brasil nos eixos. Infelizmente, no Brasil, dificilmente poderemos nos livrar do toma lá, dá cá em curto prazo. Vamos ter de pagar o preço para conseguir aprovar as reformas necessárias ao desenvolvimento do País.

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Petrópolis (RJ)

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DOMINADOS

Com a Câmara e o Senado dominados, a chaga caminhará rumo à putrefação por mais 697 dias. Pobre país sem perspectiva otimista...

Guto Pacheco jam.pacheco@uol.com.br

São Paulo

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BOLA AO CENTRO

A eleição dos presidentes do Senado e da Câmara apoiados pela presidência da República blinda Bolsonaro, mas com ele partilham o poder e arrefecem os ânimos ditatoriais totalitários do Palácio do Planalto, o que acalma os ânimos da política nacional, à beira de um ataque de nervos. Afasta o fantasma de impeachment e muda os rumos para a eleição presidencial de 2022. A oposição desarticulada, com os partidos de centro rachados, leva todos a repensar estratégias e abre caminho para lideranças novas, com um ano e meio para aglutinar novos apoios e redefinir o cenário político nacional, atacado pelo vírus da polarização insana. Bola ao centro, vai começar o segundo tempo.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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HORA DE RESTAURAR O CONGRESSO NACIONAL

Acompanhamos uma verdadeira maratona para a renovação das mesas diretoras da Câmara e do Senado. Começou em dezembro, quando o Supremo Tribunal Federal impediu Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre de permanecerem nas presidências porque isso é proibido pelo regimento. Maia tentou fazer de Baleia Rossi o novo presidente, apoiado pela esquerda, mas perdeu para Arthur Lira, o candidato de Bolsonaro. No Senado ganhou Rodrigo Pacheco, também apoiado pelo presidente da República. Os dois eleitos prometem presidir e privilegiar o colegiado, diferentemente do que fizeram seus personalistas antecessores. Oxalá cumpram e proporcionem à sociedade motivos para voltar a respeitar os parlamentares e acreditar no Parlamento. Que recoloquem Câmara e Senado a serviço da sociedade, e não de indivíduos, grupos ou ideologias. Se Lira e Pacheco fizerem o prometido, conseguirão devolver ao Congresso Nacional a estatura que os errantes fizeram encolher e, sem qualquer dúvida, todos nós, como sociedade, vamos lucrar. Que o ambiente seja propício à discussão e bom encaminhamento das reformas de que o País necessita, e que elas venham para melhorar a vida dos cidadãos, jamais para atender a grupos. Que os parlamentares de bons princípios tenham a força necessária para realizar seu trabalho e, com isso, demonstrar à sociedade o que podem executar para, ao mesmo tempo, mostrar quem são os do baixo clero e suas artimanhas, fazendo que estes sejam descartados da forma que melhor possa atender aos interesses coletivos.

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo                         

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REBAIXAMENTO

A vitória de Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (DEM-MG) mostra o poder do Centrão, adia processo de impeachment contra Bolsonaro e permite agilização da agenda liberal do ministro Paulo Guedes. As necessárias e urgentes reformas administrativa e tributária têm tudo para serem aprovadas a toque de caixa. Por outro lado, a conquista dos aliados do presidente da República rebaixa o todo-poderoso Rodrigo Maia à condição de mero coadjuvante como parlamentar, assim como já tinha ocorrido com Renan Calheiros.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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SAIU DA HISTÓRIA PARA ENTRAR NO OSTRACISMO

Plagiando Getúlio Vargas, foi isso que ocorreu com o ambicioso político e ex-presidente da Assembleia Nacional. Durante dois anos, deu suporte pessoal a Bolsonaro negando CPIs e pedidos de impeachment. Até chegou a ameaçar que iria fazê-lo no apagar das luzes, quando viu que seus planos não estavam dando certo. Ao mesmo tempo, barrou as medidas de privatização, de reforma fiscal e tributária, por seus interesses e de seus aliados no planejamento visando a ser protagonista nas eleições presidenciais de 2022. Talvez um bom vice! Afinal, são temas que não trazem muita simpatia, mas desgaste, daí limitou-se à reforma previdenciária, mesmo assim acolhendo ou cortando aqui e acolá diversos temas necessários. Pois é, quem almoça com o bem e janta com o mal paga o preço das contas. O choro final deve ter sido de frustação de seu ambicioso plano de um dia ser protagonista. Que lute pelos seus cerca de 70 mil votos e consiga se reeleger como deputado federal. Tenha sorte. Saiu da História para entrar no ostracismo. Mas filhinho de papai tem de ser filhinho de Toninho Malvadeza. Este se deu bem. E quem diria que Lula havia afirmado que iria acabar com o DEM! Nunca um partido se tornou tão forte!

Jose Rubens de Macedo Soares joserubensms@gmail.com

São Paulo

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ALEGRIA

Quem deve estar morrendo de rir são Lula e seu PT!

Luiz Ribeiro Pinto brasilcat@uol.com.br

Ribeirão Preto

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O DISCURSO DE LUIZ FUX

Merece aplausos de pé e registro na história do País o discurso do ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), na sessão solene de abertura do ano Judiciário de 2021. Por oportuno, cabe citar trechos de sua fala: “Abusam da liberdade de expressão aqueles que propagam discursos de ódio, desprezam as vítimas da covid-19 e promovem o negacionismo científico. Atitudes que partem de vozes isoladas, inclusive por membros do Poder Judiciário, não devem ser ouvidas. A ciência, que agora conta com a tão almejada vacina, vencerá o vírus; a prudência vencerá a perturbação; e a racionalidade vencerá o obscurantismo. Que sejam valorizadas as vozes ponderadas, confiantes e criativas que laboram diuturnamente nas esferas públicas e privadas”. A esta altura dos acontecimentos, quando o Brasil contabiliza mais de 225 mil óbitos em meio a mais de 9,2 milhões de contaminados, suas palavras não poderiam soar mais apropriadas, sobretudo por terem sido proferidas tendo ao seu lado na tribuna ninguém menos do que o negacionista Bolsonaro, com cara de paisagem. Bravo, Luiz Fux!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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CARAPUÇA

A ciência vencerá o vírus, diz Fux ao lado de Bolsonaro. Será que o presidente vestiu a carapuça?

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

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VACINA

O governo federal quer iniciar a imunização dos idosos com uma vacina em que há falta de dados de eficácia para os idosos? Áustria, Alemanha e França não recomendaram a imunização com a AstraZeneca-Oxford para maiores de 65 anos, enquanto aqui, no Brasil, a campanha de vacinação vai começar exatamente por este grupo etário?

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

 

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