Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

21 de fevereiro de 2021 | 03h30

Desgoverno Bolsonaro

Estrago de bilhões

Quando se pensa que já se viu tudo do comportamento errático do presidente da República, eis que ele não esgota sua capacidade de surpreender. Com seu modo heterodoxo de governar, anunciou via redes sociais que mexeria na Petrobrás e causou um estrago de bilhões de reais. Para quem se elegeu, mentindo e ludibriando, que faria um governo liberal, dois anos após chegar ao Planalto ele tem de se equilibrar entre o fisiologismo do Centrão e os militares. Curioso é o papel reservado ao falante Paulo Guedes, seu “posto Ipiranga”, inicialmente ungido fiador de sua política liberal, demitido moralmente do governo. Guedes segue na Esplanada, mas cada vez mais apenas como figura decorativa.

LUIZ THADEU NUNES E SILVA  LUIZ.THADEU@UOL.COM.BR

SÃO LUÍS (MA)

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Quem?

Paulo o quê, mesmo...?!

CECILIA CENTURIÓN CECILIACENTURION.G@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Hora de definição

A interferência de Bolsonaro na Petrobrás, desrespeitando um dos principais princípios de Paulo Guedes, coloca-nos na condição de saber, agora, quem o ministro realmente é. Será um Sergio Moro, coerente com seus valores, um liberal desejoso de levar o Brasil ao caminho do desenvolvimento econômico, ou um Pazuello, aferrado às benesses do cargo e aos interesses eleitoreiros do presidente, obediente até a humilhação?

RADOICO CÂMARA GUIMARÃES RADOICO@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Demagogia

O chefe do Executivo federal interveio radicalmente na Petrobrás para definir os preços dos combustíveis nas refinarias, demitindo seu presidente por ele seguir as regras de mercado. E entregou mais um cargo a um general. Pressionado agora pelos caminhoneiros, age para “venezuelizar” o Brasil. Mas quando o governo era de Michel Temer, esse demagogo insuflou a greve da categoria e colaborou para o País perder mais de 1% do PIB, além de tirar da pauta a necessária reforma da Previdência. Não dá para entender por que o ministro Paulo Guedes aceita ser humilhado em praça pública, referendando medidas que combateu a vida toda.

MARCELO KAWATOKO MARCELO.KAWATOKO@OUTLOOK.COM

SÃO PAULO

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‘Coturnização’

Não bastasse a Saúde, também a Petrobrás. Além da vacina, agora até os combustíveis serão “pazuellados”...

A. FERNANDES  STANDYBALL@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Novo presidente da Petrobrás

Mais um que “obedece”?

GUTO PACHECO JAM.PACHECO@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Estratégia errada

Se a intervenção de Bolsonaro na Petrobrás se deu por medo de perder o apoio dos caminhoneiros aos dois únicos projetos de seu governo – reeleição e liberação de armas –, creio que sua estratégia está equivocada. Ele teria mais sucesso atendendo à reivindicação dos assalariados, que são assaltados mensalmente em seus holerites pela não correção da Tabela do Imposto de Renda. Além disso, não vê que está cometendo o mesmo erro de Dilma Rousseff. Não se faz política fiscal agradando a nichos. A conta chega para os não agraciados.

LUIZ ANTONIO AMARO DA SILVA ZULLOAMARO@HOTMAIL.COM

GUARULHOS

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Interferência indevida

A Lei das S. A. proíbe que o acionista controlador de uma sociedade aberta tome decisões que prejudiquem o resultado da empresa ou afetem o preço das suas ações. Jair Bolsonaro, em mais “um ataque de nervos”, como tudo o que ele faz de errático em sua Presidência, resolveu se meter na Petrobrás com o objetivo de cativar os votos de caminhoneiros. A Comissão de Valores Mobiliários deveria abrir logo um processo contra esse despreparado senhor.

ALDO BERTOLUCCI ALDOBERTOLUCCI@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Altíssimo risco

Durante os vários anos em que trabalhei no mercado financeiro sempre aconselhei clientes a jamais, sob nenhuma hipótese, comprarem ações de empresas estatais. Num governo razoável elas poderão subir, mas num governo insano, como o atual, fatalmente despencarão. No longo prazo, e com raras exceções, possuir ações de estatais no Brasil é prejuízo na certa.

LEÃO MACHADO NETO LNETO@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Autonomia das agências

Não adiantou a boa repercussão da aprovada autonomia do Banco Central. No instante seguinte o presidente – tentando dar resposta aos caminhoneiros – põe por terra os fundamentos da decisão do Congresso Nacional a esse respeito. A troca do comando da Petrobrás, pelo fato de a empresa seguir as regras vigentes de preços, é reveladora da fragilidade das nossas instituições. Bolsonaro apenas repete a nefasta intervenção da ex-presidente Dilma no setor elétrico e na política de preços da Petrobrás, que, por questões menores, quase quebrou os dois setores. A única resposta possível da parte do Congresso, agora, seria voltar suas atenções para as agências reguladoras. Que tenham elas, bem como as estatais, o mesmo tratamento do Banco Central e passem a ser consideradas, à semelhança dos países mais desenvolvidos do mundo, entidades apolíticas, subordinadas ao Estado, e não a governos. A seriedade do processo regulatório (fixação de tarifas, fiscalização, aplicação de penalidades, outorgas e caducidade de concessões), distante da política, estará assegurada, com o consequente sucesso das privatizações, pois num ambiente assim os resultados das empresas, em particular das monopolísticas, como a Eletrobrás, que dependem das tarifas fixadas pelo “poder concedente”, passarão a depender mais da boa gestão que da submissão a políticos e governantes. As privatizações ganhariam novos rumo e impulso.

NILSON OTÁVIO DE OLIVEIRANOO@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

OS 05 E 06 DO BOLSONARO

Ao  fazer uso de mais de 3,5  bilhões de reais (segundo a mídia) do  erário para comprar uma baciada de “políticos”, o Bolsonaro irá “montar“ nos congressistas  porque atingiu seu proposito que era adotar mais  dois agregados ao seu clã, os 05 e 06 comandando o Congresso. Foi mais uma  manobra vencida de causar asco ao assistir  na tevê, a  dupla fazer discursos de posse carregados  de promessas que sabemos nunca serão cumpridas. Mas não vai parar no Congresso, porque o presidente já domina também o Supremo Tribunal Federal, órgão máximo de justiça do país onde ele tem maioria como mostrado ultimamente quando sacou de sua cartola “mandrake”  o 04, um desconhecido para substituir o  ministro Celso de Mello, que se aposentara e  brevemente teremos a entrada do 07 oficial como numa  cena no filme ”Bolsonaro e seus cupinchas”, em que novamente fará outra demonstração de poder ao impor outro nome para a vaga do Ministro Marco Aurélio Mello em breve. Se antes o placar já era 6 x 5 para ele, agora será mais fácil ainda com 7 x 4 quando for necessário livra-lo de algum enrosco, basta olharmos os únicos nomes nos quais podemos confiar: Ministros Fux, Barroso, Fachin e Carmen Lucia. Os sete ministros restantes, não nos trazem confiança em  suas decisões, visto terem sidas em benefício de réus,  principalmente quando de julgar Lula e Bolsonaro, portanto, nada esperar desses.

Laércio Zannini spettro@uol.com.br

São Paulo

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FAKE VACINAS

Só mesmo neste macunaímico país de ponta cabeça, onde quase tudo é possível e nada mais consegue surpreender, poderia ocorrer a absurda, intolerável e inaceitável prática das fake vacinas, em que alguns maus profissionais da saúde não injetam o imunizante nas pessoas, certamente com o criminoso intuito de desvio para interesses privados. Em meio a mais de 10 milhões (!) de contaminados e 250 mil mortes, tais pessoas merecem a condenação à prisão e ao inferno. Vergonha!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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ALERTA A SÃO FRANCISCO DO SUL

Quando jovem frequentei, na década de 70, as belas praias e cenários bucólicos, ainda bem preservados, na Ilha de São Francisco do Sul, onde se situa uma das mais antigas cidades históricas do Brasil, de mesmo nome. Preocupa-me o futuro dos manguezais, rios, lagoas e Mata Atlântica dessa região devido a ter aí passado em férias de carnaval o senhor presidente da República, Jair Messias Bolsonaro,  cujo ministro do meio ambiente, Ricardo Salles, parece ser perito em fazer passar boiadas..., o que pode despertar o interesse imobiliário de seu amigo Donald Trump, que constrói hotéis e pousadas de luxo mundo afora, inclusive em áreas litorâneas, obras que podem até causar sensíveis desequilíbrios ambientais e sanitários, como o que ocorreu aí no lado sul da ilha na região do Canal do Linguado,  cuja saída para o oceano foi fechada criminosamente no século passado, ocasionando a poluição de seu leito com metais pesados e enchentes na bela cidade vizinha de Joinville (SC) que hoje enfrenta forte epidemia de dengue e pandemia de covid-19, a “gripezinha”, além de problemas para a cidade de Barra do Sul. Marcando positivamente o registro histórico de sua estadia nessa ilha, Bolsonaro deveria apoiar os pesquisadores e instituições que já lutam há anos pela reabertura do Linguado na Justiça. 

Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut h.halbsgut@hotmail.com

Rio Claro

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DANIEL ESTÁ ARREPENDIDO

O deputado federal do Partido Social Liberal Daniel Silveira  foi Cabo da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Daniel, que também é professor de muay thai e defesa pessoal, foi considerado inadequado para o serviço policial militar, segundo boletim da polícia. O deputado proferiu ataques a ministros da Suprema Corte e defendeu o AI-5. Pouco antes da votação a favor ou contra a sua prisão, Daniel pediu desculpas a todo o Brasil e reconheceu que se excedeu na fala, num momento passional. Lamentando o impasse dentro do Congresso Nacional, o deputado disse que o ser humano é emocional e emotivo. Informou que foi isolado do mundo, pois teve as suas redes sociais bloqueadas. Arrependido, reconheceu que suas falas foram realmente duras, impróprias e que, às vezes, não entende as decisões dos juízes. Atestou que jamais ofendeu nenhum de seus colegas parlamentares. Explicou que é comum mudar a cabeça e mudar a mente. Os deputados federais decidiram pela manutenção da prisão do tosco Daniel. 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

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A relatora Magna Mofatto, agiu muito bem ao ler as palavras proferidas pelo deputado Daniel Silveira . É chocante o que se ouve e ele sentiu o peso da sua irresponsabilidade. Quem fala o que quer arca com suas consequências. Será  exemplar sua condenação.

Tania Tavares taniatm@hotmail.com

São Paulo

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O deputado federal Daniel Silveira está preso, mas mesmo assim tem procedimentos inaceitáveis. E goza na prisão de facilidades, como o uso de  celular. Quem o autoriza? E mais, seus seguidores continuam com provocações e agressões a adversários. A que ponto chegamos.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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MODUS FACIENDI

Sempre que enfrenta a necessidade de desviar a atenção de fatos ou assuntos que não deseja ver explorados no noticiário,  o presidente Bolsonaro vale-se de acólitos dispostos, como o deputado Daniel Silveira, por exemplo,  a ofender o Supremo ou qualquer outra instituição, como ocorre no momento. 

Este é  o modus faciendi típico de líderes populistas, avessos a assumir pessoalmente a responsabilidade por seus atos. 

No caso do deputado o estímulo se faz porque tem ciência de que afinal será amparado quer pela imunidade ou pelo espírito corporativo de seus iguais, não sendo prejudicado pelas consequências de suas estripulias. 


Lairton Costa lairton.costa@yahoo.com.br

São Paulo

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O NECESSÁRIO EQUILÍBRIO INSTITUCIONAL 

A prisão do deputado Daniel Silveira é apenas mais um ingrediente da crise por que passam a sociedade e as instituições brasileiras. O ambiente político-institucional vem conturbado desde os mensalões, petrolão, eletrolão e outras ações não republicanas que envolveram governantes, parlamentares, megaempresários, executivos e contumazes criminosos de colarinho branco. Cada lance revelado provocou sismos nos alicerces da República, que pavimentaram o caminho aos extremismos. Até a eleição do presidente Bolsonaro é decorrência dessas dificuldades e ele próprio está entre duas extremas. A esquerda, que tenta fantasiá-lo de fascista, e a direita que prega o golpe, fechamento do STF e do Parlamento e outros endurecimentos. Amargamos o impeachment, as prisões de ex-presidente, parlamentares e mais de 200 figurões, só pela Operação Lava Jato. Hoje, os Três Poderes da República são contestados e seus membros criticados. Precisamos encontrar a forma de preservá-los e não permitir que atitudes individuais possam minar a estabilidade. Jamais devemos esquecer o artigo 2º da Constituição, que estatui como “independentes e harmônicos entre si” os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Daniel Silveira, o pivô da atual crise, em vez de denunciar solitariamente, deveria ter feito suas queixas à Câmara, para aquela Casa, com seu peso institucional, analisá-las e, se assim o decidisse, remetê-las, com pedido de apuração, ao Senado Federal, a instância constitucional encarregada de aprovar a nomeação e, se for o caso, o afastamento de ministros da Corte. Oremos para que o bom senso prevaleça na solução do impasse Câmara-STF e que se estenda também ao Senado e ao Executivo. Chega de atitudes extremadas e monocráticas! Um homem (ou mulher) jamais deve ter em suas mãos, ainda que por curto espaço de tempo, o poder e a força própria do colegiado...    

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo                                               

         

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MUTATIS MUTANDIS      

O bolsonarista e deputado federal Daniel Silveira está preso por determinação do Supremo Tribunal Federal. Afinal, incitou ataques àquela Corte, cometeu sérias agressões verbais e ameaças aos ministros, impediu o livre e pacífico exercício entre o Legislativo e o Judiciário, com o único objetivo de favorecer seus próprios interesses, agindo nos moldes dos “camisas pardas” liderados pelo clã Bolsonaro. Perguntado sobre os lamentáveis acontecimentos, Jair Bolsonaro optou por se calar, dando azo à sua concordância com as atitudes do deputado preso. Na verdade, essa é a posição dos bolsonaristas fanáticos que tantos malefícios fazem ao País. Ora, mutatis mutandis não deixa de ser uma singela amostra caso o presidente não consiga se reeleger em 2022. Quem viver verá! 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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DECEPÇÃO

Sexta-feira liguei no 190 e informei ao policial que um homem estava caçando pássaro silvestre, utilizando chama, gaiola e alçapão. Informei a exata localização, que fica aproximadamente a 200 metros do término do perímetro urbano.

Perguntei quais seriam as providências e fui informado de que avisariam a Polícia Ambiental. Questionei que aqui não temos polícia ambiental e que a distância do batalhão é de mais de 40 km. Lembrando que  eram  18h15.

O que eu esperava?  Que a Polícia Militar fosse até o local e  constatasse a veracidade, fizesse a identificação do indivíduo, do veículo e, se possível, fotografasse os materiais, encaminhando para a Polícia Ambiental, que deveria ir até a residência do cidadão para as demais providências.

Só isso, simples assim. Mais uma frustração com o serviço público, só mais uma.

Sérgio Barbosa sergiobarbosa19@gmail.com

Batatais

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ARMAS E LIVROS

Tenho lido um post nas redes sociais que diz: “Me livro de armas me armo de livros”. E eu ainda completo: mas ambos em mãos certas libertam e trazem liberdade, em mãos erradas matam e aprisionam. Livros dirigidos aprisionam mentes para o ditador, armas em mãos de bandidos aprisionam e matam.

Roberto Moreira da Silva rrobertomsilva@gmail.com

São Paulo

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O HOMEM INSENSATO E O ESPAÇO SIDERAL.

Mais uma vez o mundo para para ver o robô americano Perseverance descer em Marte, onde os cientistas dizem que o objetivo é buscar sinais de vida e de água, enquanto aqui a Natureza inicia a sua vingança pela ganancia do homem Insensato, como aconteceu na Cordilheira do Himalaia, destruindo tudo o que acha pela frente nos rios onde estavam sendo construídas hidrelétricas na Índia. Sem a calota polar, não haverá água para 3,5 bilhões de humanos, e a marcha da insensatez continua.

Aguardem os próximos acontecimentos em nível planetário: o degelo na Cordilheira dos Andes e a savanização da Amazônia. A Viagem mais longa não será mais para Marte, Saturno e Netuno, mas para dentro de cada um de nós mesmos.

O Planeta Terra pede socorro, poucos o ajudam, apesar de maltratado e degradado, ele nos fornece água, energia, alimentos, oxigênio e habitat.

Quem sobreviver verá.

José Pedro Naisser JPNAISSER@HOTMAIL.COM

Curitiba

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AUXÍLIO SOCIAL

Todo brasileiro em dificuldade precisa de auxílio financeiro temporário e ajuda para sobreviver com o fruto do seu próprio trabalho, manter a sua família com dignidade. São humilhantes as atuais esmolas sob o rótulo de “social”. O correto é auxiliar financeiramente durante no máximo um ano e, paralelamente, a obrigatoriedade de inserir o beneficiado em cursos regionais de artesanato ou profissionalizante, durante o tempo suficiente para o aprendizado, para que depois consiga subsistir do seu trabalho. É o modo digno de educação profissional para, de forma prática, de forma útil, justificar a efêmera ajuda monetária. É uma providência do governo federal para ontem.

Humberto Schuwartz Soares h-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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MANGUINHAS DE FORA

O condenado Lula da Silva resolveu pôr "as manguinhas de fora". Disse que Luciano Huck é uma aventura e que Jair Bolsonaro deve ser reeleito. Quanto à possibilidade da candidatura de Sergio Moro, o demiurgo de Garanhuns optou por "morder os lábios e socar a mesa" e dizer "xô satanás"!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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BIZARRO

No caso do senador, Chico Rodrigues (DEM-RR), acusado de desvio de dinheiro, da área de Saúde, para combate à epidemia do vírus da covid-19, que já matou milhares de brasileiros, e que agora retorna a seu mandato sem qualquer avaliação do conselho de ética da casa, não sabemos o que é mais bizarro: se as cenas mostrando o senador, em pânico, tentando esconder R$33,1mil na cueca ou se sua explicação de que, no momento do flagrante, ficou atônito diante do medo e da responsabilidade de ter que assegurar recursos destinados ao pagamento de funcionários da empresa de sua família. 

Abel Pires​ Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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FIRME E FORTE

Hoje nosso país acumula 243 mil mortes causadas pela covid-19 e 9,9 milhões de infectados, e o que é pior, nosso mandatário continua afirmando que o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, continua “firme como uma rocha”. Só por Deus.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia  do Sul (PR)

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COMBUSTÍVEIS & MERCADO

No país de Jair Bolsonaro, a petroleira nacional tem prejuízo quando o mercado eleva o preço do produto...

Ademir Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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O CUSTO DA PETROBRÁS

O mercado reagiu mal com a troca da presidência da Petrobrás. Por quê? Porque ganha milhões. Mas quem paga? O povo. É papel da Petrobrás regular o preço dos combustíveis. E por que não o faz?  Porque mexe no seu conforto. Essa gestão enviesada faz sofrer todo mundo, com essas altas abusivas. O caminhoneiro, quem anda de ônibus, o taxista,  e quem ganha? O mercado. Assim não dá. A reforma tributária precisa acontecer. O presidente da reforma tributária, senador Roberto Rocha (PSDB), disse que seu relatório está pronto e parado no Senado há um ano. Então a quem interessa esse dar de ombros?

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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PETROBRÁS

Bolsonaro já não demonstrava o menor respeito pela saúde e pelo patrimônio dos brasileiros, haja vista a destruição ambiental, devastação das florestas, roubo de madeira e garimpos que roubam minérios e envenenam o lençol freático, decorrências da desestruturação dos órgãos de fiscalização. Não satisfeito, resolveu que vai ganhar a reeleição à custa da Petrobrás, que mal se recupera dos prejuízos causados pelo governo Dilma. Afastou o atual presidente por não concordar com a política de preços responsável e vai adotar uma politica insana de controle de preços. Para simplificar, o diesel aumentou este ano 27,5% e a gasolina, 34,8%, enquanto o petróleo sofreu um aumento em reais de 30% (24,21% no preço e 4,71% no câmbio). Qualquer ponderação inferior de preços causará prejuízos à empresa. Portanto, para agradar aos caminhoneiros, vamos pagar uma dupla conta: o prejuízo da Petrobrás e o frete que já embute o preço do diesel.

Alberto Mac Dowell de Figueiredo amdfigueiredo@terra.com.br

São Carlos

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É A ECONOMIA...

Mais uma vez o Brasil indo pro desequilíbrio econômico. Quando um presidente fala bobagem e toma decisões em área que não domina, os mercados reagem imediatamente. Para baixo. Nuvens negras no horizonte, e não são de chuva.

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

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