Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

28 de fevereiro de 2021 | 03h00

Desgoverno Bolsonaro

A tragédia da segunda onda

O governo federal recusou-se a comprar a vacina da Pfizer quatro vezes. E os Estados não puderam vacinar para controlar a pandemia. A catástrofe de milhares de mortes em março será consequência direta das escolhas feitas pelo governo Bolsonaro, que prega o negacionismo, defende o uso de medicação que não é antiviral, estimula a aglomeração de pessoas e é contra o uso de máscaras. Há claros problemas de logística de transporte, de gestão pública, de coordenação nacional, assim como ausência de dados consolidados sobre as variantes do novo coronavírus. A circulação de novas cepas do Sars-CoV-2 e as possíveis recombinações entre elas, como já acontece nos EUA, são a face oculta da tragédia da segunda onda da pandemia de covid-19.

LUIZ ROBERTO DA COSTA JR. LRCOSTAJR@UOL.COM.BR

CAMPINAS

Negacionismo fatal

O editorial A urgência da CPI da pandemia (27/2, A3) tem seus argumentos reforçados pela opinião de vários especialistas sobre a gravidade da situação, na mesma edição do Estado. Mas, mais do que uma CPI, a sociedade deveria cobrar o presidente da República por suas atitudes de desrespeito à ciência e aos protocolos de enfrentamento da pandemia. Membros influentes da sociedade, no entanto, estão quietos diante de atitudes – incentivo ao não uso de máscaras, aglomerações, propagandear tratamentos sem comprovação – que, a meu ver, são criminosas. Estou errado?

MÁRIO CORRÊA DA FONSECA FILHO MARIO@GMOCOACHING.COM.BR

SÃO PAULO

Fique em casa

Estamos sem presidente, sem ministro da Saúde, sem vacinas, sem vagas em hospitais e sem paciência para tanta estupidez.

CARLOS A. IDOETA CARLOSIDOETA@YAHOO.COM.BR

SÃO PAULO

Desinformados

A declaração do ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, à Polícia Federal, de que o governo federal não sabia da crise de oxigênio em Manaus não resiste à menor análise. Afinal, o presidente desde sempre afirmou ter na Abin, vinculada ao GSI, sua fonte prioritária de informações estratégicas. Ora, a covid-19, inimiga n.º 1 da população, certamente foi monitorada pelo serviço de informações. Ou faltou inteligência (o que não me surpreenderia)? Definitivamente, falharam.

JOSÉ SIMÕES NETO JSMANTRAREG@GMAIL.COM

SÃO PAULO

De cabeça para baixo

O presidente Jair Bolsonaro parece governar o País com a ficha de avaliação de cabeça para baixo, mas propício à sua intelectualidade. Senão, vejamos: o ministro da Saúde, general de Intendência, confunde a geografia dos Estados, atrapalha-se com as quatro operações e atropela a logística, mas se mantém firme e elogiado pelo chefe, que manda e ele obedece. Na outra ponta da folha, lá embaixo, o presidente da Petrobrás, Roberto Castello Branco, saneia a empresa, que dá o maior lucro trimestral da sua história, mas é sumariamente demitido.

ABEL PIRES RODRIGUES ABLROD@TERRA.COM.BR

RIO DE JANEIRO

Corrupção

Passando a boiada

Interessante o presidente da Câmara dos Deputados rejeitar o rótulo de PEC da impunidade e pedir respeito à proposta de emenda constitucional. Ele alega não ver onde o Legislativo esteja ofendendo outro Poder. Mas não é disso que se trata, e sim de desrespeito à Constituição! Essa PEC é tão desprovida de lógica que mais parece um balão de ensaio para parlamentares conseguirem o que querem. Está por demais visível. Essa PEC, porém, fere uma cláusula pétrea da Carta Magna, a de que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza (artigo 5.º). Seu objetivo, na verdade, é apenas criar uma casta impune de violadores do Código Penal. Afinal, o presidente da Câmara, que é também o líder do Centrão, assim como muitos dos demais deputados respondem a processos penais na Justiça, logo, estão legislando em causa própria. O recém-eleito presidente da Casa está imitando a tática do ministro do Meio Ambiente, que vai arrasando os nossos biomas enquanto o coronavírus vai ceifando a vida de mais de 250 mil brasileiros. Arthur Lira tenta passar essa boiada legislativa aproveitando o caso do deputado preso, que está fazendo o papel de boi de piranha.

GILBERTO PACINI BENETAZZOS@BOL.COM.BR

SÃO PAULO

Respeito

Quem pede respeito ao sr. Arthur Lira somos nós. Os 212 milhões de brasileiros – com 253 mil famílias chorando a perda de entes queridos, subjugados pela pior tragédia sanitária e econômica em cem anos – assistem, incrédulos e envergonhados, a seus legisladores zombarem do princípio constitucional da igualdade perante a lei. Talvez seu histórico pessoal de embates com a Justiça explique, mas jamais justifica a condução de tão indecente projeto de impunidade parlamentar, afundando nossa cidadania num lamaçal. Com razão o Congresso afunda no descrédito.

HONYLDO ROBERTO PEREIRA PINTO HONYLDO@GMAIL.COM

RIBEIRÃO PRETO

Impunidade total

O projeto de impunidade parlamentar só vai acabar enchendo o Congresso de bandidos. Nenhum outro lugar permitirá tantos crimes. Vergonha!

LUIZ FRID LUIZ.FRID@GLOBOMAIL.COM

SÃO PAULO

Vapt-vupt

Incrível como nosso Parlamento dá tramitação veloz a projetos para resolver os problemas dos seus membros, sem muitas reuniões nem blá-blá-blá. Já as questões que interessam ao povo são conduzidas a passo de tartaruga e levadas ao forno da irresponsabilidade em banho-maria. Por falar nisso, como andam as negociatas sobre as reformas administrativa e tributária, entre outras tantas?

MARCOS ANTONIO VANCETO MCVANCETO@GMAIL.COM

PIRACICABA


Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

OBEDECENDO A ORDENS

Estamos vivendo a maior crise sanitária que o Brasil já teve, com mais de 250 mil mortos, no entanto o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, se nega a falar com a imprensa sobre as providências que está tomando. Provavelmente não deve ter nem ideia do que falar. Será conhecido na história como o "ministro da doença".


Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo


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MORTE QUE SEGUE


Um ano após o registro da primeira morte no País por covid-19, o Brasil do negacionista, irresponsável e retrógrado desgoverno bolsonarista acaba de ultrapassar a impressionante marca de 250 mil óbitos, atrás apenas dos EUA no ranking mundial. Pelo andar dos acontecimentos, por causa da insuficiência de vacinas, à deficiência na logística de distribuição e à circulação de novas variantes do vírus, mais agressivas e com maior capacidade de disseminação, tudo indica que esse macabro número só fará crescer nos próximos meses. Em vez de vida, é morte que segue. Oremos...


J.S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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MOMENTO DE REFLEXÃO 


A pandemia continua ceifando vidas. São mais de 250 mil vítimas desde o ano passado. E o pior, não há perspectiva de quando nos livraremos desse mal. Efetivamente, é preciso a união de todos contra o vírus. E começa em casa, obedecendo às determinações dos especialistas, com isolamento  social, uso de máscaras e não participando de aglomerações. E os organismos públicos precisam se entender e agir de forma coordenada. O momento exige muita reflexão. 


Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos


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ROTA DE COLISÃO


Especialistas têm recomendado que se faça um lockdown  em nível nacional – pelo menos durante 21 dias – como forma de evitar um colapso maior no sistema de saúde, uma vez que a situação provocada pela covid-19 – notadamente ainda mais grave por causa do aparecimento de novas cepas – corre o risco de matar mais gente por absoluta falta de atendimento. Para ter uma ideia do tamanho do problema, dia 25 houve recorde diário de toda a pandemia, com 1.582 vítimas fatais. A maioria dos Estados, que continuam sem o devido apoio e amparo do governo federal, por total imperícia, descaso e, até, falta de planejamento, vê-se estrangulada pelo governo e negacionismo de um "chefe" que continua achando que as medidas preventivas (até o uso da máscara ele vem refutando) são "desnecessárias, afetam a economia, politiqueiras e coisa de maricas". Sem falar na vacina que "pode transformar pessoas em jacarés" e naqueles que pactuam com Bolsonaro ao propor uma vida "normal", mandando pessoas voltar para as ruas, ao trabalho (muitas vezes sem nenhuma necessidade de retorno), etc.


João Di Renna joao_direnna@hotmail.com

Quissamã (RJ)


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COLAPSO À VISTA


A Noruega e a Finlândia juntas perderam 1.364 pessoas para o coronavírus no período de um ano. A Coreia do Sul perdeu 1.581 cidadãos em 365 dias. No dia 25/2/21 morreram 1.582 pacientes no Brasil. Os hospitais brasileiros caminham para um colapso geral. Onde estão os hospitais de campanha? Para onde foi todo aquele dinheiro destinado aos respiradores e equipamentos de CTI adquiridos em 2020? A quadrilha embolsou o dinheiro público mais uma vez.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

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LAMENTÁVEL 


Lamentáveis 250 mil mortes, por falta de planejamento; lamentável está o Brasil neste momento; lamentáveis até o momento as opções para 2022, pois estamos órfãos em razão do desgoverno e de uma oposição desunida e lutando pelo poder inescrupulosamente. Em um segundo turno na eleição temo a lamentável escolha de Sofia. Lamentável.


Claudio Baptista clabap45@gmail.com

São Paulo


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ORGIA DA PEC DA IMPUNIDADE  

Com aval de Jair Bolsonaro, o investigado e já réu em duas ações, presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) sem permitir que fosse debatido na Casa, como exige uma emenda à Constituição, acelera para aprovar a PEC da Blindagem. Ou literal PEC da impunidade...  Que vai garantir a um deputado ou senador, por qualquer crime que venha a cometer jamais seja preso, como ocorreu com o deputado Daniel Silveira (PSL-RJ). Que já era investigado, e, ameaçou ministros do STF, e ainda fez apologia a favor do excrescente ato Institucional AI-5, criado na ditadura militar de 1964. Essa é uma PEC que afronta a Nação! E, se for aprovada, vai beneficiar, também  Silveira, que ficará livre de sua prisão. Assim como todos esses parlamentares eleitos nas urnas, como o réu Arthur Lira...  E, se o Senado, também ratificar dando seu aval, certamente, o STF será chamado a reverter essa vergonha da PEC da Blindagem. Diga-se, mais para   falta de escrúpulos dos que apoiam esse excrescente projeto.  Que em meio a essa dor até aqui de mais de 250 mil mortes pela covid-19, sem vacinas, altíssimo nível de desemprego, aumento da pobreza, com a nossa economia se afundando, ainda assim o nosso Parlamento, se dá ao desplante de desafiar a população brasileira!  O que, deve também estar deixando esfuziante o Bolsonaro! Que também tem desafiado as nossas instituições, e, para proteger a sua família, amigos, e o Centrão, também se nega a combater a corrupção...  Ou seja, golpe completo... 


Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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PEC DA IMPUNIDADE

Quer dizer que auxílio emergencial pode esperar. Nada de pressa para acudir o povo que passa fome, a pressa mesmo é livrar os parlamentares dos crimes que cometem, cometeram e ou cometerão. A PEC da impunidade sairá a jato? Estamos vendo toda movimentação do Congresso que foi rápido em atender ao Supremo, porém perceberam que o apoio para a prisão do deputado Daniel Silveira deixou aberta a possibilidade de serem presos também. O Congresso sabe trabalhar e decidir quando se trata de livrar a própria pele. Quanto ao povo, ora essa, que espere. O povo não se cansa de ser trouxa.


Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo


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CONGRESSO NACIONAL & IMUNIDADE PARLAMENTAR


Com acompanhamento de Lira, os nobres parlamentares ensaiam a “Ode à Impunidade”, “andante ligeiríssimo em dolo maior”. Sim, com passos largos, antes que mais um delinquente desafine, saia do tom e vá em cana...

 Ademir Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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IMPUNIDADE  

Onde está a indignação do nosso  general Villas Bôas com a PEC da Impunidade, que nos quer botar goela abaixo o presidente da Câmara, aquele apoiado pelo seu pupilo Jair Bolsonaro? Nenhum tweetzinho?

José Eduardo Zambon Elias zambonelias@hotmail.com



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IMUNIDADE OU IMPUNIDADE VERGONHOSA

A Câmara dos Deputados, sob nova direção, está com pressa para a aprovação relâmpago da PEC da impunidade (vulgar imunidade) parlamentar. Entre as “inovações”: a inafiançabilidade do crime cometido deve ser prevista na Constituição; o local da prisão deverá ser a respectiva Casa (Senado ou Câmara dos Deputados); previsão expressa de possibilidade de conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva. Fica evidente que o objetivo básico é dificultar a prisão do parlamentar, independentemente se ele mandou matar alguém, tentou esconder dinheiro ilícito em malas e cuecas ou fez apologia à ditadura e tentou intimidar o Judiciário. Sabendo como são os nossos “pobres” parlamentares, a sociedade, os meios de comunicação e, quem sabe, a OAB deverão combater esse convite a mais delinquência!


Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo


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SEIS OU MEIA DÚZIA?


Lira defende a PEC da blindagem e nega que projeto garanta imunidade a parlamentares (Estado, 25/2). O Dicionário Houaiss da língua portuguesa identifica imunidade parlamentar em um sentido mais amplo, atribuindo direitos e privilégios decorrentes de cargos ou funções de quem os exerce. Segundo o mesmo dicionário, blindar significa proteger com revestimento resistente, preservar e guardar. Para mim, Lira está comparando duas coisas iguais.  


Cláudio Moschella   arquiteto@claudiomoschella.net 

São Paulo


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COMISSIONADOS DO LEGISLATIVO

Frequentemente são apresentados números mostrando que nas Casas Legislativas o número de funcionários efetivos, concursados, é muitíssimo menor que os comissionados, os quais frequentemente não se sabe o que fazem, se é que fazem. Sem dúvida, há irregularidade nessa área, tais como as rachadinhas e os “funcionários fantasmas”. Aqui, de fora, nós, eleitores, só podemos reclamar, e, como as reclamações não adiantam nada, a situação piora ano a ano.  Essa não é uma situação própria para investigação por parte do Ministério Público e suas Promotorias de Justiça? Se for, por favor, não se façam de rogados.


Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br

Cotia


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ELOGIO AOS PRESIDENTES DA DITADURA MILITAR DE 1964

Intolerável o comportamento do presidente Jair Bolsonaro que em manifestação à imprensa elogiou os presidentes da ditadura de 1964 Humberto de Alencar Castelo Branco, Artur da Costa e Silva, Emílio Garrastazu Médici, Ernesto Geisel e João Figueiredo, presidentes que contribuíram para rasgar a Constituição da República, cassaram mandatos populares sem direito à defesa e foram coniventes com prisões ilegais e a prática da tortura!

Uma vergonha este tipo de comportamento do presidente Jair Bolsonaro! A Câmara dos Deputados e o Senado Federal deveriam convocá-lo para explicar este comportamento antidemocrático.


Marcos Tito marcostitoadvogados@gmail.com

Belo Horizonte


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O PASSADO NO FUTURO

Com a troca da presidência da Petrobrás pelo presidente Bolsonaro, fica claro que o interesse não é a eficiência administrativa do governo, mas  puro populismo eleitoral. Estamos indo por um  caminho com difícil retorno.


Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo


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PETROBRÁS


A interferência inadequada na direção da Petrobrás por parte  do ocupante do cargo maior da  República mostra mais uma vez que falta um sistema adequado de encaminhamentos. As reações foram imediatas, com bilhões de prejuízos, aumento  do valor do dólar, queda da Bolsa de Valores entre outros. O mínimo que se espera é que o governo tenha ações de especialistas em cada área, com a devida autoridade nos posicionamentos. Cabe então a indagação, ou seja, efetivamente, qual o programa nacional do atual governo? E qual será a  próxima imposição?


Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos


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RICARDO SALLES 


O Ricardo Salles está “dodói” de covid-19, mas apareceu sem máscara na posse do novo ministro da Cidadania. Depois de um tempo sumido, ressurgiu incumbido de uma tarefa muito importante: sensibilizar o presidente Biden a ponto de convencê-lo a doar dinheiro para a Amazônia. Agora o sr. Salles precisa mostrar serviço de verdade para a região da Amazônia, pois até agora quem trabalhou na região foram os “exploradores”.


Tomomasa Yano  tyanosan@gmail.com

Campinas

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PETROBRÁS     

Conforme noticiado, em 2020 a dívida total da Petrobrás sob a "incompetente" gestão do ex-presidente Roberto Castello Branco foi reduzida em nada menos que US$ 11,6 bilhões, para US$ 75,5 bilhões, enquanto a dívida líquida no fim do ano somou US$ 63,2 bilhões, uma queda de US$ 5,7 bilhões ante o fim de 2019. No quarto trimestre do ano passado, a petrolífera registrou o fabuloso lucro líquido de R$ 59,9 bilhões, um impressionante salto de incríveis 635% (!) ante igual período de 2019, performance muito superior à esperada por analistas e a maior para um trimestre desde 2008. No acumulado do ano, a empresa conseguiu um resultado positivo de R$ 7,1 bilhões. Diante de números tão expressivos, deve ser por isso que o "competente" presidente Bolsonaro demitiu o executivo que levou a estatal ao azul. Pobre Brasil...


J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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LUCRO DA PETROBRÁS  

Conforme prestação de contas do presidente anterior da estatal, Sr. Roberto Castello Branco, podemos deduzir que o lucro obtido foi graças à exploração dos brasileiros. É muito fácil ser competente ao utilizar-se de uma tabela com o preço do barril do petróleo fixado no mundo. Competente seria vender abaixo do preço da tabela e com lucro, ou seja, sem explorar o povo (seu maior consumidor). O Brasil deveria tornar-se um país comunista e preocupar-se com o seu povo e não com o bolso dos outros.


Franz Josef Hildinger franz_listas@yahoo.com.br


Praia Grande


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 ‘ESTADÃO’ NA LIDERENÇA

Cumprimentos ao Estadão nosso de cada dia por ter batido o recorde de acessos em sua versão digital de novembro de 2020,tendo fechado janeiro deste ano com o expressivo crescimento de 21,6% em sua audiência online em relação ao mesmo período do ano anterior, com nada menos que 36,4 milhões de visitantes únicos, segundo dados do Google Analytics. Em janeiro deste ano, o jornal seguiu na liderança em circulação de exemplares impressos entre veículos de São Paulo e do Rio de Janeiro, com uma média diária de 79.892 mil exemplares, ante 76.370 mil de O Globo (RJ) e 63.353 da Folha de S.Paulo. Que siga na dianteira daqui por diante, como o mais importante e influente jornal diário do Brasil e da América Latina.

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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