Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

03 de março de 2021 | 03h00

Desgoverno Bolsonaro

Novos impostos

A Lei de Responsabilidade Fiscal determina que a cada “bondade” do governo deve corresponder um aumento de arrecadação de igual valor. O preço da atual “bondade” é de aproximadamente R$ 3,5 bilhões, com isso o diesel e o gás de cozinha ficarão mais baratos. A pergunta que pode ocorrer a algum curioso: e por que se fala em aumentar o valor das emendas parlamentares em R$ 18 bilhões, algo acima de 100% do valor atual, de pouco mais de R$ 16 bilhões? E se no futuro, mantida a política de paridade com os preços internacionais, se é que será mantida, o preço do barril de petróleo cair, esse aumento será anulado? A experiência mostra que, infelizmente, a possibilidade de isso ser feito é mínima. Basta lembrar que em resposta à crise asiática, em 1998, a alíquota máxima de Imposto de Renda da Pessoa Física subiu de 25% para 27,5%. A crise asiática passou e o aumento provisório virou definitivo. Não se discute se o aumento era justo ou não, constata-se que nada é mais permanente do que algo provisório quando se trata de arrecadar. O preço da gasolina, do diesel, do gás de cozinha não são os únicos vilões dessa história. E os preços do arroz, da carne, do óleo de soja? Vamos, a exemplo do que fez o presidente Sarney, caçar boi no pasto e arroz nos terminais marítimos? Alguém já calculou os absurdilhões que nos custa a máquina administrativa, com seus penduricalhos diversos, insólitos, escandalosos? Dá menos trabalho uma canetada do que enfrentar um problema. É d’escachar!

ALEXANDRU SOLOMON ALEX_SOL@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Aumento tributário dos bancos

Exmo. sr. presidente, os banqueiros formam a classe mais ingênua de empresários do Brasil e, por isso, vão aceitar passivamente os aumentos de impostos, não os repassarão aos juros, estes não aumentarão nem pressionarão a inflação... Tampouco vai precisar cortar gastos com funcionalismo público, leite condensado, etc...

CÁSSIO M. REZENDE E CAMARGOS CASSIOCAM@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Inoperância

O ministro Paulo Guedes diz que só sai do governo se alguém mostrar que ele está fazendo “algo muito errado”.

O problema não é esse, mas deixar de fazer “algo muito certo”.

ROBERT HALLER ROBELISA1@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Novo titular da Economia

O ministro da Economia já disse que prefere sair se não puder levar o País para o rumo correto. E as notícias nos mostram que o substituto natural de Guedes é o senador Flávio Bolsonaro. Ele aplicou em imóveis no Rio, ganhando 300% em pouco tempo, comprou uma mansão financiando R$ 3 milhões em 30 anos a juros baixíssimos, que ninguém consegue, e terá de pagar R$ 18 mil por mês, com um salário líquido de R$ 25 mil. Um craque das finanças!

ALDO BERTOLUCCI ALDOBERTOLUCCI@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Árvore das patacas

Parabéns à família Bolsonaro pelo extraordinário sucesso financeiro. Desta vez, Flávio Bolsonaro conseguiu comprar uma mansão de R$ 6 milhões com suas economias políticas.

CARLOS GASPAR CARLOS-GASPAR@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Ronaldinho dos negócios II

Eita, lojinha de chocolate danadinha de boa!

CECILIA CENTURION CECILIACENTURION.G@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Rachadão

Investigado por suspeita de enriquecimento ilícito no caso das rachadinhas, o senador só dá munição à Justiça e à oposição.

J. A. MULLER JOSEALCIDESMULLER@HOTMAIL.COM

AVARÉ

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Pandemia

Assim como o Exército compromete sua trajetória ao endossar os desatinos do atual governo federal, o Senado, na figura de seu presidente, pode ser responsabilizado pela omissão na instituição de uma CPI para tratar de tão grave assunto. Os fatos estão postos e é função do Legislativo fiscalizar o Executivo. Ao se furtar à obrigação, demonstra a pouca preocupação que tem para com a população e se torna fiador do grave crime contra a humanidade que está sendo cometido neste país.

JOSÉ ANTÔNIO FARINA JOSEASFARINA@GMAIL.COM

POÇOS DE CALDAS (MG)

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‘É preciso parar esse cara’

Acerca dessa manifestação do senador Tasso Jereissati, a Nação precisa perceber que conduziu ao Executivo um indivíduo afetado por desequilíbrio mental. Isso é evidenciado pelo comportamento descolado da realidade, vivendo uma fantasia mística (o “mito”) em que narcisismo e messianismo alimentam sua paranoia. Pior é que a baixa instrução da população, associada à cupidez da classe política, mais o segmento evangélico fanatizado estão ajudando um desequilibrado a conduzir o Brasil à bancarrota. Os eleitores precisam reagir.

NELSON FREDERICO SEIFFERT NFSEIFFERT@OUTLOOK.COM.BR

FLORIANÓPOLIS

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Mea culpa

Como se diz, errar é humano, repetir o erro é burrice. No desespero de expulsar o PT da Presidência, elegemos uma figura tão ruim ou pior. Confesso estar entre os que cometeram tal imprudência. Errei e me arrependo amargamente. Do Congresso, não é novidade, nada se pode esperar, a não ser a venda de apoio a quem tiver a chave do cofre, portanto, esqueçamos CPI ou impeachment. Mas o que necessita de profundo estudo psicológico ou psiquiátrico é a existência de bolsonaristas tão radicais quanto petistas, farinha do mesmo saco com sinal trocado, cegos e surdos a qualquer argumento ou evidência. Como explicar os 30% que ainda dão apoio ao “presidente”? Erramos e estamos pagando caro. Chega de votar no “menos pior”. Eu aprendi: doravante, voto com convicção ou pago a multa. Chega de aventuras!

HELEO POHLMANN BRAGA HELEO.BRAGA@HOTMAIL.COM

RIBEIRÃO PRETO


Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

BRAGA NETTO

O general Braga Netto, atual chefe da Casa Civil do governo federal, tornou-se conhecido nacionalmente quando assumiu, durante o governo de Michel Temer, o comandado da intervenção federal na área da Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro. Sua gestão foi elogiada, mas ao final deixou um rastro de incapacidade gerencial do orçamento de R$ 2 bilhões disponíveis para reaparelhar os órgãos de segurança do Rio de Janeiro. Depois de dois anos não foram gastos totalmente e parte foi devolvida ao governo federal. Fez-me lembrar de um antigo prefeito da minha cidade – interior de São Paulo –, prestigiado interventor durante a ditadura Vargas, acabou reeleito, como gestor era uma lástima. Costumava economizar e manter uma reserva – certa feita chegou a emprestar dinheiro para outro município da região, deixando a sua cidade sem calçamento e esgoto por décadas. Então, Braga  Netto,  também com fama de competente interventor, aportou à Casa Civil. Logo se enveredou pela polêmica de sua filha ser indicada  para cargo de confiança na administração pública. Mais adiante,  foi incumbido de aproximar-se do ex-ministro Mandetta para mantê-lo com a "rédea-curta". Suas intervenções indiscretas nas entrevistas diárias – quando Mandetta queria descriminar com detalhes a evolução da crise na saúde –, como qualquer tipo de censura, foram alvo de nemes pela rede social. O auge de suas incursões – digamos: extracampo! – foi a entrevista que concedeu na companhia de seu colega general Ramos, ministro motociclista ao molde do bolsonarismo, para  tentar persuadir a população de que a pandemia não era perigosa como a mídia e a oposição pregavam e que as mortes estavam comportadas e – numa platitude inconcebível – quiseram compará-la com outras doenças que, infelizmente grassam pelo País, como a dengue, tuberculose e outras que ressurgiram pelo abandono da imunização. A partir desse evento, desastroso sob todos os aspectos, Braga Netto realmente se conteve, preservando-se no seu espaço de influência no âmbito restrito da  Casa Civil. Ainda assim, ficou a lição – não é a pessoa mais indicada para tornar a precariedade do governo Bolsonaro em algo mais palatável – de que a discrição ou sisudez não revelam competência ou sabedoria.


Noel Gonçalves Cerqueira noelcerqueira@gmail.com

Jacarezinho (PR)


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PRESIDENTE


Bolsonaro está desmontando e predando o Brasil. O que fazer?

Etelvino José Henriques Bechara ejhbechara@gmail.comSão Paulo

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TOMA LÁ POUCO, DA CÁ MUITO

O presidente está certo em detalhar quanto repassou para os Estados. Agora, é hora de mostrar quanto arrecada em cada um deles, quanto custa manter cartões corporativos, assessorias e, se possível, gastos com apoiadores em todos meios de comunicação. 


Carlos Gaspar carlos-gaspar@uol.com.br

São Paulo

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FARSANTE  


Não entendo como os ainda eleitores do presidente Bolsonaro não perceberam que as promessas de campanha dele foram uma grande farsa. É só ver para onde estamos indo...


Luiz Frid luiz.frid@globomail.com


São Paulo

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FIQUE EM CASA

Resguarde-se e fique em casa... no dia da eleição.

Depois da PEC da impunidade, só falta prenderem Moro e Dallagnol e exigirem  a devolução do $$$$ recuperado pela Lava Jato para os criminosos!

 

Cecilia Centurion ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo

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DELTAN

Se o Deltan Dallagnol era de direita pros petistas e agora é de esquerda pros bolsonaristas, ele é o cara certo. Viva o Deltan!

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

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COVID-19 – RESPONSABILIDADE


Este texto é dirigido especialmente às pessoas que teimam em não seguir as recomendações das autoridades sanitárias e dos administradores públicos responsáveis, para que não façam aglomerações, usem máscaras, não promovam ou participem de  festas e baladas e mantenham ao máximo o distanciamento social.

Olhe-se num espelho e reflita.  Como você receberá a notícia que um parente próximo, por exemplo: pai, mãe, avós, tio, amigo do peito, está contaminado, e a causa principal foi você, por sua irresponsabilidade de não ter seguido as recomendações de cuidados para evitá-la? E se esse seu próximo for a óbito?

Você se sentirá um criminoso culposo?  Você baterá no peito e dirá que é bolsonarista, não é marica, e que todos têm que morrer um dia?  Você convidará o presidente para o velório?  Você dirá “e daí”?

Pense bem, mude de comportamento, antes que a desgraça o atinja, e você carregue o arrependimento por toda sua vida.

O diabo anda à espreita, e não escolhe  nível social, cor, sexo, idade, nacionalidade, etc.

Adib Hanna adib.hanna@bol.com.br

São Paulo


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A vacinação  no Brasil ainda está em quantidade insuficiente. Faltam vacinas e com isto os municípios fazem escalas levando em consideração a idade dos moradores. É uma situação preocupante, mas felizmente dirigentes de  Estados se  mobilizam para superar o problema. Mais do que nunca, no entanto, a população  precisa respeitar as orientações dos especialistas. A máscara, o isolamento social e não participar de aglomerações  são questões de muita relevância.


Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos


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O CAOS SOB BOLSONARO

O despreparo do ministro Pazuello sobre os fenômenos saúde/doença, especialmente com relação à pandemia de covid-19, agravado pelo péssimo assessoramento das centenas de militares que infestam o Ministério da Saúde, o leva a afirmar a bobagem de culpar as variantes do vírus pelo caos sanitário em Manaus e que está se espalhando pelo restante do País. Deixa de considerar as reais causas, entre elas o descontrole das medidas restritivas de proteção à vida e à saúde da população, como o distanciamento social, uso de máscara, apoio ao “lockdown”, entre outras. Parece que não aprendem nem com os exemplos de sucesso no controle dessa pandemia por outros países. A subserviência gerada pelo “um manda e outro obedece” não considera que “ordem errada não se cumpre”,  o que antigamente era um princípio na vida militar. Triste Brasil sob o desgoverno Bolsonaro.

Walter Wanderlei Amoras wwamoras@gmail.com

Belém


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A CANETA DO IGNORANTE EM MEDICINA

O presidente, aparentemente, acredita piamente no fato de que quem tem o cargo de comando em uma administração pública civil pode, com sua assinatura, determinar o que deve ser feito ou não. Oriundo da carreira militar, entende que pode comandar o País ao seu bel-prazer, pois ele tem a caneta que assina a nomeação e a destituição de quem quiser.  Baseado nessa teoria absurda e em plena pandemia inédita para as atuais gerações, exonerou um médico competente no Ministério da Saúde e nomeou em seu lugar um general trapalhão. E por favor, não entendam tal frase como um desrespeito ao titular daquela pasta. Em uma entrevista, o dr.Luiz Henrique Mandetta, resumiu muito bem o porquê da trágica administração de um oficial do Exército à frente da Saúde: “Não é lugar de mando, mas de liderança, que se impõe pelo conhecimento do sistema, da doença. Ele não tem conhecimento do sistema, da doença, nem do ser humano”. Acrescento um fator aos relacionados pelo ex-ministro da Saúde. Ao contrário do que ocorre no Exército, na administração pública civil, o subordinado não pode obedecer a uma ordem ilegal do seu superior. Ao contrário, deve denunciá-lo imediatamente para os superiores de ambos. Portanto, quando o atual ministro declarou publicamente que o presidente manda e ele obedece, na verdade, desobedeceu à determinação do Estatuto do Servidor Público Federal. Como consequência, o presidente, totalmente ignorante em medicina, passou a comandar o combate à epidemia, por ter a caneta. Como a caneta não é varinha mágica, hoje chegamos ao nefasto número de 255 mil mortos pelo vírus. E com os hospitais chegando ao ponto de colapso. Se um painel de cientistas da revista científica The Lancet, especializada em Medicina, apontou que 40% das mortes pelo vírus poderiam ter sido evitadas nos Estados Unidos, não fosse a política de Trump, aqui esse número poderia chegar a 50%, por culpa da atuação extremada do nosso presidente.

 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

 


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HIDROXICLOROQUINA DOADA POR TRUMP ENCALHA NO BRASIL

Pode despejar na sala do presidente, já que ultimamente ele não tem sido visto por lá.

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo


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A QUE PONTO CHEGAMOS

Infelizmente a situação de Saúde Pública  no Brasil  está mais complicada do  que poderíamos imaginar. Quem diria que aqui no Estado do Paraná, que é um dos Estados mais ricos da União, a Secretaria da Saúde de Cascavel teve que recorrer ao zoológico da cidade para conseguir respiradores que eram usados no tratamento de animais. Pelo visto a vaca foi pro brejo.


Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com


Jandaia do Sul (PR)


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CAPITAL SOCIAL EM DECLÍNIO


A inabilidade política do ser humano no Brasil, notadamente, demonstra-se exacerbada: percebe-se um processo de desumanização crescente com o aumento da gravidade da pandemia.

BRUNO FERNANDO RIFFEL  brunofriffel@gmail.com

Araxá (MG)


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PANDEMIA - ANTIVIRAIS PARA SARS-COV- 2

O Estado publicou esclarecedora matéria sobre a ineficiência da terapia antiviral durante a ocorrência da covid 19. O grande problema nesta situação é que o agente viral já está instalado nas células, onde é pouco alcançável pelas drogas antivirais. Isto explica por que várias drogas se mostram efetivas apenas em laboratório – são utilizadas antes ou concomitantemente à infecção pelo vírus nas culturas celulares. Nos doentes, a entrada nas células já ocorreu de 1 até 14 dias antes do primeiro sintoma – o período de incubação. Por isso há pouquíssimos antivirais efetivos nas doenças agudas, e alguns poucos para doenças crônicas. Como relatado, há a perspectiva de que alguns antivirais possam mostrar efetividade para covid-19, mas no futuro. Isto não significa que a assistência ao doente seja inútil, pois várias outras drogas podem oferecer vantagem clínica, assim como a avaliação da necessidade de tratamento hospitalar. Está claro que o melhor a fazer é prevenir – vacinar –, e não confiar em tratamentos sem respaldo.

 

Bernardo Ejzenberg bernardoejzenberg@yahoo.com

São Paulo

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UMA NAÇÃO DE IGNORANTES RESIGNADOS

O grande problema nacional do Brasil finalmente veio à tona, durante esta tragédia do coronavírus: a ignorância generalizada da nação, do presidente da República ao mais miserável morador de rua, deste país de faz de conta que é civilizado e adiantado. Somos uma República de pessoas alienadas de conhecimento e cultura e resignadas em sua condição marginal ao progresso dos demais povos. Uma elite rica e instruída num oceano de ignorância e pobreza física e mental, no Brasil de todas as injustiças.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

 

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REFORMA ELEITORAL

A reforma eleitoral, para ser bem-sucedida , precisa de uma só providência: EXTINÇÃO DO FUNDO PARTIDÁRIO. Não é admissível que nós, contribuintes, tenhamos que sustentar "lojinhas" de caciques políticos que só querem usar o dinheiro em benefício próprio. Partido político é uma entidade privada; então que seus filiados a sustentem.

Luiz Antonio Amaro da Silva zulloamaro@hotmail.com

Guarulhos


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QUE PAÍS É ESTE?


Temos um presente da República  terraplanista, que não acredita na ciência e enaltece a subjetividade, preocupado unicamente com a sua reeleição; um presidente do Senado que coloca em pauta o fim do piso com gastos naa saúde e educação; por fim, um presidente da Câmara, réu em ações penais, preocupado com a impunidade dos parlamentares. Tudo isso em meio a uma pandemia implacável com mais de 255 mil mortos.


Pedro Luiz Leopardi leopardi73@gmail.com


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PRIVATIZAÇÕES

Sou favorável à privatização de toda e qualquer empresa estatal federal, estadual ou municipal. O contribuinte e cidadão comum quer ver empresas livres de roubalheiras, desvios, parasitismo, favorecimentos e interferências de políticos e sindicatos mercenários. 

André Luis Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas SP

 

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SUSPEIÇÃO DE DESEMBARGADORES

Causa muita estranheza o fato de nosso Judiciário, um dos mais lentos e caros do mundo, estar gastando seu tempo com filigranas decorrentes de pirataria e não examinando com profundidade as provas dos crimes cometidos pelo ex-presidente Lula, e agora também a suspeição contra os desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) como mostra a notícia Fachin pauta julgamento de recursos de Lula pela suspeição de desembargadores (1/3, Política, A6). Está na hora de o nosso Judiciário dedicar o seu tempo ao exame de matérias de interesse da sociedade que lhe sustenta, e não com o exame de material de pirataria e filigranas.


José Elias Laier – joseeliaslaier@gmail.com


São Paulo


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RIO: FAVELÃO SEM SOLUÇÃO

A extrema degradação e a precariedade urbana da cidade do Rio de Janeiro saltam aos olhos em qualquer canto da cidade. O centro, totalmente abandonado, sujo, com péssimo calçamento e com todo o mobiliário urbano em péssimas condições, é hoje dormitório para centenas de moradores de rua. O empobrecimento generalizado do Estado do Rio decorre de péssima gestão, corrupção e absoluta falta de projeto por décadas, seja para a cidade ou para os seus moradores. O Rio não tem dinheiro, não tem renda e inexistem projetos que façam grandes capitais aportarem na cidade. O Brasil, sem conseguir extirpar grande parte da absurda carga tributária que empobrece as pessoas e sem fazer uma imensa conversão das dívidas públicas em produção de moeda, moeda que venha a ser injetada na economia via grandes obras de infraestrutura, gerando emprego e renda, não sai do buraco. Enquanto o Brasil ficar gastando trilhões apenas para ficar dando esmolas para as pessoas, este país só afunda cada vez mais na absurda pobreza que se torna generalizada. 

Paulo Roberto da Silva Alves pauloroberto.s.alves@hotmail.com


Rio de Janeiro


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RIO, CIDADE MARAVILHOSA

O Rio de Janeiro, ao completar 456 anos de fundação, apesar de todas as dificuldades que enfrenta, continua sendo a Cidade Maravilhosa que o Brasil e o mundo reconhecem. Para que a cidade possa aumentar sua capacidade de atrair mais turistas, precisa que suas lideranças equacionem seus atuais problemas como a segurança pública, que permitirá que possa se tornar o maior polo turístico nacional, quiçá do continente sul-americano.


José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com


Rio de Janeiro 


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Todos esses anos de paisagem viraram amor, e olha que cheguei a pensar que suas curvas eram muito para mim... 456 anos dormindo juntos, acho que são bodas de beleza, sei lá, pouco importa, hoje é só mais um dia de gratidão. Te amo!

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói








 

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