Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

13 de março de 2021 | 03h00

Pandemia e desgoverno

Patrono do caos

Bolsonaro: “Em breve poderemos ter invasões e fogo em ônibus”. Isso se chama incitação à baderna e à violência!

ROBERT HALLER ROBELISA1@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Cemitério do mundo

O país que outrora se anunciava como o celeiro do mundo está se transformando no cemitério do mundo. A incompetência dos governantes e a indiferença de muitos têm levado ao descontrole da epidemia. Não bastasse o Brasil ser visto como pária, agora também é visto como ameaça à saúde global. O gigante não está apenas adormecido, está muito doente.

VALTER VICENTE SALES FILHO VALTERSAOPAULO@YAHOO.COM

SÃO PAULO

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Nova nobreza

Inacreditável: para conseguir aprovar a PEC do auxílio emergencial o governo teve de aceitar que o funcionalismo continue a receber aumentos de salários e benefícios, apesar da crise! Os donos do poder não conseguem perceber a crise humanitária por que passa a Nação?

PEDRO PAULO COUTO PEDROPAULOCOUTO@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Ditadores de regras

Infelizmente, falou mais alto o corporativismo dos servidores públicos, são eles que ditam as regras neste país. E com a cumplicidade do Planalto e do Legislativo se negam a colaborar com algum sacrifício para ajudar nas contas públicas e na travessia desta grave pandemia.

PAULO PANOSSIAN PAULOPANOSSIAN@HOTMAIL.COM

SÃO CARLOS

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Corrupção

Imparcialidade x legitimidade

O Estado de ontem nos trouxe, em seu Espaço Aberto (A2), duas faces sobre o tema imparcialidade do juiz, ao ensejo do recente julgado sobre Lula da Silva, ainda em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF). De um lado, renomado advogado e, do outro, renomado sociólogo. De um lado, a legalidade estrita, garantista, e, de outro, a legalidade que me permito denominar de social, ou em prol da sociedade. Caberá à sociedade e ao próprio sistema judicial fazerem suas opções para que o Judiciário não se transforme em “instrumento de poder e impunidade”.

GILBERTO DE LIMA GARÓFALO GILGAROFALO@UOL.COM.BR

VINHEDO

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Efeito ‘ex tunc’

Em razão das últimas decisões tomadas na Suprema Corte, o cordão de corruptos pretende emprestar-lhes efeito ex tunc, isto é, de sorte a fazer retroagir as medidas que os condenaram por corrupção para beneficiá-los e, num passe de mágica, transformá-los em pessoas de moral ilibada. Nesse rol já figuram o famigerado Fabrício Queiroz e o ex-governador do Rio Sérgio Cabral, este condenado a mais de 300 anos de prisão. Logo os seguirão Eduardo Cunha, Renan Calheiros, Aécio Neves e até o atual presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, que só assumiu graças a liminar que suspendeu os efeitos de sua ficha suja.

LAIRTON COSTA LAIRTON.COSTA@YAHOO.COM

SÃO PAULO

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O passado tem futuro

Em nossos computadores temos a memória preservada. Podemos guardar as desrespeitosas conversas dos companheiros sobre Celso Daniel ou a atuação de um ministro do STF que usou a lentidão como arma a favor de seu partido. As acusações de Joaquim Barbosa também estão preservadas. E um velório espetáculo pode entrar na relação. As conversas sobre falcatruas, recheadas de gargalhadas, são imperdíveis. Tantas são as recordações que o novo processo é puro desperdício. Nesta semana, um didático slogan foi reapresentado: “Não se combate crime com outro crime”. Entendido, mas onde devemos encaixar os hackers, seus clientes e as gravações criminosas?

HELENA RODARTE COSTA VALENTE HELENACV@UOL.COM.BR

RIO DE JANEIRO

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500 anos em 14

Lula reclamou de ter sofrido a maior injustiça jurídica em 500 anos de História do Brasil. Pois é, mas nesses 500 anos o País jamais havia sofrido tamanho ataque de corrupção como o que se verificou nos 14 anos de governo lulopetista. Ou não?

LAÉRCIO ZANINI SPETTRO@UOL.COM.BR

GARÇA

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Legado lulopetista

São heranças dos governos lulopetistas: o rombo na Petrobrás, provocado pelo maior esquema de corrupção da face da Terra; os auxílios subsidiados a várias “democracias” de amigos ditadores, impagáveis; a intriga entre brasileiros, o “nós contra eles”; as invasões de propriedades; o inchaço da máquina pública, etc. Vai demorar décadas para o País se recuperar do desgoverno do “mais honesto” do Brasil. É muita cara de pau!

HUMBERTO SCHUWARTZ SOARES SOARES@UOL.COM.BR

VILA VELHA (ES)

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Inimigo público?

Num país dividido, apenas um fato torna direita, esquerda, Câmara, Senado e STF aliados: incriminar Sergio Moro. Entendi tudo errado, porque, a meu ver, o homem que mais prendeu corruptos na História do Brasil e devolveu tanto dinheiro aos cofres públicos deveria ser um herói, e não o inimigo público número um.

REYNALDO QUAGLIATO JUNIOR REYNALDOQUAGLIATO@BOL.COM.BR

CAMPINAS

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Crucifixão de Moro

Para o ministro Ricardo Lewandowski, do STF, o então juiz Sergio Moro atuou em “completo menosprezo ao sistema judicial”. E o que dizer, então, da atuação desse mesmo ministro no impeachment de Dilma Rousseff, em conluio com seu “parça” Renan Calheiros?

MARCO AURÉLIO PEZZOTTI MAPEZZOTTI@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Sinédrio

Como no julgamento relatado no Novo Testamento, tenta-se de toda forma condenar o justo e libertar o ladrão condenado.

SERGIO CORTEZ CORTEZ@LAVOREMOVEIS.COM

SÃO PAULO

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Cartas de selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

O TRILHO DE AÇO DO DIREITO

A anulação, ao final de um processo, conduzido e julgado por um juiz absolutamente incompetente, de atos e decisões, como nos casos da Lava Jato anulados pelo Ministro Edson Fachin, pode deixar leigos do direito aparvalhados. Como conviver com tal pantomina? Mas, em verdade, demonstra a forte importância do direito processual, o conjunto de regras coordenadas, e a maioria indispensáveis, para que o direito material (direito ao que estatui uma cláusula de contrato, por exemplo) seja correta e universalmente aplicado, com fundamento na igualdade de todos e na equidade que deve presidir a vida em sociedade. Se aplicado caoticamente o direito, ou segundo a vontade discricionária de juízes e promotores, não viveríamos num Estado Democrático de Direito. Os processos de Lula foram anulados, não sem boas razões, para que a regra da competência absoluta não restasse degenerada. O grande problema é que essa seriedade institucional, no Brasil, se aplica a casos midiáticos, enquanto milhões de outros jurisdicionados sofrem dores lancinantes produzidas pelas mais variadas espécies de injustiças.

Amadeu Roberto Garrido de Paula amadeugaridoadv@uol.com.br

São Paulo

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O CRIME DE SÉRGIO MORO

O juiz Sérgio Moro claramente cometeu um crime. Passou por cima da Constituição, criou os próprios protocolos e inventou suas próprias leis. Tudo isso em benefício próprio: a partir de suas decisões populistas, tornou-se herói nacional por parte do eleitorado. O “ó do borogodó” foi quando se tornou ministro do governo que ajudou, como juiz, a eleger, escancarando todas as suas pretensões políticas. Porém, como sabemos, o papel do juiz é outro, o de julgar, de ser imparcial, não o de “combater o mal” ou caçar inimigos políticos. Muito menos o de ser herói e de se beneficiar pessoalmente com suas decisões. Goste ou não do réu, todos nós merecemos julgamentos justos, dentro da Constituição e da ordem. Se não for assim, é barbárie. Hoje, usam do "vale tudo" para prender Lula. Amanhã, pode ser qualquer um.


Pedro Mendonça phmrossi@gmail.com

São Paulo


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DATA VENIA

Vendo o ministro Gilmar Mendes querendo dar lição de moral no juiz Moro e dizer que sabia distinguir adversário de inimigo, tive uma dúvida, por acaso Gilmar Mendes  está lá para fazer política? Fiquei sem entender, quando disse o ministro que não podia usar a persecução penal para fazer política, mas não é isso que o ministro faz?   Ele não usa processo criminal para soltar seus amigos? Se me equivoquei, data venia, pois a lei mudou e não acompanhei essa transformação. 


Luciana Lins lucianavlins@gmail.com

Campinas


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DATA VENIA 2


Com a devida data venia. Sempre ouvi dizer que o Brasil não é um país para amadores, e, diante do que estamos vendo acontecer, penso que realmente isso é a mais pura verdade. O ministro do STF Gilmar Mendes, depois de quase cinco anos, decidiu que o julgamento do quadrilheiro Lula, foi feito de maneira errada, pois, não deveria ter sido julgado em Curitiba e colocou sob suspeita a capacidade de um juiz de carreira ilibada, baseando-se simplesmente em denúncias, sem comprovação, de um hacker que grampeou o celular do juiz e dos promotores de justiça de maneira ilegal. O ministro, em sua arrogância, resolveu dar ouvidos a bandidos que clonam celulares, colocou em dúvida o caráter de membros da Corte, um juiz de segunda instância e desembargadores de um Tribunal de Justiça, citando a Operação Spoofing, que revelou diálogos atribuídos a Moro com procuradores da Lava Jato, sem comprovação, e ainda culpou a imprensa, que, conforme nota do Jornal Nacional “somente se dedica a noticiar fatos, suas repercussões e desdobramentos”. Com essa atitude, deu passe livre para a bandidagem, tanto que o ex-presidente condenado Lula criticou de maneira contundente o juiz Sergio Moro e os desembargadores, classificando-os como quadrilha. O bandido virou mocinho e os mocinhos viraram bandido. A fala do ministro, colocando-se como apartidário, como uma pessoa que somente pensa no bem do País, e deseja ver a lei ser cumprida, me lembrou de falas do personagem Odorico Paraguaçu na novela O Bem Amado. Demorar cinco anos pra chegar à conclusão de que o julgamento foi ilegal e colocar em dúvida a imparcialidade do juiz é, no mínimo, estranho para um ministro que deveria estar atento aos fatos que acontecem no Brasil, ainda mais quando se trata de um fato jurídico tão importante como o julgamento de uma pessoa que se apropriou de maneira indevida do dinheiro dos cofres públicos.  

 

Valdecir Ginevro valdecir.ginevro@uol.com.br

São José dos Campos – SP


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LULA VOLTOU!


A melhor parte do discurso do Lula foi quando falou da sopa dentro da garrafa  pet, o resto foi a ladainha de sempre. Lula se torna o maior estadista do planeta na frente de um microfone


José Roberto Iglesias rziglezias@gmail.com

São Paulo


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Cobra criada

A confortável noção do brasileiro cordial e a alegada maturidade de nossas instituições são desejos que nos levavam à presunção de que estaríamos livres de autocracias como a da Venezuela ou de regimes fascistas como na Europa do século passado. Infelizmente, verificamos diariamente o quanto enganosa era essa certeza, tendo em vista a facilidade com que pessoas de variados setores se prestam a atitudes sintonizadas com o autoritarismo em marcha. Depois das ações da CGU contra a UFPEL, do MEC contra as Universidades Federais e ao Ipea, como destacado no editorial do Estadão  A crise do Ipea, a sociedade precisa reagir, pois cobra criada debaixo da cama um dia morde o dono e, depois, não adiantará chorar o leite derramado.

Alberto Mac Dowell de Figueiredo amdfigueiredo@terra.com.br

São Carlos

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CAMUFLADO

Acredito que o presidente Bolsonaro começou  a usar máscara, a partir de agora, por medo de ser reconhecido.


Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo


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NEM RIR NEM CHORAR

Não se sabe se é pra rir ou chorar. Logo após o discurso “paz e amor“, supostamente de centro, do ex-presidente e candidatíssimo às eleições presidenciais, Lula, Jair Bolsonaro não perdeu tempo: resolveu subitamente usar máscara e liderar a compra maciça de vacinas (mudou rápido de opinião, não?), sinalizando postura igualmente moderada. Enganações que não convencem a ninguém. Ambos são e continuarão sendo faces opostas da mesma moeda: populistas desvariados que tentam se disfarçar em pele de cordeiro com intenções meramente eleitoreiras. Não há mais tempo a perder para começar a enfrentar esses aloprados e evitar uma nova tragédia. Candidatos de centro, do verdadeiro centro, precisam surgir e literalmente entrar em campanha para as próximas eleições. 


Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo


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PRESIDENTE LESA-PÁTRIA


Não há clima no Congresso Nacional para iniciar um processo de impeachment de Jair Cloroquina Bolsonaro. Essa tarefa era para Rodrigo Maia; o Centrão acabou de entrar e está mais interessado em boquinhas, além de outras ações como aprovar a PEC “da impunidade”. Sobra, então, o caminho judicial. Afinal, ele incentivou a população a desobedecer às regras mais básicas de proteção contra a covid-19 (máscaras e distanciamento social), não comprou as vacinas na época certa, ridicularizou as vacinas “daquele país” e a própria vacinação, “se você virar um jacaré é problema seu”, o que resultou em 2.349 óbitos em um único dia; um número que lamentavelmente vai continuar subindo. Esses não são elementos suficientes para indiciamento por crime de homicídio?

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo


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PAULO HARTUNG

Admiro-me de que o nome de Paulo Hartung não conste da lista de possíveis candidatos à Presidência. É um homem de grande experiência política e administrativa, discreto e ilustrado. Poderia ser a voz ponderada de que necessitamos.


Geraldo José de Paiva gjdpaiva@usp.br

São Paulo


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UM ANO DE CORONAVÍRUS


Um ano de coronavírus e o Brasil é o campeão da propagação  da covid-19, por burrice, ignorância e teimosia de um presidente irresponsável e incompetente, cercado de ministros inoperantes. O mundo perplexo não consegue entender tamanho descaso e o consequente caos nacional, num país tão mal administrado e com um povo tão tolo e alienado. O vírus da estupidez não tem cura. 

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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VACINAÇÃO OU RECESSÃO

Ou conseguimos acelerar significativamente o programa de vacinação ou 2021 arrisca ser um déjà-vu piorado de 2020.


Jorge A. Nurkin  jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo


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PANDEMIA

O Brasil registrou há dias o recorde de 2.349 mortes pela covid-19 em 24 horas, apesar disto grande número de pessoas continua ignorando este acontecimento e permanece frequentado irresponsavelmente festas ocultas, bares, praias, pensando que elas não serão jamais atingidas pelo coronavírus. Por que a autoridade competente com a força policial e de surpresa não fecha um desses recintos onde estão aglomeradas centenas de pessoas e para libertá-las exige que apresentem seus documentos de identidade que serão fotografados. Depois de posse da identificação dos faltosos, equipes irão percorrer hospitais da região e verificar quantos foram contaminados. O resultado dessa pesquisa seria liberado para os meios de comunicação.

José Carlos de Castro Rios castroriosjosecarlos@gmail.com

São Paulo

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MOMENTO DE REFLEXÃO

O Estado de S. Paulo entra numa fase crítica e o governador decreta mais uma vez o esvaziamento dos diferentes segmentos sociais. E, com isto, aumentam as reclamações, quando na realidade deveriam ser feitas reflexões sobre o comportamento da população. Enquanto as orientações  dos especialistas não forem seguidas, a pandemia não vai terminar.


Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos


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SOS SÃO PAULO


Em vez de evoluir para a fase verde, o Estado de São Paulo regrediu para a fase vermelha, a do lockdown, e poderá ir em seguida para a fase roxa. Com a criminosa irresponsabilidade de muitos grassando em aglomerações sem máscara e sem cuidado, a coisa poderá ficar pior. Quem sobreviver verá...


J.S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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NOME ESTRANHO E CONSEQUÊNCIAS


Eu pensei que o Capitão havia se recusado a negociar com a Pfizer no passado preocupado com o nome do CEO da empresa, mas estava redondamente enganado. Agora com a falta de vacinas no mercado , algum assessor deve tê-lo alertado que o verdadeiro nome do homem é Bourla, com um "o" a mais. Mas o que provocou mesmo a reação do Capitão foi a inesperada volta de Lula,  espalhando suas invectivas para todo o lado,  esquentando os fundilhos de Bolsonaro, que, na defensiva, achou que era tempo de reagir, mudando o discurso para enfrentar um adversário mais forte, passando até a usar máscara. 

Lairton lairton.costa@yahoo.com.br

São Paulo

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AVANÇO DA COVID-19

O cada vez maior avanço da pandemia da covid-19 entre nós é assustador. Enquanto isso, nossas autoridades ficam numa irracional disputa política de como combater tal patologia, com uma irracionalidade impressionante, que deixa o planeta perplexo. Se não tomarmos decisões imediatas e racionais, iremos vivenciar uma hecatombe sem precedentes na história contemporânea da humanidade, cujos efeitos não podemos ainda mensurar.


José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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MUY AMIGO


O ex-presidente Donald Trump, com sua maluquice, deu várias dicas ao seu brother Jair Bolsonaro. Ora, Bolsonaro seguiu sem pestanejar e desdenhou do combate à pandemia, desmoralizou a Organização Mundial da Saúde (OMS), desrespeitou o meio ambiente, entre outras aberrações. Acontece que, lá atrás, o muy amigo sobretaxou o alumínio brasileiro e Bolsonaro achou correto. Agora, o governo de Joe Biden – do qual Bolsonaro também desdenha – resolveu, unilateralmente, desistir dessa sobretaxa. Será que o presidente vai agradecer a benesse ou, novamente, ficar calado? Pobre desgoverno!

Julio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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FUTEBOL

A decisão de suspender o Campeonato Paulista foi acertada, porém, a CBF, que joga sempre contra as melhores práticas, diz que continuará a Copa do Brasil.                         

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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REALEZA

Harry: Uma coisa é abdicar de suas funções e prerrogativas reais, outra é cuspir no prato real em que comeu a vida inteira. Pelo menos você conseguiu muita atenção do tipo que sua esposa tanto aprecia, que sua falecida mãe tanto repugnava e que destoa da boa imagem que a Inglaterra e o mundo tinham de você. 


Jorge A. Nurkin Jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo


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