Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

08 de abril de 2021 | 03h00

Desgoverno e pandemia

Imperícia presidencial

Foram registradas 4.195 mortes no Brasil por covid-19 em 6 de abril. O País já ultrapassou os 13 milhões de casos durante a pandemia. Apenas 21 milhões de brasileiros receberam a primeira dose da vacina. Com o ritmo lento de imunização, continua a multiplicação exponencial da doença. Os médicos têm de lidar com pacientes que chegam aos hospitais e consultórios com prescrição de cloroquina, ivermectina e azitromicina na cabeça, como se existisse solução mágica para todos os casos. O presidente da República, Jair Bolsonaro, desprezou as vacinas, ignorou a utilização de máscaras e desobedeceu ao isolamento, entre outros disparates. Ignorância e falta de noção continuam reinando no Brasil.

JOSÉ CARLOS SARAIVA DA COSTA JCSDC@UOL.COM.BR

BELO HORIZONTE

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Bravateiro

“Resolvo o problema do vírus em minutos”, diz Bolsonaro. E está esperando o quê?

ROBERT HALLER ROBELISA1@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Tragédia prevista

Nunca torci tanto para uma previsão do dr. Dimas Covas estar errada. Como sempre faz, baseado única e exclusivamente na ciência, o diretor do Instituto Butantan apontou abril como o mês com maior número de mortes causadas pela covid-19, podendo chegar a 5 mil por dia. Pior é saber que, passado um ano do primeiro caso no Brasil, sua afirmação é mera consequência de absurdos e nada tem de surpreendente – apesar da grande dor –, uma vez que o governo Bolsonaro não fez o que deveria quanto às vacinas e ainda foi obrigado a apoiar o negacionismo de seu “líder” sobre as regras sanitárias de prevenção, como sugerir que se abolissem as máscaras e o álcool em gel, promover aglomerações, a administração de medicamentos ineficazes, o tratamento precoce, etc. Além das tentativas de tirar poder de governadores e prefeitos, os principais responsáveis por não termos chegado aos números previstos por Dimas Covas já em 2020, dada a falta de vacinas e de planejamento.

JOÃO DI RENNA JOAO_DIRENNA@HOTMAIL.COM

QUISSAMÃ (RJ)

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Cenário de mudança

A pesquisa XP/Ipesp apontou pela primeira vez vantagem numérica (42 x 38) de Lula da Silva sobre Bolsonaro no segundo turno de 2022. São enormes os obstáculos para a terceira via.

A polarização é fruto do sistema de dois turnos, do personalismo político e do próprio sistema de governo, que centraliza as decisões no Executivo federal. Portanto, deve-se analisar o cenário de 2022 como de mudança, não de continuidade, dados o alto desemprego, o aumento da inflação, a pandemia e falta de vacinação em massa.

LUIZ ROBERTO DA COSTA JR. LRCOSTAJR@UOL.COM.BR

CAMPINAS

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Alianças

O governador João Doria quer conversar com Lula sobre o tema das eleições de 2022. Doria quer se suicidar politicamente?

LUIZ FRID FRIDLUIZ@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Gratidão

Não se pode negar que o ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), tenha a bela virtude da gratidão. Mesmo com seu currículo maquiado, ele chegou lá e até foi festejado por alguns dos novos colegas por seu “notório saber jurídico”. Mais uma indicação de padrão Bolsonaro “enriquecendo” as instituições mais importantes do País, salvo raras exceções, além de outras que pelo brilho próprio foram defenestradas. Aguardemos a próxima. Um “servo”, talvez?

CLÁUDIA SAMPAIO RONI CLARONI@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Receita Federal

Só rico lê?

Li com apreensão sobre a reforma tributária proposta pela Receita Federal, que retira a isenção de tributos sobre livros. Essa isenção decorre do artigo 150, VI, d, da Constituição federal, que dispõe ser vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos municípios instituir impostos sobre livros, jornais, periódicos e papel destinado à sua impressão. Como tem decidido o STF em numerosos acórdãos, a imunidade tributária do livro tem por escopo evitar embaraços ao exercício da liberdade de expressão intelectual, artística, científica e de comunicação, bem como facilitar o acesso da população à cultura, à informação e à educação. Lamentável a alegação da Receita Federal de que só rico lê para justificar o fim da imunidade.

JOHN FERENÇZ MCNAUGHTON JOHN@MCNAUGHTON.COM.BR

SÃO PAULO

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Elitizar a educação

Não isentar o livro de tributação porque só rico lê, como alega a Receita Federal, é a inversão dos fatos. Metade dos livros no Brasil é comprada pelo governo para a educação, ao preço médio de R$ 6 por unidade. Os livros no mercado têm tiragens baixas e, em média, preços mais altos, porque bibliotecas não compram, como em outros países, justamente para oferecer sua leitura a quem não tem meios. Se fosse como a Receita argumenta, não teríamos livrarias falindo e editoras fechando. Mas é exatamente o contrário, se tributar, aí, sim, vai se elitizar, e não popularizar, a educação. A alegação de que o imposto irá para políticas públicas, sabemos como funciona... Vimos com a CPMF, que era destinada à saúde e nunca foi. A Receita é insaciável e continua a ser um Estado dentro do Estado, que nenhum governo conseguiu dominar. Nunca pensa nas consequências de longo prazo.

INGO PLOGER IPLOGER@IPDES.COM.BR

SÃO PAULO

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Carrossel de impostos

Emaranhado de leis, absurdas e danosas inconsistências jurídicas, lei de impunidade, total desmoralização do combate à corrupção. A nós que com o suor de nosso trabalho já sustentamos um verdadeiro carrossel de impostos, só resta esperar carga tributária ainda maior.

HUGO JOSE POLICASTRO HJPOLICASTRO@TERRA.COM.BR

SÃO CARLOS

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

POLÍCIA FEDERAL

A partir da troca de comando da Polícia Federal, primeira medida tomada pelo novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, a instituição estará sob o mando do presidente Bolsonaro.

Daí que...

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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UM ABESTADO NO PODER

A China acabou de fechar um acordo econômico com o Irã para investir cerca de US$ 400 bilhões de dólares no país por 25 anos em troca de petróleo barato! Investimentos que serão feitos em todas as áreas possíveis, infraestrutura, tecnologia, construção, armamento, enfim, o aporte de desenvolvimento para o Irã, algo abissal. O Brasil está aí quebrado completamente, sem recurso para nada, endividado e com os Estados, todos, falidos. E temos na Presidência um incompetente que nada entende de coisa alguma e que discrimina a China, e que não cumprimentou o presidente eleito norte americano quando o Brasil está fora e à margem de todas as cadeias produtivas do mundo!! Este governo atual, imbecil e ignorante, não possui o menor pragmatismo ou a menor diplomacia para lidar com o mundo. Estamos perdendo bilhões/trilhões em investimentos no País por conta da mentalidade obtusa e ignorante deste Bolsonaro. Votei neste camarada uma única vez para nunca mais! Pelo amor de Deus, tirem este idiota do poder e que assuma o vice Mourão, homem capacitado e com outra visão de mundo. 

Paulo Roberto da Silva Alves pauloroberto.s.alves@hotmail.com

Rio de Janeiro

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NÃO DÁ PRA ESPERAR

As restrições adotadas pelos Executivos de vários Estados e Municípios não foram suficientes para diminuir o índice de contaminação e óbitos neste Brasil continental. Mais do que nunca se faz necessária a implementação de um Programa Nacional de Vacinação. Não dá para esperar.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

São Paulo

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REFORMAS

Acredito que o que vai sobrar das  “reformas” prometidas por Jair Bolsonaro vai ser a da mansão do senador Flávio.

Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo

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CRIME DE LESA-PÁTRIA

Estudo feito pelo Institute for Health Metrics and Evaluation, da Universidade de Washington, EUA, aponta que, mantido o ritmo atual de vacinação, até 1º de julho o Brasil poderá atingir a inacreditável marca de mais de meio milhão (!) de mortos por covid-19,70% a mais dos 331 mil óbitos registrados até agora. Apesar de os EUA estarem na primeira colocação do ranking macabro, com mais de 555 mil mortes, 31% de sua população já foi vacinada com ao menos uma dose do imunizante, enquanto no Brasil, que ocupa o segundo lugar, o porcentual é de apenas 9,2%.E tudo graças ao genocida, irresponsável, negacionista e errático desgoverno Bolsonaro. Trata-se, pois, de um crime de lesa-pátria indesculpável, inadmissível e imprescritível. Basta de Bolsonaro!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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STF – PARCIALIDADE, INCOERÊNCIA E DESPRESTÍGIO

Há algumas semanas que leio os artigos  do jornalista Carlos Alberto Di Franco em relação ao STF. Ele traduz exatamente o  que o povo acha! O STF ultrapassou todos os limites!! “Os ministros vivem inebriados pelo poder e seduzidos pela vaidade!” O STF é hoje fonte de insegurança jurídica e uma das instituições com maior rejeição. É necessário que se dê um basta!! 

Cleo Aidar   cleoaidar@hotmail.com

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EXERCÍCIO ILEGAL DE PROFISSÃO

O presidente Jair Bolsonaro se acha no direito de fazer propaganda explícita em rede nacional de TV sobre o uso da hidroxicloroquina e outros fármacos para prevenir ou curar a covid-19. Vindo de uma pessoa influente, embora não seja médico ou farmacêutico, essa atitude não pode ser caracterizada como “exercício ilegal da profissão”, sujeito à enquadramento no artigo 282 do Código Penal brasileiro? Além de não ter qualquer efeito contra a covid-19, esses remédios resultaram em três mortes na cidade de Camaquã (RS) e causaram danos aos fígados e rins de pessoas que engrossaram nas filas de transplante. Alô Conselho Federal da Medicina e Ordem dos Advogados do Brasil!

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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CRIATIVIDADE

Como ex-publicitário aposentado, eu fico pasmo em não ver nenhum publicitário criativo que faça a lição de casa: criar uma propaganda criativa que combata a covid-19.

Luís Gonzaga Rocha Leite Gonzaga@carrocao.com

Tatuí

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REFÉNS DA LEVIANDADE           

Os brasileiros estão reféns da leviandade do governo federal. Já chegamos a mais de 4 mil óbitos por dia e, logo, logo, chegaremos a 5 mil mortes diárias. Esse é o título que o capitão cloroquina tanto almejava para conseguir entrar no seleto Livro dos Recordes, o Guinness Book. Parabéns, você merece!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobisola@uol.com.br

São Paulo    

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COMPRA DE VACINAS

Nosso presidente fez tudo para atrapalhar as negociações de compra de vacinas e teve enorme sucesso, não temos vacinas. Agora, olhem que bela ideia, nossas autoridades autorizaram que empresas privadas comprem vacinas. Com a escassez de vacinas do Poder Público, já imaginaram os lucros enormes que os amigos do rei vão abocanhar?

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

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NEGACIONISTA!

Quem não providenciou VACINAS, fica defendendo a cloroquina. Assuma seus atos presidente Bolsonaro!

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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POR QUÉ NO TE CALLAS?

 Nessas alturas, com mais de 4 mil mortos por dia e propagador da epidemia no mundo, o que jamais o povo do Brasil e do mundo poderiam esperar era um comentário superficial e jocoso de um presidente incapaz de enfrentar o problema com a racionalidade e eficiência que dele se espera. O artigo 37 da Constituição foi às calendas.  Não vale nosso tempo repetir o que foi dito sobre ficar em casa, apenas recordar o que o rei Juan Carlos I pregou na mandíbula de Hugo Chávez: Por qué no te callas?.

Amadeu Roberto Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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LOCKDOWN

Não há dúvida alguma de que perante um número estonteante de mais de 4 mil mortes diárias por coronavírus não faz sentido liberar missas e cultos em templos religiosos. Entretanto, é preciso colocar os pingos nos is. Esses templos, se observadas as devidas regras de limitação de pessoas, uso de máscaras e distanciamento, são imensamente mais seguros do que se vê atualmente no transporte público, feiras e supermercados e filas as mais diversas, entre vários outros exemplos, em que estes limites são constantemente desrespeitados a olhos vistos. A única forma de frear a contaminação pelo vírus, além da vacinação em massa – que vai demorar –, é decretar lockdown. Para isso é preciso coragem política. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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DO CONTRA

O presidente Jair Bolsonaro descartou radicalmente a possibilidade de um lockdown nacional, afirmando: “No que depender de mim nunca teremos lockdown. Nunca, uma política que não deu certo em lugar nenhum do mundo”. Mas se o lockdown foi a única coisa que deu certo no mundo para deter a pandemia do coronavírus, como pode o presidente Bolsonaro afirmar justo o contrário? Será que, de tudo o que Bolsonaro afirma, devemos considerar como certo justo o oposto? A julgar pelas suas promessas de campanha eleitoral em que dizia que iria combater as corrupções, se eleito, e de que não entraria no esquema político sujo do dar para receber, então, a resposta é sim, com certeza.

Marcelo Gomes Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

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GORDO DE CULPA

Enquanto o negacionista Jair Bolsonaro insiste em falar besteira, o vírus e Lula avançam. A mais nova do presidente, que continua se posicionando contra o isolamento, é que quem ficou em casa ganhou peso. Bolsonaro vai chegar em 2022 tão cheio de culpa que não vai ter fôlego para vencer a eleição.

José Alcides Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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SONHANDO ALTO

Dois desastrados e patéticos ex-ministros com pretensões eleitorais em 2022. Dupla sem noção.  Ernesto Araújo, para deputado federal, por Brasília, e Eduardo Pazuello, para governador, pelo Amazonas. A bancada do Distrito Federal, que já é ruim, vai piorar elegendo Araújo. Pazuello, por sua vez, sonha com o apoio de Bolsonaro. Nas eleições para prefeito de Manaus,  o candidato do “mito”, então superintendente da  Suframa, chegou em último lugar. Apoio do contra é isso. 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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BRASIL INVERTE OS NÚMEROS ENTRE NASCIDOS E MORTOS  

O aumento das mortes está conduzindo o País a uma posição nunca vivenciada. Se não diminuírem os óbitos, fecharemos 2021 com mais mortos do que nascidos. Segundo dados do Portal da Transparência Registro Civil, em 2019, ano anterior à pandemia, nasceram 2.779.572 e morreram 1.265.752 brasileiros (os óbitos representaram 45,5% dos nascimentos, dentro da média apurada nos anos anteriores). Em 2020, já sob os efeitos do coronavírus, nasceram 2.611.476 e morreram 1.454.612 (55,7%). Nesses primeiros meses de 2021, foram 664.597 nascidos e 457.161 mortos (68,7%). Já os primeiros dias de abril, pesquisados na mesma fonte em 7/4, indicam 23.141 nascimentos e 22.810 óbitos (98,5%). Esse encontro entre os números de nascidos e mortos era previsto para ocorrer apenas ao redor de 2050, em função da diminuição do número de filhos por família e da maior longevidade dos idosos proporcionada por avanços na tecnologia e na medicina. O quadro é preocupante. Mais do que nunca, governantes, operadores do sistema de saúde, autoridades econômicas e as forças da comunidade têm de atuar unidos em busca de soluções. Além de apressar as vacinas – tidas como única solução à infestação – os médicos que assim entenderem não devem ser patrulhados por seus esforços de tratamento precoce e ações que evitem internações. Quando o quadro é difícil, todas as tentativas são válidas. É necessário despolitizar a pandemia – que não é a única causa das mortes ­– e tratá-la com o devido vigor para, no menor tempo possível, reverter o quadro e a Nação poder voltar a respirar com certo alívio diante da possibilidade de, num futuro próximo, retomar o cotidiano em condições análogas às existentes antes da chegada do coronavírus.  

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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VOSSAS EXCELÊNCIAS

O tratamento de V.Exa. entre as  autoridades do alto escalão do  Executivo  foi  abolido. Não  seria também  oportuno  trocar  este costume respeitoso pelo de senhor nos demais poderes da República? 

Paulo Marcos Gomes Lustoza pmlustoz@gmail.com

Rio de Janeiro

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RECADO DO PRESIDENTE BIDEN

“A Amazônia é nossa e o Brasil não aceita interferência do exterior.” O berro do presidente Bolsonaro assustou e afastou os financiadores estrangeiros. Mas, assim que esfriou a cabeça, o presidente se arrependeu, pois percebeu que perdeu bilhões de dólares à toa, por burrice. Agora, no entanto, o presidente Bolsonaro aceitou o convite do presidente Biden para participar da reunião da “cúpula climática”, neste mês de abril, na qual pretende mostrar aos demais países seu plano de ação de proteção e recuperação ambiental no Brasil. Está confiante de que os países desenvolvidos financiarão seu programa de "proteção" da Amazônia, também conhecida como “Pulmão da Terra”, visto que produz cerca de 16% do oxigênio do planeta. No entanto, o presidente Biden já mandou recado ao presidente Bolsonaro de que receberá o financiamento se o Brasil cumprir a sua parte do trabalho de conter o desmatamento da Região Amazônica. Traduzindo o recado do presidente Biden: “Trabalhe sério  que terá sua parte do financiamento”. Os estrangeiros conhecem bem os brasileiros! 

Tomomasa Yanotyanosan@gmail.com

Campinas

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CZAR PUTIN, O TERRÍVEL

Após 900 anos de czarismo absolutista e décadas de comunismo, pós- 1917, a Rússia voltou a ter, desde 2000, um czar vitalício. Putin, o Terrível, como seu modelo Ivan, no poder há 21 anos, está decidido a ficar até 2036 e certamente até sua morte. Um dos grandes países do mundo, a Rússia nunca viveu um único dia de liberdade e democracia, bem como a China. 

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre


 

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