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Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

12 de abril de 2021 | 03h00

 O Brasil na pandemia

Democracia com as minorias

Mais uma vez a lógica constitucional não funciona com o néscio que ocupa o Palácio do Planalto. A democracia não é a extinção das minorias, mas, sim, a preservação da oportunidade de todas as posições políticas se manifestarem, como sobriamente mostrado no editorial Pandemia não anula a Constituição (11/4, A3). Muita tinta e muita saliva estão sendo gastas na defesa do Estado Democrático de Direito, quando a solução mais simples e óbvia é a remoção imediata do presidente. A pusilanimidade parlamentar está se aproximando de ceifar a vida de meio milhão de brasileiros pela covid-19, na iminência de um autogolpe de preservação do ogro e sua familícia.

ADILSON ROBERTO GONÇALVES PRODOMOARG@GMAIL.COM

CAMPINAS

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Carta violada

Concordo plenamente que a pandemia não anula a Constituição. Cabe, porém, não esquecer que a nossa Constituição já foi violada varias vezes, até mesmo por um membro do STF, Ricardo Lewandowski, que garantiu direitos políticos a Dilma Rousseff após o seu impeachment.

LINCOOL WALDEMAR D’ANDREA LINCE2037@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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STF

Nos últimos dias o STF tem citado muito o fato de se pautar pela Constituição em suas decisões. Então, por que esse mesmo STF usou provas ilícitas, segundo a Lei Magna, para condenar o dr. Sergio Moro?

LOURDES MIGLIAVACCA LOURDESMIGLIAVACCA@YAHOO.COM

SÃO PAULO

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CPI

Sim, a CPI da pandemia não tem nada de inconstitucional. Mas não pode ser parcial. Deve ser estendida a todas as esferas executivas, dos governos estaduais e municipais, particularmente àqueles a que são facultadas falcatruas para se beneficiarem da ajuda federal. Como relatado no editorial Auxílios regionais (11/4, A3), eles estão com superávit em caixa. Algo inédito neste país dos que levam vantagem em tudo. Ou a pizza vai esfriar só para um lado?

CARLOS LEONEL IMENES LEONELZUCAIMENES@GMAIL.COM

NAZARÉ PAULISTA

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Desgoverno Bolsonaro

Os bolsonaristas utilizam fartamente o argumento de que o STF teria tirado os poderes do presidente na pandemia, para isentá-lo de qualquer culpa pelo elevadíssimo número de mortes por covid-19 no Brasil. Nada poderia ser mais enganoso. As ações do presidente já seriam condenáveis se ele fosse simplesmente omisso quanto ao assunto. Mas ele foi além. A ciência indica três remédios para controlar a pandemia: distanciamento social, máscara e vacina. Bolsonaro colocou-se contra os três. E mais: difundiu o “tratamento precoce”, sem nenhum fundamento científico. E ao prejudicar o trabalho feito por governadores e prefeitos, Bolsonaro tornou-se, de longe, o maior responsável pela catástrofe que vivemos. Os bolsonaristas que abram o olho para a realidade, ainda estão em tempo. A História julgará a culpa do presidente durante a pandemia, e não será indulgente.

FERNANDO BARÃO FERBARAO@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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O preço da paixão política

Diante da cegueira passional política, é bem-aventurado aquele que não é “rebanho” de nada nem de ninguém. Saudável é o que assume o lugar do questionamento, aquele que foge da multidão sectária construtora de muros. Na perspectiva religiosa, abençoado mesmo é quem não carrega os fardos pesados de um déspota pueril cujo messianismo retroalimenta uma religião de ignorância e ódio.

DIOGO STEINKE IOGOSTEINKE@OUTLOOK.COM

GOIÂNIA

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Berço esplêndido

Inacreditável! Só acreditei porque deu no Estado (6/4, A8): Imóveis funcionais ganham cama nova. É inadmissível, vergonhoso, imoral, uma afronta que em plena pandemia, com milhões de desempregados e de brasileiros passando fome, o Senado tenha como prioridade trocar camas e colchões dos senadores. É assim que se enfrentam as graves questões do País. Esse é o exemplo que os políticos dão à Nação. A desfaçatez, a imoralidade o desprezo pelos mais necessitados não tem limites. Pelo visto, pretendem continuar a dormir eternamente em berço esplêndido.

MARIO MIGUEL MMLIMPEZA@TERRA.COM.BR

JUNDIAÍ

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As vacinas de 2022

Sabemos que a falta de vacinas contra a covid-19 no Brasil em 2021 decorre de falta de reconhecimento prévio, em 2020, da gravidade do surto viral e da tardia aquisição de todas as vacinas necessárias. As soluções em curso para obter imunizantes são agora limitadas, ainda que possíveis e improvisadas. Como será em 2022? O Estado tem relatado dados científicos indicativos de que há declínio da imunidade tanto após a doença como nos vacinados, e também que algumas novas variantes têm originado surtos mesmo em locais com adequada vacinação. Portanto, é previsível que a epidemia continue no próximo ano, ainda que em menor intensidade graças à vacinação. Em linha com essa previsão, o País investe, corretamente, em duas fábricas que produzirão os imunizantes de 2022. É preciso planejar, agora, no Ministério da Saúde, com os institutos de Manguinhos e o Butantan, como serão essas vacinas, em vista de suas diferentes características de efetividade contra a variante brasileira do vírus e da possibilidade de termos acesso à tecnologia de fabricação. Não podemos errar de novo.

BERNARDO EJZENBERG, médico BERNARDO EJZENBERG@YAHOO.COM

SÃO PAULO

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Economia

Novo recorde no campo

Veio mesmo a calhar o editorial de ontem (A3) com o título acima: se nada atrapalhar, a safra deve garantir muitos dólares e bom abastecimento. E quem não deseja ajudar, por favor, não atrapalhe!

JOSE PERIN GARCIA JPERIN@UOL.COM.BR

SANTO ANDRÉ

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

TODOS MORTOS…

Em breve estaremos todos mortos e com saúde. 

Esta parece ser a lógica negacionista que renega medidas recomendadas por médicos e cientistas para enfrentar a covid-19. De tanto não fazer o que precisa ser feito, o Brasil está com transmissão e óbitos em níveis elevadíssimos. Só nas últimas 24 horas morreram 4.249 pessoas, conforme dados oficiais, alcançando o total de mais de 345 mil mortes.

Os números terríveis saem todos os dias à tarde, estragando as restantes horas do dia. E dizer que com lockdown ou, pelo menos, distanciamento social rígido por cerca de 21 dias, fornecendo às família necessitadas auxílio para manter-se em casa, milhares de vidas poderiam ser salvas, como ocorreu recentemente em Araraquara e Manaus.

Eu já vi muita estupidez na vida. Nada se compara, contudo, ao que acontece hoje no País. O mau jeito dos governantes em lidar com a crise sanitária, com poucas exceções, e a falta de união nacional em torno do combate à hecatombe produzem efeitos nefastos.

 Quem ainda não perdeu um parente, um amigo ou conhecido? Quem, sendo pessoa razoável, não teme por sua família e por si? Quem não sofre com o noticiário vertiginoso dando conta de hospitais superlotados, unidades de terapia intensiva esgotadas, médicos e enfermeiros em prolongado estresse diante dos casos que são obrigados a ver e administrar todos os dias? 

Quem não se sente abalado ao saber das mortes sem oxigênio, sem que o doente (isolado) tenha um familiar ou amigo a quem dar a mão?

Já se fala que o número de mortos poderá superar o de nascimentos no Brasil.

Por que a razoabilidade foi expulsa do nosso país? Por que esse bate-boca diário e infernal sobre política e temas tão mesquinhos que em nada ajudam? Em que momento nos tornamos isto, um lugar onde a  morte e o sofrimento invadiram o cotidiano de forma avassaladora? O que foi feito de nós?

Que triste mensagem estamos transmitindo ao mundo! Que assustadora visão: a imensa caravana de mortos indo para os cemitérios! 

A percepção negacionista da realidade e seu discurso venceram entre nós. Resta saber quantas pessoas mais perderão a vida devido ao obscurantismo. Porque hoje, no Brasil, o que mais se faz é contar e numerar cadáveres, esquecendo-os em seguida.


Jorge Finatto jorgedeveneza@hotmail.com

Porto Alegre

*

NÃO SABEMOS FABRICAR VACINAS, SÓ AVIÕES

O Brasil desistiu das ferrovias, sucateadas desde então, em favor da indústria automobilística, em grande lobby, com o governo Federal, nos anos 50. Pagamos alto preço por esta medida criminosa contra os interesses nacionais.

Todo o transporte nacional é feito por caminhões em estradas caras e mal conservadas, tornando nossos produtos muito mais caros.

Temos polos industriais isentos de impostos para fabricar badulaques eletrônicos, mas não fabricamos insumos básicos para vacinas, importados da China, para quem vendemos soja in natura. Vendemos aço barato em lingotes, que retornam em forma de produtos sofisticados e caros. Exportamos comida barata e importamos tecnologia cara.

Defendemos os interesses de grandes corporações internacionais em detrimento da nossa produção industrial. Somos párias e capachos históricos.


Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre


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SIM SENHOR, AQUI PARA SERVI-LO


 Joe Biden lança decreto para reduzir o poder das armas de fogo e Bolsonaro faz o contrário. Rodrigo Pacheco, o Alcolumbre de grife, tira de discussão o tema no Senado a pedido de um armamentista, assim o decreto passa a valer a partir de hoje!

Estão babando por mais mortes os genocidas!


Cecilia Centurion ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo


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CPI NO EMPURRÃO


Rodrigo Pacheco exibiu seu peculiar olhar relutante, mas admitiu enfim instalar a CPI após o empurrão que recebeu do ministro Luis Roberto Barroso. 


O presidente do Senado afirma que a instalação vai ser um ponto fora da curva e não ser este o momento adequado para implementar a medida, mas já que foram atendidos os pressupostos legais e vai instalar a CPI almejada pela maioria do povo brasileiro, que está convicto de que essa medida já vem tarde, com a escalada da pandemia atingindo números assustadores a cada dia que passa, exasperando a todos pela inércia e incapacidade de reação positiva do governo. 

A arrogância do mandatário negativista merece uma resposta à altura, pois ninguém mais aguenta encarar essa situação adversa. 

Urge que haja uma ação eficiente,  desassombrada e comprometida para reverter a incúria que emana do Planalto, limitado a ver as mutações do vírus se multiplicando e matando cada vez mais gente.


Lairton Costa lairton.costa@yahoo.com.br

São Paulo


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PALANQUE

Na quadra trágica e desesperadora da pandemia, com mais de 330 mil mortos, instalar a CPI da covid-19 é “ponto fora da curva”. Tem razão o presidente do Senado e do Congresso, senador Rodrigo Pacheco. Decisão jurídica é para ser cumprida. Virtual ou presencial. Não importa. O vírus não vê cara nem coração.  Bolsonaro acordou do tombo. Sabe que a CPI não é para adquirir vacinas. Nem vai  estancar as crescentes mortes pela covid. Vai funcionar namorando com perspectiva do impeachment. Bolsonaro é crescidinho. O bicho vai pegar. Prepare o couro. A oposição quer palanque visando às eleições de 2022. Com sangue nos olhos e cotoveladas para ver quem merecerá mais migalhas da mídia.  Bolsonaro que trate de juntar seus vassalos porque a batalha será árdua. Fortes trovões e relâmpagos rondarão o Palácio do Planalto. Bobagem Bolsonaro jogar pedras no ministro do STF Luis Roberto Barroso, que determinou a criação da CPI. Bolsonaro que junte os trapos das sandices e trapalhadas com as quais humilhou o Brasil e os brasileiros. Debochou da ciência, da covid e insultou adversários. Bote um esparadrapo na boca e comece a agir, com firmeza e determinação, por vacinas que imunizem a maioria dos brasileiros. Mea culpa também serve para quem tem coração e alma e pensa no bem-estar da coletividade.


Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília


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A CPI E SEU RESULTADO


Os políticos que farão parte da CPI serão extremamente observados pela sociedade, com apoio da mídia atuante, e serão julgados nas próximas eleições pelas suas ações ou omissões. Falta pouco tempo para as próximas eleições e o povo não se esquecerá daqueles que não apresentarem um resultado que já é esperado e conhecido. Ficar ao lado ou proteger aqueles que contribuíram para o flagelo que estamos vivendo poderá custar caro. Valerá a pena? Quem pariu Matheus que o embale.


Ricardo Lorenzi ricardo.lorenzi@gmail.com

São Paulo


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UM PODER CONTRADITÓRIO


Todos sabemos e a mídia tem denunciado com frequência os desvios dos recursos da saúde, feitos por alguns governadores e prefeitos, durante a pandemia. Entretanto, vejo com surpresa, indignação e até incredulidade o ministro Barroso, do STF, que sempre admirei por sua postura em defesa da moralidade, mudar o foco e  pedir a abertura de CPI da Covid, contra o governo Federal, que tem cumprido seu papel, liberando recursos da União. Existem  algumas ações que vão na contramão dos fatos e que só podem ser explicadas pelos meandros da intencionalidade. É muito difícil um país prosperar, se seus Poderes conspiram contra, em razão de odiosos interesses pessoais. Ninguém quer uma ação traumática para o País, mas a provocação e o desafio têm ocorrido com explicita frequência.


Elias Skaf  eskaf@hotmail.com

São Paulo


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PIOR NÃO FICA

Sem argumento, a politicalha que apoia o presidente Jair Bolsonaro, diz que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) irá atrapalhar o combate à pandemia no Brasil, podendo chegar ao caos. Ora, não se sabe qual foi o “aceno” que o governo federal fez para proteger os brasileiros. Na verdade, a CPI irá esclarecer quem é o genocida responsável pelos mais de 340 mil óbitos no País. Afinal, pior não fica!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


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TAXAR A CORRUPÇÃO


De nada vai adiantar aumentar os impostos dos livros, quase ninguém lê no Brasil. Para arrecadar dinheiro de verdade seria muito melhor criar um imposto sobre a corrupção, IC, que taxasse todas as transações feitas “por fora”, caixa 2, superfaturamento de obras, rachadinha dos parlamentares, etc. Outra grande fonte de novos impostos são as igrejas, é preciso criar o imposto da fé, Ifé. Chega de perdoar as dívidas dos picaretas da fé, tem de taxar e muito, cada doação feita deveria ser acompanhada de recibo, nota fiscal e tributada normalmente, e as igrejas deveriam apresentar balanço e pagar Imposto de Renda como qualquer outra instituição.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo


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ARMAS E LIVROS

Por ora, o obscurantista, trevoso e beligerante desgoverno Bolsonaro, que comete o despropósito de incentivar o armamento da população, deu de tributar os livros impressos. Não será surpresa se daqui a pouco mandar queimá-los em praça pública, a exemplo do regime nazista. A que ponto chegamos!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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DIVÓRCIO


O presidente Jair Bolsonaro está com a mania de dizer “meu exército brasileiro", especialmente, nas promoções de patente dos oficiais. Na verdade, o maníaco – que gosta de chamar de seu –, ainda não atinou que as Forças Armadas estão descontentes com o seu desgoverno e fica evidente que há um divórcio unilateral contra o presidente, deixando-o nu e acuado. Só não vê quem é cego!

 


Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


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FASE VERMELHA COM FUTEBOL

O governo do Estado de São Paulo decidiu, talvez não por unanimidade do Centro de Contingência da Covid-19, interromper a fase emergencial, que se iniciou em 19 de março e vai até 11 de abril. E a partir da segunda feira, 12, até o dia 19, passa a valer a fase vermelha com restrições para as diversas atividades, com toque de recolher das 20 às 5 horas.  Já que houve uma queda, diga-se, importante, porém pequena, no número de internações, com média de 89% de ocupação dos leitos nos hospitais. Um risco! Mas, ao mesmo tempo, permite a volta às escolas com 35% de alunos.  O comércio no sistema drive thru, ou de compras online.  Bares e restaurantes com o cliente podendo retirar no local sua encomenda, ou como vinha ocorrendo, recebendo em sua casa.  E para os amantes de esportes, liberadas as competições profissionais no Estado de São Paulo, incluindo, lógico, o futebol, com os jogos sendo realizados somente após as 20 horas. Desde que todas as atividades citadas sigam as regras protocolares de enfrentamento ao coronavírus...


Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos


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CAOS


O que me assusta é o Brasil estar indo em direção ao que Bolsonaro sonha, para pedir interferência militar: o caos!


Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo


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LULA E BOLSONARO X STF


Lula e Bolsonaro se manifestaram contra as decisões do STF. Eles pensam que o STF está ao dispor deles e não da lei. Por eles já terem indicado ministros para o STF e, no caso Bolsonaro, ser o responsável por indicar o próximo, eles acham que tais ministros devem acatar suas ideias. Eles confundem harmonia com independência entre os Poderes.  Mas tais ministros, uma vez empossados, também são acompanhados pela Constituição e pela opinião pública. Alguns até apoiam quem os indicou, mas os ministros mais antigos votam de acordo com a Constituição. E sabem que devem ficar espertos, pois quem realmente manda é o povo e não quem está na cadeira da Presidência, que tem os votos da maioria dos que votaram, mas não da maioria dos brasileiros (votos da oposição e nulos). 


Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana


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O INFERNO DE BOLSONARO


A pandemia no Brasil, inegavelmente, está descontrolada e isto se deve às ações tresloucadas do governo Bolsonaro. Por tudo que ele vem fazendo desde os primeiros casos, quando muitos de seus integrantes negaram a ciência e suas recomendações visando à prevenção, tem-se, hoje, um quadro mais horrendo que qualquer obra de Michelangelo, Dante Alighieri, Shakespeare, Stephen King ou qualquer outro que retrate o inferno em que vivemos após as mais de 350 mil mortes provocadas pelo “mito” que não se convence de sua incapacidade física, psicológica, moral. Além de administrativa, por não ter o menor cacoete como gestor, e política por, depois de 30 anos como legislador, não saber comprar e levar a “mercadoria” ( no caso, deputados e senadores). O famoso toma lá dá cá, que disse saber combater, mas que, na verdade, tem ajudado a aumentar o número de baixas nesta guerra que enfrentamos com Forças Armadas neutralizadas e submetidas a interesses outros, bem diferentes do que determina a Constituição e do que, um dia, demonstrou Duque de Caxias, Mascarenhas de Moraes e outros que juraram amar a Pátria, independentemente do vil metal.


João Di Renna  joao_direnna@hotmail.com

Quissamã (RJ)


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DESATINOS DE BOLSONARO

Depois de assistir ao triste espetáculo do presidente Bolsonaro e seus seguranças pregando imprudências e irresponsabilidades aos  jovens brasileiros da fronteira boliviana, ficamos com uma certeza: é um caso clássico de insanidade física e mental. Ele necessita ser contido pelo STF ou pelos senadores e deputados federais de plantão. Não se pode deixar um demente espalhando mortes e desatinos Brasil afora.

Marize Carvalho Vilela marizecarvalhovilela@gmail.com

São Paulo

 

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‘TRISTES E DESANIMADOS’ (Estadão, A2, 10/4)

Obrigado pela serenidade de seus conselhos, dom Odilo.

José Mathias Frings jmfrings64@gmail.com

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A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR’ (Estadão, A3, 10/4)


Os senhores André Mendonça e Augusto Aras precisam urgentemente entender que não existe nenhum conflito entre as leis de Deus e as leis dos homens e que estimulá-lo, no afã de agradar a um benfeitor para obter benfeitorias, é pecado  nas de Deus e crime nas dos homens. Até porque, as leis dos homens, que têm que ser seguidas por todos, exercem a garantia que a lei de Deus, facultativa a qualquer cidadão, possa existir, em qualquer credo que se queira seguir.


Abel Pires​ Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro


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A FRIEZA DA FERA


A mulher que o inocente Henry Borel chamava de mãe não participou da reconstituição do crime, seria difícil sustentar a tese de que um tombo teria destruído o fígado conforme exames mostraram. No dia após a morte, a mulher foi ao cabeleireiro fazer mão, pés e cabelo. A frieza dessa senhora comprova o quanto ela se importava com seu filho. A falta de leis mais duras têm levado inocentes a pagar com a própria vida. Se o dr. “Jaulinha” e a sua comparsa forem condenados, quem garante que em breve não estarão livres da cana? Brasil, o país da impunidade.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo


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UNIMED DE SANTOS


Será um grande benefício para toda a comunidade que a Unimed de Santos renove e permita sempre o atendimento médico hospitalar tanto no Pronto Socorro como nos Hospitais Santo Antônio e Santa Clara da Benemérita Instituição da Sociedade Portuguesa de Beneficência de Santos, de modo a dar esta importante opção aos que possuem os planos de saúde poderem escolher o hospital e o pronto socorro que desejarem.


Cláudio Magalhães prof.claudiomagalhaes@gmail.com

Santos

 

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