Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

16 de abril de 2021 | 03h00

Desgoverno Bolsonaro

Novas ameaças

Em entrevista, Jair Bolsonaro disse estar à espera de uma sinalização da população para agir, em razão da fome, do desemprego e da miséria que assolam o Brasil por causa da pandemia. Mais uma vez Bolsonaro mostra, com essas palavras, o desejo de dar seu autogolpe, impor uma ditadura de extrema direita, o que fará o Brasil ser preterido em tudo no planeta. Se estamos nesta miséria, como ele disse, é porque não agiu como verdadeiro líder, comprando vacinas contra a covid-19, em vez de se recusar a receber imunizantes. Além de que desincentivou o uso de máscaras e o distanciamento social. Suas atitudes vão, fatalmente, levá-lo ao Tribunal Internacional de Haia por crime de lesa-humanidade. E suas ameaças não terão apoio da população mais esclarecida!

BORIS BECKER BORISBECKER@UOL.COM.BR

PRAIA GRANDE

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SOS?

“O Brasil está no limite. O pessoal fala que eu devo tomar uma providência. Estou aguardando o povo dar uma sinalização, porque a fome, a miséria e o desemprego estão aí, só não vê quem não quer.” E completou: “Eu só faço o que o povo quiser que eu faça”.

ULYSSES FERNANDES NUNES JUNIOR ULYSSESFN@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Pedido do povo

Já que Bolsonaro disse que espera um pedido do povo para tomar uma atitude, lá vai o meu: renuncie!

DANIEL LEAL BAYERLEIN DANIEL.BAYERLEIN@ICLOUD.COM

JANDIRA

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Incitação ao conflito

Criticado de todos os lados por sua atuação desastrosa na pandemia, com severas consequências econômicas, tendo seu sonho de reeleição ameaçado, o presidente Jair cloroquina Bolsonaro está partindo para incitar o conflito social. Queria colocar o “seu exército” nas ruas para evitar a invasão dos supermercados. Sua estratégia ficou mais clara após a recente declaração de que o Brasil está no limite e que “espera um sinal do povo (leia-se: seus exaltados apoiadores) para tomar providência”. Não é conversa não, o comandante Hugo Chávez começou assim.

OMAR EL SEOUD ELSEOUD.USP@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Mais um vexame

O presidente não aprendeu que em boca fechada não entra mosca e que quem é falador acaba dando bom dia a cavalo. Ontem, logo pela manhã, usando de sua enorme ignorância, resolveu fazer críticas ao presidente argentino pelo uso das Forças Armadas no combate à pandemia. Falou do que não conhece, ou sem ler o noticiário, senão saberia que os soldados trabalharão desarmados e em apoio às pessoas. O presidente Alberto Fernández foi educado, classificou as palavras do bocudo como “chocantes” e sugeriu que seria preciso explicar-lhe como funciona a Constituição. Só mais uma do transtornado.

SÉRGIO BARBOSA SERGIOBARBOSA19@GMAIL.COM

BATATAIS

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Pandemia

Não é uma ‘gripezinha’

Lá se foram João e Terezinha. Eles acreditaram piamente que a covid era uma “gripezinha”, espelharam-se em irresponsáveis que não respeitam as medidas de proteção, ignoram o uso de máscara, o distanciamento e o álcool para assepsia das mãos. Ah, João e Terezinha partiram muito cedo! E a mortandade aqui continua, vivemos com medo. Hospitais estão sempre lotados, infectados mendigam tratamento. E o pessoal da área da saúde, quanto sofrimento...

JEOVAH FERREIRA JEOVAHBF@YAHOO.COM.BR

TAQUARI (DF)

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Colapso em Manaus

Acusado pelo Ministério Público Federal, agora o general Eduardo Pazuello vai ter de assumir todas as suas omissões e mazelas à frente da pasta da Saúde. E acabará sendo penalizado, civil e criminalmente, por ter obedecido às determinações do “patrão” Bolsonaro.

ARTUR TOPGIAN TOPGIAN@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Economia

Sob o domínio do Centrão

O presidente Bolsonaro está entre a cruz e a caldeirinha para decidir sobre o Orçamento. De um lado, as promessas feitas ao Centrão e, de outro, os vetos necessários para não incorrer em crime de pedalada fiscal. Uma saída poderia ser a oferta ao Centrão, em troca dos vetos, de ministérios resultantes de uma cisão da Economia.

JORGE DE JESUS LONGATO FINANCEIRO@CESTADECOMPRAS.COM.BR

MOGI-MIRIM

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Contorcionismo

A famosa peça teatral A Cantora Careca, de Ionesco, tem como característica não haver em nenhum momento a intervenção de uma cantora, muito menos careca. Algo parecido acontece com o nosso atrasadíssimo Orçamento. Todos falam em respeitar o teto, mas surge a figura insólita da PEC “fura-teto”. Decerto, o teto continua moralmente inviolável, mesmo furado. Mas a exemplo de outra peça, Esperando Godot, de Samuel Beckett, assim como no Orçamento, Godot, isto é, o rigor da aritmética elementar, não comparecerá. Já presenciamos contorcionismos parecidos, não faz tanto tempo, na época do PAC, quando os investimentos desse programa, que visava a acelerar um crescimento praticamente nulo, eram considerados tão virtuosos que mereciam tratamento separado. Nossa moeda é uma só, independentemente da nobreza dos propósitos. Uma pandemia sem precedentes ameaça engolfar a nossa economia. Seria muito mais honesto reconhecer a necessidade de novos gastos, assumir os riscos e admitir o estouro. Não há meios de diferenciar recursos, e os destinados ao combate à praga, bem como os auxílios indispensáveis para contemplar os mais necessitados, serão expressos nas mesmas unidades monetárias que nossas receitas e outras despesas, nosso endividamento aumentará e os credores se tornarão mais arredios e exigentes. Mesmo assim, navegar será preciso, mesmo sabendo que Godot não chegará.

ALEXANDRU SOLOMON ALEX_SOL@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

INTERESSES

O que mais o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, precisa fazer para mostrar a quais interesses está servindo?


Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo


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CPI DA PANDEMIA

A composição da CPI para apurar o comportamento do governo federal indica que o atual presidente terá muitos problemas. É o que se espera, pois precisamos recuperar nosso conceito em nível internacional e, o mais importante, que a vacinação de todos os brasileiros seja efetiva.


Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos


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QUE FIQUEM OS ANÉIS

Palavras do presidente Bolsonaro: “O pessoal fica reclamando que acabou o emprego, quem fechou o comércio não fui eu. Quem te obrigou a ficar em casa não fui eu. Eu faço a minha parte. É impressionante, com todo respeito aqui, o pessoal em vez de dar força para mim, criticam. Eu não sou ditador do Brasil”. Realmente, o presidente Bolsonaro não obrigou ninguém a ficar em casa, apenas incrementou bastante a mortandade pela pandemia de coronavírus, mas inovou, assim, um velho ditado popular, reescrevendo-o ao estilo bolsonarista: vão-se os dedos, mas ficam os anéis.

Marcelo Gomes Jorge Feres marco.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro


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BRASIL INTIMIDADO

O Brasil inteiro já entendeu a tragédia que aconteceu com o menino Henry, é difícil entender como essa barbaridade pôde acontecer por tanto tempo sem que houvesse alguma intervenção em defesa do garoto. O Brasil inteiro já entendeu que a pandemia explodiu descontroladamente no P por causa da catastrófica gestão da Saúde feita pelo presidente Bolsonaro, é difícil entender como essa barbaridade pôde acontecer por tanto tempo sem que houvesse alguma intervenção em defesa da Pátria.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com

São Paulo

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SINUCA DE BICO   

Como é de costume fugir da sua responsabilidade, o presidente Jair Bolsonaro pretende viajar ao exterior para não sancionar o Orçamento de 2021, pois pretende deixar esse ônus para o presidente da Câmara, Arthur Lira. Na verdade, para que isso aconteça, Bolsonaro teria que levar a tiracolo  nesse convescote o seu ardoroso vice-presidente, Hamilton Mourão. Mas há um problema jurídico. Afinal, Arthur Lira é réu em ações penais, e está impedido de assumir a cadeira presidencial. Ora, mais uma vez o desgoverno Bolsonaro está numa sinuca de bico!      

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


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DIGA-ME COM QUEM ANDAS

Bolsonaro muda a aproximação conforme sua ambição e pesquisas.  Trump, Putin e, agora, Biden. Em breve,   possivelmente,  Rainha Elisabeth, papa Francisco e, dependendo da CPI da Covid-19, o sempre famoso e solto Renan Calheiros.


Carlos Gaspar carlos-gaspar@uol.com.br

São Paulo

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SISTEMA ELEITORAL BRASILEIRO

Enquanto o nosso quase embaixador nos EUA, o deputado Eduardo Bolsonaro, posta em suas redes sociais que o lockdown favorece a disseminação da covid-19 nos recessos dos lares, os contaminados internados pelas UTIs do País morrem, amarrados em seus leitos, de asfixia  e em dores acerbas por falta de oxigênio e remédios para sedação e entubação. E o presidente Bolsonaro ameaçando bater no senador Randolfe, que protocolou pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possíveis falhas gritantes do governo federal no combate à pandemia. Alguém duvida ainda que o sistema democrático brasileiro, em suas minúcias e desarranjos de aquisição e manutenção dos Poderes representativos institucionais, precisa de uma séria revisão? Pois, por aqui, é assim: votou, tá ferrado, camarada! Agora só esperando pela próxima!


Marcelo Gomes Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro


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SIMBIOSE E OSMOSE


Em biologia, o fenômeno da simbiose pode ser resumidamente entendido como qualquer relação entre seres vivos, não importando qual deles é  beneficiado ou prejudicado no processo. Já a difusão de elementos com concentrações diferentes, através de paredes porosas que os separam, constitui o que se denomina de osmose. Ou seja: simbiose é influência, osmose é invasão. Transportando metaforicamente os referidos conceitos para os últimos acontecimentos que vêm pontuando a vida política recente do Brasil, verifica-se que  os Três Poderes da República, que deveriam exibir  funcionamentos  harmônicos, porém independentes, operam com frequência de maneira simbiótico-osmótica, na medida em que se interferem mutuamente, sem foco no bem comum, e às vezes até se interpenetram mediante o estabelecimento de decisões de uns que são prerrogativas de outros. E o povo assiste a tudo placidamente.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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 ‘REPÚBLICA DA MORTE’


A OAB concluiu que "o presidente de cemitério" (apud jurista Miguel Reale Jr.) Bolsonaro cometeu crime de responsabilidade ao “fundar uma República da Morte” no País.

Com efeito, não poderia haver melhor definição do cenário funesto e macabro, após mais de 360 mil (!) óbitos.


J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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A OAB  dá a denominação adequada ao colocar que o presidente Bolsonaro fundou a “República da morte”. E vai além, ele deve ser responsabilizado por homicídios contra a humanidade. Que a proposta seja levada adiante. Ele precisa ser punido!


Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos


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COMO VOTAR NO MELHOR?

Parodiando um sucesso de Elis Regina, O Bêbado e o equilibrista, chegamos a uma situação em que essa música se ajusta  bem  às tendências da atual conjuntura para a escolha do novo presidente do Brasil, em um momento caótico,  no qual a maioria dos nossos políticos desafina mais  que disco de quermesse. E o que falar então do nosso Judiciário com  suas intempestivas  decisões monocráticas que se aproximam do autoritarismo, tão temido!!! Graças a essas decisões, a justiça acaba de  reabilitar um político que foi um mal para o País. Dentro dessas perspectivas,  tudo indica que Lula será um forte candidato, na disputa com Jair Bolsonaro, nas próximas eleições. Isto é,  se este for um bom equilibrista e resistir até lá. A conclusão a que se chega é que poderá voltar às paradas o velho  sucesso da Elis, no qual, o presidente atual faz o papel de equilibrista, contra o candidato lançado pelo ministro Fachin,  no papel do outro personagem!

Roberto Ianelli Kirsten  r.kirsten@uol.com.br

Amparo

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ELITES ECONÔMICAS EGOCÊNTRICAS

Elites Econômicas das duas maiores nações das Américas apoiaram e elegeram os dois piores presidentes da história dos Estados Unidos e do Brasil. O conservador partido Republicano americano, por oportunismo, elegeu Donald Trump, enquanto os ricos, burgueses e ignorantes levaram o pior político da Câmara dos Deputados ao Palácio do Planalto. Deu no que deu. Com tais elites dominantes, Brasil e Estados Unidos carecem de inimigos externos. Somos autossuficientes para nos destruir como nação. Os americanos já reagiram e elegeram o democrata Joe Biden. O Brasil terá a chance de tudo mudar no ano que vem. Ao sucessor deste governo do caos, a difícil missão de tudo reconstruir dos escombros de um Brasil arrasado, pelo egoísmo de nossas elites e a polarização na política de seitas partidárias.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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VERDADES DEVEM SER DITAS

Ah, se não fosse a imprensa o que seria deste Brasil. Principalmente, nesta desoladora era da gestão de Jair Bolsonaro!  E o editorial do Estadão (14/4, A3) com o título Ameaçar é crime escancara a irracionalidade no poder deste presidente, que, sem credibilidade alguma, deseja se mostrar em seus discursos como “paladino da liberdade” ou cúmplice da democracia...  Uma farsa de quem flerta com regime de exceção e que não mede esforços para elogiar ditadores e torturadores. Soberbo, não aceita críticas.  Ofende opositores, e até ameaça sair na porrada com jornalistas, como fez também com o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), autor do pedido de imediata instalação da CPI da Pandemia, no STF. Como felizmente foi decidido até pelo plenário do STF, por 10 votos a 1. Porém, com tantas afrontas as nossas instituições em 26 meses de destrutivo mandato, o alerta vem do editorial: “suas ações o aproximam perigosamente da esfera penal”.  Oxalá, para o bem do Brasil, esses crimes que o presidente comete, incluindo de “contra a humanidade”, pelo seu total desprezo à pandemia e em salvar vidas, sejam acompanhados também da interrupção de seu mandato. E, se verdades devem ser ditas, também escreve Paulo Delgado, em seu excelente artigo neste mesmo jornal (14/4) com o título O salão dos passos perdidos, que Jair Bolsonaro, “avança para destruir o patrimônio institucional, construído pelas elites e pelo povo brasileiro nos últimos 132 anos”.


Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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DIA D

A cada dia Bolsonaro tenta falar mais como o sanguinário, lunático e psicopata genocida Adolf Hitler. A semelhança tem sido tanta que, mesmo sem o típico bigode, eles se parecem. Apesar de não ter as grandes plateias do assassino austro-húngaro-alemão, uma vez que sua popularidade está cada dia mais em baixa no “cercadinho”, o nazifascista, frequentemente, usa frases de efeito que incluem “esperando sinal do povo, meu exército, o Brasil tá no limite”, etc., balões de ensaio pra ver se segmentos diferentes daqueles extremistas aderem às loucuras e despontem no cenário de caos em que vive a maioria do povo brasileiro. Coisas que, graças a Deus, à população coerente e nacionalista e, principalmente, à incompetência do governo, do antimito e anticristo, não prosperam. Enquanto o Brasil não tem seu Dia D, vindo das ruas e das instituições responsáveis por destruir e afastar lideranças negativas, continuamos a assistir ao festival de imoralidades, irregularidades e boçalidades vindas da boca de um irresponsável e criminoso como Jair Bolsonaro, que pode estar perto de se calar caso os aliados e a humanidade vençam, mais uma vez, a grande guerra contra o terror.


João Di Renna joao_direnna@hotmail.com

 Quissamã (RJ)


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BANCO DE ALIMENTOS - CEASA CAMPINAS

Campineiros e demais moradores da Região Metropolitana de Campinas (RMC), saibam que muitos alimentos que antes tinham de ser jogados no lixo, desde a edição da Lei Municipal 12.389, de 11 de outubro de 2.005, projeto do então vereador Dário Saadi (atualmente, nosso prefeito) e, posteriormente, regulamentada pelo Decreto 15.424, de 24 de março de 2.006, podem, doravante, minimizar a fome de pessoas carentes e necessitadas de recursos materiais.

Restaurantes, por exemplo, tinham receio de doar, para entidades beneficentes, sobras de alimentos preparados, por causa da possibilidade de ocorrer algum problema de saúde para quem os consumisse. O município de Campinas, possuindo esta legislação específica, permite aos restaurantes doarem alimentos a instituições beneficentes cadastradas sem que estas venham a ser, futuramente, responsabilizadas. Isto faz com que comida que seria jogada fora chegue às pessoas necessitadas, minimizando, em parte, a fome que, infelizmente, campeia a humanidade.

Existe, em nossa cidade, o denominado Banco de Alimentos – projeto que é coordenado pela Ceasa-Campinas, em conjunto com a Secretaria Municipal de Assistência Social – que pode receber as doações e que possui, inclusive, corpo técnico especializado, o que denota a seriedade do projeto. A lei municipal em referência permite, para fins de doação, a reutilização de alimentos, incluindo sobras, em quaisquer das etapas da cadeia alimentar, que tenham sido elaborados com observância das boas práticas operacionais e procedimentos operacionais padronizados, entre outros estabelecidos pela legislação concernente à legislação sanitária.

O texto legal considera como sobra os alimentos que não foram distribuídos, bem como os que foram conservados de maneira adequada, incluindo as sobras de balcão térmico ou refrigerado, tratando-se de alimentos prontos para o consumo.

 As entidades – tanto doadoras quanto receptoras –, que participarem de programas de reutilização de gêneros alimentícios devem seguir parâmetros e critérios nacionais e internacionais reconhecidos, que garantam a segurança do alimento em todas as etapas do processo de produção, transporte, distribuição e consumo, ficando a entidade receptora responsável pela constatação de qualidade dos víveres recebidos.

Assim, quem desejar, poderá colaborar, bastando entrar em contato com o Banco de Alimentos pelos telefones (19) 3746-1063 e 3746-1476 ou pela internet (www.ceasacampinas.com.br). Portanto, quem assim proceder estará combatendo o desperdício de alimentos e minimizando os efeitos da fome, permitindo que o maior número possível de pessoas tenha acesso a alimentos básicos e de qualidade, em quantidade suficiente para uma alimentação saudável e equilibrada.

 Vamos, pois, numa corrente do bem, difundir (pelas mídias sociais e whatsapp) a informação para entidades beneficentes, grupos de voluntários e empresas aos quais estejamos de alguma forma ligados, possibilitando o efetivo exercício de uma valiosa ferramenta posta a nosso dispor no combate à fome.

 Armando Bergo Neto bergoneto@terra.com.br

Campinas

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O PL DAS DEZ MEDIDAS CONTRA CORRUPÇÃO

Como o projeto de lei ainda não foi aprovado, encontrando-se retido no Congresso, no qual ingressou em 2016, o combate à corrupção contínua esvaído, propiciando ao banditismo continuar a investir contra a sociedade brasileira como ocorre com as questões  versando sobre o tema,  em análise no Supremo na semana em curso. 

Houvesse a tramitação do projeto das 10 medidas superado a forte oposição contra ele existente, muitos condenados estariam cumprindo suas penas e a sociedade estaria satisfeita em seu propósito de defender-se desses abscessos que infeccionam as instituições nacionais, imiscuindo-se nos Três Poderes da República, sem exceção.


Lairton Costa lairton.costa@yahoo.com.br

São Paulo

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PRIVILÉGIOS INEXPLICÁVEIS


Onde estava o ministro Fachin quando se estabeleceu no Paraná um núcleo de juízes especializados em localizar os crimes de lavagem de dinheiro com a chamada Lava Jato. Quais seriam as prioridades do réu Lula da Silva para estar sempre na frente de outros problemas jurídicos, que esperam para ser julgados e  morrem muitas vezes nas gavetas mofadas dos senhores ministros do STF,  os quais aliás, estão desmoralizados para a maioria do povo com o mínimo de esclarecimento. São perguntas que precisam de respostas claras. O réu em questão já esteve preso, embora  com todos os confortos de um spa, na Polícia Federal  do Paraná ,destoando dos demais réus sem diploma encarcerados por roubar as vezes um pote de margarina. Coisas da nossa injustiça vigente no País. Anular no papel os crimes evidentes com provas contundentes já julgados em segunda instância com um nítido tom político e não jurídico e constitucional é extremamente vergonhoso e fora de propósitos claros.

Falam bonito, os ministros de capa preta, mas não nos enganam mais. Que há algo errado nesse pacote só não vê quem tem segundas outras intenções.


Leila Elston Leitão leilaelston@uol.com.br


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TURMAS, AH!!


O nosso Supremo Tribunal Federal (STF) é composto por 11 membros, e nós, os pagantes de impostos, não queremos julgamentos com tendências de cunho político e fracionados em 1ª e 2ª turmas, esta jabuticaba. Chega!

              

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo


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CUIDADO PARA NÃO ASSAR A GALINHA DOS OVOS DE OURO


Quebrar patente de vacina é uma boa ideia? Obviamente que não, mas não somente por causa da possibilidade de eventuais retaliações por parte da indústria internacional. Simplesmente, o vírus não para de evoluir. Basta ver a perigosa variante de Manaus que tem conquistado manchetes em jornais de todo o mundo e que tem se espalhado por todo o País de forma acelerada. Assim, as vacinas têm de evoluir no mínimo no mesmo ritmo. Laboratórios, engenharia genética, testes clínicos, tudo isto custa muito caro e são atividades de grande risco. A maioria das empresas que começaram não concluiu com sucesso as fases do caminho. E as que concluíram estão enfrentando alguns reveses significativos. A única maneira de a coisa dar certo é trabalharmos todos em conjunto, com respeito mútuo, o que inclui o respeito à propriedade intelectual. Para não servir assada a galinha dos ovos de ouro que nos fornece as preciosas vacinas. O que inclui também, obviamente, respeito à capacidade de pagamento dos que dependem disso para proteger sua vida.


Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo


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PALMEIRAS

Felipe Melo, do Palmeiras, disse que os principais adversários do Palmeiras estão em São Paulo. Ué, o Flamengo e o Defensa y Justicia se mudaram para São Paulo? Como fala bobagem... 


Panayotis Poulis  ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

 

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