Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

10 de maio de 2021 | 03h00

Desgoverno Bolsonaro

Combater a ralé no poder

Muito adequado o termo ralé para designar o “gabinete do ódio” instalado no Planalto para subsidiar os crimes praticados pelo presidente (A ralé virtual no poder, 9/5, A3). Há que considerar como um vereador do município do Rio de Janeiro pode ter atuação a cerca de mil quilômetros de lá e participar de reuniões ministeriais, que se consideram de Estado, apesar de aquela de um ano atrás ter-se mostrado chucra e desrespeitosa. Quase meio milhão de brasileiros mortos e o néscio quer envenenar a população com medicamentos perigosos e mentiras. Ralé se combate com assertividade, é o que esperamos da CPI do Senado, para evidenciar os culpados pela tragédia múltipla a que somos submetidos.

ADILSON ROBERTO GONÇALVES PRODOMOARG@GMAIL.COM

CAMPINAS

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Perversidade

O gabinete paralelo do poder paraestatal é o velho e conhecido “gabinete do ódio”, denunciado logo no início do governo do clã por dissidentes do PSL, o partido do capitão partido. Histórico editorial do Estado expõe como essa ralé virtual chegou ao poder e, a partir do gabinete chefiado pelo zero dois, exerce sua nefasta influência em todos os ministérios, como denunciou o ex-ministro Mandetta à CPI da covid. Um governo infectado pelo vírus da perversidade e do ressentimento, característico de mentes doentias, atormentadas por delírios de perseguição e teorias da conspiração, conduziu o Brasil ao caos governamental em que estamos encalacrados.

PAULO SERGIO ARISI PAULO.ARISI@GMAIL.COM

PORTO ALEGRE

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O nome da maldição

A desgraça de Jair Bolsonaro, a desgraça do País, a desgraça da direita pensante brasileira, que teve alguma esperança na eleição no atual presidente e no pensamento liberal do seu ministro da Economia, têm nome e sobrenome: Carlos Bolsonaro.

ELIE BARRAK EGBARRAK@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Exposição ao risco

Ridícula a foto do presidente pilotando uma moto, em alta velocidade, na inauguração de ponte entre os Estados do Acre e de Rondônia, sem capacete e com outro incauto na garupa. Fazendo uma analogia simples entre esse desgoverno e tal atitude, percebemos imediatamente os riscos que o Brasil corre, seja na área ambiental, na qual vários crimes são cometidos diariamente, ou na saúde, em que diversas atrocidades são cometidas, desde o início da pandemia, quase todo dia. Mas, graças a Deus, as pesquisas já apontam queda expressiva de apoio da população coerente à reeleição de tão despreparado indivíduo, que, apavorado, esperneia que não haverá eleição sem voto impresso. Mas pode esquecer: com qualquer tipo de votação, não emplaca nem segundo turno. A conferir.

JOSÉ CLAUDIO BERTONCELLO JCBERTON10@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Por quem os sinos dobram

É um presente do Estado ler Pedro Malan aos domingos. Melancólico, sim, por saudades de um Brasil esperançoso do seu tempo de ministro. Mas estimula a luta contra o obscurantismo. Embora educação e saúde não sejam “propriamente temas para sound bites, memes e tuítes” nesse governo virtual, vamos ter esperança!

JOSÉ ANTONIO GARBINO A.GARBINO@GMAIL.COM

BAURU

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Corrupção

Emenda secreta

Esquema de Bolsonaro, que lembra a corrupta era petista, mostra a manchete Gasto de emenda secreta tem suspeita de superfaturamento (9/5, A1). Trata-se de esquema que se apresenta inovador para tentar esconder falcatruas: um orçamento paralelo de R$ 3 bilhões em emendas parlamentares destinadas à compra de tratores e assemelhados para atender a currais eleitorais, com até 259% de superfaturamento! Parece que vamos precisar, urgentemente, de uma nova fase da Lava Jato.

PAULO PANOSSIAN PAULOPANOSSIAN@HOTMAIL.COM

SÃO CARLOS

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Tratoraço

Depois de Ricardo Sales sugerir passar o trator na Amazônia, Bolsonaro encontrou nas máquinas de terraplenagem fortes aliadas para comprar apoio no Congresso. Mensalão, petrolão, tratorzão são algumas das inúmeras falcatruas usadas pelos governantes para garantir respaldo parlamentar. Um voto em troca de um trator, eis a novidade bolsonarista.

J. A. MULLER JOSEALCIDESMULLER@HOTMAIL.COM

AVARÉ

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Economia

Escravos da Nomenklatura

Na coluna de J. R. Guzzo de ontem (A12), sobre a morosidade na tramitação da reforma tributária, ao listar os atores envolvidos e mencionar que “ninguém quer resolver nada” fica fácil perceber quem é que não tem interesse nessa reforma, já que somente “módicos” cinco meses por ano do nosso trabalho são tomados pelas instâncias de governo. Haja paciência!

CARLOS AYRTON BIASETTO CARLOS.BIASETTO@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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O iPad mais caro do mundo

Têm razão Pedro Doria e o Nukeni, o Brasil terá o iPad mais caro do mundo (6/5). Também, pudera! Um país com grande parte da população miserável pode-se dar ao luxo de ser o campeão da irracionalidade. Um preço de US$ 2.400, equivalente a R$ 13 mil, no Brasil acaba virando R$ 30 mil, ou U$ 5.549. Para o brasileiro, comum é a Apple que explora com lucro fabuloso. Na verdade, esse multiplicador de 2,31 vezes o preço americano se deve à nossa carga tributária: 10% de Imposto de Importação, mais 18% de ICMS, 9,25% de PIS-Cofins e 15% de IPI, totalizando 52,25%, sem calcular os impostos sobre impostos. Para onde vão esses impostos pagos pelos brasileiros comuns? Para sustentar a máquina do governo, os marajás, deputados, senadores, juízes e numerosas outras autoridades. Coitado do povo, o pobre trabalha para permitir à classe dominante viver no reino de Brasília. Acorda, Brasil!

TAKASHI SANEFUJI SANEFUJIT@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

BOLA NAS COSTAS

O presidente Jair Bolsonaro, desdenhando da vacina da Pfizer, dizia que as farmacêuticas é que deveriam vir atrás do Brasil, que tem um vasto  mercado. O tempo passou. Mais de 410 mil brasileiros morreram, e agora Bolsonaro, percebendo os preocupantes rumos da CPI da Covid, tenta comprar, urgentemente, as vacinas. Só que agora a Pfizer quer cobrar R$ 1 bilhão de ágio para entregar o pseudopedido de 100 milhões de doses.

Tudo, logo após Bolsonaro avacalhar e esculhambar novamente a China, nossa parceira e fornecedora do IFA – Insumo Farmacêutico Ativo. É o presidente levando, mais uma vez, “bola nas costas”. Vergonhoso!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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PAZUELLO E A CPI

Se o ex-ministro se mantiver calado, fica mais do que provado que ele foi e continua sendo incompetente e obedece ao seu patrão.

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo


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BOIADA PASSA NAS ESTATAIS

Jair Bolsonaro é tal e qual a cloroquina, não tem e jamais terá eficácia comprovada. Pior agora, que, com medo de sofrer impeachment, entregou seu destino político nas mãos do Centrão e abre a porteira das nomeações para sua boiada passar nas estatais... Como publicou o Estadão (7/5) Bolsonaro acaba de indicar a mulher do líder de seu governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (Progressista-PR), Cida Borghetti, para o conselho da Itaipu Binacional, e como salário de R$ 25 mil. Uma vergonha! Puro nepotismo! Ou golpe contra os eleitores que o elegeram em 2018. Já que, na sua campanha eleitoral, prometeu instituir uma “nova política” e, hoje, descaradamente, pratica o pior lado da velha política...   Segue, também, o incompetente inimigo do meio ambiente, ministro Ricardo Salles. O mesmo que estarreceu o País ao dizer que aproveitou o momento do País, distraído com outros fatos, para passar a boiada das estúpidas normas a favor dos criminosos que desmatam a Floresta Amazônica. 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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NEPOTISMO


Esse senhor Ricardo Barros não é fraco não.  Após defender o nepotismo abertamente, sem o menor pudor, nomeou sua esposa para o Conselho da Itaipu Binacional com  a  “bagatela” salarial de R$ 25.000,00 mensais. Coitado do Brasil com esses nossos representantes.

Jonas de Matos jonas@jonasdematos.com.br

São Paulo


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GOVERNANÇA ESQUIZOFRÊNICA

Nunca tivemos lideranças governamentais tão esquizofrenicamente inconsequentes como temos agora. Quando estamos tão dependentes nessa pandemia de insumos vindos da China, esse país é acusado sem provas científicas que produziu esse vírus, numa atitude irracional sem precedentes. Urge outras de nossas lideranças corrijam tais irracionais acusações, para que não venhamos a sofrer maiores consequências dessa forma trágica de governar uma Nação, como agora estamos vivenciando.


José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro


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PROVOCAÇÕES



O intuito de fazer insinuações contra a China é provocar o governo chinês para que, dessa forma, atrase a entrega dos insumos para vacinas, inclusive para a “vacina do Doria”. Dessa forma, pela falta da segunda dose da vacina Coronavac, o povo brasileiro se revolta contra o governador paulista.  Simples assim.

  

Jorge de Jesus Longato financeiro@cestadecompras.com.br

Mogi-Mirim


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CANALHICE 


“Canalha” é o negacionista e irresponsável desgoverno que insiste em recomendar e incentivar o uso da famigerada cloroquina para o combate à covid-19, afrontando a opinião geral da medicina e da ciência, que atestam a sua comprovada ineficácia contra o mal. “Canalha” é o desgoverno que, por inação e inépcia, permitiu que a pandemia ceifasse a vida de mais de 419 mil pessoas, e continua fazendo menoscabo da tragédia. A canalhice do desgoverno Bolsonaro é assombrosa e ilimitada. Muda Brasil. Basta de Bolsonaro.


J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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CPI DA PANDEMIA


Em uma CPl na qual Renan Calheiros é o relator, ou é fake ou é pegadinha; o pior é aparecer diante da nação travestido de honesto. Isso senhores é tão somente palanque eleitoral.

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo


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JORNALISMO

A maior transformação atual não é tecnológica, ideológica ou mercadológica, mas sem dúvida jornalística. Pois não existe mais o jornalismo apenas investigativo, mas, outrossim, o opinativo.

 

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo


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BOLSONARO NO ACRE


A imagem de Jair Bolsonaro e seu amigo Luciano Hang “dando grau” ao atravessar a ponte do Abunã, no Acre, faz lembrar a canção Alegria, Alegria de Caetano Veloso na época de chumbo da ditadura, parafraseada para “sem capacete e sem máscara”. Ao olhar os dois, vem na cabeça a expressão “dois caras em uma moto”, já que um deles aplicou um duro golpe de estelionato eleitoral!


Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo


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GABINETE PARALELO DIRIGENTE.


O presidente da República não adere ao dístico: “ducor, non duco”. Sente-se à vontade sendo conduzido pelo gabinete do ódio, que tem à frente o filho 02, Carlos Bolsonaro, cuja atuação é insistente nas redes sociais e cuja influência é maléfica ao País, porque se imiscui em temas fora de sua competência e qualificação. Insiste e persiste em desferir ataques, mesmo que velados, à China, além de manter posições que levaram o País às atuais dificuldades com a aquisição de vacinas para a covid-19. Sabe-se que o Brasil necessita, na atualidade, de moderação, afinidades internacionais e reserva nos ataques a países do globo, além de posicionamentos que possam colaborar com os grandes temas de recuperação ambiental do planeta. Na verdade, o presidente precisa filtrar mais as ações do seu gabinete paralelo e as conversas decorrentes das redes sociais, como bem salienta o editorial A Ralé Virtual do Poder (A/3-10/5). O País não pode ficar à mercê de comportamentos inusitados e inconsequentes de suas autoridades maiores.


José Carlos de Carvalho Carneiro carneiro.jss@uol.com.br

Rio Claro


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FRÁGIL GENERAL


O general do exército brasileiro Eduardo Pazuello não teve segurança nem controle emocional,  mesmo com todo o adestramento que recebeu do governo, para se defender perante uma CPI despreparada, desarticulada e com membros defensores da cloroquina, como ele, apresentando uma desculpa mais ridícula do que sua própria figura. Depois de toda essa expectativa que o frágil general criou, se comparecer, sugiro usar fralda geriátrica


Abel Pires​ Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro


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DESESPERO


Estou muito curioso para saber até onde vai o presidente Bolsonaro para evitar a presença do ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello na CPI da Pandemia. De toda forma, no governo, só haverá perdas.


Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo


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VOTO IMPRESSO


Haverá cerca de 150 milhões de eleitores registrados nas eleições de 2022. Considerando-se uma taxa histórica de abstenção próxima de 20%, serão apurados 120 milhões de votos. Cada eleitor vai votar para presidente da República, governo de Estado, senador, deputado federal e deputado estadual. Se 6 milhões de votos forem apurados por dia, tabelando-se os resultados manualmente de cada um dos cinco cargos, levar-se-á um total de 20 dias para a conclusão da contagem de votos. Como o 1º turno ocorrerá em 2 de outubro do próximo ano e o 2º turno está previsto para o dia 30 do mesmo mês, não haverá tempo hábil para a promulgação do resultado e a campanha de 2º turno, por causa de contestações e recursos aos TREs e ao TSE. Nada que não possa ser resolvido pelos políticos com uma PEC mudando o 2º turno para 15 de novembro, aproveitando-se a euforia da Copa do Mundo que vai começar no dia 21 daquele mês no Catar.


Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas


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MULTILATERALISMO E VALORES HUMANOS

 

Oportuníssimo, depois de a pandemia ter posto à prova a política mundial, o editorial de O Estado sobre o multilateralismo (Os desafios do multilateralismo, A3, 9/5). Solidariedade, amizade, respeito e amor entre os integrantes do mundo é sua base. O vírus demonstrou que foi o tempo das 193 nações. E um rastilho de inteligência traz à baila o “dictum”,  reiterado pelo editorial,  do pesquisador da Asia Research Institute Kishore Mahbubani: “No passado, 193 países viviam como que em 193 barcos. Se um barco pegasse um vírus, ninguém dava a mínima. Hoje não vivemos em 193 barcos, mas em 193 cabines do mesmo barco”. Os homens de todo o planeta deveriam pagar um único e proporcional imposto.  “Data vênia” de brilhantíssimas posições em contrário, como a de Henry Kissinger.

Amadeu Roberto Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo


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OFENSIVA DO MDB CONTRA PRESSÃO DE LULA


E se Simone Tebet fosse a candidata do MDB e do centro democrático? Ela tem carisma, é bastante conhecida e poderia aglutinar os que são contra os extremistas Lula e Bolsonaro. Deveríamos pensar nessa opção e encontrar logo um nome para ser lançado. 

Radoico Câmara Guimarães radoico@gmail.com

São Paulo


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DESIGUALDADE SOCIAL


Fala se muito em letalidade da polícia carioca, agora gostaria de saber como se administra a criminalidade de uma cidade que tem 53 mil marginais armados, mais que todo o contingente da PM carioca. E como se administra o caldo de cultura de toda esta violência, no caso, tráfico, milícias, em mais de mil e duzentas comunidades pobres, miseráveis na verdade! A gente chegando ao Rio pela Linha Vermelha ou pela Avenida Brasil, encontramos um mar, um oceano de miséria e de pobreza extrema no entorno do Rio de Janeiro! Tem polícia que dê solução, ainda mais com leis coniventes e tendenciosas, pró-criminalidade? A imprensa fala em inteligência da polícia e em investigação, e não existe polícia inteligente no mundo que dê solução ao mar de violência e criminalidade oriunda deste imenso caldo de cultura abjeta! E pior, pode haver mais mil incursões, mais de mil mortes de criminosos ou até de policiais que a criminalidade nestes lugares, assim como as condições miseráveis de vida destes lugares, continuarão a ser as mesmas, sempre! O grande problema do Brasil não é a polícia, é a miséria da população, é a falta de instrução e de qualificação do povo, é a extrema desigualdade social, e isto o Brasil não vai resolver, nem quer resolver, nos próximos mil anos!


Paulo Alves. Rua Domingos Ferreira pauloroberto.s.alves@hotmail.com

Rio de Janeiro


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OPERAÇÃO VITORIOSA


Politizaram a operação policial em Jacarezinho. Lágrimas de crocodilo dominaram o noticiário. Aproveitadores e fariseus se fartaram. Policiais revidaram, como era o esperado, depois que foram  recebidos a tiros pelos bandidos. Os policiais agora são  vilões. Os bandidos, traficantes, marginais,  assassinos e aliciadores de menores para o tráfico, mortos pela policia, tornaram-se vítimas indefesas. Coitadinhos.  Na próxima operação os policiais irão desarmados. Será a “operação ternura”. Com  flores para os traficantes.  Dependendo da hipocrisia, demagogia e cretinice de alguns partidos, a corja de bandidos mortos acabará beatificada pelo Vaticano. As imagens aéreas  mostram bandidos armados pulando de casa em casa, tentando fugir do cerco policial. Alguns beócios, simpatizantes dos assassinos, choram pitangas porque a polícia não prendeu ninguém. Melhor assim. Bandido bom é bandido morto, ensinava Sivuca, ex-policial civil que virou   político. Endosso o depoimento de uma autoridade policial, fazendo um balanço da operação: “A meu ver a operação só teve uma falha: a morte de um policial”. Por último, é curioso como, em menos de 24 horas da operação, a comunidade foi imediatamente tomada por ricos, enormes  e elaborados cartazes, faixas e megafones.  Todos de repúdio aos policiais. Pagos por quem? Por alguns partidos? Pelos ambulantes da comunidade? Por ONGs exploradoras dos cofres públicos? Por entidades dos  direitos humanos para desumanos? Tenho ânsia de vômito. 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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IGUALDADE PRA JACARÉ NADAR DE COSTAS

Pelo Brasil, manifestantes nas ruas pelo ocorrido no Jacarezinho. Todos pedindo rigor na responsabilização dos policiais. Infelizmente, para o Brasil, nunca nenhum desses manifestantes saiu às ruas para pedir maior punição para bandidos.

 Ademir Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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