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Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

23 de maio de 2021 | 03h00

Perspectivas para 2022

FHC e Lula

Lamentável Fernando Henrique Cardoso encontrar-se com Lula da Silva. Porque novamente FHC se engana e é usado, como o foi no mensalão. Estão todos isentando o sr. Lula, é STF, juiz federal, etc..., e o motivo não deve ser só tirar o atual incompetente presidente que está aí. Lula só procurou FHC para dar um verniz à sua candidatura. Ele sabe que será muito difícil aparecer, e fazer campanha, alguém não tão conhecido neste Brasil, e com isso seu nome será o preferido das esquerdas, que sonham com a volta ao poder de qualquer forma. Mas eu não duvido que, caso apareça alguém que possa desbancá-lo e enfrentar o sr. Bolsonaro, ele apoie ou permita que o PT apoie. Vide as últimas eleições. Acorda, PSDB!

TANIA TAVARES TANIATMA@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Menoscabo

Eu tinha um ex-presidente da República que merecia meu respeito, minha admiração. Agora não tenho mais, depois do almoço de FHC com Lula. Sei que tudo isso é só para se contrapor a Bolsonaro, mas precisava se rebaixar tanto? Lula não foi inocentado de nenhum crime que cometeu, no âmbito da Lava Jato. Só mudou de foro. E FHC sabe disso melhor que eu.

GUENJI YAMAZOE GUENJI@YAMAZOE.COM.BR

SÃO PAULO

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Precisa desenhar?

Tem gente no PSDB que parece não entender o que lê ou quer é mesmo criar atritos. O que FHC disse, claramente, é o que qualquer cidadão minimamente consciente e informado pensa. Votaria em qualquer candidato contra Bolsonaro, em eventual segundo turno, mesmo que fosse o Lula.

ABEL PIRES RODRIGUES ABEL@KNN.COM.BR

RIO DE JANEIRO

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Política de gente grande

Enquanto o presidente da República age como moleque, tal qual foi sua atuação em 28 anos como deputado federal, os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva fazem política com P maiúsculo, de gente grande e civilizada, em nome da democracia, que vem sendo tão vilipendiada e menosprezada nos últimos anos pelo atual presidente e seus seguidores fanatizados. Alguém acha que foi à toa que Joe Biden deixou o presidente do Brasil falando sozinho na Cúpula do Clima, algumas semanas atrás? Claro que foi uma resposta ao desaforo desse infeliz por demorar dois meses para reconhecer a vitória do democrata na eleição em que seu ídolo Donald Trump foi derrotado. Poucos na História universal mereceram tanto ser depostos do cargo por absoluta incompetência e incapacidade, mas talvez o que ele realmente merece seja tomar uma desforra humilhante nas urnas em 2022. Depois desse desastre que é o seu governo, o Brasil precisará de um governo de união e concertação nacional. E é bom mesmo que Aécio Neves, Bruno Araújo, Artur Lira, Fernando Collor, Ciro Nogueira, Roberto Jefferson et caterva estejam do lado de fora.

SANDRO FERREIRA SANDROFERREIRA94@HOTMAIL.COM

PONTA GROSSA (PR)

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Terceira via

O ex-presidente FHC declarar que, em eventual segundo turno entre Bolsonaro e Lula, votaria no petista é uma vergonha, pois esquece, em nome dessa “política”, isso mesmo, entre aspas, tudo o que esse condenado e seu grupo fizeram. Por que o nosso ex-presidente, em vez de fazer tal declaração, não trabalha, exclusiva e fortemente, por uma terceira via? É por essas e outras que a verdadeira política vai perdendo o respeito da população.

CARLOS AYRTON BIASETTO CARLOS.BIASETTO@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Democracia

O sistema presidencialista que copiamos dos EUA não é o mais adequado para os países que desejam uma democracia estável e de boa qualidade. No nosso caso, é incrível como ninguém se dispõe a propor e a batalhar seriamente pela adoção do parlamentarismo. Talvez porque o presidencialismo eternize nos eleitores a ilusão de que uma hora qualquer pode surgir no cenário político brasileiro um semideus capaz de, num átimo, consertar tudo.

EUCLIDES ROSSIGNOLI CLIDESROSSI@GMAIL.COM

OURINHOS

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Só um almoço

Sem pânico. FHC e Lula apenas almoçaram, não fizeram coligação. À mesa sentou-se a democracia, enquanto a irresponsabilidade vagava pelo Maranhão.

MARCO DULGHEROFF NOVAIS MARCODNOVAIS@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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O que interessa?

Estamos a caminho de 500 mil mortes por inação do governo federal, os sinais de destruição e corrupção no meio ambiente são terríveis, o MEC está enterrando o futuro de nossas crianças. Mas a Jair Bolsonaro nada disso interessa. Ele tem feito turismo por todo o País insultando todos os que classifica como inimigos, andando de jegue, promovendo reuniões cada vez menores – porque cada vez menos gente o apoia –, e faz grande quantidade de bobagens com o objetivo de continuar a receber destaque na mídia, apesar de sua insignificância. Haja paciência para aguentar tal pessoa, que jamais deveria ter saído do baixo clero.

ALDO BERTOLUCCI ALDOBERTOLUCCI@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Fábula

Percebendo que a cada dia perde mais dentes para morder, o cão ladra desesperadamente e fica cada dia mais rouco.

RICARDO HANNA RICARDOPAPI@BOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Eles se merecem

Fulo da vida com as pesquisas que apontam o condenado com 23 pontos à sua frente, disse Bolsonaro: “Lula é ladrão de nove dedos”. Imediatamente, o condenado retrucou: “E Bolsonaro é ladrão de dez dedos”. Salvem o Brasil, nosso país não merece isso!

JÚLIO ROBERTO AYRES BRISOLA JROBRISOLA@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

CRIMES DE LESA-PÁTRIA

Diante da grave ameaça ao País de que o próximo presidente da República deverá ser escolhido entre Lula e Bolsonaro, por falta até agora de um terceiro nome centro-democrático de impacto, cabe, por oportuno, dizer que, enquanto o incompetente e corrupto desgoverno petista de Lula e Dilma “matou” a economia do País, atolada num poço sem fundo do qual não consegue emergir até hoje, o negacionista e genocida desgoverno bolsonarista “matou” até agora cerca de 450 mil pessoas por omissão e falta de uma política preventiva de vacinação em massa contra a pandemia. Pelos condenáveis e imprescritíveis crimes de lesa-pátria cometidos, ambos merecem ser atirados na lata de lixo da história do Brasil.

J. S. Decol decoljs@gmail.com

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ELEITORES NO DIVà


Em sua Retórica, Aristóteles ensina que “a sabedoria, mãe de todas as virtudes, representa a média dourada entre dois extremos”. Não é preciso muito esforço ou inteligência superior para perceber que extremos são prejudiciais, notadamente em regimes políticos, em posicionamentos ideológicos e de poder.  De 2003, ascensão da esquerda, com Lula, e da direita, com Bolsonaro, em 2018, as coisas  não andam bem no sistema político brasileiro e com a nossa democracia. Os vários governos, nesse período, cada um com seus métodos,  suas coalizões (e/ou cooptação), ideologias, objetivos, cenários econômicos mundiais e locais, geraram diferentes resultados. O cenário econômico mundial favorável e a explosão do preço das commodities propiciaram ao governo Lula nadar de braçada nos dois primeiros mandatos, com altos índices de aprovação e louvores de gestão competente, elegendo Dilma para mais dois mandatos, período que, com uma Nova Matriz Econômica, levou o País a uma profunda crise econômica; sendo o segundo mandato não concluído pelo impeachment em 2016. Os governos petistas ficaram marcados pelos escabrosos e negativos fatos revelados, e por um projeto de poder bem definido, por corrupção generalizada, em gênero e grau inusitados, concluindo assim o ciclo petista de governo, com um mandato-tampão de Temer em 2018. Por tais revelações, a eleição da direita, polarizada por Bolsonaro, deu-se mais pelo sentimento antipetista do que propriamente por méritos da novidade eleitoral, até então um obscuro deputado federal do baixo clero e um político rude, apresentando-se como contraponto ao petismo e uma narrativa persuasiva, atraente e revolucionária: era tudo o que parte da sociedade (57,8 milhões de votos; 55,13% dos votos válidos) queria ouvir. Ressalte-se ainda que nessa eleição houve 11,1 milhões de votos brancos e nulos e 31,4 milhões de abstenções, ou seja, 30,8% dos eleitores não escolheram candidatos. As recentes pesquisas eleitorais e de aprovação do governo Bolsonaro, considerando o clima do cotidiano, permitem inferir que metade daquela massa eleitoral vencedora bolsonarista mantém-se. As pesquisas também  permitem sugerir que, dos votos vencedores na eleição, mais da metade, além de antipetista, desses eleitores pode estar arrependida do voto. Nesses dois anos e meio de governo, as incongruências em relação ao discurso eleitoral ficaram visíveis, por uma política disfuncional, confusa e conflitiva, radical no discurso e nas ações, agravadas em 2020 por uma pandemia sanitária, cuja gestão é altamente contestada e discutível, motivo da CPI da Covid. Em resumo, promessas eleitorais não cumpridas, conflitos, falta de resultados concretos e sem progressos, no campo econômico político e social, o quadro atual é complexo e preocupante. A acentuada queda nos índices de aprovação do governo Bolsonaro e o retorno de Lula ao cenário eleitoral ameaçam a predominância da direita e a desejada reeleição, provocando a antecipação da discussão sobre as eleições presidenciais em 2022, tensionando o ambiente, com os dois extremos, porém, faces de uma mesma moeda. Nota-se um visível sentimento de insatisfação e cansaço em grande parte da sociedade, um quadro desanimador e um grande dilema, embora haja alguma esperança. A despeito das perspectivas, econômicas, políticas e sociais, considera-se uma possível terceira via acreditável ou com sabedoria (sonhar não é proibido), que nos livre do eterno dilema eleitoral: a escolha do menos pior ou o nem nem.  Os desafios do País e as demandas por mudanças profundas no ambiente tributário, nas privatizações, nas reformas administrativas do Estado, entre outras, são vitais, enfim a melhoria da eficiência e dos gastos do Estado são cruciais, principalmente a melhoria da competitividade e atratividade do Brasil aos investidores. Tais reformas e mudanças,  sua amplitude e complexidade exigem capacidade de liderança e política de alto nível. A polarização que incomoda e cria desesperança e um dilema é o retorno ao cenário político de Lula, um ex-presidente envolvido, e também seu partido e entorno, em escândalos de corrupção, com um passado executivo de políticas equivocadas, favorecido mais pelo boom no cenário mundial do que como prova de competência. De outro lado temos um presidente que se afigura como um Pato Manco, expressão usada na política norte-americana que define o político que continua no cargo, mas por algum motivo não pode disputar a reeleição e perde a expectativa de poder. Bolsonaro está fragilizado, sem planos claros, governa com várias disfunções e paralisias, ocupando a cadeira sem força política efetiva, sem coesão parlamentar e, o principal, sem visível competência e habilidade técnica e política para seguir governando, refém das circunstâncias e, pior, mais agressivo. Nos métodos encontram-se perfis comuns aos dois candidatos, quanto a aspectos psicológicos e psicossociais, no uso do poder, fortes traços de autoritarismo, dissimulados ou declarados, coalizão, cooptação, e populismo. Quando não funcionam os mecanismos geradores da confiança, a democracia corre o risco da integração social pela força, ou então por uma guinada política. Há algo sombrio em andamento, com possibilidades e desdobramentos incertos. Urge despontar  um candidato virtuoso, não perfeito, mas com boa dose de sabedoria e competência, para evitar uma escolha dilemática sem opções, meros sinais trocados de continuísmo, mas a restauração da confiança e da esperança na sociedade. 


Luiz A Bernardi  luizbernardi51@gmail.com

São Paulo


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ALMOÇO DE FHC COM LULA

Ah, se Jair Bolsonaro, tivesse um pingo de sensatez política como a que transborda em FHC, como seu respeito aos seus opositores na tentativa de servir o bem comum.  Esse almoço do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso com Lula é uma demonstração de que não se deve fazer política ou governar com o estômago ou ódio, como infelizmente faz Bolsonaro. Tal qual agia também com sua soberba e ofensas aos seus opositores Lula. Certamente, se fosse convidado, FHC, já teria almoçado com o atual presidente... Porém, hoje, o nosso Brasil, sem liderança política alguma, se quiser encontrar o rumo do respeito à democracia, e entrar na rota do desenvolvimento econômico e social, deve reverenciar e seguir esse exemplo de grandeza de FHC.  O momento é de união!  Já que esse insano Jair Bolsonaro, nos seus 27 meses no comando do Planalto, serviu apenas para   afrontar a Nação!  E nesta pandemia comete o crime humanitário por não se importar em salvar vidas. E seu estrago na condução do País é tal que o grau de destruição que promove das nossas expectativas também prejudica a imagem deste nosso Brasil. Hoje visto pelo mundo como um pária pela atuação do governo nesta pandemia e no meio ambiente. Portanto, FHC, na altura de seus 90 anos de idade, mostra o caminho de como se deve fazer política. Com diálogo construtivo e respeitando as divergências.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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OU UMA OU OUTRA


Vendo a foto do ex-presidente FHC, com 90 anos, saudando entusiasticamente outro ex-presidente que possui robusta folha corrida na justiça por atividades ligadas à corrupção, chega-se à triste conclusão de que se trata de um caso de “farinha do mesmo saco” ou um estado de demência senil grave que recomendaria internação imediata pelos parentes.


José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo


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LULA, FHC E O CARNAVAL QUE PASSOU

Lula e FHC representam o passado e não o futuro do País, cada um a seu modo representam o que já foi e o que deu errado. Que bom que Lula finalmente fez as pazes com seu padrinho político. FHC é o principal responsável pela eleição de Lula, que deveria ser eternamente grato pelo fato de FHC jamais ter apoiado os opositores de Lula e com isso pavimentou o caminho para a eleição do simplório operário semianalfabeto. Lula sempre foi o ideal da esquerda caviar, que acreditava que com sua falta de educação formal e simplicidade iria operar algum milagre intuitivo e tornar o Brasil um grande país, deu no que deu. A direita brasileira tem fantasias com o tipo de Bolsonaro, militar durão, que fala grosso, outra grande porcaria, deu no que deu. Quem sabe um dia o Brasil se dará conta que precisa de um gestor competente e honesto e não dessas fantasias de carnavais passados.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

 

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LUIZA TRAJANO E LULA


Muita pretensão do PT achar que a Luiza Trajano iria aceitar fazer parte da quadrilha que saqueou o Brasil.


José Roberto Iglesias rzeiglezias@gmail.com

São Paulo


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EM QUEM VOTAR NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES?

Parodiando o sucesso de Elis Regina O Bêbado e o equilibrista chegamos a uma situação em que essa música se ajusta sobre a escolha do novo presidente do Brasil, num momento caótico,  no qual a maioria dos nossos políticos desafina mais  que disco de quermesse. E o que falar do nosso Judiciário com  suas intempestivas  decisões monocráticas que são  o próprio autoritarismo, tão temido!!!. Graças a essas decisões,  a justiça acaba de  reabilitar um político que foi um mal para o País. Dentro  das perspectivas,  tudo indica que Lula será um forte candidato, numa possível disputa com Jair Bolsonaro  nas próximas eleições. Isto é,  se Bolsonaro for um bom equilibrista e resistir até lá. A conclusão a que se chega é que, baseado no velho sucesso de Elis, o presidente atual faz o papel de equilibrista contra o candidato lançado pelo ministro Fachin no papel do outro personagem.

Roberto Ianelli Kirsten   rkirsten@uol.com.br

Amparo                                               

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VERDADES

Pergunto: o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello mentiu ou faltou com a verdade ? Não há terceira hipótese.


Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo


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A SOLUÇÃO É A INSTALAÇÃO DE POLÍGRAFOS


Na CPI da Covid sugiro a instalação de diversos polígrafos (detector de mentiras) para serem utilizados por depoentes e interlocutores, porque o ambiente é propício para mentiras de ambos os lados. Ali é um ambiente favorável às mentiras!


Arcangelo Sforcin Filho arcangelosofrcin@gmail.com

São Paulo


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PRAGA DE PINOCHIO.


A praga que jogaram nos mentirosos da CPI da Covid-19, no Senado da República, é que os respectivos narizes cresçam tanto que não conseguirão mais conversar ou comer com Bolsonaro. Serão os Pinochios da República e não conseguirão comer a pizza que encomendaram com o chefe!


José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro


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TRAGICAMENTE BURLESCO

O “honorável” senador Renan Calheiros (MDB - AL) tem o nome atrelado a mais de 13 processos sem andamento honesto na desacreditada Corte Suprema. Em certa ocasião até desobedeceu ostensivamente à liminar emitida por um dos ministros daquele sagrado colegiado, determinando seu afastamento da presidência do Senado. Apesar destes comprometedores antecedentes, entre outros, foi nomeado relator da CPI da Covid, indicado pelo presidente daquele grupo investigativo, o mimético Omar Aziz (PSD-AM) que, por acaso, possui familiares envolvidos em investigações da Polícia Federal por desvios de recursos públicos – pasmem! – na Saúde do seu Estado – alguns deles até já foram detidos. Tal cenário configura um quadro insólito que envergonha a Câmara alta brasileira e que deveria arrancar protestos dos senadores que tentam recuperar a credibilidade do Legislativo, mas que, mesmo diante de tamanho descalabro, preferem calar-se e dormir aconchegados em confortável omissão. Tragicamente burlesco!

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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FIM DA LINHA

Se não bastassem as mais de 440 mil  pessoas que morreram vítimas de  covid-19 , que enlutaram a todos, ainda somos obrigados a assistir reportagens em que dão conta que R$ 1.400.000.000,00 (um bilhão e quatrocentos milhões), que se destinava à compra de respiradores e  construção  de hospitais de campanha no Rio de Janeiro, foi desviado, e, o que é pior, desviado justamente por aqueles que deveriam cuidar da Saúde Pública. Uma vergonha. 


Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)


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CRITÉRIOS DA VACINAÇÃO

Nos postos de vacinação na cidade de São Paulo está afixado em lugar visível um impresso com a relação de todas as doenças que não são consideradas para efeito de recebimento da vacina contra a covid-19 por pessoas com 45 anos de idade.

A asma está nessa relação e o asmático, munido do atestado médico,  não conseguiu se vacinar, porque o profissional da saúde alegou estar obedecendo ao protocolo.

Não está nada fácil entender os critérios da vacinação. Hipertenso de 45 anos pode receber a vacina antecipada;  diabético também pode.


Maria Gilka mariagilka@mariagilka.com.br

São Paulo


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FURA-FILAS


É mais uma vez a lei de Gerson. Vergonha para os brasileiros.

Pessoas com comorbidades passam na frente, muito justo. O irritante é ver pessoas com atestado médico de pressão alta passando na frente de quem respeita a fila. Pressão alta, tudo bem, impressão de pressão alta é vigarice. Deveria ser obrigatória a tomada de pressão nos postos de saúde para confirmar a veracidade do atestado.

Carlos Viacava cviacava@uol.com.br

São Paulo

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CAPITÃO CLOROQUINA

O presidente Jair Bolsonaro divulgou que voltou a fazer uso da cloroquina, remédio comprovadamente ineficaz contra o coronavírus, após sentir sintomas da doença. Além disso, Bolsonaro ainda chegou a insinuar que há médicos que não oferecem cloroquina a seus pacientes porque ganhariam mais dinheiro com eles na UTI. Assim, desenvolver-se-á aqui a tese de que o presidente é enfático partidário da antiga política romana do pão e circo, que nada mais era que uma forma de distrair a sociedade romana dos seus problemas sociais, dando-lhe a distração do circo romano e o sustento básico apenas para a sobrevivência, o pão. Porém aqui, em nosso caso brasileiro, parece estarmos vendo uma nova versão da antiga política romana, podendo ser chamada de plano diversionista político bolsonarista da bravata e cloroquina.


Marcelo Gomes Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro


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 NOVAS CEPAS DO VÍRUS


Essa impressionante capacidade de surgimento de novas cepas do coronavírus deixa todos nós assustados. Felizmente, pelo que dizem os cientistas, as principais vacinas hoje existentes combatem eficazmente essa infecção virótica. Mesmo assim, temos de continuar com as medidas profiláticas, como o uso de máscaras, até que essa pandemia deixe de circular entre nós.


José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro


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DEPORTADOS


Assisti/ouvi noticiários sobre brasileiros que foram deportados pelos EUA.

Várias entrevistas e as pessoas não se mostraram arrependidas da tentativa. Foi quase unânime a informação que vão tentar outras vezes entrar nos EUA.

Daí aquela máxima: prefiro ser preso lá do que delegado aqui. Que pena.


Sérgio Barbosa sergiobarbosa19@gmail.com

Batatais


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POLÍCIA MILITAR

Muitas pessoas têm aversão aos policiais militares. Todos nós sabemos que existem policiais arrogantes/metidos, ruins e corruptos, em especial os rodoviários, mas não podemos generalizar e condenar toda a instituição. Creio que a imensa maioria é de bons e honestos profissionais! É necessário entender a situação dos militares. Eles vivem sob pressão e estresse o todo tempo, são chamados para brigas de casais, brigas de bêbados nos botecos, perturbações/som alto, assaltos, tráfico de drogas, fiscalização de veículos, perseguição a bandidos e com troca de tiros, etc. Eles estão sempre na linda de frente de todos os problemas da sociedade. E quando tem blitz ou as pessoas são abordadas pela PM, muitos ficam bravos. Eu acho fundamental e necessário, pois é assim que a PM descobre os ilícitos. Enfim, ser um policial não é fácil, e o retorno pra casa nunca é certo.  

Alex Tanner  alextanner.sss@hotmail.com

Nova Odessa


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A MARCHA DA INSENSATEZ

Correu o mundo a notícia do cessar-fogo entre Israel e o Hamas, na Faixa de Gaza. Foram 11 dias de combates sangrentos, centenas de vidas ceifadas, milhares de feridos, 90 mil deslocados internos em Gaza, porque perderam seus lares. Será que os líderes vão garantir a reconstrução, muito difícil.

Da Faixa de Gaza o Hamas disparou mais de 4mil foguetes contra Israel, com 12 mortos e 336 feridos. Já na Faixa de Gaza, Israel revidou com poderosos mísseis, destruição total dos prédios de comunicações, infraestrutura de água e esgoto, eletricidade, escassez de alimentos, 232 mortos, 65 crianças, 39 mulheres, 1.900 feridos em Gaza, prejuízos de US$ 1,2 bilhão, segundo analistas internacionais, ficou uma terra arrasada.

Difícil é acreditarmos que em pleno século 21, no auge da pandemia que já infectou mais de 166 milhões de pessoas, 3,430, milhões perderam suas vidas, e os governantes insistem em fazer as guerras para depois buscarem a paz. Por que não agem de maneira diferente: viver em paz para evitar a guerra.

Lamentavelmente as pessoas inocentes pagam pelos  governos que insistem na utilização do material bélico.

Com tristeza pelas crianças inocentes, muitas perderam a vida, outras, suas escolas e seus lares em Gaza. Trágico e Bizarro, os dois lados ainda proclamaram a vitória.

Com tristeza.

Jose Pedro Naisser jpnaisser@hotmail.com

Curitiba








 

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