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Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

26 de maio de 2021 | 03h00

Perspectivas para 2022

Lugar na História

Perfeita a colocação do editorial Universo lulocêntrico (25/5, A3). Para mim, o maior erro do Lula da Silva foi tratar os outros (“eles”) como inimigos. Jogou nordestinos e nortistas contra, principalmente, paulistas, pobres contra classes mais abastadas. Não censuro Fernando Henrique Cardoso pelo encontro com Lula. Mostrou a grandeza de um verdadeiro estadista, exemplo a ser seguido por outros. Mas, assim como Jair Bolsonaro, Lula não serve para ocupar novamente a Presidência da República. O Brasil não é lugar para homens desse tipo. E não é preciso nem citar o lugar que merecem na História. Ao contrário, FHC merece lugar de destaque como um dos últimos grandes estadistas.

ÉLLIS A. OLIVEIRA  ELLICNH@HOTMAIL.COM

CUNHA

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Longe demais

É totalmente compreensível querer demonstrar o mal que fará ao Brasil a reeleição de Bolsonaro. Mas tudo tem limite.

A candidatura de Lula é uma bofetada na cara dos brasileiros, com exceção daqueles que passam pano nos “malfeitos” do petista. Em vez de colaborar na busca da bendita terceira via e ajudar a chancelá-la com seu prestígio, FHC põe em risco o voto dos eleitores indecisos, com sua atitude decepcionante. Não deveria ter ido tão longe.

RITA DE CÁSSIA GUGLIELMI RUA  RITARUA@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Terceira via

Com referência ao editorial Os partidos e o candidato da terceira via (24/5, A3), caso aceita a sugestão do nosso Estadão, realmente o Brasil estaria enveredando por um caminho promissor de progresso e entendimento, muito bem-vindos. Entretanto, como o bom senso, o patriotismo e o bem comum não fazem parte de nenhum programa partidário, podemos esperar, além da terceira via, uma quarta, quinta, sexta..., enfim, enésimas vias, provocando a repetição de um segundo turno em que o eleitor deverá decidir se o futuro do Brasil ficará nas mãos dos nossos já conhecidos Lula ou Bolsonaro.

LUIZ ANTÔNIO ALVES DE SOUZA ZAM@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Vontade política

Provavelmente os futuros historiadores acharão até tocante, embora, a meu ver, ingênua, a ideia de que o sistema político-partidário brasileiro atual teria incentivo para produzir algo diferente em termos de competência, eficiência ou honestidade. Em tempo: Einstein teria dito que é insanidade continuar fazendo a mesma coisa e esperar resultados diferentes...

FERNANDO T. H. F. MACHADO  FTHFMACHADO@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Grande falha

O Estado teve boa iniciativa ao propor uma necessária terceira via para a próxima eleição presidencial. O quadro atual é, de um lado, um direitista falastrão que não controla os filhos e é seguido por uma turma de quase fanáticos; de outro, um chefe de organização criminosa, de gente corrupta e nociva. O problema não é ideologia, é caráter. Teremos tempo para essa terceira via? Grande falha da nossa democracia, que não conseguiu formar líderes políticos decentes nem partidos sérios com programas reais. Os partidos hoje são apenas batedores de carteiras. Espero que haja tempo para uma alternativa.

ANDRÉ LUIS COUTINHO ARCOUTI@UOL.COM.BR

CAMPINAS

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Estadista procura-se

Votei no Bolsonaro para me livrar do lulismo. Agora é hora de livrar o Brasil do Bolsonaro. Evidentemente, Lula, o condenado, jamais será opção. Urge uma terceira via. Espero que ainda haja políticos que mereçam o voto dos brasileiros.

LUIZ FRID FRIDLUIZ@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Desgoverno Bolsonaro

Negacionismo oficial

Meus parabéns ao jornalista Rolf Kuntz pela brilhante interpretação no artigo Ninguém governa: esta é a verdade dita por Pazuello (23/5, A2). Com todas as infindáveis mentiras, o general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, no seu depoimento como testemunha na CPI da Covid, acobertado pelo habeas corpus do Supremo Tribunal Federal e na ânsia de não prejudicar o seu “mito”, o presidente Bolsonaro, expôs as verdades mais claras desde o início deste governo. Tudo o que foi contado diz exatamente o que foi e o que é esse desgoverno. Realmente ninguém governa, não há governo. O presidente está distante da função presidencial.

MERCEDES P. CUENCAS DIAS VCNAUTICA@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Pazuello no comício

Não consigo entender ou explicar o que leva um general de três estrelas a ter tamanha subserviência ao presidente. Chega a ponto tal que renega os ensinamentos preciosos do Exército, que colocam a lealdade ao Brasil acima da lealdade a qualquer pessoa. Talvez, se vivo fosse, Freud conseguisse explicar.

M. DO CARMO ZAFFALON LEME CARDOSO ZAFFALON@UOL.COM.BR

BAURU

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Deixa pra lá

Salvo ledo engano, nenhuma reprimenda vai atingir o distraído general da ativa que participou de ato político no Rio de Janeiro no fim de semana passado. Parafraseando Maquiavel: aos militares do esquema, tudo; aos contrários, o Regulamento Disciplinar do Exército (RDE). Simples assim.

JORGE DE JESUS LONGATO FINANCEIRO@CESTADECOMPRAS.COM.BR

MOGI-MIRIM

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Insubordinado

O nosso Exército, Força Armada do Estado brasileiro, não pode ser desrespeitado. Portanto, não deve admitir nenhuma insubordinação. Então, cumpra-se o regulamento.

ALVARO SALVI ALVAROSALVI@HOTMAIL.COM

SANTO ANDRÉ

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Caxias

Que diria o patrono do Exército nacional, Luiz Alves de Lima e Silva, o duque de Caxias, a respeito dos fatos atuais?

EDUARDO MENEZES SERRA NETTO SERRANETTOADV@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

‘UNIVERSO LULOCÊNTRICO’


Naturalmente que o excelente editorial Universo lulocêntrico  (Estadão, 25/5) não se propunha a enaltecer o ex-presidente FHC, mas ele serve para validar a sua opção, para quem defende a democracia, no voto em qualquer candidato, mesmo sendo Lula, em um eventual segundo turno com Bolsonaro, em 2022. Mesmo sabendo que quatro anos para frente poderemos estar de volta ao mesmo dilema.


Abel Pires​ Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro


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2022

Diante das graves ameaças eleitorais existentes, passa a ser imperiosa e fundamental que seja criada uma terceira via para o pleito presidencial do próximo ano. Com efeito, ao ficar encruzilhado entre um ladrão e um micão em 2022, entre o lulopetismo e o bolsonarismo, o País estará definitivamente condenado ao abismo. Centro-direita já!


J.S. Decol  decoljs@gmail.com

São Paulo


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CPI

 

Pelo teor e forma dos questionamentos, desacreditando, intimidando e desconsiderando os entrevistados, desde o início os componentes da CPI da Covid já tinham a sentença pronta imputando a Bolsonaro todos os problemas e vítimas do coronavírus, como se apenas o presidente fosse o responsável. O objetivo único da CPI é desestabilizar, denegrir o governo federal. É perda de tempo e de recursos, num Brasil carente de tudo e também de união no enfrentamento da pandemia. Em resumo: a CPI é um palanque contra o Executivo federal, numa evidente forma política de jogar dinheiro fora num momento crucial.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

 

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QUARTA DOSE

A aventura populista do governo de São Paulo começa a cristalizar outros contornos, dessa vez com qualidade do resultado alcançado com o programa de vacinação, que tem o fornecimento de vacinas pelo governo federal, mas sob responsabilidade de execução do governo estadual. O problema é que, além da Coronavac ser um produto sabidamente de baixa qualidade, a vacinação tem sido feita invariavelmente fora do protocolo fornecido pelos fabricantes, o que já está levando o governo de São Paulo a considerar uma terceira dose à parcela da população que já recebeu duas doses. E o problema não se restringe à aplicação da Coronavac. A segunda dose da vacina da Pfizer vem sendo aplicada com um mínimo de 84 dias de intervalo, quando o protocolo da fabricante (completamente baseado nos estudos científicos realizados na fase 3 de testes) é de 21 dias. Mesmo tendo a fabricante sendo taxativa que muitos pacientes não apresentarão nenhuma reação à vacina antes da segunda dose, o governo de São Paulo vem aplicando a segunda dose do produto em prazo “apenas” quatro vezes maior do que aquele recomendado pela bula do produto. A baixa efetividade do programa de vacinação de São Paulo não pode ser ignorada, na medida em que a parcela da população mais frágil ao vírus já foi vacinada, mas continua morrendo. Se o compromisso com o erro de Doria continuar, não se espantem se o governo convocar todos a reiniciar o programa de vacinação, com a aplicação de mais duas doses de vacina. O problema é que Doria está se revelando um apaixonado por seus erros. Procura-se um estadista.


Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba


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QUEIROGA E A VACINA


Ai Jesuis! Mais um mentiroso. Assim não dá. Quase todo dia são reveladas mais e mais mentiras. O ministro vai mentir na OMS sobre a quantidade de pessoas vacinadas. Ministro, deixe para mentir para a família ou até para a famiglia. Na OMS fica chato pra caramba.


Sérgio Barbosa sergiobarbosa19@gmail.com

Batatais


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DEMOCRACIA OU DEMOCRADURA?

Não há mais dúvida de que a atual democracia nacional é no mínimo controversa, para não dizer jocosa. Nas últimas semanas os brasileiros estão acompanhando depoimento a depoimento, fala por fala, mentiras por mentiras, como se fosse o novo reality show da política retrógada, o caos e pesadelo na administração e condução da pandemia pelo governo Bolsonaro por meio da CPI da Covid, no Senado Federal. À frente da Comissão há um relator que conduz os depoimentos, faz perguntas, convoca depoentes e está incumbido de compilar as informações no final das oitivas e encaminhá-las ao Ministério Público para que se aponte a responsabilidade civil ou criminal dos acusados no Judiciário, pela carnificina e morte de mais de 450 mil brasileiros. Muitos brasileiros que perderam familiares e amigos gostariam de estar no lugar do Senador Renan Calheiros (MDB-AL), fazendo as perguntas aos “gestores” da pandemia, como o ex-ministro da Saúde general Pazuello. A esperança que nos resta está nas mãos de Renan apontar as inomináveis irresponsabilidades e má gestão do governo do presidente Jair Bolsonaro, que culminaram na morte até agora de mais de 451 mil pessoas vítimas da covid-19, e da negligência governamental que por várias vezes recusou a compra de imunizantes, que poderiam ter salvado milhares de vidas, principalmente dos mais idosos. Não que essa CPI seja soberana e livre de interesses partidários, mas esperamos que ela cumpra o papel que lhe foi incumbido, o de deixar claro aos brasileiros que a tragédia é profunda, mas que seria menos traumática com melhor gestão, não negacionista e genocida!

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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EXIBICIONISMO DO NEGACIONISMO           

O general Eduardo Pazuello, ex-ministro da saúde e novamente "pazuellando" – mentindo – a céu aberto, deixa clara sua tendência ao exibicionismo do negacionismo. A irresponsabilidade pode levá-lo a uma punição pela transgressão disciplinar do regulamento do Exercito Brasileiro. Afinal, ativar-se politicamente, tomando partido do capitão Cloroquina – lambendo suas botas –, tornou sua situação insustentável, especialmente, quando é chamado por Bolsonaro de meu gordinho. Agora, os brasileiros de bem aguardam ansiosos pelas providências das autoridades do Alto Comando das Forças Armadas do País. Quem viver verá!

 

 Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


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‘MEU GORDINHO’


Bolsonaro, sem dúvida, está deixando muito a desejar. É um negacionista de carteirinha, mas  não é gordofóbico. O general Eduardo Pazzuelo, ex-ministro da Saúde, foi chamado carinhosamente pelo presidente de “meu gordinho”, por ocasião do  inusitado e deplorável passeio motociclístico no Rio de Janeiro, que reuniu milhares de pessoas sem os cuidados necessários contra o coronavírus.  O “mito” e o “gordinho” certamente serão punidos, respectivamente, pelas urnas e pelo Exército.

           

José Alcides Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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BOLSONARO DITADOR


O governo Bolsonaro é uma catástrofe para o País, tudo vai de mal a pior. O Brasil ostenta a pior gestão da pandemia do planeta, a caminho de meio milhão de mortos, vítimas de uma doença evitável, basta tomar uma vacina, aquela que Bolsonaro não comprou. Nunca se destruiu tanto o meio ambiente, os índios nunca foram tão ameaçados desde a chegada de Cabral. Não existe mais cultura com a nomeação de uma nulidade para o ministério; temos um fanático religioso na educação; na economia temos a volta da inflação, dólar nas nuvens, desemprego recorde, falências recorde, empresas multinacionais fechando as fábricas e fazendo as malas para sair do Brasil, sem olhar para trás. Não contente em ser o pior presidente da história, Bolsonaro planeja um golpe de estado para governar sem as chateações constitucionais, sem leis, sem oposição. Bolsonaro planeja dominar o Brasil como uma quadrilha criminosa domina um morro, e conta com a cumplicidade cega da PGR, da AGU, do Congresso e das Forças Armadas. A única instituição que ainda lhe oferece alguma resistência é o STF, que será o primeiro a ser fechado. É inacreditável a passividade com que o País assiste à caminhada de Bolsonaro rumo a uma ditadura de extrema direita.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo


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EIS O DILEMA...

No Brasil um manda, e o outro obedece, enquanto isso ocorre, a fome e a  pandemia só aumentam, e nosso povo  estremece!


Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)



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FORÇAS ARMADAS


Bolsonaro, capitão, indisciplinado, expulso do Exército por querer colocar bombas para fazer valer suas reivindicações, agora como presidente, chefe das Forças Armadas, leva o  general “seu gordinho”, o tal de um manda outro obedece, para uma obscena aglomeração, certamente como prêmio por ele ter conseguido dar um passa-moleque na oposição, na CPI da Covid.

Agora o genocida quer sigilo sobre as apurações, ou seja, ele dando um passa-moleque nas autoridades dessas mesmas Forças Armadas

A qualidade dos militares no poder é espantosa.

Augusto Heleno agora apaixonado pelo Centrão; Braga Netto provável chefe do gabinete paralelo da covid; Luís Eduardo Ramos, o arquiteto do bolsolão; Hamilton Mourão, desprezado pelo presidente, mas comunga muitas das suas ideias retrógradas.

Impressionante a quantidade de militares puxa-saco de Bolsonaro, ou seja, como  diz Otávio Guedes, o Exército se chegando a Bolsonaro


Cecilia Centurión ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo


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BOLSONARO E AS FORÇAS ARMADAS


Para demonstrar que é o comandante supremo das Forças Armadas, Bolsonaro gosta de praticar atos inusitados e incomuns. Por exemplo, o convite ao general Eduardo Pazuello para subir em palanque e participar de atividades notadamente políticas. Na verdade, pode ser considerada uma ordem de um comandante superior, portanto irrecusável. Anote-se, ainda, por exemplo, que, se Pazuello for punido pelo seu ato com prisão, o presidente da República pode revogar a punição. Verdadeiro dilema, cujas arestas podem ser resolvidas pelo Congresso Nacional com alterações em nossa Carta Magna. E é o que já deveria ter sido feito para evitar a participação de militares da ativa em atividades políticas.


José Carlos de Carvalho Carneiro josecarlosdecarvalhocarneiro@gmail.com

Rio Claro


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ESCULHAMBAÇÃO

Se o Exército não punir com rigor Eduardo Pazuello, como justificar a obrigatoriedade do Serviço Militar? Que pai ficaria tranquilo com seu filho entregue a um militar abjeto como o general irresponsável? 

Flávio Rodrigues rodriguesflavio@uol.com.br

São Paulo

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MOTOCOMÍCIO

O general pode até ser punido, mas cumpriu a missão no bolso-comício. Daí a general da banda é um passo.

Ademir Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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CACARECO


Será investigado, mas a divulgação será proibida. Uma imagem vale mais do que mil palavras, parece que estão se esquecendo disto. Tudo indica que na próxima eleição poderá se repetir o fenômeno Cacareco, o rinoceronte do Zoo de São Paulo, queridinho das crianças e que se tornou  o ícone dos eleitores indignados. Apenas o nome será mudado, por mais do mesmo com a agravante que este poderá até tomar posse novamente. Tragicomédia de erros e mentiras que, se ocorressem em outro país, dariam uma excelente diversão. Mas infelizmente a tragicomédia poderá ocorrer em nosso lindo país, se os eleitores continuarem imaturos como crianças birrentas e mal educadas. 


Vera Bertolucci veravailati@uol.com.br

São Paulo


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É SIMPLES ASSIM


Senhores, é simples assim: um manda e o outro obedece, e agora, subindo em palanque, Pazuello mostra também que a burrice é imbatível. Senhores, é simples assim!           


Lucília Costa pirajuense@hotmail.com

São Paulo


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PEDÁGIO DE MOTOS

A distribuição de renda via pedágio desejada por Bolsonaro fará com que o dono de um Fusquinha pague o pedágio de um dono de Harley Davidson ou coisa ainda melhor!

Em vez de fazer um programa decente para eliminar a fome do povo, pensa em joguinhos eletrônicos, isenção de pedágio para motos e outras coisas, somente para jogar para sua torcida.

Está na hora de tirar da direção da nação quem não tem a mínima noção de prioridade, economia, saúde, segurança. Não tem noção de nada e, portanto, não deveria ter a caneta Bic para fazer coisas erradas.


Cristiane Magalhães

São Paulo


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MOTO E CAVALO


O Brasil, obviamente, não está numa situação normal, com o capitão ensandecido na dianteira, fazendo um circo ao lado de um general da ativa, indo contra todas as normas sanitárias do Rio de Janeiro, pra não dizer do Brasil todo. Estamos às vésperas de outra onda da pandemia, enquanto o dono da caneta Bic só apronta confusão. Você pode nem gostar dessas pessoas que entraram com o centésimo pedido de impeachment, mas algo precisa ser feito. Passou de todos os limites. É a insanidade que vem a galope, de motocicleta ou de jet-ski. Lamentável.


Elisabeth Migliavacca

São Paulo


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REVENDO AS CONTAS DO CONFLITO DE GAZA


Um em cada sete foguetes disparados pelo Hamas contra Israel caiu por lá mesmo, em Gaza. Foram mais de 600 foguetes com considerável poder letal cada um. É bem possível que a maioria dos civis palestinos atingidos tenham sido vítimas deste “fogo amigo”. Isto faz sentido, uma vez que, no caso destes foguetes, diferentemente dos israelenses, não se usaram armas de precisão dirigidas contra alvos específicos em que não havia civis e nem os locais haviam recebido aviso prévio para serem desocupados. Além dos pontos de origem dos disparos serem áreas densamente povoadas, cuja população servia de escudo humano. Só que na cabeça dos antissemitas, isto não faz nenhuma diferença e a culpa pelas mulheres e crianças mortas pelo Hamas continuará sendo de Israel. 


Jorge A. Nurkin Jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo


 

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