Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal o Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

01 de junho de 2021 | 03h00

Desgoverno Bolsonaro

Impeachment

Para não votar o impeachment de Jair Bolsonaro, apesar dos vários crimes de responsabilidade por ele cometidos, os políticos alegam falta de apoio popular à medida. Com as ruas lotadas nos protestos de sábado, chegou o que faltava. E agora?

MARCOS BARBOSA MICABARBOSA@GMAIL.COM

CASA BRANCA

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Boicote às vacinas

Se a imunização contra a covid-19 tivesse começado em dezembro, com a quantidade de vacinas oferecida pelos laboratórios e não aceita pelo presidente e seus capangas, em abril meu primo Alex não teria falecido. Em meus 70 anos já vi governantes interferirem na qualidade de vida das pessoas, no seu futuro, mas nunca havia visto um cujas políticas e atitudes provocassem a morte de pessoas que nada tinham que ver com disputas de poder. Esse psicopata merece ser punido.

RADOICO CÂMARA GUIMARÃES RADOICO@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Desculpe-me, Brasil

Desculpe-me, Brasil, pelo mal que lhe fiz. Era preciso deter os malfeitos e o projeto de poder do PT. Não havia outra opção no segundo turno senão colocar o Bolsonaro onde ele está. Mas foi uma maldade com a Nação! Fugimos do terremoto e caímos no abismo. Com certeza esse é o sentimento da maioria dos eleitores que votaram em Bolsonaro em 2018. E pecaremos de novo em 2022, porque não há um só homem público ou outsider que pense no Brasil em primeiro lugar, a ponto de formar uma terceira via viável. Saudades de Ulysses Guimarães e Tancredo Neves...

MANOEL RICARDO RICKBRUNO@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Autopropaganda duvidosa

“Imorrível, imbroxável e incomível”? Ora, macho que é macho não precisa fazer esse tipo de declaração para mostrar a sua dignidade. Isso compete aos fracos.

ADALBERTO AMARAL ALLEGRINI ADALBERTO.ALLEGRINI@GMAIL.COM

BRAGANÇA PAULISTA

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Reforma tributária

Mais distante

O artigo Uma boa reforma tributária ficou mais distante, do ex-ministro Maílson da Nóbrega (30/5, A2), mostra claramente que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, não entende nada do assunto, ao não aprovar a criação de um Imposto sobre o Valor Agregado (IVA), nos moldes do que há de melhor entre os mais de 180 países que adotam esse método. É o Brasil sempre na contramão das nações desenvolvidas que já têm vasta experiência no assunto, e assim ficamos cada vez mais subdesenvolvidos. É um absurdo que pessoas que não são do ramo decidam assuntos de extrema importância que desconhecem. É como receitar cloroquina para combater o coronavírus.

KÁROLY J. GOMBERT

KJGOMBERT@GMAIL.COM

VINHEDO

Mercosul

Perspectivas

Artigo O futuro do Mercosul, do professor Alberto do Amaral Junior (31/5, A3), retrata a realidade após três decênios. Falta liderança, o Brasil e a Argentina, que deveriam tomar a iniciativa, vivem às turras, com ideias antagônicas, e nada acrescentam para implantação de medidas de unidade, como a moeda única (na Argentina, no Uruguai e no Paraguai o real já é moeda corrente), a exemplo do euro. A placa de veículos foi um avanço significativo, que trará como consequência a melhora da logística, beneficiando diversos segmentos, principalmente o turismo. Mas ainda temos as questões ambientais, como incêndios florestais no Brasil e no Paraguai, redução das geleiras e da biodiversidade na Argentina.

LAURO TOMIO HIRATA LAUROHIRATA@YAHOO.COM.BR

SÃO PAULO

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Corrupção

Apropriação do erário

Política não é sinônimo de crime, título de editorial de 31/5 (A3), é uma verdade em todos os países civilizados. Todavia, quando os políticos usam a atividade política para se apropriar de dinheiro público, são, sim, criminosos. E devem ser investigados e processados, como qualquer outra autoridade da República. Também é fato que para que a Justiça funcione é necessário que os órgãos de investigação, de acusação e de julgamento cumpram corretamente as suas funções constitucionais. Infelizmente, não é isso que a sociedade brasileira tem visto ultimamente. É o caso de interferências políticas na polícia investigativa, acusações mal feitas e julgamentos percorrendo todas as instâncias de Justiça e anulados no Supremo Tribunal Federal, depois de muitos anos. A Justiça mais cara do mundo precisa evoluir e custar bem menos ao contribuinte.

JOSÉ ELIAS LAIER JOSEELIASLAIER@GMAIL.COM

SÃO CARLOS

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Nem sempre

A bem da verdade, creio que o editorial deveria ter seu título modificado para Política não é sempre sinônimo de crime, porque, no Brasil, muitas vezes é. Basta ver a grande quantidade de políticos condenados, sendo processados ou investigados por crimes cometidos por eles em sua atuação política.

JOSÉ CLAUDIO MARMO RIZZO JCMRIZZO@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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INSS

Prova de vida

Estou tentando fazer a prova de vida da minha irmã desde novembro do ano passado. Ela tem 92 anos e tem dificuldade de locomoção. Há um decreto presidencial que obriga o INSS a mandar um servidor à residência da pessoa nesses casos. Embora eu tenha solicitado isso desde aquela época, o INSS diz que não tem como mandar alguém. A solução oferecida é pelo aplicativo Meu INSS, por meio da biometria facial. Mas essa solução também não funciona. Quando chega a hora de capturar as imagens, o aplicativo trava. Entretanto, o INSS está ameaçando cortar o benefício de quem não fizer a prova de vida, o que, aliás, foi divulgado recentemente pelo Estado. Então, eu pergunto: qual é a solução neste caso?

RAPHAEL GIUGNI EGIUGNI@YAHOO.COM.BR

CAMPO GRANDE

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

OPINIÃO PLURAL

Saiba o Estadão que estamos sendo chamados de ‘confraria de velhos idiotas’ apenas e tão somente porque nossos comentários são publicados no jornal. O fato de concordarmos ou não com editoriais, articulistas e reportagens publicadas é irrelevante para quem assim nos rotula. Basta ter a carta publicada – como esta, espero – para que o indignado se manifeste, provavelmente porque sua própria manifestação ficou de fora da seleção. Por certo, nem tudo o que enviamos é publicado, muito menos a concordância é constante. Por isso os espaços cibernéticos de opinião, hoje, são tão democráticos e diversos para a manifestação plural.


Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com

Campinas


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CRIME CONTRA HUMANIDADE

O jurista José Roberto Batochio, em seu artigo publicado no Estadão (30/5) com título Não se trata de genocídio, mas de crime contra a humanidade, se refere ao total desprezo de Jair Bolsonaro em salvar vidas durante esta pandemia de covid-19. Contundente, Batochio diz que as manifestações do presidente “estão demonstradas em entrevistas, lives, memes, e outras manifestações tão trágicas quanto sarcásticas”. Os especialistas as identificam “antes de descaso com a saúde pública, uma campanha pró-vírus” do presidente.  Literalmente são  atos “oficiais” de um desumano presidente da República! Como um mecenas da doença, deixou de comprar vacinas, insumos, etc., boicotando medidas recomendadas para o combate desta pandemia. Ainda é contra o uso de máscara, isolamento social e, confirmando sua descarada e excrescente atuação, promove aglomerações. Enfático, diz o jurista que o conjunto da obra aponta para “crime contra a humanidade” cometido por Jair Bolsonaro!  Porém, a expressão “genocida” explica melhor sua culpa por milhares de mortes pela covid-19, no Brasil.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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O FANFARRÃO DE PLANTÃO    

O fanfarrão de plantão, Jair Bolsonaro, se diverte à custa do povo brasileiro. Como se já não bastasse a boca livre da churrascada aos amigos e familiares no Palácio da Alvorada há semanas, oferecendo singela picanha de R$ 1.799,00 o quilo, até agora já gastou cerca de R$ 1,67 milhão em seus passeios de motocicleta – sem capacete e qualquer proteção –, juntamente com seus apoiadores, conforme noticiou o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI). Enquanto isso, milhares de desempregados sofrem e se “ralam” para levar comida para casa. Esse é o fanfarrão e gozador que, diariamente, desdenha das pessoas de bem. Chega! Basta de Bolsonaro e famiglia!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


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CHEGA DE INCOMPETÊNCIA

Está insuportável ouvir os bolsonaristas radicais  dizerem que temos que aguentar o presidente porque representa a vontade da maioria dos brasileiros demonstrada nas eleições. Há controvérsias. Votei nas promessas eleitorais desse dissimulado que não cumpriu nada do que prometeu. Logo, pelo que penso e o que dizem as pesquisas, sua maioria derreteu. Pior, até o fim de seu mandato ele pode não deixar “pedra sobre pedra”.

Temos o direito de refutá-lo.


Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo


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FANATISMO


Não é exatamente espantoso que as mesmas pessoas que acusam Bolsonaro de genocida por provocar aglomerações sejam as mesmas que provocam manifestações e aglomerações contra o presidente da República. A maioria silenciosa e irada aguarda as eleições de 2022. Procura-se um estadista.


Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba


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MANIFESTAÇÕES

As manifestações de antibolsonaristas no último sábado mostraram o descontentamento de parcela significativa de brasileiros contra o comportamento do atual presidente da República e sua equipe de governo. É uma forma de mostrar que ainda poderemos alcançar o Brasil que queremos.


Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos


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BOLSONARO POR ELE MESMO

Jair Bolsonaro segundo ele mesmo: imorrível, imbroxável, incomível e.....inelegível.

Marisa Bodenstorfer baica53@googlemail.com

Lenting -  Alemanha

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FASE VERDE-AMARELA EM 2022

Que em 2022 o País já tenha deixado para trás a macabra e tenebrosa fase negra de Bolsonaro e não retorne à sórdida e corrupta fase vermelha de Lula. Que possa encontrar no equilibrado caminho do meio da terceira via a fase verde-amarela de um próspero futuro de ordem, paz e progresso. Amém.


J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


DOUTOR MORTE EM AÇÃO NA JUSTIÇA


Trezentos e cinquenta e nove pacientes de covid-19 na fila de espera para serem hospitalizados em Curitiba, em bandeira vermelha, e o Dr. Morte de Brasília entrando na Justiça contra o governo do Paraná, pelas restrições para combater o contágio do coronavírus. Isto sim é que é governo genocida! Esta pulsão pela morte caracteriza os genocidas de todos os tempos.    

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre


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TRAUMA INFANTIL


Muito já se especulou sobre as razões da ojeriza de Bolsonaro por vacinas.

Mas até agora não se relacionou seu pavor com um trauma de infância. 

A rigor não é um trauma a vacinas, mas a picada de injeções.  Seu guru Trump acabou superando; Bolsonaro ainda não. 


Lairton Costa lairton.costa@yahoo.com.br

São Paulo


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SP USA VERBA RECUPERADA DA CORRUPÇÃO NA SAÚDE

A manchete estampada é maravilhosa. O contexto é preocupante, sim. Se o poder público fosse probo, a corrupção seria bem menor ou inexistente (utopia). 

O texto fala de um caso de 2008/2012 e o acordo com base na lei anticrime de 2019. 

O dinheiro virá de crimes cometidos em 2013. O Estado juiz não aplicou a lei, foi incompetente e agora se vangloria  por isso. 

Perdoem-me, mas tudo vai muito mal. A corrupção pandêmica trará resultados daqui a 15 anos. Amém


Edmar Augusto Monteiro eamonteiroea@hotmail.com

São Paulo


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PAZUELLO


A ordem do Comandante Supremo das Forças Armadas, presidente Jair Bolsonaro, é não punir o general da ativa Eduardo Pazuello. Isso se resolve dentro do Exército. No entanto, os brasileiros precisam de uma satisfação. Uma nota do Comandante do Exército, em matéria paga nos meios midiáticos, pedindo desculpas pela conduta negativa de um de seus membros, talvez seja a solução.


Jorge de Jesus Longato financeiro@cestadecompras.com.br

Mogi-Mirim


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CPI DA COVID


Penso que a CPI da Covid-19 está perdendo um tempo precioso em interrogar pessoas que estão convictas do seu modo de pensar, como foi o caso do depoimento da secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Mayra Pinheiro, conhecida como “capitã cloroquina”. O mesmo vai acontecer na hoje, com o depoimento da dra. Nise Yamaguchi, convicta de que a cloroquina, além de ser um medicamento destinado ao tratamento da malária, se presta também como tratamento precoce da covid-19. Há outros médicos que pensam que a cloroquina deve ser usada com esse fim, embora muitos outros discordem, essa opinião tem de ser respeitada até que, de uma vez por todas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) venha a esclarecer que a cloroquina não se presta àquele fim, além de deixar sequelas. Na CPI da Covid-19  temos de ouvir depoimentos valiosos como foi o  do dr. Dimas Covas, do Instituto Butantan, e comprometedores, como os dos filhos de Jair Bolsonaro. Este sim muita gente quer ver e ouvir!


José Carlos de Castro Rios castroriosjosecarlos@gmail.com

São Paulo


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BLABLABLÁ DA CPI

O palanque político com o blá-blá-blá da CPI da Covid-19 vai perdurar até quando? Já subsiste há mais de um mês e, antes de iniciar, seus componentes já tinham em mente o relatório final. Daí a desconsideração e intimidação dos inquisidores aos interrogados, nada acrescentando para somar no combate à pandemia. É perda de tempo e de recursos que poderiam ser direcionados para benefícios coletivos, num Brasil onde a  Reforma da Previdência foi uma novela  para reduzir R$ 800 bilhões em 10 anos, valor que foi consumido em meses no combate à covid-19.

 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br


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A BUSCA DO DINHEIRO DA COVID-19


Dezenas – talvez centenas – de Câmaras Municipais instalaram suas Comissões Especiais de Inquérito (CEI) para apurar o que os prefeitos fizeram com o dinheiro recebido da União para o combate ao coronavírus. O numerário foi usado, em alguns municípios, para pagar precatórios, salários do funcionalismo e outros compromissos estranhos à emergência sanitária. Prefeitos e pessoal da Saúde já foram ouvidos. São os vereadores cumprindo a missão de fiscalizar e informar o povo que os elegeu. Espera-se dos deputados estaduais o mesmo empenho dos vereadores, para identificar as ações dos governadores tanto em relação aos recursos carimbados recebidos como sobre as providências de enfrentamento da pandemia, de acordo com a competência a eles definida pelo Supremo Tribunal Federal. São dois levantamentos básicos. O que cada governante – governador e prefeito – fez contra o mal epidêmico e, no geral, como cada um atua no cumprimento de suas obrigações de proporcionar saúde pública ao seu povo. Não dá para ignorar a Constituição (artigo 196), que reza: A saúde é direito de todos e dever do Estado. Como detentores do SUS (Sistema Único de Saúde), os governantes dos três níveis têm o dever de socorrer a população. Se não o fazem, estão em falta e também merecem ser apontados à CPI do Senado, que busca acertar o presidente da República. Que as ações e omissões, de todos os envolvidos, sejam devidamente apuradas, os recursos desviados retornados aos devidos lugares e o sistema de saúde saia fortalecido para, com isso, o povo deixar de morrer na fila.

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo


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DICOTOMIA DOS EXTREMOS

 Não há ninguém no mundo mais abominável que Jair Bolsonaro. Por isso as manifestações de sábado foram comemoradas nas redes sociais  por muitos – de vários matizes políticos – dos que compartilham desse sentimento.

Mas, passada a embriaguez causada por aquele momento, é vital destacar que as manifestações foram dominadas pelas esquerdas radicais e representam uma importante vitória do lulopetismo rumo às eleições de 2022. Com isso, Lula segue tirando do baú sua máscara de “Lulinha paz e amor”, que já iludiu tanta gente, mas que é, de fato, a continuação de um nacional populismo, agora de esquerda.

Para quem mantém a lucidez e espírito crítico é impossível esquecer a corrupção que solapou a democracia brasileira nos anos PT e suas deletérias consequências.

Não há tempo a perder para os democratas liberais de centro esquerda e centro-direita. Se os políticos liberal-democratas lúcidos e moderados, comprometidos com o Brasil e nosso povo, não encontrarem o caminho da união, um consenso em torno de um nome capaz de oferecer uma alternativa viável a essa dicotomia dos extremos, veremos crescer no horizonte a perspectiva de um futuro aterrador. Pobre Brasil!

José Roberto Monteiro jm6042645@gmail.com

São Paulo

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O BRASIL TEM ESCOLHAS A FAZER

O Brasil pode escolher os motivos para afastar Jair Bolsonaro da Presidência da República: o impeachment de Bolsonaro pode ser pela criminosa gestão da Saúde na pandemia ou pelo criminoso orçamento secreto. Bolsonaro pode ser afastado pela associação com os criminosos da floresta, responsáveis pelos recordes de desmatamento na Amazônia, pelas queimadas no Pantanal e pelo genocídio dos povos indígenas pelos mineradores ilegais, com a conivência do ministro Ricardo Salles, a mando do presidente Bolsonaro. O Brasil pode finalmente condenar em definitivo o ex-presidente Lula por alguns de seus tantos crimes. O Brasil pode escolher se tornar um país desenvolvido, de Primeiro Mundo, mas para isso o País precisa se livrar desse lixo de governo: esquerda, direita, centro, tudo um lixo. O País precisa de lideranças políticas honestas e competentes, precisa acabar com a ditadura dos partidos políticos, começar a escolher seus governantes de forma direta. Os candidatos precisam ter, além da ficha limpa, gabarito, preparo, educação formal, chega de semianalfabetos corruptos e incompetentes como Lula e Bolsonaro mandando no País! O Brasil é melhor que essa porcaria toda!

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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ENSINO FUNDAMENTAL É... FUNDAMENTAL

Com investimento de R$  3 milhões em tecnologia,  com tablets, quadros negros digitais, ensino trilíngue e, seguramente, muita, muita disciplina, foi inaugurada no Rio a primeira Escola Chinesa Internacional. Não é por acaso que a China lidera o Pisa (ranking mundial em educação) em Leitura, ciência e matemática e é uma das maiores economias do planeta. Clara demonstração de que ensino fundamental é literalmente fundamental para qualquer país que tem a pretensão de alcançar a categoria de Primeiro Mundo. Por que então existem tantos “chinófobos” no Brasil?


Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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HELINHO FAZ HISTÓRIA NA INDY

Por razões diversas, há mais de cinco meses eu não escrevia para o Estadão, mas o grande acontecimento esportivo do último domingo me fez retornar. Parabenizo o jornal pela foto de capa com nosso Hélio Castroneves, o maior piloto brasileiro desde Senna. Há 30 anos um automobilista não se juntava ao panteão dos quatro vencedores das 500 Milhas de Indianápolis. Deve-se, ainda, ressaltar que ninguém tem mais que quatro vitórias no lendário circuito.

Marcelo Melgaço melgacocosta@gmail.com

Goiânia


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