Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal o Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

10 de junho de 2021 | 03h00

Lesa-humanidade

Genocida condenado

Neste 8 de junho a Justiça internacional confirmou (mais uma vez) a pena de prisão perpétua de Ratko Mladic, o ex-general servo-bósnio conhecido como “carniceiro dos Bálcãs”. Mladic submeteu Sarajevo, capital da Bósnia-Herzegovina, de 1992 a 1996, ao mais longo cerco de uma cidade (43 meses) na história das guerras modernas. Lá as tropas servo-bósnias mataram, com a ação de seus franco-atiradores, cerca de 14 mil pessoas. Foi condenado por crimes contra a humanidade. Trata-se de um genocida. No Brasil, Jair Bolsonaro continua na Presidência, mesmo depois de claramente ser responsável por dezenas de milhares de mortes. Justiça...

OSWALDO COLOMBO FILHO COLOMBOCONSULT@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Lições da História

Rei perde a cabeça

A História nos dá boas lições de ciência política. Lorde Oliver Cromwell queria dar o golpe no rei Carlos I e proclamar a República. Sentindo-se ameaçado, o rei recorreu a tropas francesas para conter os rebeldes ingleses. Os rebelados venceram, a monarquia foi extinta e o rei, levado a uma Corte Suprema, onde foi inquirido por um juiz: o senhor recorreu a tropas estrangeiras para invadir a Inglaterra? Carlos respondeu que aquele tribunal não tinha autoridade para interpelar o rei. Resultado: foi condenado, porque numa República não existe rei. Respeitosamente, foi decapitado com a coroa na cabeça.

PAULO MARCOS GOMES LUSTOZA PMLUSTOZ@GMAIL.COM

RIO DE JANEIRO

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Desgoverno Bolsonaro

Cumplicidade

Considerando que não há chance de Bolsonaro passar a dar prioridade ao que interessa ao País, principalmente aos desempregados e aos pobres, está na hora de focarmos a atenção nos deputados que lhe concederam apoio, e às presidências do Congresso, em troca das bene$$es do tratoraço e outros benefícios não bem expostos. Esse pessoal, que mantém o nosso futuro retido entre suas mãos, precisa analisar bem o que está fazendo, pois está nos vendendo como se fôssemos mercadoria. Tenham juízo!

WILSON SCARPELLI WISCAR@TERRA.COM.BR

COTIA

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‘Supernotificação’ de covid

Não sei por que dão tanta importância ao “erro” de Bolsonaro acerca das mortes na pandemia (TCU desmente Bolsonaro e diz que não fez relatório sobre mortes por covid-19). Desde que assumiu, ele erra o tempo todo porque, com o apoio do gabinete do ódio, suas mentiras viram verdades para a parte da população que o apoia.

ALDO BERTOLUCCI ALDOBERTOLUCCI@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Um Brasil melhor

Reparador de brechas’

Senti uma espécie de alívio instigante ao ler o artigo Reparador de brechas (9/6, A2), de Paulo Delgado, sobre FHC, aniversariante do mês. Faz tempo que espero uma análise do que foram aqueles anos e parece que a imprensa sofreu amnésia e força o vazio. Acabei chorando ao sentir reconhecimento pelo que tínhamos. Éramos cidadãos, animados, tínhamos a mente esperta, a espinha ereta e o coração pulsante (nem tão tranquilo, eu era jovem e inquieta). Chorei pelo melhor Ministério da Saúde, que enfrentou a aids, trouxe os genéricos, regulamentou o tabagismo e promoveu tantos outros benefícios sociais. O dinheiro era forte – houve gente na Alemanha falsificando nossa moeda, quem imaginaria?! E dona Ruth Cardoso, primeira-dama de mão cheia, mil mulheres em uma, nos representava. Naqueles anos, terminávamos o ensino fundamental com notas altas, prontos para ingressar no ensino médio e, quem sabe, hoje estarmos na universidade, como uma Coreia do Sul. Houve erros? Sim, não há salvadores da pátria. Mas, como Delgado escreve, FHC foi “cidadão do mundo, selou compromisso com o Brasil” e “sua trajetória prova que é possível associar eficácia e grandeza – e felicidade – à política como ofício”. Saudades de mim!

RITA GRIMM GRIMM33@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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‘Fuga de cérebros’

Farinha pouca...

É mais do que lícita, para qualquer ser humano, a busca de melhores oportunidades e condições de vida. Não surpreende essa fuga de cérebros para o exterior, não é de hoje nem acabará nunca. O brasileiro não tem o perfil de se sacrificar por seu país. Como diz o ditado, “farinha pouca, meu pirão primeiro”. Só é lamentável que muitos desses que ora abandonam o Brasil tenham sido beneficiados em suas oportunidades e seus estudos pelo mesmo país a que agora viram as costas. Seria justo que ao menos indenizassem a Nação por tudo o que neles investiu.

JOÃO MANUEL MAIO CLINICAMAIO@TERRA.COM.BR

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

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Perda do pátrio poder

O Estado destaca mais uma vez a saída de inteligências nacionais rumo a outras nações em busca de oportunidades científicas para seu crescimento pessoal. Há pouco menos de duas semanas, o jornal já publicara outra matéria com o título Fuga de profissionais, abordando o tema. Tenho-o divulgado na medida do possível, abordando tema tão sensível aos interesses do País, pelas redes sociais. Tivemos em 6 de maio texto no Facebook divulgando a ocorrência com jovem de 17 anos recusada, por decisão judicial, para frequentar o curso de Engenharia da USP, para o qual ela foi aprovada em quinto lugar na Fuvest. Por informações dos serviços de inteligência, os EUA concederam-lhe bolsa de estudos no Vale do Silício, onde a estudante poderá consolidar sua capacidade intelectual. Por incrível que pareça, podemos afirmar que o Brasil já pratica a renúncia ao pátrio poder dos seus filhos mais ilustres, entregando o seu patrimônio intelectual a outros países, pela total incapacidade de lhes oferecer oportunidades de trabalho digno, satisfação pessoal e vida decente para os seus familiares.

ITIRO CAVAQUITA ICAVAQUITA@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

DR. FAUSTO 


Augusto Aras, procurador-geral da República, e André Mendonça, advogado-geral da União, estariam qualificados para integrar o STF, tendo em vista o servilismo de ambos ao presidente Bolsonaro, visando à indicação ao cargo de ministro? Esse comportamento subserviente, por si só, já não deveria desqualificá-los para tomar assento na mais Alta Corte do Poder Judiciário, cujos membros devem ser altaneiros?

Dr. Fausto, que vendeu sua alma a Mefistófeles, o demônio das lendas germânicas, só foi imortalizado na literatura por Goethe e Thomas Mann, geniais escritores alemães, porque negociou mantendo um mínimo de garbo e de altivez.


Túllio Marco Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte


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QUEM AVISA AMIGO É  

Bolsonaro trilha sua meta: o poder absoluto. Não inusitado, já que seu antecessor também pretendia o mesmo, iniciando pelo cerceamento de informação pela mídia. Isto não acontece impunemente. Nosso sistema político favorece a perpetuação de clãs. Famílias que a gerações se perpetuam no poder. Partidos cujos chefes partidários só são substituídos pela morte ou falha grave. Com isso passamos a ser um país pragmático. É dando que se recebe. Ao povo deve se dar auxílio, nova palavra para esmola. Ao político, emendas, principalmente se o recheio vem acompanhado de jabutis. Ao Executivo, um poder monárquico, existem até herdeiros presuntivos. Nem o Judiciário escapa dessa análise crítica, já que se mantém num rito olímpico onde há muito pão e o circo também tem vez. A nós mortais comuns nos é permitido repercutir. Repercutimos muito, somos arautos. Como a surdez é grande na política, falam muito e ouvem pouco, as chances de mudança são meros sonhos. Mas nem com essa perspectiva negativa capitulamos de nosso dever de nos fazer ouvir: depois não digam que não avisamos.


Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

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PARLAMENTARISMO  

Oportuno o Artigo de Luiz Paulo Costa Retomando o fio da meada de 1988 (Estadão, A2, 7/6/21). Mas o que é omitido é a necessidade da reforma política, que, embora tenha sido proposta pela sociedade e setores políticos, permanece sepultada no Congresso há mais de 20 anos. A reforma política permitiria corrigir falhas da Constituição de 1988, da legislação partidária e da legislação eleitoral, que favorecem o acesso à gestão pública, (Executivo, Legislativo e Judiciário) de indivíduos despreparados e motivados por objetivos mesquinhos. Além de substituir o nefasto sistema de governo presidencialista brasileiro pelo parlamentarismo, poderia corrigir o acesso de deputados e senadores desqualificado ao Congresso. Sem ser qualificados, os parlamentares vão manter seus interesses mesquinhos em detrimento do interesse público. A reforma política é a melhor forma para alterar a estrutura do sistema político primitivo praticado no Brasil.

Nelson Frederico Seiffert  nfseiffert@outlook.com.br

Florianópolis

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BRASIL DO FUTURO... ASSUSTADOR

Desde tenra idade, leio diariamente os dois melhores jornais de São Paulo e sempre acompanhei a política, provavelmente por puro masoquismo. Ainda que tenha um pouco de conhecimento dos governos do período pós-ditadura Vargas, vou me concentrar nos mais recentes, que resumo em Tucanato, Lulanistão e Bolsonaristão. Percebi que as maiores desgraças resultantes desses governos terminam em “ão”: reeleição, privatização (ou privataria), mensalão, petrolão, rachadão (carinhosamente tratado de rachadinhas), casarão dos 6 milhões, tratevacão (ou tratamento precoce), Centrão e mais uma infinidade de falcatruas. Não bastasse isso, para as eleições de 2022, não há a menor dúvida que a disputa será entre essas quatro facções, individualmente ou em parcerias. Pobre povo brasileiro, em todos os sentidos. 


Carlos Gonçalves de Faria marshalfaria@gmail.com

São Paulo


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VIOLÊNCIA URBANA NO RIO


A impressionante rotina da violência urbana no Rio, que se repete cotidianamente na cidade e no estado fluminense, é assustadora. Os noticiários da mídia televisiva que relatam tais tragédias são tão repetitivos que, quem deixa de assistir-lhes por um mês, ao voltar a vê-los tem a impressão que o tempo não passou, tal os relatos semelhantes de tempos passados. Essa hecatombe social precisa ser contida, sob pena de ela virar paradigma para outros Estados da Federação, com efeitos devastadores para toda a imensa população brasileira. Oremos.


José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro


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OS INSENSÍVEIS

A imagem mostrada na TV da senhora chorando indignada com o assassinato da neta grávida, única consequência de mais uma (in)eficaz ação da PM do Rio, é apenas uma demonstração da incompetência e insensibilidade contumaz das forças policiais, no caso a carioca, cujos manuais se inspiram em tiroteios do Velho Oeste, e a absoluta inconsequência dos ordenamentos do Judiciário, com o triste papel desempenhado pelo ministro Edson Fachin do STF, movido pelo “fiz a minha parte”. É o chamado burocratismo míope.

Alberto Mac Dowell de Figueiredo amdfigueiredo@terra.com.br

São Carlos

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BAIXEM A BOLA TODOS, PELO BRASIL

 

Há muito não vivíamos momentos de polarização como agora. Observam-se atitudes voluntariosas e radicais periclitando a tradicionalmente sonhada paz social. O presidente, de pavio curto, fala coisas que agitam o ambiente. A oposição ruidosa age sem qualquer compromisso com a sustentabilidade e estabilidade do País. E o Judiciário, nas diferentes instâncias, toma medidas nunca antes vivenciadas, por vezes invadindo as atribuições do Executivo e do Legislativo. Preocupa-nos a afirmativa do deputado Ricardo Barros, líder do governo na Câmara, de que as decisões judiciais poderão deixar de ser cumpridas (Estadão A8, 9/6). Se chegarmos nisso, estará colocada em xeque a própria democracia, tão enfatizada e festejada, mas pouco respeitada e praticada no Brasil das últimas décadas. Os membros dos Três Poderes – e a sociedade como um todo – têm de ser mais pacíficos, pois, com atitudes extremadas, só conseguirão minar o regime democrático. Se ocorrer, a alternativa estará na ditadura, que todos somos capazes de imaginar como começaria, mas nunca de que forma terminaria.   

Dirceu Cardoso  aspomilpm@terra.com.br

São Paulo


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CÃO QUE LADRA

Embora condenável e ofensiva, é perda de tempo levar a sério a patacoada verbalizada pelo líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, de que vai “chegar a hora” em que as ordens judiciais “simplesmente” vão deixar de ser cumpridas. E não é difícil entender por que. Passados quase dois anos e meio de governo, não foram poucas as ameaças dessa natureza provenientes do próprio presidente Bolsonaro, seus filhos e aliados. Nada aconteceu até agora, tampouco acontecerá, pois, se há alguma experiência positiva que pode ser extraída deste governo, é a clara demonstração de que as instituições brasileiras, sólidas e democráticas, jamais se curvarão a ameaças rasteiras. Tais intimidações, de tão repetidas, já viraram caricatura a ponto de fazer jus ao célebre ditado popular: cão que ladra não morde. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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DEMOCRACIA SOB AMEAÇA


Em evento organizado pelo jornal Correio Brasiliense e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (Progressistas-PR), ampliou a tensão na Praça dos Três Poderes, em Brasília, o dizer sem meias-palavras que “o Judiciário vai ter que se acomodar nesse avançar nas prerrogativas do Executivo e Legislativo. O cenário de atritos entre os dois Poderes fará chegar a hora em que as ordens judiciais simplesmente vão deixar de ser cumpridas”. Diante do descalabro de sua inaceitável e condenável fala, que ameaça o Estado Democrático de Direito, a tão duras penas reconquistado após os anos de chumbo do regime de exceção da ditadura militar, de lamentável memória, cabe dizer que a separação dos Poderes é princípio fulcral da Constituição e que o respeito a decisões judiciais é pressuposto básico da democracia republicana. Ditadura, nunca mais. Basta!


J. S. Decol  decoljs@gmail.com

São Paulo


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STF X COPA AMÉRICA


Com muitos processos importantíssimos para decidir e liberar, tais como o do Plano Verão, no qual existem ações com mais de 10 anos pendentes, o STF vai se reunir hoje para decidir se a Copa América deverá ser realizada ou não no Brasil. Um verdadeiro absurdo. Coisas do nosso querido Brasil.

Ariovaldo J. Geraissate ari.bebidas@terra.com.br

São Paulo

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AMARELOU

Quase 500 mil mortes, pouca vacina, Copa América no Brasil e a Seleção Canarinho não deu um pio. Uniforme azul para quem amarelou.

Marco Dulgheroff Novais marcodnovais@hotmail.com

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USP PÚBLICA   


Neste ano, a maioria dos alunos que ingressaram na USP veio da escola pública. Essa excelente notícia não deve ser interpretada apenas como uma oportunidade que se abre a esses estudantes. Com a diversidade de seus discentes, beneficia-se também a própria Universidade. Há alguns anos o Estadão antecipou a questão e publicou entrevista com um estudante de medicina oriundo de escola pública. Na entrevista o aluno manifestava sua perplexidade quanto ao fato de o currículo não considerar as diversas e severas realidades sociais no Brasil. O SUS, por exemplo, não entrava na pauta dos estudantes. A presença da diversidade certamente contribuirá para aprimorar os currículos, aproximando a Universidade da complexidade social do País. Como instituição democrática cabe à USP privilegiar o diálogo. Diálogo que será mais rico quanto mais diversos forem os seus protagonistas.



Valter Vicente Sales Filho valtersaopaulo@yahoo.com

São Paulo


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‘FUGA DE CÉREBROS’ (Estadão, A3, 9/6)

Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, pretensos candidatos à Presidência da República, já demonstraram que possuem projetos de poder pessoal, ao invés de governança construtiva. O Congresso virou balcão de negócios, ao invés de legislar e fiscalizar. O Judiciário, com seu rosário de privilégios, perpetua o modelo colonial de seu funcionamento, além de egos deslumbrados. O modelo educacional prioriza o ensino superior, com as universidades se utilizando da autonomia para preservar feudos e selecionar os núcleos de ensino e/ou pesquisa que devem ser abonados ou esvaziados, independentemente das necessidades reais da nação. Já as elites brasileiras se fazem de cegas para essas situações, preservando seus interesses. Enquanto a maioria vilipendiada não reagir de forma efetiva e participativa, acompanhando nossas Câmaras Municipais, Assembleias Estaduais e o Congresso, nosso futuro continuará sendo carcomido pela gentalha nada cívica. Infelizmente, com esse caldeirão em efervescência, uma alternativa é buscar a estabilidade e segurança vivencial em outros países. Essa trágica realidade foi historicamente construída por todos nós brasileiros, e só nós podemos mudá-la. Além de votar, participe!


Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto


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PERDA DE TALENTOS


Para esquentar essa discussão bastante oportuna, deve-se também avaliar se este “cérebro” fez sua graduação, pós-graduação, doutorado, pós-doutorado às expensas de dinheiro público. Neste caso dever-se-ia impingi-lo a ressarcir o erário. 

Do contrário, vivemos sob democracia, e aí façam o que quiserem.


Odilon Moreira Barboza barbozaodilonmoreira@gmail.com



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EXTINGUIR FUNDOS

Diante da crise e do grande dispêndio no combate ao coronavírus e a necessidade de recursos para diversos fins coletivos, além do desperdício que são os dois bilionários penduricalhos na área política, chegou o momento de extinguir definitivamente as dotações aos Fundos Partidário e Político, e os eleitores vão aplaudir.

 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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COBRANÇA INDEVIDA DA VIVO

A Vivo Telefônica Brasil S.A. está cobrando no meu telefone fixo ligações internacionais que não fiz e recusa-se a proceder ao cancelamento. São três ligações para Cuba, uma para o Marrocos e uma para a Albânia. Não tenho contato com pessoas ou empresas desses países.

O protocolo de atendimento é  0906202149770905, de 9/6/2021, e a conta vence em 21/6/2021.

Nelson I.Chuery nchuery@yahoo.com.br

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NA CORDA-BAMBA         

 

Em seu segundo depoimento à CPI da Covid, o ministro da saúde, Marcelo Queiroga, confirmou que o tratamento precoce e a Cloroquina & Cia. não têm eficácia comprovada. Foi mais além e disse que 2 milhões de testes de covid perderam a validade – e que permanecem escondidos nos depósitos do governo federal. Fulo da vida, Bolsonaro, percebendo que seu subserviente ministro está pondo “as manguinhas de fora”, pensa, seriamente, na sua exoneração do tão apegado cargo. Quem viver verá!

   

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


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ROMPIMENTO

Provocar aglomerações,  não usar máscara, incentivar o uso de remédios comprovadamente ineficazes, dificultar a compra de vacinas e divulgar dados e informações falsas sobre a epidemia não são românticas e despropositadas atitudes do presidente Bolsonaro, como quis fazer crer o abnegado ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na sua segunda participação na CPI da Covid no Senado Federal. Elas colaboraram decididamente para que o País chegasse à inaceitável marca de quase 500 mil mortes e fazem parte de um pensado plano para estressar a sociedade, no afã de justificar um rompimento institucional.

Abel Pires​ Rodrigues ablrod@terra.com.br

Rio de Janeiro

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SAÚDE EM RISCO


A CPI da Pandemia no Senado prossegue interrogando integrantes do governo federal e pode ser constatada a incoerência de vários deles que assumem não ter a autoridade necessária para tomar iniciativas num setor tão importante. E a nossa saúde continua correndo riscos.


Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos


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 O GRANDE SEGREDO DO SÉCULO 21

No dia 8 de Junho de 2121, o mundo finalmente tomará conhecimento do mais bem guardado segredo do século 21: a polêmica participação do general Eduardo Pazuello em comício do então presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, de triste memória para os trinetos de brasileiros traumatizados por todos aqueles infaustos acontecimentos. Será um dia para marcar a história, muito mal contada, daquela tenebrosa época, que ficou nas brumas de um passado que a nação sempre terá vontade de esquecer. A verdade deverá ser revelada para assombro do século 22. 

Cem anos de solidão e esquecimento.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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