Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

17 de junho de 2021 | 03h00

Candidatura de centro

Frustração

Impressionante o comportamento dos dirigentes partidários na busca de um nome de centro eleitoralmente viável para 2022. À exceção de Roberto Freire, do Cidadania, todos os demais se sentam à mesa com nomes no bolso. A ambição eleitoral fala muito mais alto do que o entendimento multipartidário de que tanto precisamos para sair do atoleiro polarizador em que nos meteram. O PSDB, por exemplo, tem quatro candidatos. Já o dirigente do PDT insiste no exercício de um pragmatismo, seja lá o que isso signifique no atual contexto eleitoral, desde que Ciro Gomes saia candidato. O DEM e MDB tentam pôr panos quentes nos atritos recentes. Talvez quem melhor expresse a necessidade do momento seja Henrique Mandetta, ex-ministro da Saúde: “A gente tem de trabalhar mais o conceito de pré-aliança do que de pré-candidatura”. Em resumo, repetem-se os desvarios anteriores que levaram Lula da Silva, Dilma Rousseff e Jair Bolsonaro à Presidência da República. E assim perpetuam um país frustrante.

HONYLDO ROBERTO PEREIRA PINTO  HONYLDO@GMAIL.COM

RIBEIRÃO PRETO

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Terceira via tem dono

Os que defendem uma terceira via para a disputa eleitoral de 2022 vão ter de conseguir um quarto nome, porque o terceiro já tem dono. Em webinar no YouTube, perguntado sobre a possibilidade de haver uma terceira opção entre Lula e Bolsonaro, Ciro Gomes apresentou um nome, o dele mesmo. Dado o conhecimento onisciente, creio que seria a opção de governo mais econômica, com um único ministério universal. Melhor, impossível...

ALBERTO MAC DOWELL DE FIGUEIREDO AMDFIGUEIREDO@TERRA.COM.BR

SÃO CARLOS

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Tem de ser já

Qualquer partido que queira uma terceira via para 2022 tem de começar já, hoje, e não fazer convenção no final do ano. Enquanto isso, o negacionista-mor gasta dinheiro público em suas “motociatas”. E o outro que acha que já ganhou está fazendo acordos, ou melhor, campanha para 2022. Alô, partidos, alô, PSDB, saiam imediatamente da toca e ajudem a concretizar a terceira via!

TANIA TAVARES TANIATMA@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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O perigo mora ao lado

As “motociatas” são apenas a ponta do iceberg de uma parcela da sociedade que se enxerga no “mito”. O “PR” faz e essa parcela delira. Não importa muito o quê, seja opor-se ao fechamento do comércio, desprezar organismos internacionais, pregar um nacionalismo defendido por radicais, cooptar o Exército, solapar as universidades, não importa. Expressiva parte dos eleitores caminha com ele, sai às ruas e o incentiva a continuar. A parte da sociedade que não adere a esse populismo nacionalista mobilizador de multidões precisa se organizar.

FLÁVIO MADUREIRA PADULA  FLVPADULA@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Desgoverno Bolsonaro

Projeto totalitarista

A ojeriza do sr. presidente da República aos princípios democráticos, ainda que amplamente registrada durante suas décadas de vida política, tem se tornado cada vez mais repugnante. Ao institucionalizar uma rede de falsidades com o intuito de produzir uma realidade distópica, corromper o Congresso Nacional, cooptar as Forças Armadas para suas aventuras liberticidas, proclamar mentiras em níveis jamais registrados para um ocupante do Palácio do Planalto e usar a EBC como máquina propagandista em seu projeto eleitoreiro constante, o presidente demonstra o seu projeto totalitário de poder, digno de fazer até mesmo Kim Jong-un tomar notas. O povo brasileiro procura um representante digno desta Nação desde que esse senhor foi eleito. Oxalá que tal tragédia não se repita no próximo pleito, em 2022. Ou, ainda melhor, que ele deixe antes disso o cargo que “usurpa” há dois anos e meio.

RENAN ZORZATTO RENANZORZATTO@GMAIL.COM

VALINHOS

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Loucura

A pior loucura de uma nação é manter um louco na direção.

VALDEMAR W. SETZER WWW. IME.USP.BR/~VWSETZER

SÃO PAULO

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Voto impresso

Urna eletrônica

Quer dizer que nos 30 anos em que está em Brasília, obscuramente, Bolsonaro foi eleito e reeleito pelas urnas eletrônicas e nunca houve fraude, mas agora que está no topo do poder a urna eletrônica não é mais confiável e ele quer o voto em cédulas de papel? Só pode ser para serem manipuladas a bel-prazer. Espero que os homens sérios que há no Congresso abominem essa intenção.

JOSÉ CLAUDIO CANATO JCCANATO@YAHOO.COM.BR

PORTO FERREIRA

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Culpados

Se vingar o voto impresso, que ou quem Bolsonaro vai acusar por perder a reeleição?

LUIZ FRID FRIDLUIZ@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Violência

Contra a mulher

A propósito do artigo Médicos, médiuns e as mulheres, de Luiza Eluf (16/6, A2), é extremamente importante e oportuno ressaltar a importância de defendermos as profissionais da saúde que ficam expostas ao desrespeito de pacientes e familiares. Igualmente, não podemos aceitar a conduta de médicos que desrespeitam os códigos de ética ou jurídicos. Acerca dos “vários casos” e da “tamanha frequência” referidos no texto, no meu entender esses atos viram notícia não pela frequência, mas, sim, pela gravidade. É importante também incentivarmos as denúncias contra quem não respeita o juramento feito – e que sejam punidos quando condenados. Mas é preciso deixar claro que esses casos fazem parte da exceção. A regra é o respeito ao ser humano, às leis e à ética.

FABIO BAPTISTA FABAPTISTA@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

Cartas Selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

O FALSO MESSIAS

Como se sabe, os evangélicos compõem atualmente expressivos 35% do eleitorado brasileiro, tendo sido responsáveis por nada menos que 70% dos votos em Bolsonaro no segundo turno da eleição de 2018. Contudo, diante de sua irresponsável, negligente e negacionista postura nesses dois anos e pouco de lamentável, polêmico e errático mandato, seu rebanho de fiéis tem diminuído expressivamente. O mais recente levantamento da XP/Ipespe revelou que a desaprovação ao seu desgoverno entre os evangélicos cresceu de 31% para 38% entre maio e junho e está em seu ponto mais alto em um ano, enquanto a aprovação caiu de 44% para 34% no mesmo período. Como se vê, a fé tem limites, e muitos fiéis já suspeitam que o autoanunciado profeta Jair é, na verdade, um falso messias de pés de barro.


J.S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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PREVISÕES DA COVID-19

Com base nas informações estatísticas publicadas sobre a covid-19, ouso prever que a pandemia não vai passar do fim do ano de 2021. Vai acabar ou diminuir substancialmente. E isso por quê?  O número atual de infectados “notificados” é de cerca de 18 milhões. No ritmo médio diário de infecções notificadas até hoje (400 dias) é possível prever que até o fim de 2021 (+200 dias) esse número chegue a 27 milhões de casos notificados. Sabe-se que a cada caso notificado (20%) correspondem 4 casos de infectados assintomáticos que não são notificados (80%). Assim, pode-se estimar em 135 milhões (5x27) os brasileiros infectados no fim do ano. Como a imunidade de rebanho ocorre quando 60% da população (220 milhões de brasileiros) tiver sido infectada, ou seja, 132 milhões de indivíduos infectados, então nessa época a pandemia deverá acabar ou diminuirá bastante. Essa estimativa pode ainda melhorar na medida em que a vacinação progrida. No fim do ano vamos ver se essa previsão se confirma ou não.


José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo


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‘O DISCURSO DO GENERAL’


O País rumando para 500 mil mortos com uma doença que já tem vacina e estamos perdendo tempo defendendo um general por ofender o regimento militar? A comparação com demais países não cabe para o caso, porque nos países citados há autorização regimental. Mas, para além disso, jura que com a covid batendo em 500 mil mortos a discussão é realmente a defesa de um general que ofendeu o regimento num convescote de motocas? Ainda que não fosse proibido – o que é – as Forças Armadas se rebaixam quando um general passeia e discursa sobre quase 500 mil cadáveres. 


Daniela Câmara Ferreira dancamfer@gmail.com

São Paulo


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QUEM TEM SORTE CONSEGUE

A disputa silenciosa dos convocados para depor na CPI da Covid é gritante. Afinal, quem tiver sorte conseguirá se safar para não comparecer à CPI. Para tanto, basta rezar para que seus pleitos direcionados ao Supremo Tribunal Federal (STF) caiam nas mãos do ministro bolsonarista Nunes Marques. Afinal, quem tem sorte consegue ter sucesso. Esse é o nosso Judiciário brasileiro!           

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo    

 

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TROPA ATABALHOADA

A destrambelhada, atabalhoada e desesperada tropa sem choque de Bolsonaro, versada em shows apelativos de histerismo, falta de educação e subserviência ao governo, deu outro espetáculo deprimente, ridículo e patético, durante o depoimento do ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel. O script do roteiro de  destemperos dos serviçais do chefe da nação foi comandado pelo filho 01 do mito de barro, senador rei das rachadinhas Flávio Bolsonaro. O senador carioca, que não é titular nem suplente da comissão, usou as habituais armas de xingamentos e ameaças quando o presidente é acuado com argumentos, verdades e fatos. Wilson Witzel não se intimidou com os arreganhos do filho 01 do mito de plástico, chamando-o de “mimado e sem educação”. Witzel repudiou o “linchamento moral” ao qual foi submetido e acusou Bolsonaro de ser o “único responsável pelo caos sanitário que abala o País, já perto de 500 mil mortos”. Afirmou que o “Brasil não tem rumo”, transformado por Bolsonaro numa “república chavista ao contrário”. O depoente manifestou esperanças que será reconduzido pelo STF ao cargo do qual foi apeado de “forma inaceitável”. 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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WITZEL NA CPI


Wilson Witzel se pronunciou na CPI da pandemia, garantindo que o seu impeachment foi julgado por um tribunal parcial. Criticou a falta de organização e diálogo do governo federal no combate à pandemia. Disse que as negociações internacionais não foram feitas no momento correto, pois os insumos e respiradores poderiam ter sido adquiridos em tempo hábil. Garantiu que Bolsonaro, com o objetivo de se livrar das consequências, criou uma narrativa de que os governadores iriam acabar com os empregos, por causa das medidas de distanciamento social adotadas. Declarou que corre risco de vida, pois a maior máfia existente no Rio de Janeiro é exatamente aquela ligada à Saúde e que a corrupção no Estado é muito grande.


José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte


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SEGUE O BAILE


Enquanto isso, no baile da CPI da Pandemia, edição de 16/6, após o discurso de estadista (sic) do ex-governador cassado do Rio de Janeiro Wilson Witzel, fiquei convicto de que abrindo vaga para o papado, já tenho candidato. O perseguido Witzel é um “santo”, tal qual São Sebastião, mártir padroeiro da cidade do Rio de Janeiro, morto durante perseguição levada a cabo pelo imperador romano Deocleciano. Ele pautou as perguntas do relator, desviou o objeto da convocação e os trabalhos da CPI, cresceu na voz e contestou desrespeitosamente parlamentares sem qualquer reprimenda corporativista do G-7 da CPI, entre outras aberrações. Desorganizando a bagunça da CPI, ego inflado, quem sabe o “mártir” Wilson Witzel ouse buscar na Justiça direitos para concorrer à Presidência da República em 2022, seu grande sonho. Brasil, você não merece! Segue o baile.


Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro


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CONDENAÇÃO INCONTESTÁVEL


A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) recebeu um relatório intitulado Linha do tempo da estratégia federal de disseminação da covid-19, elaborado em 28/5/2021 por três professores e cinco pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Um esforço enorme, de 200 páginas, entre documentos e análises dos atos normativos na esfera da União (incluindo vetos presidenciais); atos de governo, que compreendem ações de obstrução de medidas de contenção da doença adotadas por governos estaduais e municipais; e omissões relativas à gestão da pandemia no âmbito federal. O relatório deixa cristalino que o comportamento desastroso do governo não é resultado de ações de pessoas alopradas e confusas, mas se deve, isso sim, à aplicação da filosofia de alcançar a “imunidade de comunidade” pela infecção e não pela vacinação. Coube ao capitão Jair Cloroquina Bolsonaro banalizar os óbitos e as sequelas causadas pela doença. “E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Sou Messias, mas não faço milagre”. A CPI deve ao povo brasileiro apontar e processar os responsáveis por tal estratégia, começando pelo capitão!


Omar El Seoud  elseoud.usp@gmail.com

São Paulo


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NÚMEROS DA MOTOCIATA


A passeata do Presidente Bolsonaro ainda causa repercussão. E a avaliação da quantidade de motocicletas chega a números astronômicos na opinião dos bolsonaristas e a 6.661 segundo organismos rodoviários. Mas precisa ser divulgado o montante dos gastos com a caravana presidencial. Quem paga?


Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos


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AGLOMERAÇÕES E COVID NAS PRISÕES


É voz corrente: evitar aglomeração é evitar se contaminar pelo coronavírus. Daí, peço aos órgãos divulgadores que informem o número de vítimas de covid-19 nos presídios. É notório que nossas prisões estão abarrotadas em mais que o dobro do limite. Em nenhum momento foi divulgada a incidência de vítimas nas prisões, nem reclamações dos familiares dos presos. Em inúmeras atividades, para que não haja aglomeração, está proibida a presença de público: futebol, teatro, cinema, casamentos. Aparentemente, aglomeração está liberada nas penitenciárias, mas não nos eventos sociais.

 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

 

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NEGACIONISMO NÃO CONVENCE.

 As negações e as críticas de Jair Messias Bolsonaro, presidente da República do Brasil, não convencem os brasileiros. Por mais que defenda o tratamento precoce com medicamentos que a ciência já definiu como ineficazes, como é o caso da cloroquina, a opção pelas vacinas atinge porcentual muito elevado, colocando, como consequência, os adeptos do presidente em situação muito difícil, porque discutir contra a lógica passa a ser apanágio dos oligofrênicos e dos inconsequentes. Ressalte-se, ainda, que o negacionismo de Bolsonaro, além de se ter tornado doença crônica, inaugurou uma fase final para a mentira, ou seja, quando ela atinge um grau de não aceitação tão grande que só convence seu prolator. Não está na hora de Bolsonaro aceitar as verdades que repudia e ataca injustificadamente?

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro


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OS GESTOS

O gesto de afastamento de garrafas de Coca-Cola por parte do jogador português Cristiano Ronaldo, durante entrevista coletiva, pode ter custado US$ 4 bilhões à empresa. Enquanto isso, por aqui, a cada vez que o presidente Bolsonaro faz um discurso sem máscara, apregoando inclusive a não obrigatoriedade de seu uso, algumas mortes por covid acontecem. A Coca-Cola provavelmente vai recuperar seu prejuízo em dias ou semanas. Já as vidas ceifadas pela Covid, pela atitude do presidente, não têm volta. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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LUCIANO HUCK

Luciano Huck anunciou que não se candidatará em 2022. Estamos livres de mais um paraquedista aventureiro que nos levaria para o fundo do caldeirão. O problema está em encontrar um caminho para nos livrarmos de Lula e Bolsonaro.

José Alcides Muller  josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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ALMOÇO DE POLÍTICOS

Caciques de partidos tão diversos quanto o Cidadania, PSDB, DEM, Novo se reúnem em almoço buscando “uma alternativa de centro” para as eleições presidenciais de 2022 (Estadão, A$, 16/6). Desejo-lhes bom apetite, mas duvido que a salada ideológica apeteça aos eleitores.


Tibor Raboczkay trabocka@iq.usp.br

São Paulo


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POLÍTICA SEM POLITICAGEM


Os fatos demonstram claramente que, em nosso país, os governantes são eleitos mediante falsas promessas de trabalhar em favor do povo e agem, invariavelmente, em benefício próprio e de seus apaniguados. Em um regime democrático é imprescindível que haja barreiras à penetração de oportunistas e faltos de caráter nos diversos órgãos públicos. Entendo que a solução eficaz para esse problema seria dotar a cláusula de barreira, obstáculo intransponível para elementos desqualificados, cujos currículos apresentassem atos de corrupção e roubalheira. Se admitirmos que, em um regime republicano, o povo é um empregador que exige de seus empregados a atuação focada em seus justos interesses, essa solução permitiria cortar o mal pela raiz. Rebato o argumento de que seria antidemocrático impedir o acesso ao governo de quaisquer brasileiros e brasileiras, mostrando o quanto foram desastrosos os acessos de Lula e Dilma, praticando a corrupção e roubalheira nunca vistas anteriormente. Suas nefastas gestões culminaram com o aparelhamento do órgão máximo do Poder Judiciário por elementos que lhes retribuíram as nomeações com julgamentos benevolentes dos ilícitos cometidos. Prova cabal dessa condição foi a manutenção de direitos políticos da ex-presidente Dilma, desprezando os claros ditames constitucionais por quem deveria, por dever de ofício, respeitá-los incondicionalmente. E o que é pior: condescendência obsequiosa dos demais membros, revelando um deplorável espírito de corpo.


Paulo Eduardo Grimaldi pgrimaldi@uol.com.br

Cotia

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CONTESTANDO RESULTADO DE ELEIÇÕES

Matéria publicada no site BBC News Brasil lista candidatos que questionaram o resultado das eleições em seus países, acusando, sem comprovação, fraudes no processo eleitoral. São eles: o americano Donald Trump, a peruana Keiko Fujimori, o boliviano Carlos Mesa, o mexicano López Obrador, o israelense Benjamin Netanyahu e os brasileiros Aécio Neves e Jair Bolsonaro. Infelizmente, virou uma prática antidemocrática utilizada como estratégia política para quem quer o poder a qualquer custo.


Jorge de Jesus Longato financeiro@cestadecompras.com.br

Mogi-Mirim


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QUERO QUE VOCÊ ME AQUEÇA NESTE INVERNO


O inverno bate à porta.  Temperaturas despencam. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as baixas temperaturas devem ser constantes nos próximos dias. O inverno nem começou e já estamos sofrendo com essa semana gelada em vários Estados do Brasil. Nós, que somos privilegiados, não podemos esquecer os moradores de rua. A hora de ajudar é agora. Todos nós temos algum agasalho ou cobertor que não usamos em casa. Vamos doar porque o frio está muito intenso e muita gente está nas ruas precisando. 

José Ribamar Pinheiro Filho  pinheirinhosb@gmail.com

Brasília

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FALSO MITO


Entrou para os anais da nossa história o apagão elétrico que ocorreu no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2001, que é lembrado até hoje como uma espécie de marca negativa de seu governo. Pode ter havido falta de planejamento, mas seu governo reagiu com extrema competência e rapidez para criar uma rede de termoelétricas, que hoje vai, se não impedir, aliviar o País de uma situação que já se mostra muito mais severa. Nesse sentido, Bolsonaro deveria se juntar aos que, independentemente de ideologias, reconhecem esse feito fantástico e agradecem ao governo FHC. Mas o falso mito, fake por vocação, não é capaz de nenhum gesto sensato ou que tenha, pelo menos, alguma lógica.


Abel Pires​ Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro


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CEPA AMÉRICA

Em apenas dois dias da polêmica Copa América no Brasil, nada menos que 52 pessoas já foram contaminadas pelo coronavírus, entre atletas, membros das delegações e profissionais brasileiros envolvidos na operação do torneio. Como ainda faltam 8 dias até a partida final, o número de infectados só aumentará nesta pandêmica e bolsonarista Cepa América. Vergonha!


J.S. Decol  decoljs@gmail.com

São Paulo


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CORRIGINDO O RACISMO


Os cada vez mais notórios exemplos de racismo que estão acontecendo aqui e alhures são emblemáticos. O que está mudando, felizmente, é a correta reação das vítimas de tal patologia comportamental, que estão denunciando ditas atitudes, objetivando corrigir paulatinamente no meio da sociedade global essa aberração, rumo a uma futura e harmoniosa convivência universal entre a população global.


José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro


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