Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

26 de junho de 2021 | 23h50

Eleição e corrupção

Quadro dramático

A última pesquisa do Ipec (ex-Ibope) revela a já esperada polarização entre Lula da Silva e Jair Bolsonaro para 2022, com ênfase na preferência dos entrevistados pelo ex-presidente, cujo protagonismo voltou com plena força após acachapantes derrotas da Lava Jato e do ex-juiz Sergio Moro. Como se o representante do PT, populista tal qual Bolsonaro, fosse a única opção para a próxima eleição presidencial. Trata-se de um quadro dramático a ser enfrentado pela sociedade se o objetivo maior for assegurar à Nação um plano B que extirpe o mal causado por essas duas figuras, cujos apoiadores insistem em não enxergar o que fizeram ao País. O projeto terrorista de Bolsonaro deve ter um fim rápido, sobretudo porque já se mostrou tóxico para os brasileiros, em vários sentidos. E há de haver alternativa melhor a Lula. Só assim poderemos ter uma transição democrática e segura para governos responsáveis e éticos, dignos de elogios pelo resto do mundo.

MARIA LUCIA RUHNKE JORGE MLUCIA.RJORGE@GMAIL.COM

PIRACICABA

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Procura-se candidato

Eleitores inconformados com as candidaturas de Lula e Bolsonaro, ambos rejeitados por grande parte da população, procuram um candidato competente, com perfil de estadista, inteligente, equilibrado e sábio, bom de voto e que represente os anseios de melhora de vida do sofrido povo brasileiro. Farta de demagogos populistas, mentirosos e incompetentes, a maioria silenciosa da Nação sonha com um Brasil presidido pelo melhor de seus filhos. Um homem ou uma mulher de bom senso, capaz de trazer paz e conciliação, que una os brasileiros em torno de objetivos democráticos, capazes de transformar o Brasil num Estado de justiça e bem-estar social, como um país civilizado merece e almeja, para felicidade geral da Nação. Não é pedir muito, 2022 tem de ser o ano de redenção do Brasil.

PAULO SERGIO ARISI PAULO.ARISI@GMAIL.COM

PORTO ALEGRE

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Oportunidade de ouro

Não há dúvida de que, a exemplo de 2018, quando Bolsonaro foi eleito principalmente pela repulsa ao PT, parte substancial dos 49% de intenção de voto em Lula é de quem rejeita o atual presidente. Oportunidade de ouro para a tão aguardada terceira via se fazer presente e absorver esses votos, que são muito mais de protesto ou falta de alternativa. Dificilmente Bolsonaro recuperará o eleitorado perdido, para isso teria de parar com as boçalidades... A pesquisa Ipec é mais que auspiciosa, mostra que é possível, sim, derrotar Bolsonaro e o não menos populista Lula. Vai dar trabalho. Mãos à obra!

LUCIANO HARARY LHARARY@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Povo humilhado

A decisão de anular os processos contra Lula por suspeição de parcialidade do ex-juiz Sergio Moro leva a questionar se os juízes do STF não são também parciais. Como assim, voltar à estaca zero? E quem paga o tempo perdido com os julgamentos em segunda instância e terceira instância? O povo não entende uma Justiça que vai e volta, desconsidera o tempo das pessoas, o dinheiro público e solta bandidos após várias condenações. Tudo fica como dantes, o dito pelo não dito? E não me refiro especificamente ao ex-presidente, mas aos demais criminosos que são soltos só porque podem pagar os advogados mais caros do País, com o dinheiro roubado. O STF subtrai a altivez do povo e humilha os que têm sede de justiça.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI MARIONEGRAO.BORGONOVI@GMAIL.COM

PETRÓPOLIS (RJ)

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Suspeição em pauta

Um dos principais argumentos do ministro Gilmar Mendes para considerar Sergio Moro suspeito nos casos que envolvem o “mais honesto” é que o juiz precisa ser imparcial. Sendo assim, ele também deveria ser vetado de tomar parte no julgamento, visto que claramente se mostra absolutamente parcial em todos os processos que envolvem o ex-presidiário. O mesmo se aplica aos ministros Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli.

LUIZ ROBERTO SAVOLDELLI SAVOLDELLI@UOL.COM.BR

SÃO BERNARDO DO CAMPO

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Assombração

No vergonhoso julgamento do STF, o Brasil perdeu de 7 a 4, trazendo o corrupto lulopetismo de volta para nos assombrar. Moro nem se pôde defender. Quem viver ainda verá que um filho teu não foge à luta.

ELISABETH MIGLIAVACCA

SÃO PAULO

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Óbvia conclusão

O arcabouço jurídico nacional não atende às necessidades e expectativas dos brasileiros. Atende, sim, e bem, aos interesses dos grupos políticos que se revezam no poder. Precisamos de nova ordem jurídica, de nova Constituição, onde e quando os sabores hermenêuticos de senhores togados e os dissabores arquitetados para a massa da população, obreira e desamparada, não sejam assim, de antemão, já conhecidos de todos.

MARCELO GOMES JORGE FERES

MARCELO.GOMES.JORGE.FERES@GMAIL.COM

RIO DE JANEIRO

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Economia

Matemágica

O termo matemágica foi introduzido pelo saudoso Joelmir Beting. Claro que na política as coisas mudam como as nuvens, Benedito Valadares já o disse. No momento, o ministro Paulo Guedes afirma que pretende taxar os dividendos em 20%, para poder diminuir o Imposto de Renda das empresas em 5%. Isso ocorreria em duas etapas: 2,5% no primeiro ano e se repetiria a dose no ano seguinte. Pela Lei das SA, as empresas têm de distribuir 25% do lucro tributável a título de dividendos. Algumas empresas distribuem mais, outras distribuem até sem ter lucros, por conta de lucros acumulados de exercícios anteriores. Um complicado exercício de aritmética nos leva a concluir que 20% sobre os tais 25% significam 5%. Portanto, nosso ministro pretende, no primeiro ano, levar o dobro do que, magnanimamente, oferecerá às empresas. Vamos ver se as nuvens mudarão.

ALEXANDRU SOLOMON ALEX_SOL@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

COMO TER UM CANDIDATO COMPETITIVO ?

Pelo sistema eleitoral brasileiro, os partidos políticos recebem uma verdadeira montanha de dinheiro apenas por existirem. Um absurdo. Deveriam ser como associações, onde os associados se unem em torno de um objetivo comum e contribuem para sua criação e manutenção. Mas aqui é o país dos absurdos e da “boquinha”.

Alguns políticos estão a dizer que querem construir uma candidatura do centro democrático, mas não é vista nenhuma movimentação concreta, factível, mas apenas conversas inócuas e manifesto de palavras vazias. Nenhum seminário (online que seja) ou cronograma de ações.

E o que é feito com esse dinheiro suado pago pelos contribuintes e distribuído aos partidos? Pagamento de aluguéis, assessores, secretárias, viagens, passagens aéreas, etc., etc., etc.

Pois bem, diante dessa crise institucional vivida pelo Brasil, em que os Três Poderes vivem sem harmonia existencial, cabe aqui uma sugestão. Todos os partidos políticos do Brasil têm fundações, que têm um Estatuto muito bem redigidos, com frases bonitas, etc. e tal, mas não fazem nada pelo bem do País. Apenas consomem dinheiro público, assim como a maioria dos partidos. Só pra ilustrar, Fundação Alberto Pasqualini (PDT, Instituto Teotônio Vilela (PSDB), Fundação 1º de Maio (Solidariedade), Fundação Republicana Brasileira (Republicanos).

É uma boa hora para, enfim, essas fundações serem mobilizadas para fazer algo de útil para o País e cada uma delas elaborar um programa de ações, pra não dizer programa de governo, já que não é o caso, a fim de, em seguida, proporcionar a discussão entre partidos de centro, visando a identificar as convergências. Isso vai permitir identificar quais partidos podem formar aliança para a próxima eleição nacional, observando não apenas as conveniências regionais, mas sim as convergências para elaboração de um futuro programa de governo. Essa atitude, sim, seria uma forma de convencer o eleitor a abraçar uma candidatura única de centro, com real possibilidade de sucesso. Caso contrário, aproveitando o gosto das mídias por debates acalorados e manchetes escandalosas, a polarização dos extremos vai prevalecer e o pior pode vir a acontecer, que é a presença desses extremos no segundo turno. O Brasil não merece isso e já cansou de seus repetidos e eternos voos de galinha na economia, não aproveitando de forma eficaz os eventuais bons momentos, quando a economia mundial nos é favorável.

O eleitor quer saber: o que se pode esperar de um candidato de centro e por que ele existe?

Luis Barradas luisalbertocarneiro@gmail.com

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ADICIONAL À LEI DA FICHA LIMPA     

Sugiro um adicional à lei, para facilitar o trabalho do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Que todo candidato, de vereador a presidente, “ficha-suja” indicado por partido político seja, definitivamente, banido da área política e pública, e também o partido. É a maneira simples e fácil de eliminar os maus elementos, reduzir o excessivo número de partidos e, principalmente, cooperar com o TSE na peneira política pare diminuir a quantidade de maus políticos. Todos os congressistas do bem vão apoiar o complemento na Lei da Ficha Limpa para melhor depurar o acesso ao cargo político.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)       

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 PESQUISA IPEC

A pesquisa IPEC é banho de água fria nos planos de reeleição do presidente Jair Bolsonaro. Nos Estados Unidos, presidentes desistiram de disputar um novo mandato diante de um quadro político desfavorável, como Harry Truman (1952) e Lyndon Johnson (1968). Na França, mais recentemente, François Hollande (2017) seguiu os mesmos passos. A outra opção é seguir o caminho de Charles de Gaulle (1969) e Richard Nixon (1974). Mas a renúncia no Brasil é sempre traumática, como mostram os períodos de Deodoro da Fonseca/Floriano Peixoto e Jânio Quadros/João Goulart. Portanto, diante da CPI da Covid-19 e da grave crise política, resta apenas a opção do impeachment, como ocorrido com Fernando Collor (1992) e Dilma Rousseff (2016).

Luiz Roberto da Costa Jr. jrcostajr@uol.com.br

Campinas

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2022 SOMBRIO

A eleição presidencial de 2022 aponta um cenário pavoroso. De um lado, Bolsonaro. Do outro, Luiz Inácio. No meio, Ciro Gomes. Para trás, Doria, Marina Silva, Boulos, Temer – pasmem, Mandetta e Eymael. O único que se salva seria Mandetta, mas ele parece ter potencial de voo de galinha. Tudo isso me faz recordar uma cena da novela Rainha da Sucata, em que a personagem de Glória Menezes (Laurinha Figueroa) pula do alto de um prédio, como única saída.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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SÓ MORO SALVA O BRASIL

Agonizando, o País vê Lula livre; Moro punido por combater a corrupção; Bolsonaro prevaricando com dinheiro público, desdenhando da covid-19, além de desmoralizar as Forças Armadas. A situação é típica do “rabo abanando o cachorro”. Nesta situação dantesca, só a candidatura de Sérgio Moro para salvar o Brasil. Moro, nós precisamos da sua ajuda!

Júlio Roberto Ayres Brisola  jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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ALERTA!

Acorda, Mourão!

Adalberto Amaral Allegrini  adalberto.allegrini@gmail.com

Bragança Paulista

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GENTE QUE PENSA

Existe um “post”  correndo por aí que diz : “Somos 70% contra Bolsonaro”. E eu digo, não; aprendam de uma vez. 

Somos 33,3% Bolsonaro; 33,3% Lula ou PT; e 33,3% de gente com cérebro que decide as eleições. Graças a Deus! Pois, depender de radicais enlouquecidos, o Brasil não merece!

Roberto Moreira da Silva rrobertomsilva@gmail.com

São Paulo

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JORNALISMO HODIERNO

As invectivas de Bolsonaro contra jornalistas demonstram apenas despeito e revolta por não conseguir admitir que acabou de vez o entusiasmo que logrou desfrutar no passado e não soube conservar. O jornalismo atual é  exercido por pessoas mais bem preparadas e solertes, incapazes de se dobrar à vontade do senhor da vez, sendo impossível ludibriá-las como eventualmente faziam os políticos de outrora, imbuídos de más intenções. 

Essa constatação deflui automaticamente ao observar que as redações foram arejadas pela presença de mulheres preparadas e impossíveis de enganar, aliadas a homens de coragem e descortino que a imprensa atual abriga.

Se Bolsonaro prevaricou, a divulgação da vilania de seus atos se torna imediatamente pública e não há mais como ocultá-la do público-alvo a que a mensagem se destina.

Lairton Costa  lairton.costa@yahoo.com.br

São Paulo

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ALÔ MINISTÉRIO PÚBLICO!

O que temos a ver com os destemperos e ofensas feitas pelo cidadão sr. Jair Messias Bolsonaro, nas suas andanças sem máscara, e pelo seu subordinado Paulo Guedes? Eles nos ofendem e agora nós é que temos que, com nossos impostos, pagar as multas a eles estipuladas? Que saia do bolso deles para pensarem antes de falar, digo, ofender!

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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NASCER NOVAMENTE

Ultimamente, o presidente Jair Cloroquina Bolsonaro anda visivelmente nervoso pelas descobertas não bem-vindas da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia. A última é a possibilidade de prevaricação. Irritado pela pergunta de uma jornalista sobre os óbitos causados pela demora de compra de vacinas contra a covid-19, mandou-a voltar para a faculdade, depois para o ensino médio, em seguida, para o jardim de infância e aí “nascer de novo”. Seria difícil estender esse conselho para os 49% dos brasileiros que não pretendem votar nele, embora o Brasil vá nascer de novo se outra pessoa for eleita presidente em 2022!

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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CRIME DE RESPONSABILIDADE                        

Diferentemente da estratégia política do presidente Jair Bolsonaro, delineada pelo guru Olavo de Carvalho, convergente à desqualificação destruidora dos adversários, e não à crítica dos fatos, vamos à Constituição, diante do revelado na Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19: os irmãos Miranda revelaram ao presidente da República que graves questões de improbidade no Ministério da Saúde no procedimento de aquisição da vacina indiana Covaxin. O presidente fingiu-se de indignado, disse que iria acionar a Polícia Federal, porém nada fez. Motivo: o responsável pela falcatrua que ele mesmo identificou  era o deputado Ricardo Barros, seu líder no Parlamento. E dispõe a Constituição Federal, em seu art. 85, inciso V: “São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra a probidade na administração”. Esse preceito fundamental hoje clama por descer da teoria à prática no Brasil.

Amadeu Roberto Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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A CHACINA BRASILEIRA

O Brasil e o mundo descobrem os reais motivos da tragédia brasileira na pandemia: o governo Bolsonaro se recusou a comprar as vacinas enquanto não houvesse um esquema de desvio de dinheiro. Sem poder superfaturar a vacina da Pfizer, nem a Coronavac ou AstraZeneca, Bolsonaro se recusou a comprá-las, até que apareceu um laboratório na Índia que aceitou um intermediário amigo na jogada. Centenas de milhares de cidadãos brasileiros morreram pelo atraso irremediável na vacinação. Está na hora de o Brasil criar vergonha na cara, afastar e prender o presidente Bolsonaro e esse bando de assassinos que estão no comando do País e impor medidas severas para acabar com o tradicional superfaturamento de absolutamente tudo que envolve os órgãos públicos no País inteiro, desde o descobrimento. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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COVAXIN 1.000%

Ainda não se sabe quantos por cento de eficácia contra a covid-19 tem a vacina indiana Covaxin. O que já se sabe é que teve um sobrepreço de nada menos de 1.000% (!) no valor de sua aquisição pelo governo federal, numa intermediação altamente suspeita feita pela empresa Precisa Medicamentos. Oferecida em agosto de 2020 a US$1,34 a dose – “menos que o preço de uma garrafa d'água”, conforme escrito no telegrama à embaixada brasileira em Nova Délhi pelo laboratório Bharat Biotech – e adquirida em fevereiro deste ano por US$ 15 a unidade, preço de uma garrafa de vinho, resta claro que alguém levou uma boa bolada na compra de 20 milhões de vacinas por US$1,6 bilhão. Aí tem!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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CPI, MUDANÇAS DE RUMO

A percepção pela CPI da Covid-19, de que pode ter havido tentativa de corrupção na compra da vacina indiana, só não concretizada ante a postura corajosa de um funcionário do Ministério da Saúde, pode mudar os rumos da política  entre nós. Basta agora usarmos a ampulheta temporal, para logo ali na frente verificarmos o que acontecerá no futuro.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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INTERMEDIÁRIOS PARA QUÊ?

Por que é que o governo precisa de intermediários para comprar vacinas contra a covid? Não há gente competente no Ministério da Saúde, na Anvisa ou infectologistas renomados para negociar a compra diretamente? A pandemia é um problema sério nacional e sabidamente internacional, então, por que deixar nas mãos de gente de fora? É um problema importantíssimo, portanto, exige-se providências de governantes comprometidos e sérios.

Alvaro Salvi  alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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BOLSONARO E A COVAXIN

O caso da vacina Covaxin seria como termos sido vítimas de um assalto, irmos à delegacia e constatarmos que o chefe da quadrilha é o próprio delegado

Oswaldo Baptista Pereira Filho oswaldocps@terra.com.br

Campinas

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FALTA DE CIVILIDADE

O presidente está nu! No mesmo dia em que esse ser das trevas mandou uma repórter nascer de novo porque o estava questionando, uma senadora me levou às lágrimas pela espontaneidade de sua fala, na qual explodiu a revolta que está impregnada nos nossos corações. No dia anterior, ele havia tirado a máscara de uma criança que pegara no colo, depois de ter feito uma menina tirar a máscara no palco onde estava. Tudo sob os aplausos de seus ministros

A CPI redentora da covid vem mostrando que Bolsonaro está no esgoto com Ricardo Barros e sua familícia. Vimos chorar um deputado que teme por sua família já destruída pelas fake news do gabinete do ódio liderado por Carlos Bolsonaro

 Os bolsonaristas da CPI são totalmente desequilibrados e desinibidos em mentir e confundir, mas desesperados como mostraram Fernando Bezerra, aos gritos, Marcos Rogério e Marcos Duval.

Simone Tebet como terceira via para presidente nos redimiria, depois de termos tido Dilma Rousseff como representante de nosso gênero na Presidência da República, o que nos trouxe o caos.

Que o universo conspire a nosso favor!

Que essa falta de civilidade e empatia acabe o mais rápido possível!

 

Cecilia Centurión ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo

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‘DO PRESTÍGIO, DA RESPONSABILIDADE E ALÉM’

Irretocável o artigo de Marco Aurélio Nogueira, com o título acima, no Estadão de ontem (A2).

Albino Bonomi  acbonomi@yahoo.com.br

Ribeirão Preto

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INDIGNAÇÃO

E pensar que temos de suportar os julgamentos e as atitudes do ministro do STF Gilmar Mendes até 2031. Coitada da Constituição, o Brasil merece melhor sorte.

Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo

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LAMENTAÇÕES EM VERSOS

O ministro Ricardo Salles se foi,

Outro  ministro logo vem.

Esperamos que o novo ministro do Meio Ambiente

Trabalhe para o nosso bem 


As coisas em nosso país

Não estão de brincadeira

Bolsonaristas criam vaquinha

Para pagar fiança do deputado Daniel Silveira


O deputado Daniel Silveira 

Abusou de nossa Lei

Por adulterar sua tornozeleira eletrônica

Voltou de novo ao xadrez


Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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