Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

28 de junho de 2021 | 03h00

Desgoverno e corrupção

Renúncia pela Pátria

Perfeito o editorial A grande obra de Bolsonaro (27/6, A3), que reflete o sentimento de grande parte dos brasileiros que veem o crescimento da candidatura Lula da Silva, turbinada pelo atual desgoverno e pelo STF, como um retrocesso ético e político. Se sua popularidade continuar a derreter a olhos vistos, bem faria o sr. Jair Bolsonaro, se realmente for um patriota, como costuma se jactar, em renunciar à pretensão de se candidatar para que se abra uma porta a uma terceira via realmente competitiva e com chance de conduzir o País a um processo de paz, união e progresso, depois de 20 anos de populismo.

CELSO NEVES DACCA CELSODACCA@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Terceira via

Nas condições atuais, só um candidato que, além de um eficiente combate à covid-19, assegure uma guerra diuturna contra a terrível corrupção (que há anos assola este país!), protegida e incentivada pelo poder público, terá condições de despertar apoios suficientes, para chegar ao segundo turno e se eleger presidente da República.

LUIZ RIBEIRO PINTO BRASILCAT@UOL.COM.BR

RIBEIRÃO PRETO

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Precisa desenhar?

Para o presidente Bolsonaro perder a preferência de voto para alguém como o condenado Lula, imaginem o nível de aprovação de seu governo! Será que só ele não percebe?

LUIZ FRID FRIDLUIZ@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Santa inocência

Está gargalhando, saltitante e lampeira, a alma mais honesta do Brasil, Santo Inácio da Lorota, o Cínico, fundador da Ordem dos Pixulecos e Tripleques (PT). As falcatruas e a roubalheira estão provadas e comprovadas pelos bilhões recuperados e pelas dezenas de tubarões, réus confessos, condenados e presos. Mas o chefão do bando pelas últimas quatro décadas assume, sem constrangimento, o papel de pateta-mor da História do Brasil, convencendo milhões de gilmarmendes País afora de que não tinha a menor ideia da tenebrosa bandidagem que era perpetrada por seus liderados bem debaixo de suas barbas impolutas...

CÉSAR GARCIA  CFMGARCIA@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Paradigma lulopetista

Lula estabeleceu um novo paradigma, que será seu legado, principalmente para os políticos que depõem em CPIs, na Polícia Federal, na Procuradoria-Geral da República ou na Justiça: não ouvi nada, não vi nada, não disse nada, não sabia de nada

ELY WEINSTEIN ELYW@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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De mito a genocida

Adaptando um texto de Joseph Joffo, Os meninos que enganavam nazistas, que fala do apoio, dadas as circunstâncias, de 80% dos franceses ao marechal Pétain, também o Brasil, humilhado pela corrupção institucionalizada, precisava em 2018 de um herói e encontrou um à altura de sua angústia: o capitão. A frustração lá, como aqui, veio ao se conhecer o verdadeiro caráter do falso mito. Mas em 2022 o Brasil não cairá na mesma armadilha. Os eleitores estarão, literalmente, vacinados!

NILSON OTÁVIO DE OLIVEIRA NOO@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Mascarada

Mais de 500 mil mortes, uma centena de pedidos de impeachment na geladeira, CPI desnudando a pseudomoralidade, ministro demitido para procrastinar processo e evitar prisão…

e o mitômano, refém do Centrão, segue sem máscara, verborrágico e destemperado, para mascarar o próprio medo e o seu despreparo.

MARCO DULGHEROFF NOVAIS MARCODNOVAIS@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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O ‘rolo’ da Covaxin

Conspurcar a imagem dos depoentes na CPI é a tática covarde e mentirosa do governo.

OSWALDO BAPTISTA PEREIRA FILHO OSWALDOCPS@TERRA.COM.BR

CAMPINAS

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Já deu

O presidente Bolsonaro falhou outra vez? Começou a vida tentando a carreira militar, mas foi expulso ao chegar a tenente e acabou reformado como capitão. Tentou a política, chegou a deputado federal, mas queria um cargo mais alto, lançou-se à Presidência da República e foi uma surpresa: deu zebra, ganhou do PT. Ficou eufórico, xingou todo mundo, fez estripulias de moto, foi aplaudido por seguidores fixos. Mas falhou novamente: confiou em “amigos” para tentar a reeleição. Agora está encrencado, balançando, sem saída... Desta vez não tem jeito, tem de pegar o boné, a moto e sumir do mapa. Deve deixar a Presidência para quem entende do assunto, não é sua área. Seu forte são bagunça, palavrão, brincadeira de mau gosto, xingar jornalistas e ignorar a ciência.

TOSHIO ICIZUCA TOSHIOICIZUCA@TERRA.COM.BR

PIRACICABA

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Anarquia militar

Excelente o artigo Do prestígio, da responsabilidade e além, de autoria do professor Marco Aurélio Nogueira (26/6, A2), sobre o lugar dos militares numa democracia. Diz o autor não acreditar que nossos oficiais militares venham a apoiar uma aventura chavista personalista e “doentia”, como é a vontade de Jair Bolsonaro. Lembra que as nossas Forças Armadas saíram muito desgastadas da ditadura dos anos de chumbo, mas, com a redemocratização do nosso país, os militares “voltaram a ser elogiados pela postura técnica e pela disciplina”. No entanto, com o empréstimo “de seu prestígio e seus recursos ao governo Bolsonaro”, as Forças Armadas correm “o risco da erosão como instituição, da perda de identidade e do papel previsto na arquitetura constitucional do Estado brasileiro”. O bolsonarismo está avacalhando as nossas Forças, que são instituições do Estado, permanentes, e que devem manter-se apartidárias. A História identificará os responsáveis pela atual anarquia militar.

FLÁVIO RODRIGUES  RODRIGUESFLAVIO@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

CPI DA PANDEMIA

A última sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) foi dramática com a tropa de choque do governo tentando tumultuá-la, hostilizando um servidor público para não mostrar as irregularidades cometidas na tentativa da importação da Covaxin, uma vacina cujo uso não foi aprovado por qualquer agência reguladora, Anvisa inclusive, além de ser a mais cara. Coube ao deputado bolsonarista Luís Miranda (DEM-DF) relatar que o presidente Jair Cloroquina Bolsonaro foi alertado sobre as irregularidades dessa compra, e que sabia do envolvimento do líder do governo, o deputado Ricardo Barros, o mesmo que apresentou a Emenda 117/2021 à Medida Provisória 1.026 para facilitar a importação da Covaxin, ao arrepio da Anvisa. O que mais os nobres deputados do Centrão (de negócios) precisam para iniciar um processo de impeachment? Que o próprio capitão o solicite, alegando prevaricação?

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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VACINAÇÃO FASHION

Em matéria de vacinação, o Brasil é fashion. Enquanto São Paulo vai de “calça apertada coronavac”, lá em Brasília o governo começa a desfilar uma “saia justa covaxin”.

Ademir Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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FRACASSO

Segundo o raciocínio do presidente Bolsonaro,  se tiveram que abortar o ato de corrupção na compra da vacina indiana Covaxin porque foi descoberto, não valia a tentativa. Seria engraçado, não fosse uma justificativa vergonhosa.

Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo

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DESCULPA ESFARRAPADA        

Apesar das tratativas sobre a vacina indiana Covaxin indicarem superfaturamento, pagamento antecipado de US$ 45 milhões de um remédio não autorizado pela Anvisa, de denúncias de corrupção e com recursos já empenhados (reservados) para o pagamento de mais de R$ 1,6 bilhão, o governo federal, prevaricando, diz, singelamente e infantilmente, que “nenhum centavo foi pago”. Ora, seria a mesma coisa que um grupo invadisse um banco, fizesse reféns, arrombasse o cofre, mas, surpreendido pela polícia, não conseguisse consumar o crime e, depois, com a maior cara de pau dissesse: “Não somos ladrões, pois nada foi roubado”! Essa é a desculpa esfarrapada que tenta tornar tudo muito simples!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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VACINA DO BUTANTAN

O Instituto Butantan está salvando o povo brasileiro! Viva!!! Parabéns aos que trabalham, anonimamente, dia e noite.

Lourdes Migliavacca

São Paulo

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SEM OPÇÃO

Só para entender. O brilhante presidente Bolsonaro autorizou recebermos as vacinas doadas pelos EUA? Uma vergonha! Um país riquíssimo como o Brasil se comportando como uma paupérrima e minúscula nação. 

Tudo bem que somos paupérrimos em políticos e em homens públicos. É lamentável pensar que o condenado Lula vai voltar. 

Brasileiros e brasileiras, se em 2022 só nos restar Bolsonaro e Lula, anulem seus votos

José Roberto Iglesias rziglezias@gmail.com

São Paulo

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DESMASCARADO

Usando máscara de Deus, Pátria e Família, Bolsonaro esconde sua face de cavaleiro da peste, guerra, fome e morte apocalíptica. A história de incorruptíveis “robespierres” ilustra a falsa narrativa de justiceiros de fachada, sucumbindo à sua própria guilhotina.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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‘A GRANDE OBRA DE BOLSONARO’

O editorial do Estadão de ontem com o título acima deixa entrever outra alternativa, quiçá vislumbrada por Bolsonaro ou seu gabinete oculto. Diante de sua confessada incapacidade de governar no sistema de atual, ao permitir a eleição de Lula, Bolsonaro abriria novas possibilidades de manter o poder em suas mãos. 

Estaria confiando que, Lula eleito, provocaria a inconformidade e revolta dos militares, que impediriam sua ascensão ao poder. Assim, consumado o golpe, Bolsonaro voltaria enfeixando amplos poderes que lhe permitiriam fechar o Congresso e o Supremo,  livrando-se daqueles que, segundo ele, tornam o País ingovernável. A conferir.

Lairton Costa lairton.costa@yahoo.com.br

São Paulo

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NOMES PARA A PRESIDÊNCIA

Na altura dos meus 78 anos, tomo a liberdade de citar alguns nomes de gente mais competente e munida dos propósitos exigidos pelo Brasil, ao contrário das duas alternativas que têm sido citadas para a eleição de 2022, cujos nomes prefiro nem escrever. Coloco minhas indicações para a apreciação dos leitores deste Fórum, explicando que a ordem em que os escrevo nada tem a ver com minha preferência: Tasso Jereissati, Simone Tebet, João Doria , Luiz Mandetta , Eduardo Leite. Certamente há outros que poderiam aqui ser citados, por merecimento e pelo currículo.

Itamar C. Trevisani itamartrevisani@gmail.com

Jaboticabal

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FHC EM 2022

Há poucos dias, os jornais mostraram uma série de matérias de pessoas de nossa política e sociedade comentando a idade de 90 anos de  FHC e sua importância na vida política do País. Percebe-se que ele ainda mantém a educação refinada, somada ao raciocínio e conhecimento político de nosso país, e é reconhecido internacionalmente. Quem viveu o período da ditadura já em idade de buscar entender o porquê daquilo sentiu depois quando devolveram o País aos civis, mas com uma advertência do último presidente militar: “Vocês vão ver o que eles farão com a democracia”. Passados mais de 30 anos, ontem estávamos felizes e confiantes, hoje estamos desanimados, porque, infelizmente, os governos que se sucederam após 1985 deixaram a desejar e cumpriram a profecia, porque hoje sentimos no ar o mesmo odor  de 1964. De todos os governos civis pós-ditadura,  salvou-se o período Itamar Franco, em cujo mandato foi debelada uma inflação que corroía o País. O ministro da Fazenda no período 1993/94 soube escolher uma equipe econômica jovem e criativa que elaborou o Plano Real, originando a moeda do mesmo nome que vive até agora, mas começa a correr riscos. Paralelamente, foi criada a Lei de Responsabilidade Fiscal, que hoje começa ser dilapidada em beneficio próprio  pela politicalha que habita o Congresso. O período de calmaria financeira na obediência com o erário coube ao político hoje com 90 anos, FHC, que recebeu justas homenagens por sua atuação no governo Itamar Franco (1993-/94) e seus dois períodos presidenciais. Sentimos que FHC errou quando criou a lei de reeleição e, para chegar lá, negociou com a politicalha, traído pelo ego, porque achava justo ser premiado com mais um mandato. Outro erro foi agora, quando se reuniu com Lula, que sempre disse ter FHC deixado uma herança maldita, quando, na verdade, essa foi deixada pelo petista, talvez um dos piores presidentes na vida brasileira. Até hoje, não fosse isso, FHC  teria sido o único político brasileiro digno de ser considerado estadista. Se ele fosse candidato à Presidência em 2022, creio que seria eleito e não vejo anteparo à sua idade, até porque não assistimos outros candidatos com sua capacidade.

Laércio Zanini  spettro@uol.com.br

São Paulo

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O SILOGISMO DE BOLSONARO           

Rigorosamente, se atentarmos aos escritos filosóficos sobre a ética,  Jair Bolsonaro é um ser irracional. Além do que se noticia diuturnamente, somente um ser dessa natureza retira a máscara de uma criança, invadindo seu espaço privado. Observe-se a máxima de Immanuel Kant: “Leis Morais têm de se aplicar a todo ser racional como tal”. Portanto, se todo ser racional age com moralidade, se alguém não observa a moralidade em seus atos, esse alguém é irracional. E o problema é que o silogismo, assentado em premissa fática irrefutável, se refere ao primeiro mandatário de nossa nação.    

Amadeu Roberto Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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PRESIDENCIALISMO

O que ainda falta para que as pessoas mais lúcidas do nosso país percebam que o sistema presidencialista foi uma escolha errada, e hoje é parte importante dos nossos problemas? 

Euclides Rossignoli clidesrossi@gmail.com

São Paulo

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MODELO POLÍTICO-ELEITORAL FALIDO

Com a pesquisa eleitoral demonstrando a liderança de Lula, o derretimento de Bolsonaro e a insignificância eleitoral de pretensos candidatos classificados como de centro, passados 18 anos e três presidentes, caminhamos para lugar nenhum como Nação. Continuamos à mercê de destaques eleitorais falidos, ou seja, um com passado condenado e outro completamente despreparado e extremado. Essa total ausência de autênticos líderes leva-nos à descrença do ato de votar. Precisamos urgentemente repensar o modelo político-eleitoral brasileiro. Esse que aí está já faliu há muito tempo. 

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

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LAVA JATO

Chegaram a R$ 6 bilhões os recursos devolvidos aos cofres públicos em razão dos trabalhos desenvolvidos pela recém-falecida Operação Lava Jato. Deveríamos propor que homenagens fossem prestadas à memória da Lava Jato, tais como o erguimento de estátuas do ex-juiz Sérgio Moro e do procurador e ex-integrante da Lava Jato Deltan Dallagnol. Porém, se prevalecer então o espírito corporativista que se exerce entre os Três Poderes federativos, que ergam estátuas aos assassinos da Lava Jato, em especial ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, e ao presidente Jair Bolsonaro. Um, inimigo declarado; outro, amigo descarado, ambos bastante prejudiciais aos verdadeiros interesses do Brasil.

Marcelo Gomes Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

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HERÓI NACIONAL

Calou fundo o pronunciamento do ministro do STF Marco Aurélio ao passar atestado de herói nacional ao ex-juiz Sérgio Moro. Reconhecendo os desacertos, muitos acertos foram cometidos e devem servir de exemplo para aprimoramento do combate à corrupção. Bem

estranho que os processos passaram por várias instâncias e na prorrogação deram um tiro de misericórdia para voltar tudo à estaca zero e punir quem tanto fez pela sociedade brasileira.

Carlos Henrique Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

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SERVIDORES PÚBLICOS

É preocupante o número de servidores públicos que ultimamente têm sido objeto de denúncias de participação em atos que seriam reprováveis em qualquer cidadão, mas que num servidor público são mais chocantes pelo desrespeito ao cargo que ocupam e, por via de consequência, ao Estado que representam e ao País. Num momento tão carregado de más notícias e de perspectivas que às vezes chegam a nos assustar, faz-se muito oportuno lembrar de uma frase de São Francisco de Assis: “Quem não vive para servir, não serve para viver”.

Vera Bertolucci vbertolucci@yahoo.com.br

São Paulo

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MEIO AMBIENTE: DOZE POR UMA DÚZIA

O lugar do exonerado e suspeito ex-ministro da importante pasta do Meio Ambiente Ricardo Salles será ocupado pelo bolsonarista, ruralista e fazendeiro Joaquim Álvaro Pereira Leite. Nestes tempos sombrios e bicudos que vivemos sob o negacionista, antiambientalista e retrógrado desgoverno Bolsonaro, quando o País é apontado internacionalmente como pária mundial pela condenável e criminosa devastação da Amazônia e do Cerrado, a mudança de ministros é apenas para inglês ver. Equivale a trocar 12 por uma dúzia. Em lugar da preservação da biosfera da riquíssima natureza e do necessário reflorestamento, o desflorestamento continuará atendendo aos escusos interesses do homem branco. O País não muda mesmo. Pobre Brasil.

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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DIA INTERNACIONAL DO ORGULHO LGBTQIA+

O Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, celebrado hoje, é necessário, mas quase revoltante, pois nem deveria estar em questão aceitar ou não uma pessoa simplesmente pelo seu gênero, e sim apenas pelo seu caráter.

Infelizmente “essas pessoas”  ainda são violentadas e mortas e isso é muito revoltante. Que a não aceitação seja apenas contra a corrupção, a violência e a maldade. Que a nossa luta seja por um país mais humano! Que um dia essa data e essa “classificação” nem precisem existir.

Toda minha solidariedade e apoio à comunidade LGBTQIA+ que ainda tanto sofre .

Fabiana Gonçalves fabifabigon@gmail.com

São Paulo

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NOVA CRISE HÍDRICA

A nova e atual crise hídrica que agora vivenciamos exigirá para sua superação a participação de todos os seguimentos de nossa sociedade. Governos, empresas privadas e a população terão de se unir, num esforço coletivo para superarmos tal momento complicado, sem esquecermos as recomendações dos especialistas, dos cientistas em climatologia, sobre desmatamento, para que possamos evitar futuras crises hídricas, que tanto prejuízo causam, tanto para a economia global como para a nossa em particular.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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