Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

25 de julho de 2021 | 03h00

Terceira via

‘O medo de Lula e Bolsonaro’

O editorial de ontem com o título acima (A3) comenta o que Lula da Silva publicou em seu Twitter e a declaração que Jair Bolsonaro deu à Rádio Itatiaia, ambos defendendo a tese de que a terceira via para as eleições de 2022 não é viável. Fica a pergunta: por que ambos desmerecem e temem a terceira via? Teriam eles medo de competir com um nome ilibado e competente? Lula em várias oportunidades assegurou que não existe no planeta homem mais honesto do que ele e Bolsonaro, que não há corrupção em seu governo. Parece que o mensalão e o petrolão foram ficções criadas pela imprensa, assim como as suspeitas de vultosa corrupção no interior do Ministério da Saúde e o contrabando de madeiras dentro do Ministério do Meio Ambiente. Não vai ser fácil o surgimento de uma sólida terceira via, mas é o que deve ser perseguido por cada brasileiro que de fato venera a Bandeira brasileira e luta por um futuro melhor para o Brasil e para os brasileiros.


ROBERTO MENDONÇA FARIA FARIA@IFSC.USP.BR

SÃO CARLOS


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Nem um, nem outro

Votarei pela terceira via. Eu me recuso a votar no legado do PT, mesmo que a Justiça queira apagar a corrupção na Petrobrás, as remessas de dinheiro para o exterior, o sítio em Atibaia, o triplex do Guarujá... O PT ficha-suja está na memória da Nação. Já Bolsonaro reage de forma truculenta às críticas, com linguajar que assusta o cidadão de bem, que deseja um presidente com compostura. Para se defender, ele deveria é tomar medidas que estimulem o crescimento econômico, protejam o meio ambiente e o desenvolvimento social.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

MARIONEGRAO.BORGONOVI@GMAIL.COM

PETRÓPOLIS (RJ)

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Sob o domínio dos mais

Quem quer um presidente que vive para segregar, criar polêmicas, divisões e confusão? Que democracia é essa em que cargos importantes no governo são negociados com grupos de poder que traficam influência, poder e dinheiro? Pena que os homens de bem deste país sejam sempre afastados por conchavos de gente ruim.

MARCELO GOMES JORGE FERES

MARCELO.GOMES.JORGE.FERES@GMAIL.COM

RIO DE JANEIRO


Desgoverno Bolsonaro

Em desespero

Estamos assistindo ao desespero de Bolsonaro. Sua fase teatral sofreu interrupção com a CPI da covid, na qual surgiram as notícias sobre grandiosa corrupção no Ministério da Saúde. Bolsonaro usou e abusou do general Eduardo Pazuello, cujas características permitiram os delitos na pasta cometidos por civis e militares. As anomalias no governo seguem com ameaças ao pleito de 2022 se não tiver voto impresso. O crime de ameaça tem dois autores, Bolsonaro e o ministro da Defesa, general Braga Netto. Seu absurdo prognóstico sobre o rumo de nossa democracia foi contestado pelo vice-presidente, general Hamilton Mourão, e por quantos estão conscientes de seus deveres à frente ou participando dos Poderes Legislativo e Judiciário. O desespero de Bolsonaro poderá trazer desequilíbrio ao nosso regime democrático? O esgotamento de seu prestígio político poderá levar seus partidários a tentarem impor uma inaceitável ditadura?

JOSÉ CARLOS DE CARVALHO CARNEIRO

CARNEIROJCC@UOL.COM.BR

RIO CLARO

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Pavor da destituição

Bolsonaro mente quando fala em governabilidade. Ele quer é evitar a cassação, daí o Centrão.

OSWALDO BAPTISTA PEREIRA FILHO

OSWALDOCPS@TERRA.COM.BR

CAMPINAS

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Os generais e a liberdade

Absurdo ver um país onde militares ameaçam a Constituição, que deveriam defender. Homens em armas, em tese preparados para servir ao Estado, comportam-se como guarda pretoriana de um governo com agenda dos anos 1960. Nós, o povo, dedicamos a eles consideração e respeito, garantimos as melhores escolas, cuidamos de suas famílias e lhes confiamos a nossa segurança. Num país sem conflitos externos, investimos nas melhores instalações possíveis e em suas armas, com as quais, agora, eles querem tutelar a nossa liberdade!

JOSÉ TADEU GOBBI  TADGOBBI@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Credibilidade perdida

O bom nome dos militares, conquistado a duras penas após mais de 20 anos de ditadura, está indubitavelmente maculado e encontra-se no pior patamar desde a redemocratização. Não bastassem os diversos exemplos, observados ao longo de dois anos e meio de governo Bolsonaro, de como a relação entre Forças Armadas e política pode ser promíscua e desastrosa, o episódio envolvendo Braga Netto conseguiu piorar o que já estava ruim. O projeto de Bolsonaro de cooptar militares para sustentar seu projeto autoritário de poder deu com os burros n’água. O Exército, a Marinha e a Aeronáutica precisam urgentemente começar a lavar a roupa suja em casa para recuperarem a credibilidade perdida na aventura bolsonarista. Se, como afirmou o vice Mourão, não somos uma “república de bananas”, a instituição militar precisa demonstrar isso claramente à sociedade.

LUCIANO HARARY LHARARY@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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A palavra do ‘Estado’

No imbróglio sobre a negação da condenável e inadmissível ameaça às eleições livres, soberanas e constitucionais de 2022 feita pelo ministro Braga Netto, caso o voto impresso não seja aprovado pelo Congresso, como quer porque quer o lamentável presidente Bolsonaro, cabe dizer que, entre acreditar no impresso no Estadão nosso de cada dia ou na palavra do general, há nada menos que 146 longos anos de história de credibilidade do jornal na defesa intransigente e inegociável da verdade dos fatos e do Estado de Direito. Em 2022, ou haverá eleição ou haverá eleição. Não há alternativa. Democracia sempre, ditadura nunca mais!

J. S. DECOL  DECOLJS@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br



O CENTRÃO NO COMANDO

Vale tudo para evitar o impeachment e botar André Mendonça no Supremo. Até mesmo fazer de João Bobo o general Luiz Eduardo Ramos, “atropelado por um trem”, defenestrado da Casa Civil para o Centrão assumir o cargo mais importante do Executivo depois do presidente, na figura do “coringa” Ciro Nogueira. “É nóis no poder”.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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ÚLTIMAS CARTADAS

Com um provável processo de impeachment o ameaçando, Jair Bolsonaro joga suas últimas cartadas para continuar no poder. Mandando às favas o combate à corrupção, que defendia, quem diria, agora entrega o comando do seu governo ao Centrão.  Exatamente aquele grupo de políticos que na campanha eleitoral e no início de seu governo ele criticava e dizia que jamais se aliaria a ele. Porém hoje sua gestão, que respira por aparelhos, depende exclusivamente da cumplicidade deste suspeito grupo político: um de seus líderes, também investigado pela Lava Jato por supostos atos de desvio de recursos públicos, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) vai comandar o importante ministério da Casa Civil. E, no comando da articulação política, terá às suas mãos a maioria dos Ministérios. Ou seja, ou Bolsonaro entrega o governo ao Central, praticamente em regime de porteira fechada, conforme solicitado, ou poderá sair pelas portas do fundo do Planalto – repito, num provável processo de impeachment. Na realidade, quem vai decidir é o povo nas próximas manifestações pelas ruas e avenidas do País, porque o Centrão, diante de um clamor popular por “fora Bolsonaro”, será o primeiro a abandonar o barco.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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VAIVÉM

Votei em Bolsonaro para nos livrarmos do Centrão. Agora, o Centrão vai nos livrar de Bolsonaro e ficar livre para continuar as falcatruas. Está difícil de consertar este país.

Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo

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O OPOSTO

Contrário do que pregava em campanha, o presidente Bolsonaro se une ao Centrão. Isso  nos  leva a lembrar aquela frase milenar “me diga com quem andas, que eu te direi quem tu és”.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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ELE CEDEU

Macho, mesmo, presidente Bolsonaro, é ser capaz de manter a própria palavra dada, não sendo um maricas que promete, mas não cumpre, não cumpre por falta de ter “aquilo roxo”. E aí, vai de Centrão, apesar de todas as promessas feitas anteriormente de que não se venderia nem faria acordos com os mesmos políticos de sempre? Poxa! E pensar naquela sua imponência toda, de alguém que fosse imune a conchavos e barganhas políticas, hein? Bem-vindo, presidente, ao lugar comum de todos os que se julgam maiores do que realmente são, à saída próxima, de emergência, da história, por onde sempre saem os que tentam camuflar as vocações próprias e as tendências íntimas de que são forjados.

Marcelo G. Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

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PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

Admitindo ser do Centrão, qualquer um pode afirmar que neste governo não há corrupção, pois é impossível corromper o já totalmente corrompido...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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‘O PODER DAS SAÚVAS’

Defendo o autoritarismo de Bolsonaro. Torço para que ele seja autoritário. Que ameace e esteja sempre tentando enganar, ameaçar com coisas estapafúrdias e amedronte quem o desgoste. Só tem uma coisinha: que use todas essas características pessoais contra o Centrão e os desqualificados oportunistas de partidos que estão usando sua fragilidade pessoal no governo para promoverem, como vêm fazendo cada vez com mais ousadia, a infelicidade do povo brasileiro, claro, em proveito próprio eleitoral para se eternizarem na vida boa do Legislativo e talvez em algum governo estadual infeliz. Se Bolsonaro se revoltar, lembrar-lhes dos milhões de votos recebidos confiantes em suas promessas eleitorais, talvez seja possível os brasileiros saberem o que se passa nos bastidores do toma lá dá cá e talvez até inaugurar um novo governo. Se Bolsonaro continuar com suas atitudes, entretanto, nada nos salvará, talvez nem a ele de um impeachment.

Ademir Valezi adevale@uol.com.br

São Paulo

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A INVIOLÁVEL LIBERDADE DE ESCOLHA

Se há algo que o visível poder do Centrão revela é que a nossa democracia é muito mais forte do que se pensa. Nenhum arroubo autoritário, vindo de quem for,  o colocou de joelhos, até agora. Por mais que protestemos contra o Centrão, ele é a legítima escolha do povo. Escolhemos mal? Parece que sim, mas escolhemos democraticamente. Prefiro estar nas mãos do Centrão do que na de qualquer fardado metido a ditador, pois posso tentar escolher um Congresso melhor em 2022. 

Sandra Maria Gonçalves sandgon46@gmail.com

São Paulo

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ELEIÇÕES EM 2022

A respeito do mais novo imbróglio verde-oliva e amarelo provocado pela ameaça do ministro da Defesa, general Walter Braga Netto, à realização de eleições em 2022 se o voto impresso não for aprovado pelo Congresso, cabe, por oportuno, reproduzir duas falas. A primeira, do senador Humberto Costa (PT-PE), que disse sem meias palavras “urge a real e verdadeira apuração dos fatos e subsequente punição das personagens ameaçadoras que ousam derrubar o Estado Democrático e de Direito, coagindo a democracia brasileira por mensagens de quarteladas contra as eleições livres, solapando a democracia aqui urdida por grandes batalhas”. E a segunda, do vice-presidente da Câmara, deputado Marcelo Ramos (PL-AM): “É a Constituição federal que determina a realização de eleições, não as Forças Armadas”. Eleições, sim. Ditadura nunca mais. Basta!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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VOTO IMPRESSO

“Quem não deve não teme” é um axioma muito usado pelo meu avô. Pergunto: quem tem medo do voto auditável? Por que não se pode conferir se tudo está o.k.? A urna eletrônica continua; o que muda é o recibo, nos moldes da maquininha de pagamentos com cartão de banco. Quem não quiser o recibo não precisa ficar com ele. Não consigo entender por que parte dos cidadãos não quer o voto impresso. Será pura posição política, contra o presidente? Se raciocinarmos e nos abstrairmos da questão político-ideológica, veremos que a prova de nosso voto é o mínimo que poderemos ter para garantir que cumprimos nossa obrigação democrática corretamente.

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Petrópolis (RJ)

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CONSULTA POPULAR

Não daria para incluir na urna eletrônica, nas eleições de 2022, uma consulta popular sobre o voto impresso?

Franz Josef Hildinger frzjsf@yahoo.com.br

Praia Grande

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RETROCESSO

As eleições antes da implementação do sistema eletrônico permitiam manipulações e influência de candidatos sobre o eleitorado em várias regiões. Essa situação não pode voltar a acontecer. Nada de voto impresso.

Uriel  Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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A MÁ POLÍTICA

A má política no Brasil  começa – quanto à legislação – na facilidade de se criar e manter um partido político. Alguém acredita que a descomunal quantidade de partidos que temos é fruto do excesso de amor ao País? É claro que não. No entanto, todo mundo, políticos e não políticos, fecha os olhos para isso. Fica difícil de crer no nosso futuro.

Euclides Rossignoli clidesrossi@gmail.com

Ourinhos

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SEMIPRESIDENCIALISMO

A PEC do deputado Samuel Moreira deixa muito claro que a proposta é trocar o presidencialismo de coalizão por um semipresidencialismo de coalizão. No semipresidencialismo clássico do modelo estudado pelo cientista político francês Maurice Duverger (1917-2014) deve haver dupla legitimidade tanto na eleição do chefe de Estado como do chefe de governo. No caso brasileiro, apenas o voto distrital misto com o candidato a primeiro-ministro como cabeça da lista proporcional, em eleição nacional, daria respaldo para o eleitor votar na urna eletrônica. Do contrário, corre-se o risco de novamente ser nomeado um primeiro-ministro de fora do Parlamento (Tancredo Neves), mas a pauta política continuar sendo controlada pelo presidente da Câmara dos Deputados (Ranieri Mazzilli), como ocorreu em 1961.

Luiz Roberto da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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PROPINODUTOS ENCERRADOS

Com a decisão de abandonar a importação de vacinas Covaxin com a Precisa, o Ministério da Saúde estancou mais um propinoduto aberto na atual administração federal. Quando Bolsonaro ameaça desistir da reeleição – o que seria uma bênção para o País, a causa remota pode residir no fechamento dessas torneiras representadas pelos propinodutos encerrados. A conferir: o fechamento do propinoduto derivado da exportação de madeira ilegal, o das terras indígenas exploradas por mineradores invasores, ao qual se junta agora o da vacina Covaxin e talvez outros a serem descobertos pela CPI, devem desfalcar sobremodo o caixa de campanha do presidente, que ficará desfalcado para concorrer em igualdade de condições com a pilhagem levada a cabo por Lula et caterva em suas gestões anteriores. O tempora, o mores!

Lairton Costa lairton.costa@yahoo.com

São Paulo

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O ESPETÁCULO CONTINUA

O espetáculo da incompetência, da ignorância e da má-fé do governo Bolsonaro continua, foram impostos todos os obstáculos do mundo para comprar as vacinas. O presidente Bolsonaro, do alto da sua ignorância, sempre se posicionou contrário às vacinas, atrapalhou, dificultou, obstou o quanto pôde a compra dos imunizantes. Bolsonaro só se coçou para comprar vacinas quando o governador João Doria anunciou o começo da imunização. O atraso irremediável na vacinação no País causou a morte evitável de centenas de milhares de cidadãos brasileiros. Já existem elementos probatórios suficientes para colocar Jair Bolsonaro e boa parte de seu governo na cadeia, só falta vontade política. Curiosamente, o valor do fundo eleitoral é semelhante ao valor da compra das vacinas, aquelas que Bolsonaro não comprou e que poderiam ter salvado a vida de centenas de milhares de cidadãos brasileiros.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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ESPERANÇA

Jair Bolsonaro, com suas falas e atitudes irresponsáveis e estapafúrdias, em conjunto  com o Supremo Tribunal Federal (STF), proporcionaram o renascimento de Lula da Silva. Bolsonaro aventou a possibilidade de não disputar a reeleição, caso o voto impresso não seja aprovado pelo Congresso Nacional, o que seria uma bênção e a possibilidade de aparecer um candidato que aglutine o centro e a direita para  enterrar de vez o petismo.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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AUGUSTO ARAS NA PGR

Como diferente não poderia ser, Jair Bolsonaro ignorou a lista tríplice enviada pelo Ministério Público Federal (MPF) e optou por reconduzir à chefia da Procuradoria-Geral da República (PGR) o já conhecido “Espectador-Geral” da República, Augusto Aras, que se nega peremptoriamente a investigar os desmandos da famiglia Bolsonaro. Pela gratidão na blindagem de seus filhos, Aras pode dormir tranquilo, pois ficará, sim, no cargo. Afinal, faz parte do grupo do “um manda, outro obedece”. Como já dizia aquela senhorinha de Taubaté: Meu filho, continua tudo como dantes no quartel de Abrantes! É o que temos para hoje!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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SERVO FIEL

Augusto Aras, outro que um manda, e ele obedece. Vergonhoso!

Oswaldo Baptista Pereira Filho oswaldocps@terra.com.br

Campinas

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‘A INDEPENDÊNCIA DO SENADO’

Sobre o editorial A independência do Senado (21/7, A3), Constituição estabelece que cabe ao presidente da República indicar o novo membro do Supremo Tribunal Federal (STF), o qual deverá ser sabatinado e submetido à aprovação final pelo Senado. O presidente da República tem grande poder de escolher e influenciar na decisão do Senado. Penso que um modo de limitar a influência do presidente seria introduzindo na Constituição que a área Jurídica Pública indicaria cinco nomes de juristas conceituados para o presidente escolher, o que limitaria a influência dele.

José Luiz Abraços octopus1@uol.com.br

São Paulo

 

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