Fórum dos Leitores

Cartas de Leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

06 de agosto de 2021 | 03h00

Desgoverno Bolsonaro

Solução só dentro da Carta

Não existem caminhos fora da Constituição da República. Os delírios e devaneios de Jair Bolsonaro, que fez de sua circunstancial Presidência balcão do negacionismo e berço de teorias conspiratórias, sem falar no extermínio de centenas de milhares de brasileiros por sua incompetência em gestão e liderança, não acharam apoio suficiente e tão menos transporão os limites que a Constituição impõe a qualquer Poder. E em hipótese alguma romperão as sólidas e fortificadas instituições que alicerçam a nossa República. A Constituição sempre foi e sempre será o meio para atingir o fim que é um Brasil mais sólido e justo. Fora dela só há escuridão, violações sistêmicas de direitos fundamentais, retrocesso, censura e abusos estatais, tudo quanto nosso país enfrentou e trancafiou nos anais do passado. Propor solução fora da Lei Maior só demonstra que Bolsonaro nunca foi adequado para o elevadíssimo cargo que ocupa e jamais entenderá os limites que a Carta Magna impõe. Necessária a ação conjunta dos Poderes republicanos e articulação da sociedade civil organizada, numa torrencial demonstração de força e unidade em torno da Lei Suprema, que funda a República, e para garantir eleições e soluções dentro dela.

RENATO MENDES DO NASCIMENTO

RENATONASCIMENTO@UOL.COM.BR

SANTO ANDRÉ

*

Bate-bocas

O presidente Jair Bolsonaro foi incluído como investigado no inquérito sobre ataques às eleições. Nota-crime do TSE acusa-o de divulgar informações falsas e ataques às instituições. O presidente está enfraquecido perante o STF e também no Congresso, pela CPI da Covid. O novo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, diz que vai atuar como amortecedor diante das trepidações. Ciro utilizará os princípios hidráulicos: quando exercida uma pressão num ponto de um líquido, esta se transmite a todos os pontos do líquido. Os brasileiros estão sofrendo pressão em seu orçamento, com o IGP-M acumulado em 12 meses atingindo 37% em maio. Em tempos difíceis de pandemia, os brasileiros precisam urgentemente de vacinas, empregos e estabilidade econômica. Lamentavelmente, as notícias são de aumento da inflação, mortes por covid e discordâncias entre os três Poderes. Estamos fartos de bate-bocas.

JOSÉ CARLOS SARAIVA DA COSTA

JCSDC@UOL.COM.BR

BELO HORIZONTE

*

Para bom entendedor...

Com um novo “amortecedor” na Casa Civil, Bolsonaro vai poder aumentar muito a quantidade e a altura das “lombadas”. Que se cuidem os que trafegam por ruas e estradas do País.

ELY WEINSTEIN

ELYW@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

*

Mês do cachorro louco

Bolsonaro que se cuide, a mordida poderá ser muito dolorosa. Aliás, com tantas investigações em andamento, não seria a hora de desengavetar os pedidos de impeachment?

ROBERT HALLER

SÃO PAULO

*

Governar, que é bom, nada

Afinal, quando Bolsonaro vai iniciar o seu governo? Já se passaram 31 meses e até agora, nada. Errou na política externa, no meio ambiente, na educação e na saúde. O empreguismo da era PT aumentou, e muito! Continua com a empresa dilmista do trem-bala e a EBC, que seria reformulada e/ou extinta, está a todo vapor, com lives eleitoreiras e ilegais do chefe e funcionários ganhando muito acima do pago pelas emissoras privadas. Visitas a hospitais, fábricas de vacinas, solidariedade aos internados ou familiares, principalmente dos 560 mil que já se foram pela pandemia, aos profissionais da saúde, nada. Mas promove aglomerações em passeios de moto, acompanhado de zumbis anestesiados pelo “deus”, usando esquemas federais e estaduais de segurança, com enormes gastos públicos. Agora, um dia sim e outro também esbraveja contra o sistema eleitoral, visando à eleição de 2022, que será só daqui a um ano. Afinal, ele prevê futuro ou já é demonstração de medo do resultado do pleito? Uma coisa qualquer brasileiro racional pode prever: o lugar que esse “mito” ocupará na História é o lixo.

ÉLLIS A. OLIVEIRA

ELLISCNH@HOTMAIL.COM

CUNHA

*

Voto impresso já

R$ 2 bilhões, o custo estimado para acoplar impressoras às urnas eletrônicas, a meu ver, é até pouco para nos livrarmos do falastrão. Aprovem logo esse voto impresso, pois esse aí não vai ser eleito nem para síndico de prédio sem elevador. E terá um assunto a menos para regurgitar asneiras.

CARLOS ALBERTO ROXO

ROXO.SETE@GMAIL.COM

SÃO PAULO

*

Pandemia

Vendetta?

Pelo jeito, Jair Bolsonaro, não odeia somente seus opositores e a imprensa, parece que detesta também o povo de São Paulo, já que o Ministério da Saúde, infelizmente, sem dar satisfação alguma, deixou de entregar 228 mil doses da vacina da Pfizer, como denuncia o governador João Doria. Ora, todos sabemos que o governo Bolsonaro está perdido. Mas deixar de entregar vacinas e salvar vidas por causa das alucinações políticas do presidente é caso de polícia! E como coadjuvante dessa macabra história o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, se cala...

PAULO PANOSSIAN

PAULOPANOSSIAN@HOTMAIL.COM

SÃO CARLOS

*

Justiça seja feita

Não fossem os governadores e prefeitos, autorizados pelo STF, e principalmente a decidida ação da maioria do povo brasileiro, em busca de vacinas anticovid, o Brasil já teria ultrapassado 1 milhão de mortos pela epidemia, negada, debochada e impedida de ser combatida pelo presidente do infelicitado Brasil. A Nação, enlutada e perversamente maltratada por esse mitomaníaco, espera que a justiça seja feita e o maior culpado pelas 600 mil mortes que, infelizmente, atingiremos até o fim de agosto pague por omissão e crime de lesa-humanidade.

PAULO SERGIO ARISI

PAULO.ARISI@GMAIL.COM

PORTO ALEGRE

_____________________________________________________

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br


NAS QUATRO LINHAS

O presidente Jair Messias Bolsonaro ataca Alexandre de Moraes e ameaça atuar fora “das quatro linhas da Constituição”. Na minha opinião, o que o presidente não deve se esquecer é de que a Constituição poderá lhe aplicar um  cartão vermelho.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

*

TESTANDO O LIMITE

Jair Bolsonaro, como uma criança birrenta e mal educada, está testando o limite da paciência do Poder Judiciário. Tanto procurou que acabou achando: o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) saíram em campo – apesar de tardiamente – e aceitaram denúncia criminal, contemplados os artigos de “A a Z” do Código Penal e do Código Eleitoral, pelos crimes praticados. Na verdade, ninguém mais aguenta as bravatas do presidente!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

*

CÉU VERDE OLIVA

As pesquisas eleitorais, o STF e o TSE se unem contra Jair Bolsonaro e disputam o título do “mais macho”. A contenda tem potencial para mudar, outra vez, a cor do céu brasileiro, do verde-amarelo para verde oliva.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

*

PERFIL DE  DITADOR

Concordo com o editorial do Estadão (4/8) com título Da palavra à ação, no qual se alinha à firme reação do presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, que aprova abertura de inquérito contra este presidente de perfil de ditador, Jair Bolsonaro. Este, nos 32 meses de gestão, entre tantas outras ações de estarrecer, sem governar, usou do seu cargo para atacar as nossas instituições, em particular o TSE e o STF. E, tal qual o ministro da Defesa, Braga Netto, o presidente também ameaça a não realização da eleição em 2022, porque diz que haverá fraude se não for aprovado o voto impresso. Covarde que é, não prova a ocorrência da fraude!  Também dissemina fake news para denegrir a imagem do STF. Nesse sentido, a atitude mais do que oportuna de Barroso vem em função da inércia, também, do procurador-geral da República, Augusto Aras, que, autêntico serviçal de Bolsonaro, não mexe uma palha para investigá-lo. O presidente tem cometido diversos crimes, como não se interessar em salvar a vida de brasileiros nesta pandemia e os desmandos no meio ambiente. E, ainda, está afundado no lamaçal da corrupção com a tentativa de compra de vacinas superfaturadas, como elucida a CPI da Pandemia. Porém, desesperado, entrega a alma do seu governo ao Centrão, para se livrar de um impeachment. Agora Bolsonaro se depara com a dura barreira da Justiça e da Constituição. Abusou do cargo e pagará seu preço.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

*

IMPRESSO E AUDITÁVEL

Dos Dez Mandamentos de Moisés ao voto em 2022, tudo deve ser impresso e auditável, exige a turba do Bolsonaristão, em marcha batida para a ditadura do cara dura.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

*

OS ACOELHADOS

Em 2018, durante as eleições, ouvi opiniões como a que dizia “não voto nesse cara de jeito nenhum”, ou outra: “tiramos o PT com esse cara e depois elegemos um governo decente”. É frustrante ouvir alguns arrependidos, pois o cara é, rigorosamente, o que sempre foi, desde os 15 anos quando era alcaguete do Exército em Eldorado. No Exército, foi considerado inapto ao oficialato, pelo caráter agressivo, irracional, ilógico e desequilibrado no trato. Como é conhecida sua inação quando deputado federal por sete mandatos, salvo xingar, cuspir em colegas e elogiar tortura e torturadores. Felizmente, antes tarde que nunca, o Judiciário resolveu enfrentá-lo, coisa que deveria ser seguida pela Câmara e pelo Senado, cujos presidentes acoelhados por Jair usam a desculpa de que o cumprimento da lei, que deveria servir a todos, desestabiliza o País. E um deles ainda sonha em ser presidente da Republica. Vade retro!

Alberto Mac Dowell de Figueiredo amdfigueiredo@terra.com.br

São Carlos

*

SUBSERVIENTE

Arthur Lira é mais um político que arranca a máscara. Foi eleito presidente da Câmara jurando amor a medidas que valorizem a democracia e dignifiquem a vida do cidadão. Conversa fiada. Virando a página, Lira continuou em busca de medalhas do sabujismo e da falta de compostura. Fez discurso e deu entrevistas fazendo força para tentar mostrar indignação diante do rosário interminável de ações erradas e atrapalhadas do governo. Recebeu o recado do ministro da Defesa, general Braga Netto, para perfilar-se favorável ao famigerado e retrógrado voto impresso. Diante da repercussão lamentável, Arthur Lira colocou a viola no saco. Recolheu-se à sua insignificância. Agora, resolveu, finalmente, tomar a segunda dose da vacina da subserviência para jurar amor à volta do voto impresso. Formidável descaramento. Já não se fazem presidentes da Câmara federal como antigamente. Arthur Lira poderá acrescentar na sua obscura trajetória política um detalhe nada engrandecedor: a subserviência total e absoluta ao novo comandante do Centrão, ministro Ciro Nogueira. Pobre e melancólica política brasileira, onde os medíocres e franciscanos de araque dão as cartas. Tenho ânsia de vômito.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

*

LIRA, VOTO IMPRESSO E IMPEACHMENT

Se tivéssemos um Poder Judiciário competente, Lira já não seria mais político e muito menos presidente da Câmara. O Poder Judiciário é quem nos causa mais mal, pois apoia e protege a corrupção do Executivo e do Legislativo. Enquanto Lira, livre, leve e solto, for o presidente da Câmara, vamos pagar muito caro para combater a corrupção, jamais vamos conseguir colocar o impeachment de Bolsonaro em votação e ainda corremos o risco da volta do voto impresso ou de um golpe.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

*

A BALBÚRDIA E A FALSA DEMOCRACIA BRASILEIRA

Jair Bolsonaro não é incompetente e irresponsável sozinho. Congressistas integrantes de grupos suprapartidários, tipo Centrão, são igualmente responsáveis pela baderna que virou o Brasil. Voto impresso e propostas de redução dos poderes do Tribunal Superior Eleitoral são exemplos esdrúxulos do que faz uma retroalimentação de recursos públicos para manutenção de autoritários e tenebrosos coronéis políticos e famílias permanentemente encastelados no poder. A única forma de acabar com essa balbúrdia é dar aos eleitores ferramentas que permitam a intervenção destes quando seus eleitos praticarem atos contrários ao interesse coletivo. Falamos do voto distrital puro, do recall e da consulta pública em assuntos relevantes. Votar a cada quatro anos, sem poderes para intervir nos atos lascivos dos eleitos, está nos conduzindo ao derretimento da Nação. Continuando o sistema político-eleitoral vigente, bolsonarismo, lulismo e outros ismos irão surgir de tempos em tempos. A solução não está em sistemas de governo (semipresidencialismo, parlamentarismo), e sim em encontrarmos um líder com coragem de enfrentar essa atual maliciosa democracia e entregar ao povo brasileiro o direito de verdadeiramente participar. Em síntese, precisamos de um estadista.

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

*

O VENENO DA REELEIÇÃO

Excelente o artigo O veneno da reeleição e a agenda 2022 de combate à corrupção, do procurador de Justiça e presidente do Instituto Não Aceito Corrupção, Roberto Livianu. “É essencial que o futuro presidente dê prioridade a uma vigorosa política pública anticorrupção”. Este texto deve ser lido por todos nossos políticos e, principalmente, os candidatos a presidente.

Cleo Aidar cleoaidar@hotmail.com

São Paulo

*

COMO?

Brilhante o artigo do procurador de Justiça Roberto Livianu publicado no Estadão (4/8, A2), em que ele destaca a importância do combate à corrupção, sintetizado na frase “é essencial que o futuro presidente dê prioridade a uma vigorosa política pública anticorrupção”. Mas como o pobre coitado que vai ocupar o Palácio do Planalto poderá implantar tal política, se para tanto depende do covil de corruptos que existe no Congresso e atende pela alcunha de Centrão?

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

*

DEMOCRACIA SEM RESPOSTAS

O ministro Barroso fala das tais ameaças à democracia brasileira, agora apenas esquece de dizer que a tal democracia brasileira, passados 40 anos, até hoje não deu qualquer resposta ao imenso atraso econômico brasileiro e tampouco à tremenda demanda social do País – demanda esta que só piorou nos últimos 40 anos. O drama social brasileiro de miséria, baixa renda, pobreza generalizada e precariedade absoluta em amplos setores da Nação não teve qualquer resposta eficiente da tal democracia brasileira, e tampouco o Judiciário presta um serviço minimamente competente para o País ou para os brasileiros. Ninguém está aqui defendendo ditadura ou autoritarismo, agora impressiona que um país autoritário e de forte comando central como a China tenha atingido um poderio econômico sem precedentes praticando um capitalismo estatal, enquanto a democracia brasileira não consegue dar sustentabilidade ou condições de vida decentes a ninguém. Ao contrário, as pessoas estão pelas ruas, aos milhares, revirando lixo! O País empobreceu uma monstruosidade e o já estava no limbo econômico muito antes de Bolsonaro. Uma democracia totalmente ineficiente perde credibilidade. No Brasil, o Estado é completamente disfuncional, inclusive o Judiciário.

Paulo Roberto da Silva Alves pauloroberto.s.alves@hotmail.com

Rio de Janeiro

*

BAIRRISMO?

Um doutor e professor e um mestre em Direito, ambos de universidades do Rio de Janeiro, publicaram artigo elogioso ao recém-aposentado do STF Marco Aurélio (‘Data vênia’, divirjo!, 4/8, A2). Certamente não foi o desconhecimento que os levou a omitir criticadas decisões daquele ex-ministro, como as que libertaram um banqueiro e um conhecido traficante.

F. G. Salgado Cesar fgscesar@hotmail.com

Guarujá

*

‘A ESTABILIDADE DO FUNCIONALISMO’

Em relação ao editorial A estabilidade do funcionalismo (4/8, A3), gostaria de tecer os seguintes comentários: no meu entender, um dos últimos obstáculos para a instalação de uma nova ditadura no Brasil é a existência de servidores públicos concursados e estáveis, comprometidos com o País, e não com o governo de plantão. Para azar da frágil democracia brasileira, esse obstáculo provavelmente será removido em breve. Tristes trópicos... 

Fernando T. H. F. Machado fthfmachado@hotmail.com

São Paulo

*

O PRESIDENTE E A VACINA

O presidente Jair Bolsonaro disse que só vai tomar uma vacina contra a covid-19 que permita viajar ao mundo todo e, sem nenhum estudo que comprove sua fala, voltou a desacreditar a Coronavac. Ele ainda repetiu que será o último no País a receber a dose. Ótimo! Pois, assim, repetindo-se sempre, não deixará dúvidas sobre a sua participação nefasta nos infortúnios da pandemia em nosso país e, ainda, ajudará a que os ainda em dúvida sobre o que será melhor para o País nas próximas eleições presidenciais decidam-se desde já. Pois aqueles que se nutrem e se alimentam dos males alheios, pensando tão somente em seus próprios umbigos, não devem mesmo perdurar por tempo demasiado, já que seus próprios pensamentos e desejos equivocados trabalham em seu desfavor ao contrastarem com os pensamentos e desejos de homens públicos de boa-fé, boa-moral e bons princípios.

Marcelo G. Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

*

VACINA FAKE

No seu incessante esforço para manter o País em harmonia e a população tranquila, o capitão Jair Fake News Bolsonaro declarou em entrevista à rádio 96 FM, de Natal (RN): “Já que tem muita gente apavorada querendo tomar a vacina, não é justo o chefe de Estado tomar na frente do cidadão comum”. Mas não é qualquer vacina, pois acrescentou: “Não posso tomar essa vacina lá de São Paulo, que não é aceita na Europa nem nos Estados Unidos”. Ou seja, o capitão não confia na vacina Coronavac, embora a mesma tenha sido aprovada pela Anvisa e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e seja aplicada pelo seu Ministério da Saúde. Presidente, não poderia arrumar vacinas ao seu gosto para os mais de 15 milhões de paulistas que foram “ludibriados” pelo seu governo em tomar uma vacina fake?

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

*

ATRASO NA ENTREGA DAS VACINAS

Deixem-me ver se eu entendi: porque Bolsonaro não gosta de João Doria, mandou o Ministério da Saúde atrasar e reduzir as entregas de vacinas para o Estado de São Paulo, a fim de minar o governador, mas com efeito direto em prejuízo da população? Com a palavra, o presidente.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

*

GABRIEL MEDINA

A atitude do bolsonarista Gabriel Medina, primeiro na Olimpíada com o caso da mulher, Yasmin Brunet, e depois com a derrota, já denotava a sua infantilidade. Agora, com a recusa de tomar a vacina contra covid-19 e ficar fora do mundial de surfe, denota a sua ignorância.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

*

HOMENAGEM

Muito merecida a homenagem da boneca Barbie às mulher que se destacaram no combate à covid-19. Também merecem homenagens as mulheres que fizeram a diferença na sessão marota convocada pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, em que seus companheiros queriam fazer passar a boiada, no melhor estilo Salles, e aprovar o esdrúxulos projeto do Distritão, na calada da noite. Graças às contundentes e firmes posições dessas mulheres, com ajuda da oposição, os lobos botaram o rabinho entre as pernas e foram dormir, adiando a votação. Deveriam acordar sem seus respectivos mandatos.

Abel Pires​ Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.