Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

11 de agosto de 2021 | 03h00

Desgoverno Bolsonaro

Tanques nas ruas

Quando iríamos imaginar, depois de termos passado por uma ditadura militar e por uma democracia consolidada, um ato de demonstração de força que beira, novamente, o ridículo?! O presidente da República, o maior engodo da História de nosso país, põe as nossas honradas Forças Armadas numa grande roubada. Ele não sabe distinguir os Poderes e não se conforma em perder no Congresso. Ganhou eleição com voto eletrônico e, na iminência de logo deixar o Planalto, pretende melar o pleito de 2022. Só um maluco poderia pensar nisso. Mas ser maluco não é o problema, a questão é ter nas mãos, quem sabe, a força. Ainda que não acreditemos nesse “poder”, a insegurança já está instaurada. Que vergonhoso!

JORGE AUGUSTO MORAIS DA SILVA JOTAUGUSTOADV@ICLOUD.COM

RIBEIRÃO PRETO

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Patético

Cena patética essa do desfile militar no dia da votação contra o voto impresso. Nem no 7 de Setembro se vê desfile assim, sem noção, ridículo, para simples entrega de um convite. A cada dia, Bolsonaro põe o Brasil em posição de humilhação, promovendo uma verdadeira palhaçada. Até quando, Brasil...?

JOSÉ CLAUDIO CANATO JCCANATO@YAHOO.COM.BR

PORTO FERREIRA

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Farsa militar

É recorrente a afirmação de que as Forças Armadas não compactuam com as atitudes de Bolsonaro, sendo os oficiais da ativa em comando avessos a suas bravatas e não constituindo o “seu exército”, como gosta de dizer, mas funcionários públicos obedientes à Constituição a serviço do Estado, e não de governos. Sendo assim, gostaria de ouvir uma explicação para essa exibição de força em Brasília que respeitasse nossa inteligência, melhor que a de “entregar um convite” ao presidente para assistir aos exercícios em Formosa, pois para isso bastaria um cabo e um soldado.

ALBERTO MAC DOWELL DE FIGUEIREDO AMDFIGUEIREDO@TERRA.COM.BR

SÃO CARLOS

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Desfile inadequado

Nas Forças Armadas do Brasil, a Marinha, como em todo país do mundo, sempre se caracterizou por discrição e postura adversa a qualquer envolvimento político. Em nada foi adequado esse desfile com tropas e equipamentos da Marinha. Existe um pedido de milhares de brasileiros para que, em vez de o Comando da Marinha encaminhar blindados da costa para o interior do Brasil, pôr à disposição nossos “marinheiros” para fiscalizar e prender os condutores da absurda invasão de embarcações e jet skis sem os registros e habilitações obrigatórios por lei, em nossas águas territoriais – vide cada fim de semana na Represa Guarapiranga, que sempre foi um celeiro de iatismo e medalhas para o País. Um crime!

WERNER SÖNKSEN WSONKSEN@HOTMAIL.COM

KIRKENES, NORUEGA

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Marinha no DF

Alguém mais pensou em Kim Jong-un?

SÉRGIO ECKERMANN PASSOS SEPASSOS@YAHOO.COM.BR

PORTO FELIZ

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Tragicomédia

O desenrolar dos fatos no Brasil desde a eleição de Bolsonaro segue o roteiro do filme Dr. Fantástico, de Peter Sellers. Só que não são ficcionais, como na comédia. São reais e trágicos!

ANDRÉ MIGUEL FEGYVERES ANDREFEGYVERES@YAHOO.COM.BR

SÃO PAULO

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Meninão

Nosso turbulento menino não sabe o que fazer e, quando faz, ou fala, só sai besteira. Até sem o desejar, ele já se aproximou de Hitler, Mussolini e Stalin. E o País e o povo, sempre prejudicados, é que pagam o pato.

ITALO POLI JUNIOR ITALIPOLI10@GMAIL.COM

JAÚ

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Pobre País, pobre povo

Num país caminhando para o colapso financeiro, vemos, tristemente, um presidente esbanjar nosso parco dinheirinho em “motociatas”, “helicopterociatas” e, agora, “blindadociatas”. Viramos piada para o mundo.

ROBERTO REIS ROBERRESP@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Rumo ao fascismo

Ninguém pode ficar surpreso com as atitudes de Bolsonaro. Ele é um velho conhecido de Parlamentos, pois ficou neles (no Rio e em Brasília) durante 30 anos, dizendo coisas para lá de abomináveis e indecorosas e fazendo o que políticos como ele fazem: nada de bom para o País ou para a população. Agora, como presidente de uma República cada vez mais rebaixada, continua a agir da mesma maneira, só que suas ações e palavras vêm prejudicando muito mais, uma vez que tem a caneta na mão, além de milhões de pessoas acovardadas, submissas e, principalmente, com medo do que elas – mão e caneta – são capazes. Sem falar nas ordens que, emanadas de boca suja, coração e mente insanos, tanto podem machucar.

JOÃO DI RENNA JOAO_DIRENNA@HOTMAIL.COM

QUISSAMÃ (RJ)

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‘Até tu, Brutus?’

O presidente Jair Bolsonaro atravessou o Rubicão, como fez Júlio César para intimidar o Senado e acabar com a República Romana. O final dessa história todos já conhecem.

JOÃO GILBERTO PARENTI COUTO JGPARENTI@HOTMAIL.COM

BELO HORIZONTE

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Abandonando o barco

Bolsonaro foi ao Congresso entregar a Arthur Lira o Auxílio Brasil, novo nome do insuficiente Bolsa Família. Estima-se um valor médio de R$ 283, ainda indefinido. Segundo Bolsonaro, a inflação aumentou em razão da pandemia – dependendo do momento, o presidente chama a covid-19 de “gripezinha”. Paulo Guedes, ilustre desconhecido até 2018, nada fez de positivo para a economia do Brasil nos mais de 30 meses de governo. Surfar uma onda boa era o sonho em janeiro de 2019. Os problemas foram aparecendo e o titular da Economia se perdeu em discursos vazios e soluções caseiras para nosso imenso Brasil. Algum novo empresário estrangeiro foi atraído para investir em nosso país? Ou os que estavam aqui saíram correndo?

JOSÉ CARLOS SARAIVA DA COSTA JCSDC@UOL.COM.BR

BELO HORIZONTE

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br


TERRORISMO MEQUETREFE

O inapto e inepto presidente Jair Bolsonaro definitivamente não tem vocação nem para dar um golpe. A ordem de Bolsonaro para o desfile militar ontem, em Brasília, é tentativa mequetrefe de intimidar parlamentares e parte da opinião pública através do conhecido expediente do terrorismo de Estado. Tal qual um tiro que sai pela culatra, o presidente consegue o efeito exatamente oposto: repúdio cada vez maior ao seu governo e, principalmente, à sua pessoa. Não faltarão outras tentativas que igualmente fracassarão, pois nossas instituições são sólidas. O velho ditado “cão que ladra não morde” pode até ter exceções no mundo canino, mas no caso de Bolsonaro é regra.

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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COINCIDÊNCIA NÃO, TRÁGICA SIM

A Marinha precisava mostrar seus blindados em frente ao Palácio do Planalto, sabendo da votação da realmente dispensável Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do voto impresso, aos gritos de “Eu Autorizo” e “142”, em alusão a um dispositivo constitucional que bolsonaristas dizem justificar uma eventual intervenção fardada? A Marinha não queria informar o contribuinte, que está pagando a conta, sobre o lançamento do seu submarino nuclear, que já custou mais de R$ 21 bilhões, e ainda está sem data para terminar? As Forças Armadas não queriam realizar a Operação Formosa na Amazônia Legal, para coibir o desmatamento e a queimada da floresta? É a máxima de Murphy: fazer o trivial para não realizar o essencial!

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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ACABOU A SALIVA

Bolsonaro disse há pouco tempo: “Quando acabar a saliva, usa-se a bala”. Como não conseguiu convencer a Câmara a aprovar o voto impresso na conversa, usou este desfile militar para reforçar o convencimento.

José Milton Glezer jmglezer@uol.com.br

São Paulo

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OS BOQUIRROTOS

As ameaças do boca-suja Jair Bolsonaro e de seus assessores e apoiadores às instituições democráticas, especialmente aquelas referentes ao voto eletrônico, revelam apenas uma tentativa de justificar com antecedência sua derrota nas próximas eleições, criando, assim, um viés para retornar ao Palácio do Planalto com plenos poderes. Tática semelhante foi esboçada por Jânio Quadros, no início da década de 1960, sem êxito, mas com terríveis consequências para o País, como se veria alguns anos depois, com o golpe de 1964. É de advertir a quem não viveu as vicissitudes da época que não nos cabe dar motivos aos antidemocratas para repetir cenário equivalente nos dias atuais.

Lairton Costa lairton.costa@yahoo.com

São Paulo

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BRINCANDO COM FOGO

Bolsonaro está brincando com fogo! Minha mãe dizia que quem brinca com fogo faz xixi na cama.

Cecilia Centurion ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo

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POR QUE VOTO AUDITÁVEL?

Dizem os mais velhos que cupim e formiga, quando querem se perder, criam asas e voam para longe. E não tem sido diferente na política tupiniquim. Enquanto os delírios esquizofrênicos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) desperdiçam energia e esforços dos Poderes Legislativo e Judiciário, o brasileiro segue sem vacina contra a covid-19, desamparado, desempregado com contas a pagar, muitos passando fome e frio, dormindo ao relento. Após quase três décadas de voto na urna eletrônica, que elegeu Bolsonaro deputado por vezes e, depois, presidente, e inclusive elegeu também seus filhos, estamos agora retrocedendo ao passado para a ideia do voto impresso. Como se não bastasse a falta de propósito da ação, temos um presidente diuturnamente só pensando em eleições, que só se efetivarão em 2022, e o País vivencia a pior crise da sua história, com quase 15 milhões de desempregados e tantos outros milhões vivendo na informalidade, com preços e inflação nas alturas, expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) pífia, quase 565 mil óbitos e 20 milhões de infectados pela covid-19, além de uma máquina pública endividada. Qualquer cidadão coerente deste país é capaz de dizer quais são as prioridades para a recuperação da crise, e com certeza não é ver tanque de guerra desfilando na rua e disputa ferrenha por voto auditável para satisfazer um esquizofrênico lunático que foi, sim, aposentado do Exército aos 33. E, como não custa lembrar, a pauta do momento defendida pela sociedade brasileira é vacinar toda a população com mais de 12 anos, para recuperar a economia e os empregos, e promover urgentemente uma reforma tributária e política. Repito: usamos as urnas eletrônicas há 25 anos, e não se tem uma única notícia de fraude. É um impropério o voto ser pauta durante tamanha crise que o País atravessa. Só uma besta humana, um louco, não enxerga isso.

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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MARCHINHA

Marcharam os soldados / pelo voto de papel. / O golpismo tomou conta / da tropa e do quartel. / Bolsonaro quer tacar fogo / no sistema eleitoral. / Goza, goza, goza / o oficialato ditatorial.

Túllio M. Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

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OS TANQUES DO MENTECAPITÃO

O Mentecapitão é homem de poucas ideias, mas ideias muito firmes: o Estado sou eu e faço e determino o que bem entendo.  Boquirroto, não tem a menor noção da majestade do cargo que ocupa. Emparedado pela CPI da pandemia e pela Justiça Eleitoral, foi além das motociatas e promoveu uma passeata de tanques de guerra em frente ao Congresso Nacional. Intimidou? Não, apenas demonstrou o desespero de um capitão mentecapto e a sabujice de seus acólitos.

Hélio de Lima Carvalho hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

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DESFILE MILITAR

Nada mais inoportuno em tempos de pandemia e crises políticas e éticas. A mudança de rota, principalmente, nos faz infelizmente lembrar os anos difíceis que nosso país experimentou quando o dom mais precioso de um povo, a liberdade, foi cerceada e reprimida muitas vezes com mãos férreas. Vivemos um momento de luto planetário e seria de grande ajuda uma união de seres humanos, sejam políticos, militares ou não, já que estamos reféns de um vírus comprovadamente perigoso, às vezes até mortal, que deveria nos lembrar da nossa insignificância e da fragilidade de nossa permanência aqui, na Terra.

Vera Bertolucci veravailati@uol.com.br

São Paulo

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COMEÇOU...

Por absoluta falta de enfrentamento, Bolsonaro parece ter dado início ao golpe com as Forças Armadas para instalar uma ditadura. Driblou todo mundo, principalmente a imprensa.

Ademir Valezi valezi@uol.com.br

São Paulo

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DESFILE PARA UMA ÚNICA PESSOA

Pelo andar dos blindados em Brasília, nosso Hugo Chávez nem vai chegar a estar Maduro.

Carlos Gaspar carlos-gaspar@uol.com.br

São Paulo

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LOUCURA

Arthur Lira, além da folha corrida no Congresso, mostrou ser um tremendo vaselina na nota em que critica a atitude de Bolsonaro, ancorado no burlesco general Braga Netto, de fazer o desfile ridículo de tanques pela Esplanada passando em frente ao Congresso Nacional. A que ponto chegamos! É urgente internar este presidente, que não passa de um Napoleão hospício. Quem poderia imaginar que essa figura folclórica do nosso anedotário iria chegar um dia ao posto mais alto da República? O estrago que está fazendo já foi longe demais.

Jane Araújo janeandrade48@gmail.com

Brasília

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A DITADURA DA IGNORÂNCIA

Os tanques do Exército deveriam ir para a Amazônia, combater o desmatamento e a mineração criminosa, os inimigos estão aqui dentro, e não do outro lado da fronteira. A destruição que a gestão Bolsonaro está causando ao País é irreparável: nada irá trazer de volta aqueles que morreram por falta de vacina. O Pantanal, a Amazônia e o Cerrado não irão se recuperar da destruição sem precedentes que a ignorância de Jair Bolsonaro está impondo. O Brasil segue seu caminho rumo ao que há de mais ridículo nas ditaduras mais patéticas, o desfile de tanques de guerra vem coroar a ditadura da ignorância, da estupidez e da corrupção. O Brasil deveria sentir vergonha de si mesmo.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

O problema não é falar como lavadeira; o problema é achar que pode botar tanque na rua...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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SILÊNCIO NO BRASIL

Sonia Racy, em comentário na Rádio Eldorado, contou que ouviu de um dos importantes empresários do País que não assinou o manifesto pró-eleição que “quem assinou (o manifesto) vai ter de optar (nas próximas eleições) pela reeleição (ou não) de Bolsonaro”, o que tudo indica que até aqui é um (triste) fato. José Nêumanne, em seus comentários, repetiu mais uma vez e com razão que há um acordo tácito de interesses entre Lula e Bolsonaro, que sem um o outro não existe (uma eleição sim ou não Bolsonaro, sim ou não Lula, que pobreza!), completando a fala com uma crítica pesada sobre o silêncio da população com tudo o que está acontecendo. Antes, Godoy fechou sua sempre ótima fala na Eldorado pedindo para fazer um último comentário, uma “brincadeira” enigmática sobre a parada militar imprevista em Brasília: “Não vai ter golpe... agora”, disse, rindo. A história prova que ditaduras militares de direita e de esquerda costumam ser ruins especialmente para a população de baixa renda, que com o passar do tempo fica ainda mais pobre. Populismo, este sim, é no longo prazo devastador para os mais necessitados. São hipóteses suicidas para o País, mas não para a população que tem recursos para sobreviver com relativa tranquilidade qualquer que seja o cenário, daí o seu silêncio. Que não se enganem, a tragédia um dia alcança a todos, sem exceção. Golpe? O golpe vem sendo dado faz muito. Rádio e TV são de utilidade pública e deveriam ser educativos. Temos há muito, décadas, a grade de programação praticamente toda voltada a fanatismos e moralismos. O resultado está aí. Só nos falta cairmos numa ditadura teocrática, o sonho de Bolsonaro (e de milhões de pastores).

Arturo Alcorta arturoalcorta@uol.com.br

São Paulo

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SALVE-SE QUEM PUDER

Enquanto o Legislativo aprova o fundão, a coligação e o distritão, Bolsonaro coloca os tanques na rua. O Supremo Tribunal Federal (STF) assiste de camarote, após liberar Lula da prisão. Quem vai ganhar esta batalha? Com certeza, não seremos nós, civis e babacas, trabalhadores e pagadores de impostos que sustentamos esta corja de corruptos. Ave, será que ainda sentiremos inveja dos cubanos e venezuelanos?

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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E OS ELEITORES?

Com o Centrão no poder do Congresso Nacional, e como presidente da Câmara o sr. Arthur Lira (Progressista-AL), estamos vendo a boiada passar rapidamente, como se fosse um estouro, tentando fazer todas as “irregularidades” que conseguirem  rapidamente. Impingir-nos, com os beneplácitos da maior parte dos deputados, coisas como o Fundão de R$ 6 bilhões, o Distritão e, novamente, as coligações partidárias. Então, por favor, que divulguem os deputados que propõem estes disparates para que nas próximas eleições sejam rejeitados pelo voto dos eleitores.

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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INFLAÇÃO E POUPANÇA

Saiu a inflação de julho de 2021 pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA): 0,96%. Mais uma bordoada nos depositantes da caderneta de poupança, que não rendeu nem 0,30%. Já não passou da hora de o governo consertar este despropósito produzido pela ex-presidente Dilma? Vai esperar simplesmente a velha caderneta fechar as portas? O presidente, que gosta de aparecer, está perdendo tempo de faturar essa?

Euclides Rossignoli clidesrossi@gmail.com

Ourinhos

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UNIVERSIDADE PARA POUCOS

O sistema universitário é da maior importância para o nosso desenvolvimento, e tem reflexos também na área social. Como aceitar o posicionamento do ministro da Educação, que em entrevista a uma emissora de televisão disse que “a universidade deveria ser para poucos”? Declaração inoportuna e inaceitável.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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DEPOIS DA OLIMPÍADA

Ao abrir o meu Estadão de ontem, me dei conta de que os Jogos Olímpicos realmente acabaram. Faltou o Caderno Tóquio 2020. Foi a melhor cobertura jornalística sobre o mais importante evento esportivo no mundo. O modo extremamente técnico, imparcial, humano descrevendo cada modalidade, sobre os nossos atletas participantes e, finalmente, o apoio dado pelo Estadão e seus profissionais aos nossos medalhistas campeões foram ímpares. Destaque foram os artigos que contaram o “outro lado do atleta vitorioso”, suas batalhas diárias financeiras, sua família, onde mora, onde estuda, onde treina, seus incentivadores e apoiadores, seus ídolos, para, no final, alcançar um lugar ao pódio e chegar aonde chegaram. Muitas vezes me emocionei lendo estes muito bem escritos artigos sobre a realidade brasileira.

Werner A. Sönksen wsonksen@hotmail.com

São Paulo

 

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