Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

22 de agosto de 2021 | 03h00

Desgoverno Bolsonaro

O agrogolpismo

Sou filho e neto de agricultores, residente numa região de tradição agropecuária e tenho muito respeito pelo setor, por seus avanços em produtividade e tecnologia no Brasil. Porém percebo que o progresso e o reconhecimento que o segmento alcançou nos últimos 25 anos não têm paralelo com o comportamento político de alguns atores advindos do meio rural, onde parece haver profundo desconhecimento ou mesmo desprezo pela História nacional e universal. Cultiva-se também uma relação daninha com os defensores ambientais, como se agricultura e meio ambiente não fossem irmãos siameses, não excludentes, e sim complementares. Mas nada se compara à adesão cega e golpista ao atual governo federal. Além de ecoarem as ofensas sistemáticas à China, o principal comprador da soja brasileira, feitas pelo presidente da República, entidades ligadas à agropecuária passaram a defender e financiar atos em favor de um golpe militar, em nome de uma nostalgia tosca que simplifica a atualidade, muito mais complexa que 60 anos atrás. O Brasil, que tem fortes raízes rurais e criou o sertanejo universitário, agora tem também o caipira fascista. Já é hora de a nossa competitiva agropecuária em nível global ser mais cosmopolita, democrática e racional.

SANDRO FERREIRA SANDROFERREIRA94@HOTMAIL.COM

PONTA GROSSA (PR)

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Em defesa da democracia

Parabéns ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por fazer cumprir a Constituição em desfavor de um deputado e um antigo cantor que ousaram atacar a nossa frágil democracia. Já sofremos duas décadas de sangrenta ditadura, com cerceamento das liberdades, tortura, desaparecidos e inflação galopante, para hoje permitirmos que alguns irresponsáveis e despreparados ponham todas as nossas conquistas posteriores em risco. Já basta termos um presidente fantoche que apenas busca regalias para seus chefes militares e comete vexames dignos de comédia pastelão. O Brasil é maior e melhor que alguns políticos e cantores esquecidos.

DANIEL MARQUES DANIELMARQUESVGP@GMAIL.COM

VIRGINÓPOLIS (MG)

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Bufonaria

É para rir ou chorar esse pedido de impeachment feito pelo presidente Bolsonaro? Sois rei?

TANIA TAVARES TANIATMA@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Alerta vermelho

O que o presidente Bolsonaro quer é o impeachment do Estado Democrático de Direito. Cuidado, Brasil!

J. S. DECOL DECOLJS@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Discurso da Independência

Na comemoração do 7 de Setembro o “mito” vai discursar. Sugiro como tema a gasolina a R$ 7, o gás de cozinha a R$ 100, políticas de governo que estão postas em prática e por aí afora.

JOSÉ ROBERTO PALMA PALMAJOSEROBERTO@YAHOO.COM.BR

SÃO PAULO

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Berro da indecência

Na data maior da Nação brasileira, a História registrará o vitupério governista de “incompetência e morte”...

A. FERNANDES STANDYBALL@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Criança birrenta

Lidando com minha netinha de 5 anos, creio que consegui entender nosso presidente. Uma criança birrenta fala o que lhe vem à cabeça, sem ter a menor ideia das consequências do que diz. Quando confrontada com uma dificuldade, imediatamente muda de assunto, de interesse e de tema. E se não satisfeita com as condições do jogo, simplesmente declara: não brinco mais. E exposta ao vaso quebrado, rapidamente acha cinco outros culpados pelas consequências de seus atos. Uma criança birrenta tem de ser educada e treinada para, atingida a maturidade, tentar ser presidente de qualquer coisa, principalmente da República.

BRENO LERNER BLERNER@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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O Brasil do capitão

Num sonho, estava eu num país que havia sido invadido por uma turba liderada por pessoas incultas, as quais desprezavam a ciência, a cultura, a filosofia e a humanidade. Era um país onde sua força policialesca assassinava crianças e lideranças femininas. Havia o culto às armas e imposição religiosa. Judiciário independente? Nem pensar, pois já havia sido lotado de juízes intérpretes não de uma Constituição, mas de um compêndio de mandamentos religiosos. Parlamento? Sim, mas totalmente cooptado pelo líder supremo, que compartilhava regalias com seus integrantes. Ao acordar, numa fração de segundo pensei estar em alguma ditadura do Oriente Médio. Mas, felizmente, estava no meu país, onde, infelizmente, também crianças, jovens e Marielles são assassinados em suas casas ou em emboscadas; onde indicados ao STF são terrivelmente evangélicos e parlamentares são financiados com verbas infinitas. Onde a ciência não teve espaço nesta terrível pandemia e onde também as universidades são detratadas. Se o Haiti já era aqui, a seguir a toada deste desgoverno logo seremos também o Afeganistão.

JOSÉ EDUARDO ZAMBON ELIAS ZAMBONELIAS@HOTMAIL.COM

MARÍLIA

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Exorbitando

Se o presidente Bolsonaro continuar a esticar a corda, ela pode se enrolar em seu pescoço...

LUIZ FRID FRIDLUIZ@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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‘Fake news’

Campanha repulsiva

A coluna de Ignácio de Loyola Brandão Indignidade absurda (20/8, H4) vem para lavar a alma de quem teve a mesma percepção da impropriedade de se utilizar a morte de Tarcísio Meira como paradigma negacionista antivacinação. Vou pôr de novo meu pano preto na janela, como sugerido por Loyola tempos atrás, para não esquecer que ainda estamos de luto pelos muitos Tarcísios perdidos.

ANTONIO GERASSI

AGERASSI@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

FALTA DE PERÍCIA E COERÊNCIA

A subprocuradora Lindôra Araújo escreveu a seguinte pérola médica sobre o uso de máscaras como medida não farmacológica contra a covid-19: “Os estudos que existem em torno da eficácia da máscara de proteção, portanto, são somente observacionais e epidemiológicos. Dessa forma, não há nem haverá pesquisa com alta precisão científica acerca do assunto”. Ela poderia ter solicitado a opinião de peritos no assunto, mesmo porque a Capitã Cloroquina estava pertinho no Ministério da Saúde. Já o médico Marcelo Queiroga foi mais longe e mudou sua posição em 180 graus. Após recorrer à ajuda de Zé Gotinha para difundir o uso da máscara e repetir o mesmo posicionamento na CPI da Covid-19, agora diz “ser contra o uso obrigatório da máscara”. Pelo jeito, não é fácil ter o capitão Jair Nega Tudo Bolsonaro como patrão.

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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O GOVERNO, A COVID-19 E AS MÁSCARAS

Diante da nova onda do coronavírus que está sendo anunciada, ouvimos o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, dizer ser favorável ao não uso de máscaras de proteção. Isso demonstra que Queiroga está 100% afinado com seu chefe, que nunca valorizou o uso da máscara, mesmo ciente de que a covid-19 já ceifou a vida de quase 600 mil brasileiros.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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O MESMO LEMA

É triste e revoltante ver o ministro da Saúde, um médico conceituado, se colocar contra a obrigatoriedade do uso das máscaras na pandemia. Marcelo Queiroga ofendeu a classe e rasgou o seu diploma, para apoiar um verdadeiro psicopata, que como médico deveria já ter feito esse diagnóstico. Saiu Pazuello e entrou Queiroga, mas o lema do ministério de Bolsonaro continua o mesmo: “um (idiota) manda, o outro obedece”.

Abel Pires​ Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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A COMPRA DE VACINAS

Considerando que o Brasil está pagando US$ 15 por cada dose de vacina contra a covid-19 e já encomendou 600 milhões de doses, podemos concluir que o custo total dessas vacinas gira em torno de R$ 48 bilhões. Francisco Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos, permaneceu em silêncio na CPI da Covid, quando questionado sobre os detalhes para a compra da vacina indiana Covaxin. Qual é o verdadeiro motivo para o silêncio de Maximiano sobre o contrato com o Ministério da Saúde? No final do mês de junho, a Precisa solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o pedido de uso emergencial do imunizante produzido pelo laboratório indiano Bharat Biotech. O Supremo Tribunal Federal, que tem milhares de processos a serem analisados, liberou um habeas corpus para que Maximiano ficasse em silêncio na CPI, com a maior celeridade. Enquanto os empresários conseguem se proteger dentro do Congresso, o povo continua sem entender nada sobre essas compras misteriosas feitas com dinheiro público. STF, deixe os empresários falarem, por favor.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

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ALERTAS NA PANDEMIA

Contra a pandemia, alertas sempre, como prega o editorial Mais liberdade, mais prudência (20/8, A3). Porém, o governador João Doria voltou a ser o de sempre, ignorando a ciência e seu Centro de Contingência, com a dispensa de todos os cientistas que continuam alertando que não é o momento para eliminar as restrições de circulação e aglomeração de pessoas. Mais uma vez, o futuro eleitoral de 2022 entra em jogo, sem resolver a situação do presente, deste segundo ano pandêmico de 2021.

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com

Campinas

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O ‘PORTADOR SÃO’

Gostaria de chamar a atenção para um conceito pouco lembrado e mencionado por médicos e especialistas nos dias de hoje, mas extremamente importante, que deve ser de conhecimento de todos e praticado na vida cotidiana: o conceito de portador são. É um conceito básico que daria apoio para entender o uso obrigatório de máscaras contra a covid-19. O portador são é um indivíduo (ou animal) infectado, que abriga um agente infeccioso específico de uma doença, sem apresentar sintomas ou sinais clínicos desta e constitui uma fonte potencial de infecção para o ser humano. Um exemplo de um portador são é uma pessoa imune à covid-19, ou porque já foi vacinada ou já teve a infecção pelo coronavírus, com ou sem sintomas. Essa imunidade, no entanto, não garante que esse indivíduo possa ser infectado e “transportar” o coronavírus. Assim, essa pessoa pode estar transmitindo o vírus, isto é, “espalhando” a covid-19 para pessoas não imunes, sem saber. Por essa razão, deve-se considerar a possibilidade de uma pessoa vacinada ser um portador são e, assim, manter o distanciamento físico, evitar aglomerações e manter a higienização das mãos. Também é importante permitir que os ambientes sejam continuamente ventilados. Quando esses cuidados são tomados, a possibilidade de transmissão dos coronavírus é reduzida.  Portanto, mesmo estando vacinados, todos devem continuar a usar máscaras, em ambientes abertos ou não, para não contaminar outras pessoas, já imunizadas ou não.

Maria Silvia V. Gatti e T. Yano, professores de Microbiologia, IB, Unicamp tyanosan@gmail.com

Campinas

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O PÚBLICO DE VOLTA AOS ESTÁDIOS

É incabível o que se viu no jogo entre Atlético Mineiro e River Plate, no Mineirão, na semana que passou. As autoridades locais foram frontalmente displicentes ao autorizarem a volta do público aos estádios, visivelmente sem planejamento adequado. Agora, pior que isso foi o comportamento dos torcedores, tanto dentro como fora do estádio: a imensa maioria sem máscara, pouco se importando com o distanciamento social, torcendo e gritando sem a mínima parcimônia. Esse episódio precisa servir de exemplo: enquanto a pandemia não estiver controlada de fato, os estádios não podem receber público.

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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‘TUDO É MEU’

Bolsonaro apregoa que as Forças Armadas são dele; aprisionou a Câmara dos Deputados quando fez que para sua presidência fosse conduzido um parlamentar do Centrão; assegurou-se também de dar posse na Procuradoria-Geral da República (PGR), à revelia do parquet, ao conluiado Augusto Aras; além de ter garantido o apoio à candidatura de Rodrigo Pacheco à presidência do Senado Federal. Ao complementar com a tentativa de também apropriar-se do Supremo Tribunal Federal, não dá para caracterizar a investida como uma surpresa. Para lá já havia despachado o amigo, apreciador de tomar tubaína, ministro Kássio Nunes Marques, e está também em vias de lá também colocar o “terrivelmente evangélico” André Mendonça, na vaga do ex-ministro Marco Aurélio Mello. Quando prega o impeachment dos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, busca complementar sua obra para finalizar o domínio dos Três Poderes da República, tornando-se plenipotenciário e garantindo, assim, sua permanência no poder, como ocorria na Roma dos Césares, sem a necessidade de preocupar-se com a punição de seus crimes, dos de seus filhos e de todos os demais que o apoiam. A extrapolação que atribui aos ministros é a da sua arrevesada opinião, ao entender que a “liberdade armada de expressão” goza de garantia constitucional, inexistente, é claro, no texto da Lei Magna. Afinal, à semelhança do Chacrinha, ele veio para confundir, não para explicar.

Lairton Costa lairton.costa@yahoo.com

São Paulo

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O GRANDE GOLEIRO

O Ministério Público, sem dúvida, conta com um dos maiores goleiros da história. Não passa nada. Nada atinge Bolsonaro, porque o grande goleiro da Procuradoria-Geral da República (PGR) impede com classe e categoria. E ainda não liga para aplausos nem observações. Está absoluto no pedaço, e vai ser reconduzido ao cargo pelo Senado, podendo continuar demonstrando toda a sua categoria.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

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VERGONHA ALHEIA

Augusto Aras não é o primeiro nem tampouco será o último, mas até o presente momento é uma das mais destacadas figuras deste (des)governo a jogar sua biografia, sua moral, sua ética, sua ilibada (?) reputação e seu notório saber jurídico (?) na lata do lixo. Junta-se a Eduardo Pazuello nesses quesitos e demonstra que sua espinha dorsal é extremamente dobrável e seu espírito, além de  servil, é de ser vil. Demonstra sem nenhum pejo ou vergonha que faz jus ser um PGR (Puxa-saco Geral do Reizinho). Fico imaginando como é que uma pessoa pode ser tão pusilânime e apegada a um cargo a ponto de se agarrar às partes baixas e lamber o coturno de um ser tão abjeto quanto aquele ao qual se propõe e se submete ser um mero, ordinário e barato capacho. Tome vergonha na cara. Pense na sua família e no seu país.

Renato Otto Ortlepp renatotto@hotmail.com

São Paulo

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PGP

O PGR Augusto Aras, que, aliás, nada mais é do que o PGP, Procurador-Geral do Presidente, não tem as mínimas condições de ter seu nome aprovado pelo Senado para um novo mandato.

Robert Haller

São Paulo

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AUGUSTO ARAS E O SENADO

A provável concordância do Senado federal ao nome de Augusto Aras para a sua recondução ao comando da Procuradoria-Geral da República se dará, por certo, em respeito ao Poder Executivo nacional e, mais, por completo e total desrespeito ao Brasil e à sua população.

Marcelo G. Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

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A VISÃO DO MINISTRO DA EDUCAÇÃO

A respeito da polêmica, condenável e inadmissível declaração do sofrível ministro da Educação, o pastor presbiteriano Milton Ribeiro, sobre a separação de crianças com deficiência das “normais”, para que não atrapalhem o aprendizado nas classes, cabe, por oportuno, perguntar se não seria o caso de também separar ministros com deficiência dos outros “normais”, pois não? Francamente!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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SEPARAÇÃO DE CRIANÇAS DEFICIENTES

Se um cidadão comum emitisse uma opinião semelhante sobre assunto tão delicado, simplesmente poderíamos atribui-la a ignorância, mas quando tal pronunciamento parte de um “homem de Deus”, certamente é porque estamos falando de alguém que está muito distante de merecer o nome de cristão. Sacrilégio seria o termo mais apropriado. Não basta segurar a Bíblia, é preciso lê-la atentamente.

Vera Bertolucci veravailati@uol.com.br

São Paulo

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BASTA

As elites já deveriam ter se dado conta do fato de que não é possível prosseguir com Bolsonaro no comando. O País está perdendo dinheiro. Cada vez que Bolsonaro se manifesta, a Bolsa cai, o dólar sobe e a imagem do País fica pior diante do mundo civilizado. Uma pequena retaliação da China seria catastrófica para a economia, caso as ameaças de invasão a suas representações no país se concretizem – ameaças feitas pela militância pró-Bolsonaro, claro. Está na hora de a bancada da corrupção, dona do Congresso, ter um pouco de pena do País. Está na hora de dar um basta definitivo aos delírios de Jair Bolsonaro.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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UM GOVERNO DEVE LER

Muitos intelectuais, professores, estudiosos, historiadores, antropólogos, arqueólogos e tantos outros profissionais da nossa cultura e educação disseram que, através dos anos, governantes e assessores que se empenharam na questão da leitura, de buscar na literatura, conhecimento e prazer em buscar esse conhecimento foram os governos mais “arejados” e constantes do bojo político da governabilidade mundial. Pois bem, o general Pantufa, secretário da Defesa, parece ter se irritado, quando chegou ao conhecimento público que ele, sim, era um literato, um intelectual à altura das grandes governanças mundiais, depois de revelar que sua leitura predileta foi Os Três Porquinhos. A ideia de pôr os tanques na rua teria partido dessa premissa? O ódio aos extremistas de esquerda teria partido da leitura de Os Três Porquinhos? Ou o ódio teria nascido depois de os extremistas de esquerda terem descoberto essa verve “intelectual” do nosso general? O povo está estarrecido, pais, mães, crianças, idosos, adolescentes, em suas casas, em seus aparelhos de televisão, mesmo em seus celulares recebendo links de noticiários dos principais órgãos de imprensa confiáveis do País, ficaram boquiabertos com essa revelação, essa revelação bombástica do general Pantufa. Canhões apontados de cima de blindados carrancudos, prontos a disparar a qualquer ato incitando à derrocada da democracia. O mundo iria estremecer diante dessa calamidade pública que ameaçava até o regime democrático de um país pacato e social. E para manter esse país pacato e sociável canhões estavam prontos a serem disparados contra uma ideologia massacrante que surgia pelos recantos depois de vir a público, a revelação da leitura de Os Três Porquinhos pelo nosso digníssimo general, escudeiro de nossa nação e de nossa integridade. Sem sombra de dúvidas o nosso general está com a razão: temos de preservar a nossa dignidade, e dignidade não tem preço. Vamos buscar a pólvora, vamos socar a pólvora nos canhões, “vamos carcá pórva!” naquele imbecil que não acreditar no poder literato e culto de nosso general Pantufa. Faremos de tudo, de tudo, até o impossível para defender nossa honra, nossa moral e nossa hombridade. O lobo pode soprar, mas nossa casa não vai derrubar!

Leomar Baraldi leomarbaraldi@bol.com.br

Monte Azul Paulista

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À ESPERA DE UMA TERCEIRA VIA

Como brasileiro, não entendo nada do que ocorre em nosso país. Meios de comunicação preocupados só com CPI, prevaricação, negacionismo, etc. Deixo claro que estou à espera de uma terceira via na eleição presidencial de 2022, para amenizar o sofrimento de nossa população. Não temos hospitais suficientes, mas temos estádios de futebol em Estados que nem têm times na divisão principal do futebol. Um parque olímpico jogado às traças. Dinheiro desviado da Petrobrás e muito, mas muito dinheiro enviado a outros países, enquanto nosso povo recebe uma esmola que é o Bolsa Família. Como pode nossa Justiça ignorar tais fatos e ainda permitir a candidatura deste cidadão Lula? A Justiça jamais deveria permitir que um brasileiro fosse candidato tendo vários processos nas costas, isso em qualquer país sério jamais seria permitido. Devemos rezar muito para que encontremos um candidato que seja honesto, honre sua pátria e procure o bem de sua população, preocupando-se com oferecer emprego com dignidade, condições de moradia a quem precise, um Bolsa Família que seja suficiente para sobrevivência com dignidade. Nosso atual presidente poderia ser muito melhor se não tivesse filhos e fosse mudo. Como já mencionei, estou à espera da terceira via. Daria uma sugestão ao dr. Moro se candidatar e procurar o sr. Álvaro Dias para ser seu vice – isso no mínimo seria uma alternativa, pois as que temos são todos profissionais da política.

Carlos Alberto Duarte carlosadu@yahoo.com.br

São Paulo

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ENTREVISTA COM ALDO REBELO

Entre o balaio de candidatos rebotalhos até então apresentados na disputa presidencial, votaria em Aldo Rebelo sem titubear (Estado, 20/8). Homem público esclarecido, articulado, respeitado, com disposição e competência para enfrentar os graves problemas brasileiros.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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GOVERNO DORIA

A falta de transparência a repasses de verbas para irrigar a base de parlamentares aliados no valor de R$ 1,05 bilhão e o uso de critérios políticos na nomeação de secretários (vide o caso do deputado carioca Rodrigo Maia) tornam o governo Doria em nada diferente do comportamento do desgoverno Bolsonaro, ambos prováveis candidatos a presidente em 2022. Lamentável!

Geraldo Tadeu Santos Almeida gege.1952@yahoo.com.br

Itapeva

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CONEXÃO SP-RJ

Queria de verdade entender qual é a intenção de João Doria em colocar Rodrigo Maia, carioca, que mal sabe onde ficam as periferias da cidade de São Paulo, como secretário. Será que Doria acredita que Maia seria um puxador de voto para sua candidatura a presidente?

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca


 

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