Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

10 de setembro de 2021 | 03h00

Depois do 7 de Setembro

Abismo

Ao apelar aos caminhoneiros para que cessem a paralisação das estradas, o presidente Jair Bolsonaro percebeu que o Brasil vai para o abismo levando ele junto.

LUIZ FRID FRIDLUIZ@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Impeachment

Jair Bolsonaro reúne milhares de militantes Brasil afora, afronta os outros Poderes, ameaça o País com um golpe de Estado e recebe apenas um pito dos presidentes do Supremo, da Câmara e do Senado? Ora, senhores, queremos que ele seja enquadrado e afastado da cadeira de presidente. Impeachment já! E processo que o afaste do poder por crime de responsabilidade.

JANE ARAÚJO JANEANDRADE48@GMAIL.COM

BRASÍLIA

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Tratamento adequado

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, mantém-se no processo de apequenar-se ao atender a seus próprios interesses, e em breve vai chegar ao tamanho minúsculo do presidente. O País pode ser comparado a um doente que tem um tumor não metastático no fígado. Algumas pessoas recomendam tomar chá, mas o tumor persiste e o chá faz mal ao pâncreas. Outras pessoas ministram ibuprofeno – a dor diminui um pouco, mas o tumor persiste e o paciente sente tonturas. Finalmente, outros administram a mais moderna quimioterapia, que traz náuseas ao paciente e o tumor persiste. O tempo passa e também a oportunidade de cortar o mal pela raiz, interrompendo a metástase. O governo atual é um tumor que não responde a nenhum medicamento e que precisa, então, ser removido. O fígado é um órgão que se regenera, e o paciente sobreviverá, embora, é claro, toda cirurgia demande recuperação. A cada hora em que isso não é tratado, mais sofrimento é gerado. Não queremos esperar o fim de 2022 para nos livrarmos deste mal.

GUSTAVO CHELLES GUCHELLES@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Antes que seja tarde

Já passou da hora de a oposição, seja ela PT, PSDB ou que partido for, parar de soltar notas bonitas de repúdio ao desgoverno Bolsonaro e em prol da democracia e agir. É preciso que a oposição una forças e canalize seus esforços na abertura do pedido de impeachment de Bolsonaro. Motivos há, mais que suficientes e há tempos. Ou age em defesa de fato da democracia ou será lembrada como mera espectadora do que vier a acontecer. Precisa acordar, antes que seja tarde.

GIOVANI LIMA MONTENEGRO GIOVANNILIMA22@ICLOUD.COM

SÃO PAULO

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Estratégia

Penso não ser nenhum disparate admitir que uma possível estratégia de Jair Bolsonaro, diante do seu crescente desprestígio, seja sofrer o impeachment. Tal ocorrência lhe daria ensejo a posar de vítima aos seus apoiadores, que ainda estariam optando por ele no segmento da vida pública. Teria, guardadas as devidas proporções, os efeitos emocionais da facada que lhe serviu de álibi para fugir dos debates na campanha eleitoral de 2018, quando acabou sendo eleito, ao esconder sua incapacidade de presidir a Nação. A apenas um ano das eleições, é dar cacife a Bolsonaro a campanha do coro “fora Bolsonaro”, sem nem sequer panfletagem junto ao eleitorado. Desunida e sem recado, a oposição periga ser vencida.

ANTONIO FRANCISCO DA SILVA  ANFRASILVA@TERRA.COM.BR

RIO DE JANEIRO

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A violência pacífica

Nós, brasileiros, percebemos no dia 7 de setembro que há, sim, como fazer manifestações violentas de forma pacífica. Quem lê a expressão pode estranhar. Explico, então. Notamos que as manifestações que ocorreram Brasil afora no feriado de comemoração do Dia da Independência foram pacíficas no que tange à ausência de quebra-quebras e depredação de patrimônio alheio. Contudo, apesar de pacíficas, foram, sim, violentas, eis que as bandeiras tratadas – e não me refiro às lindas bandeiras de nossa nação que estampavam as ruas, mas, sim, às bandeiras temáticas levantadas pelos manifestantes – eram pelo fechamento do Supremo Tribunal Federal e do Congresso Nacional. Cabe ressaltar que, para que esses “desejos” se tornem realidade, é preciso violência, pois nossa Constituição e nossas instituições não permitem tamanhas aberrações como o fechamento da Suprema Corte e do Poder Legislativo federal. O Brasil não se pode permitir retroceder. Os avanços até hoje conquistados com muito esforço e que garantem as liberdades e garantias de que gozamos atualmente são partes intrínsecas de nossa vida e cotidiano. Um país democrático e pujante como o Brasil não tem lugar para a violência, não tem lugar para delírios ditatoriais e muito menos condições de viver sob ataques frequentes às instituições que estão, ou deveriam estar, consolidadas. Pacífico, mas violento, foi o nosso 7 de Setembro que comemorou os 199 anos da Independência do Brasil. Não deixemos nossa tenra democracia sucumbir à violência. Não permitamos que nossas instituições maiores sejam atacadas de forma tão vil. Defendamos, sim, nossa soberania e nossa independência, mas também a nossa democracia, os nossos direitos e a Constituição, para que, em 2022, quando comemorarmos os 200 anos de nossa autonomia nacional, possamos continuar tendo o direito de sair às ruas para nos manifestar.

LUCAS LOEBLEIN LUCASLOEBLEIN@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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USP

‘A liderança da USP na AL’

A Universidade de São Paulo (USP) é o resultado de uma política de Estado de incentivo ao ensino e pesquisa, que vem sendo mantida no nosso Estado desde o fim do século 19. A autonomia administrativa e financeira, conquistada em 1989, veio consolidar essa abordagem por permitir o planejamento de longo prazo, imprescindível para o desenvolvimento das instituições.

VAHAN AGOPYAN, reitor da USP ACRUZ@USP.BR

SÃO PAULO

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

DEU CHABU!

O “foguete” que o capitão queria com a manifestação de terça-feira (invasão do Congresso e do STF), que daria condições para uma intervenção (golpe), deu “chabu” ou, como dizem os caipiras, “faiô”.

 José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

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ECOS DO 7 DE SETEMBRO

Se o presidente sonhava com uma manifestação retumbante, com apoio irrestrito da população brasileira, dos partidos políticos, setores empresariais, produtivos e religiosos, esqueceu o mais importante, aliás duas coisas fundamentais: 1ª: ter trabalhado firme durante o tempo de mandato que decorreu após sua posse no sentido de resolver os muitos desafios que estão parados; e 2ª: deveria ter um motivo melhor, mais inteligente e menos odioso do que simplesmente querer jogar o País contra o STF e alguns de seus ministros.

Seu discurso pífio, em tom de ameaças, teve o efeito contrário do que supostamente imaginou o ex-deputado Bolsonaro. Assim como no Exército sua ameaça o levou a ser expulso daquela Instituição, a terça-feira passada poderá marcar o fim da paciência de muitos segmentos para com sua política inócua, suas falas agressivas e sua conduta beligerante. Os ecos das suas ameaças estão ainda nos corredores do Congresso Nacional e podem ser ouvidos como murmúrios de um impeachment iminente. 

Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br

Bauru

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NEW INOCENTE ÚTIL

O conceito de inocente útil sempre foi associado a uma esquerda desinformada e ingênua. Mas de que outra forma se pode considerar os participantes (da direita, sic!) dessas manifestações de 7 de setembro?

Ulysses Fernandes Nunes Junior ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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EMPURRANDO OS LIMITES

Já faz tempo que Jair Bolsonaro está testando os limites e tivemos neste 7 de setembro mais um teste, sem uma reação clara por parte dos outros Poderes ou de quem deveria nos defender do golpe. A manifestação do procurador-geral da República foi lastimável, parece que o que ocorreu foi um convescote de crianças; Lira, Fux e Rodrigo Pacheco mostraram que não gostaram, mas “e daí?”, devemos perguntar. Os mais de cem pedidos de impeachment continuarão a dormir na gaveta da Câmara? Cadê nossa terceira via?

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

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SERÁ QUE BOLSONARO PAGA PARA VER?

Toda essa campanha de ódio destravada no coração de Bolsonaro, que ele põe em mira contra o Supremo Tribunal, ódio concretizado em dois dos ministros da Corte, não tem outra explicação a não ser veneno destilado contra a democracia ao sentir os efeitos do derretimento de sua reeleição. Tal como o prisioneiro de areias movediças que, quanto mais esperneia, mais afunda; assim, Bolsonaro, quanto mais ofende e desafia, mais a reeleição dele se distancia. Disse o ministro presidente do Supremo, Luiz Fux, com fala firme, solene e certeira que o Supremo não vai tolerar ameaças de descumprimento de suas decisões; venham de onde vierem; sejam elas proferidas por qualquer chefe de Poder. Serão tidas e havidas por crimes de responsabilidade a ser examinado pelo Congresso Nacional. “Ninguém, ninguém fechará esta Corte”, diz o ministro Fux, com as garantias inarredáveis da Constituição Federal! Quem contra ela?

 Antonio B. Camargo bonival@camargoecamargo.adv.br

São Paulo

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FARSANTE

Os possíveis eleitores do ainda presidente Bolsonaro mostraram que ele não tem mais o possível apoio para as próximas eleições. E recebeu do ministro Luís Roberto Barroso do STF a pecha de “farsante”. Efetivamente, precisamos de um estadista para ocupar o cargo maior de nossa República.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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RODA PRESA

Bolsonaro é “domingueiro bração”, as motociatas provam isso. Com suas barbeiragens, colocou o País na contramão. E num atoleiro. Está mais que na hora de trocar o motorista dessa jabiraca.

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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CRIME DE IRRESPONSABILIDADE

Que o Brasil não é um país sério nós todos sabemos. A novidade nestes últimos anos é que gostamos de eleger os piores políticos para o Legislativo e para o Executivo, escolhendo o mais incompetente e irresponsável para a Presidência da República, num ato consciente de masoquismo coletivo.

Como somos tribais e cultivamos rituais de autoflagelação, nada mais natural do que eleger uma figura patética para presidir a autodestruição da nação, como ato de contrição por nossos supostos pecados, na suposição de um perdão celestial.

Só uma explicação estapafúrdia pode justificar o comportamento absurdo de um povo que elege um maluco destrambrelhado, como o que nos preside, e sai às ruas para consagrá-lo por tudo o que tem feito de ruim e errado para o mal do Brasil. O diabo não faria melhor. 

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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IMPEACHMENT PARA EVITAR O PIOR

As opiniões sobre a atual situação do Brasil variam, mas prevalece a ideia de que, para evitar a pior, ou seja, prolongar demais a crise com a possível implantação do governo autoritário, o impeachment de Bolsonaro pode ser a medida mais esperada pela maioria da população. As ideias do capitão são inimagináveis, ou melhor, só existe uma, sua reeleição ou tomada de poder. Por isso, precisamos o máximo de cuidado para evitar o pior!!!

Toshio Icizuca toshioicizuca@terra.com.br

Piracicaba

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IMPEACHMENT JÁ

Diante do descabido, inadmissível e condenável discurso anticonstitucional e antidemocrático do presidente Bolsonaro no palanque eleitoral em que foi transformada a data maior do País – o 7 de Setembro –, fala que merece registro de um Boletim de Ocorrência na delegacia mais próxima, cabe, por oportuno, citar a lei de impeachment (1.079),que inclui no rol de crimes de responsabilidade, que podem levar ao impedimento do presidente, “o descumprimento de decisões judiciais e proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo”. O artigo 85 do texto constitucional define como crimes do presidente o ato de “atentar contra o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação”. Diante do que está escrito com todas as letras em bom e claríssimo português, o País aguarda do presidente da Câmara, deputado federal Arthur Lira (Progressista-AL),uma atitude à altura de seu cargo e responsabilidade: impeachment já, sem mais delongas. Basta de Bolsonaro.

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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O CENTRÃO E O IMPEACHMENT

Enquanto Jair Messias Bolsonaro tiver gordura para saciar a fome, o Centrão não deixará o submisso Arthur Lira, presidente da Câmara, abrir a gaveta com 130 pedidos de impeachment e colocar um deles em andamento. E enquanto se espera a boa vontade deles e da Procuradoria-Geral da República, o Brasil vai perecendo diante de uma inflação agressiva, de desemprego crescente, e perdendo, cada vez mais, a credibilidade dos investidores locais e estrangeiros. Quanto malefício essa gente traz para o País! Usando a falsa bandeira de paz e de reconciliação, satisfazem seus interesses e deixam a Pátria conviver com o caos e com a desesperança.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

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O CUSTO BOLSONARO

Jair Bolsonaro na Presidência da República está causando prejuízos bilionários ao País: o atraso na vacinação causado pela gestão Bolsonaro custou a perda evitável de centenas de milhares de vidas e bilhões de reais em prejuízos econômicos. A destruição ambiental causada pela gestão Bolsonaro no meio ambiente causou recordes de destruição na Amazônia e no Pantanal, a conta das queimadas e do desmatamento está chegando na forma de crise hídrica, prejuízos de centenas de bilhões em todos os setores com a falta de água e de energia que o País está apenas começando a enfrentar. Graças a Bolsonaro o País se tornou um pária perante a comunidade internacional. O Brasil não é mais bem visto nem pelos países vizinhos da América Latina. Bolsonaro só continua no cargo porque faz a festa da bancada da corrupção. Nunca houve tanto dinheiro fácil, orçamento paralelo, emendas parlamentares, ministérios inúteis, rachadinha, nomeações políticas para cargos técnicos, militares empoleirados nos conselhos das empresas estatais, ganhando centenas de milhares de reais para não fazer nada. O Brasil precisa se livrar desse lixo todo, Bolsonaro, Lula, Dilma, Aécio, Temer, principalmente precisa se livrar da bancada da corrupção, maioria absoluta no Congresso.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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NAPOLEÃO DE HOSPÍCIO

Observando as falas de Bolsonaro no seu cercadinho e nos comícios dá para perceber, claramente, que ele é tão despreparado e irresponsável que nem tem ideia do que faz. Deveria estar num hospício, onde poderia brincar de Napoleão sem maiores consequências. 

Radoico Câmara Guimarães radoico@gmail.com

São Paulo

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BOLSONARO, O DEMOLIDOR

O ministro do STF Luís Roberto Barroso disse que o presidente Jair Bolsonaro não cumpre sua palavra, é covarde e não tem coragem de enfrentar o Congresso. Afirmou que a descompostura de Bolsonaro nos envergonha perante o mundo, tornando-nos vítimas de chacota e desprezo mundial. Citou a tentativa de destruição das instituições para encobrir o fracasso econômico, social e moral que vivemos atualmente no Brasil. Barroso foi impecável e primoroso em sua resposta aos pronunciamentos de Bolsonaro no dia 7 de setembro. Bolsonaro foi malsucedido no Exército, na Câmara dos Deputados e agora como chefe do Executivo. Bolsonaro nos entrega inúmeras derrotas na economia e principalmente na Saúde. Somente as funerárias e os cemitérios estão conquistando lucros com esse dirigente destruidor.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

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DEMOCRACIA

Apesar das imperfeições inerentes à democracia, como a conhecemos, independentemente dos tipos de governo, ela funciona relativamente bem nos países do Primeiro Mundo.

Quando comparamos o Brasil a esses países, a grande diferença que se observa é no preparo, capacidade e principalmente idoneidade das pessoas que ocupam cargos nos respectivos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

Deve-se encontrar uma forma de prevenir que pessoas sem preparo ocupem essas posições ou viveremos eternamente convivendo com tudo isso que está aí há décadas

Ely Weinstein elyw@terra.com.br

São Paulo

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PROGMATISMO SELVAGEM

Estamos num período em que decisões importantes devem ser tomadas pelos Poderes. O presidente decidiu conversar com caminhoneiros. Qual será a pauta, além da liberação de estradas? O que terá que dar em troca? A Câmara dos Deputados, liderada por Arthur Lira, parece indecisa ante a ousadia e falta de educação do presidente. Parece que o Centrão tem mais a perder que o cidadão enredado na falta de emprego, inflação e falta de esperança. Já o procurador-geral da República, Augusto Aras, cita o dr. Ulisses Guimarães. Cita-o como fazem os evangélicos em relação à Bíblia, abusa das metáforas para cada um interpretar a sua maneira. O Supremo tem sob seu escrutínio uma lista que vai de indígenas a mudanças em leis eleitorais. Decisões importantes são tomadas monocraticamente. Democracia? O temor de perder os benefícios auferidos é maior que a magnanimidade das decisões cidadãs como deveria ser a defesa do cidadão por seus representantes. Como ficará a Constituição cidadã se cada qual optar por descumpri-la? Estamos vivendo num mundo que privilegia o pragmatismo selvagem: defesa do meu bem primeiro. Este é o exemplo dado para os vindouros. Quem realmente se importa com isso?

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

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ENCURRALADO

Encurralado internacionalmente, Jair Bolsonaro agora quer se passar com “pele de cordeiro” e resolveu reconhecer que a China é essencial na produção de vacinas. Na verdade, o criador do “Ministério das Mentiras” não deve ser levado a sério, pois logo mais vai mandar os chineses, novamente, “para aquele lugar”, como já fez antes. Trata-se de um psicopata atrapalhado!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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CAMINHONEIROS

A deputada federal Carla Zambelli afirmou que as consequências advindas da paralisação dos caminhoneiros são de responsabilidade do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. Isso é que dá não imporem testes psicológicos obrigatórios para candidatos a cargos eletivos, principalmente para os cargos de deputados federais e presidente da República. Aí, um eleito à Presidência da República incentiva a paralisação de caminhoneiros e outra, eleita como deputada federal, diz que a culpa da paralisação é do desafeto do presidente da República. E muitos eleitores, ostentando seus narizes de palhaços, batem palmas eufóricos com a trapalhada circense, nesses tempos de pós-verdade e de pandemia tachada de gripezinha que abate apenas os frouxos e os antipatriotas. Deputada! Por que não convida este seu ídolo e herói para os dois irem trabalhar um pouquinho, afinal vocês dois são pagos com o dinheiro público para quê?

Marcelo Gomes Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

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DESCONEXÃO

Será que o presidente Bolsonaro sabe a cotação do dólar? Está ciente dos índices de inflação e desemprego? Sabe que o País está à beira de um apagão energético? Melhor dizendo, será que ele liga para tudo isso?

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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FAKE NEWS

Bolsonaro manda medida provisória afrouxando medidas contra fake news. É claro!!! Seu governo depende desta máquina de destruir reputações. Só que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, já a devolveu. Não vai ser nada fácil a vida do presidente Bolsonaro.

Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo

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