Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

29 de setembro de 2021 | 03h00

Caso Prevent Senior

Horror em série

O depoimento da advogada Bruna Morato na CPI da Covid-19, sobre os acontecimentos nos hospitais da Prevent Senior, é estarrecedor. Tanto a operadora como o governo Bolsonaro, por intermédio do Ministério da Economia, estavam muito mais preocupados com os custos do tratamento e os efeitos econômicos do lockdown do que com a vida dos pacientes. Insistiram no uso do fantasioso kit prevenção/tratamento precoce com pacientes que não sabiam o que estava acontecendo e ainda forçaram médicos a participar do esquema. Tudo isso na procura de uma saída “em conta” para a pandemia e para satisfazer o desejo do médico autodidata Jair Bolsonaro. Senhores do Centrão (de negócios) do Congresso: temos razão suficiente para ativar 1 dos mais de 130 pedidos de impeachment do presidente? Ou vão deixá-lo sangrar mais e danem-se os brasileiros?

OMAR A. EL SEOUD  ELSEOUD.USP@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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CPI em São Paulo

Deputados de São Paulo estão interessados em abrir uma CPI para investigar os atos “criminosos” da Prevent Senior. Será que esse interesse tem, mesmo, que ver com as necessidades da população ou o crime foi alguns procedimentos da empresa terem se alinhado a Jair Bolsonaro em relação à pandemia? Os parlamentares, em São Paulo e em Brasília, dão-se conta de que os grandes prejudicados podem ser milhares de idosos que encontraram nesta empresa um plano de saúde que lhes dá cobertura com custos mais acessíveis? E eles podem vir a sobrecarregar ainda mais os serviços públicos de saúde.

MARCOS AURELIO NETTO MARCOSNETTO@MACLEU.COM.BR

SÃO PAULO

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Salvar os segurados

Parece haver evidências de que, por alguma forma de loucura, ocorreram fatos graves na Prevent Senior. Mas o aspecto principal que a autoridade tem de considerar é que há milhares de segurados que vão perder sua cobertura sanitária se a empresa quebrar. Uma nova administração deve ser imposta a ela para manter o seu aspecto sadio. Há tantas entidades investindo para ampliar sua clientela, que incorporem a empresa e salvem os segurados.

ALDO BERTOLUCCI ALDOBERTOLUCCI@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Bom senso

As investigações contra a Prevent merecem aplauso da sociedade. Mas há que cuidar para que elas não transbordem seus limites e levem a empresa a se inviabilizar. Isso deixaria milhares de idosos sem assistência médica. Seja pela idade dos associados ou pelo custo dos planos privados de assistência médica, esses idosos não teriam a quem recorrer. Se há o que mereça ser apurado e, eventualmente, punido, deve-se reconhecer que o universo atendido pela empresa é enorme e vai muito além das questões da pandemia. O caso é delicado e exige bom senso e moderação das autoridades.

VITOR WEREBE VW@WEREBEADVS.COM.BR

SÃO PAULO

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Reforma eleitoral

Foco no prioritário

Com relação ao editorial Legislação eleitoral à la carte (27/9, A3), há um dito francês que pode ser traduzido como “quanto mais se muda, mais não se muda coisa alguma”. É preciso mais foco neste assunto. O absolutamente prioritário e urgente é decidir sobre a adoção de um novo tipo de voto para eleger vereadores e deputados. Nessas eleições, em primeiro lugar, o sistema de votação atual produz imensas desigualdades: em 2018, o menos votado dos deputados federais eleitos obteve 7.489 votos, e o mais votado, 1.843.735 votos. Deveriam estar todos na mesma ordem de grandeza, não? No conjunto, os votos recebidos pelos eleitos apresentaram um desvio-padrão de 103,8% da média. Em dezembro de 2018, no Reino Unido, os números das votações dos eleitos para o Parlamento produziram um desvio-padrão de só 24,6% da média dos votos dos eleitos. Em fevereiro de 2020, foi menor ainda o desvio dos números das votações dos eleitos para o Parlamento irlandês: 14,9% da média. Em segundo lugar, o sistema brasileiro pode levar ao surgimento dos antidemocráticos “campeões de votos”, que podem arrastar para a Câmara candidatos com pouquíssimos votos e impedir a eleição de outros bons candidatos, por deles subtrair votos. Em terceiro lugar, é alto o risco de o eleitor aplicar pouca racionalidade ao seu voto: foi, por exemplo, quase impossível ao eleitor paulistano, em 2020, montar um quadro com as características dos 2.001 candidatos à Câmara de Vereadores. Nas informações da propaganda eleitoral não havia dados importantes, como o domicílio eleitoral do candidato (zona/sessão). No Brexit, mais de 90% dos eleitores britânicos tiveram de analisar listas de candidatos com, em média, só 5,5 nomes. Está mais do que claro que o sistema eleitoral brasileiro precisa de uma reforma. Para começar, ordenemos a lista dos municípios de acordo com o número de eleitores, a partir de um mínimo de 65 mil votantes. Dividamos o território de cada um destes municípios em distritos com aproximadamente 3 ou 4 vezes o número de eleitores resultante do quociente do número total de eleitores, pelo número total de vereadores de cada uma dessas cidades. Apliquemos em 2024, nos cem menores municípios da lista, o voto transferível único (preferencial australiano), para eleger 3 ou 4 vereadores em cada circunscrição. Com isso, o voto passa a ser distrital, por resolver as eleições em pequenas circunscrições, e proporcional, pois produz uma distribuição na ocupação de vagas por partidos bem semelhante às proporções das primeiras preferências de votos manifestadas pelos eleitores. A lista de municípios poderia ser ampliada numa segunda etapa, em 2028, para, então, numa terceira etapa, em 2032, incluir todas as localidades brasileiras com mais de 65 mil eleitores. Semelhantemente, três etapas sucessivas deveriam ocorrer nos Estados e no DF, a partir de 2026, para eleger deputados para as Assembleias. Discutam-se depois outros temas e regulamentos eleitorais.

JOSÉ M. FRINGS

JMFRINGS64@GMAIL.COM

SÃO PAULO

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

O CÂNDIDO DO PLANALTO

Voltaire jamais imaginaria que, passados mais de 200 anos, estaríamos perto de recriar aqui no Brasil seu personagem Cândido. 

Jair Bolsonaro, o hipotético Cândido do Planalto, após decepcionar seu mestre Pangloss, o “filósofo” Olavo de Carvalho, passou em seguida a sustentar:

- que aceitava o voto eletrônico após a declaração do ministro Luiz Roberto Barroso de que o processo será supervisionado por consultores militares;

- que jamais violará a Constituição tomando o poder à força, transformando-se em ditador; e

- tornando público que a primeira-dama se vacinou em Nova York, prática que condenava sistematicamente e que jamais adotou para ele mesmo. 

Não é o Cândido redivivo?

Lairton Costa lairton.costa@yahoo.com.br

São Paulo

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CONTRADITÓRIO

O presidente Bolsonaro discursou na Assembleia da ONU e afirmou que no Brasil a corrupção no seu governo acabou. E seis dias após ele discursa em um evento de comemoração de mil dias de mandato e diz que a corrupção não acabou e alguns Ministérios tem casos suspeitos. É um vai e volta de quem ocupa o cargo maior da República. Até quando?

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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FRUSTRAÇÃO

O presidente Bolsonaro enaltece o quase nada de bom que fez pelo Brasil e terceiriza suas trágicas atitudes que levaram o País ao desastre que estamos passando. Um verdadeiro estadista!

Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo

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MIL FRACASSOS

Acho que nunca na história deste país um governo chega aos mil dias sem ter nada de importante para comemorar. Por mais que se queira encontrar algo que tenha sido feito no período, simplesmente, é uma daquelas tarefas a serem examinadas com lupas superpotentes e uma boa vontade digna de bolsonaristas radicais. Aliás, coisa que a maioria vem deixando de ser logo após os primeiros cem dias. Por outro lado, se atentarmos para o desempenho ridículo do “mito” e de seus colaboradores diretos, principalmente, os aduladores e os lambe-botas de capitão expulso do Exército, o número de fracassos, acordos espúrios, crimes e tragédias chega a ultrapassar a marca “comemorada” pelo desgoverno, muito próxima dos 600 mil mortos que o genocida também ajudou a alcançar.

João Di Renna joao_direnna@hotmail.com

Quissamã (rj)

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MIL DIAS DE DESGOVERNO

É impressionante a capacidade do atual governo quando se manifesta sobre qualquer assunto, sempre escondendo as atitudes negativas. Ao comemorar mil dias desde que assumiu o poder, Bolsonaro fez uma cerimônia no Palácio do Planalto e divulgou um manifesto em que exalta as conquistas delirantes, mas esconde as grandes omissões, entre elas a ligada ao combate à pandemia de covid-19, que já está levando a quase 600 mil mortes entre nós.

José de Anchieta Nobre de almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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MIL DIAS DA MEDÍOCRE GESTÃO

Comemorar o que em mil dias da medíocre gestão de Jair Bolsonaro? Porém, como verdadeiro charlatão, que também despreza a ciência e salvar vidas, Bolsonaro está comemorando! Viaja pelo País para inaugurar algumas obrinhas, como de 10 km de asfalto, etc. Mas este presidente, que é fiel a suas mentiras, disse uma verdade segunda-feira passada: “Nada é tão ruim que não possa piorar”, citando o dólar e a inflação. Mas não citou a baixa atividade econômica, o desemprego alto e o aumento da pobreza em seu governo. Michel Temer tirou o Brasil da recessão herdada do PT e deixou para seu sucessor a economia mais organizada e pronta para crescer, como se projetava, 2,5% em 2019. Bolsonaro, ao assumir o poder, por causa das crises que promovia e continua a promover, não foi capaz de entregar um PIB melhor, mas de pífio 1,1%. Assim como em meio à pandemia em 2020, o tombo foi de 4,1%, neste ano deve ficar abaixo de 5%, o pior resultado entre os países desenvolvidos e emergentes. Em 2022, em consequência da sua inaptidão para governar, conforme especialistas, a estimativa é que o PIB não seja maior que 1,5%. Na realidade, ao trombetear comemorando esses desastrados mil dias de governo, Jair Bolsonaro está zombando do Brasil e de seu povo.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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O SALVADOR DA PÁTRIA

Os mil dias do governo Bolsonaro serviram para mostrar que o ex-capitão do Exército não é do ramo e não tem a mínima condição de gestor. Lula da Silva, em seus oito anos de governou, ficou maculado pelo mensalão e petrolão, portanto, também fora de cogitação. Assim, a alternativa mais viável é Sérgio Moro, odiado pelos petistas e execrado pelos bolsonaristas, mas amado por aqueles que buscam a terceira via.

J. A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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NOTÍCIA ALVISSAREIRA

O ex-ministro da saúde Henrique Mandetta via se encontrar com o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro para compor uma possível chapa para as eleições presidenciais de 2022. A notícia é alvissareira, haja vista que os brasileiros estão carentes de pessoas idôneas e honestas para comandar o País. Se Deus é mesmo brasileiro, que faça por confirmar essa possibilidade. Para frente Brasil!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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VINGANÇA DE ALCOLUMBRE

É maligna a vingança de Davi Alcolumbre, por não sido reeleito presidente do Senado por causa do apoio de Bolsonaro a Rodrigo Pacheco. Há três meses o indicado para ministro do STF André Mendonça está na geladeira porque Alcolumbre não o inclui na pauta para a sabatina pelos senadores. Em consequência, a Segunda Turma atua desfalcada e, com vários empates de 2 x 2, vale o in dubio pro reo, muitos foram inocentados, quiçá por culpa de Alcolumbre. Liberdade, responsabilidade e sobriedade deveriam ser imprescindíveis na vida pública.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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O PASTEL E A VACINA

 No Brasil já se tornou habitualidade a exigência do comprovante de vacinação contra a covid-19 em diversas localidades onde possa haver aglomeração, o que é bastante salutar, apesar do pensamento contrário de Bolsonaro. Aliás, Jair Messias Bolsonaro prefere comer pastel na calçada, como o fez em New York, a apresentar a sua comprovação de ser vacinado. Será bom, então, relembrar o que dizem as Escrituras Sagradas: beati pauperes spiritu, traduzindo: bem-aventurados os pobres de espírito, porque eles... existem em tantos lugares !

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojcc@uol.com.br

Rio claro

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ESQUIZOFRENIA DOS HOMENS PÚBLICOS BRASILEIROS

Nosso ministro da Saúde come pizza aglomerado em Nova York e contrai covid. Nosso presidente passeia pelas cidades brasileiras em alegres inaugurações espalhando as mutações do coronavírus Brasil afora. É pública e notória a carência de chuvas e a necessidade de economizar energia elétrica no País. Neste cenário, bairros inteiros da cidade de São Paulo têm as lâmpadas de iluminação das ruas acesas 24 horas todos os dias, sem que João Doria ou Ricardo Nunes tomem nenhuma providência há semanas. É realmente macabro o descaso com a saúde e os bens públicos por lideranças que foram eleitas para cuidar deles.

Marize Carvalho Vilela marizecarvalhovilela@gmail.com

São Paulo

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VENENO

Como muito bem retratado pelo Estado, a maiorias de nossos deputados e senadores vem, cada vez mais, usando seu poder em próprio benefício, aumentando as desmedidas vantagens que a legislação já lhes garante. É esse uso do poder púbico que precisamos combater, pois ele garante não só ganhos políticos e financeiros, como protege e incentiva a corrupção. Pouco a pouco, essa doença vai destruindo a própria Democracia. Um bom exemplo desse veneno concentrado é a evolução do desgoverno de Bolsonaro.

Temos que ter isso em mente em 2022, quando votarmos. Não bastará escolhermos um presidente confiável; será preciso renovarmos pelo menos dois terços do Legislativo. Se o Deus brasileiro quiser.

Luiz Ribeiro Pinto brasilcat@uol.com.br

Ribeirão Preto

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BRASIL, UM CASO PERDIDO

Ibovespa caindo 2,78% (110.421,93 pontos), inflação atingindo dois dígitos (10%), juros subindo, Petrobrás subindo diesel em 8,9% (palminhas e arminhas para os caminhoneiros). Enfim, o Brasil é um caso perdido. A culpa é do Bolsonaro? A culpa é do Legislativo? A culpa é do Judiciário (STF)? Sim, a culpa é dos Três Poderes, incompetentes ou coniventes, levando-nos para o fundo do poço. 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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CORRUPÇÃO

Bolsonaro diz que acabou com a corrupção, tirante obviamente as

rachadinhas de sua família, sem dizer os crimes de corrupção

fartamente apurados na CPI da Covid.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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CÂMARA

Enquanto houver na câmara maioria do Centrão e pelegos legislando em causa própria, o Brasil não tem solução!

Tania Tavares taniatma@hotmail.com 

São Paulo

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LUIS ROBERTO BARROSO E THEMIS

 O ministro Luis Roberto Barroso honrou Themis, a deusa grega da Justiça, ao proibir as missões religiosas evangélicas de entrarem nas reservas indígenas do Brasil. Themis era filha de Urano, deus dos céus, e de Gaia, deusa da Terra, sendo filha do espírito e da matéria, uma titã, uma heroína. Ela é a personificação da ordem, da lei e protetora dos oprimidos. A deusa do bom conselho, da consciência coletiva, da ordem e da justiça social. Os povos originais do Brasil agradecem ao ilustre ministro do Supremo Tribunal de Justiça.

Paulo Sergio Arisi Paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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A FIFA E O REI PELÉ

A respeito do condenável e descabido crime de lesa-majestade cometido pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) contra o Rei Pelé, ao deletar de seus registros oficiais nada menos que 520 gols do extraordinário repertório de 1.283 (!) marcados em toda a sua vitoriosa carreira no Santos F.C, na seleção e no Cosmos de Nova York, cabe, por oportuno, citar o que o excepcional craque das palavras Carlos Drummond de Andrade escreveu sobre o “Atleta do Século 20”: “O difícil, o extraordinário, não é fazer mil gols, como Pelé. É fazer um gol como Pelé”.O Brasil torce e reza para que o inigualável camisa 10 recupere totalmente a saúde e volte em breve para seu lar. Longa vida ao rei.

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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O BRASIL SEM ÁGUA E SEM VIDA

As mudanças climáticas deixaram de ser uma teoria apocalíptica e já estão acontecendo no dia a dia. O Brasil está colhendo o que plantou: desmatamento recorde, queimadas gigantescas. O resultado não poderia ser outro, o País secou. Pode ser que chova ainda menos no ano que vem, está fazendo 40 graus no inverno, mas quem se importa, o País vai sim continuar desmatando e queimando todas as suas florestas. A única coisa que importa é aumentar a produção de soja, a commodity mais barata do mercado que serve de ração barata para os porcos na China. Falta ambição ao País, falta planejamento, falta tudo, os ministros são péssimos, a ministra da agricultura deveria renunciar, colocar o cargo à disposição para alguém que entenda de agricultura, que mude todo o agronegócio brasileiro, sai a soja e entram produtos mais lucrativos, sai o desmatamento e as queimadas e entram as agroflorestas, sai a ignorância e entra a inteligência. Chega de vender café em sacas, o Brasil precisa aprender a agregar valor aos seus produtos e começar a ganhar dinheiro como gente grande, e não continuar a ser o eterno otário do mercado. Se continuar por esse caminho o Brasil vai terminar de destruir todos os seus biomas, terá um clima horroroso e continuará pobre e subdesenvolvido, sem a Amazônia, sem o Pantanal, sem o Cerrado, sem a Mata Atlântica, sem água e sem vida.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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FECHAMENTO DO CONJUNTO VAZ GUIMARÃES

Interessante a reação do governo João Doria enquanto não consegue resolver a pendenga de passar o Conjunto Vaz Guimarães para o setor privado. Simplesmente fechou suas atividades para balanço, deixando usuários e atletas na mão. Professores dão expediente sem alunos. Isso acontece, por exemplo, com a academia de musculação, da qual sou um dos inscritos. A exemplo de outras práticas físico esportivas no local, exceção feita às quadras de tênis, nada funciona. A secretaria que nos atende no Vaz Guimarães também se encontra fechada, apenas seguranças dão sinal de vida e não sabem o motivo da inércia que tomou conta do conjunto esportivo, apenas sinalizam um caminho: “Informações, somente no site”. É inútil, também, buscar lá um esclarecimento para o descaso da Secretaria de Esportes do governo de São Paulo com seus clientes.

Luiz Casadei Manechini luizcmanechini@gmail.com

São Paulo

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