Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

02 de outubro de 2021 | 03h00

Economia

Bala dourada

Técnicos da Petrobras e do Congresso discutem como segurar o preço dos combustíveis. Certamente, a busca não é pela bala de prata, mas de ouro. Uma das duas saídas racionais (a mais fácil e rápida) é reduzir a enormidade de impostos que recaem sobre eles. Mas aí os políticos, principalmente governadores, se esquivam. Afinal, o aumento de arrecadação tem sido a bala de prata deles, para encher o caixa dos Estados em ano que antecede eleições. Alternativa seria baixar a cotação do dólar com a implementação das reformas tão desesperadamente necessárias no Brasil e aplacar o enorme ruído político-institucional entre os três Poderes. Não tem segredo! Mas para tal se exigem maturidade e senso de dever público dos políticos e ministros do Supremo. Infelizmente, não consigo ver nenhum estadista nessa foto. Aí, só restam saídas populistas e burras. Sim, burras, porque seriam a repetição de erros já exaustivamente conhecidos. Mas a atração de medidas populistas, as tais balas douradas, por políticos despreparados e sem espírito público é enorme. Procura-se um estadista.

OSCAR THOMPSON OSCARTHOMPSON@HOTMAIL.COM

SANTANA DE PARNAÍBA

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Dilema

O preço elevado dos combustíveis é, de fato, uma grande preocupação. O litro da gasolina esbarra nos R$ 7, o diesel está acima dos R$ 4 e o botijão de gás supera os R$ 100. Governadores alinhados à oposição culpam a Petrobras, que diz cumprir a sua obrigação (até porque tem ações no mercado). O governo argumenta que já zerou o imposto federal do diesel e do gás e exorta os governadores a abrirem mão de parte do ICMS. Os revendedores dizem que o preço da gasolina também é levado para cima pelos 27% de álcool adicionado, que custa R$ 3,80 o litro. E o diesel é puxado pelo biodiesel, que recentemente teve alta de 22,6%. Os governos federal e estaduais precisam chegar a consenso, em prol do consumidor. Aliás, com a chegada dos carros elétricos, petróleo e derivados perderão valor.

DIRCEU CARDOSO GONÇALVES ASPOMILPM@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Aeroportos

Excelente o artigo de Elena Landau Nas asas da Panair (1º/10, B4). “O ministro Tarcísio Freitas é agarrado nas suas estatais.” Recomendo a leitura aos interessados no assunto.

ALMIR PAZZIANOTTO PINTO PAZZIANOTTOPINTO@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Supersalários

A respeito do projeto que impõe barreiras aos supersalários, parado no Senado por pressão do Judiciário, é impressionante o despudor com que esse Poder defende seus privilégios. Vale-se dos mais diversos artifícios para auferir ganhos acima, algumas vezes muito acima, do teto constitucional, para não falar dos 60 dias de férias, 17 dias de recesso forense, mais 90 dias de “férias-prêmio” a cada cinco anos, além do feriado de Sexta-Feira Santa que só para eles começa na quarta-feira. E querem porque querem que tudo continue – mesmo na maior crise da História do País – exatamente como está.

ZANDOR FERREIRA ZANDORFERREIRA@BOL.COM.BR

GOIÂNIA

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Segurança no PIX

Num país onde não há vontade política de fazer as reformas necessárias no Código Penal, até o desenvolvimento tecnológico fica difícil de evoluir. No caso do PIX, a sugestão de que o Banco Central exija no cadastro um segundo número de celular, de pessoa de confiança, para receber mensagem de alerta, pode, sim, inibir os criminosos, sabendo que uma terceira pessoa poderá acionar a polícia.

REINALDO SOMAGGIO REISOMAGGIO@TERRA.COM.BR

SÃO PAULO

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Meio ambiente

O leilão da ANP

O governo Bolsonaro não se cansa de agir como inimigo número um do meio ambiente, insistindo em tudo o que possa destruir a natureza. As vítimas da vez são o arquipélago de Fernando de Noronha e a reserva biológica Atol das Rocas, duas das áreas mais sensíveis do litoral brasileiro, que correrão o risco de ser destruídas por um eventual vazamento de óleo, caso seja aprovada a exploração de petróleo naquela região. Jair Bolsonaro tem se mostrado disposto a entrar para perder em qualquer briga: o leilão que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) vai realizar em outubro já está prejudicado pela simples hipótese de se prospectar petróleo perto dessas áreas, reconhecidas como Patrimônio Natural Mundial pela ONU. Nenhuma grande empresa de petróleo vai querer se arriscar a explorar petróleo numa área tão sensível e criar tanta visibilidade negativa. Retirar essas áreas seria uma medida benéfica para o sucesso do leilão, para a imagem do País e para a natureza. E uma rara demonstração de inteligência do atual governo federal.

MÁRIO BARILÁ FILHO MARIOBARILA@YAHOO.COM.BR

SÃO PAULO

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Desertificação do País

Primoroso o artigo A desertificação pode ser modelo? (1º/10, A2), de Flávio Tavares, relatando cinco séculos de ação predatória contra nossas matas, desde a extração do pau-brasil até a transformação do Pantanal em pasto para o gado. Aguardamos ansiosos por lideranças esclarecidas que saibam que termos hoje a floresta “em pé”, quando dispomos de tantas tecnologias para lidar bem com ela, é o único futuro viável para o País e para a humanidade.

FRANCISCO EDUARDO BRITTO BRITTO@ZNNALINHA.COM.BR

SÃO PAULO

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CPI da Covid

Falta de foco

A CPI da Covid investiga o quê, mesmo? A covid-19, o BNDES, o ministro da Controladoria-Geral da União, a Precisa Medicamentos, a Prevent Senior, a Havan, o gabinete de crise, o paralelo, o óbito de Regina Hang, Eduardo Pazuello, Marcelo Queiroga, Elcio Franco, Ricardo Barros, o contrato da Pfizer e o da Covaxin? Tudo isso? Ou nada disso?

PATRICIA PORTO DA SILVA PORTODASILVA@TERRA.COM.BR

RIO DE JANEIRO

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

DE VOLTA AO FUTURO

Vamos combinar o seguinte: voltamos a 1988, ano da Constituinte, e recomeçamos tudo de novo, com novos personagens, novas eleições e novos presidentes. Este ensaio geral não deu certo. Queremos voltar no tempo e mudar tudo. Prometemos não brincar mais de “banana republic” e vamos eleger os melhores nomes da nação para presidente da República. O Congresso será composto pelos homens e mulheres mais inteligentes e competentes do País, dedicados unicamente aos altos interesses públicos. O STF não será mais composto por indicações políticas de amigos do presidente, mas por membros indicados pelos desembargadores federais titulares de todas as regiões. Os eleitores brasileiros, conscientes de suas responsabilidades históricas, votarão sempre nos melhores nomes, indicados pelos 3 ou 4 grandes partidos, compostos pelos mais notáveis políticos brasileiros. Prometemos ser, finalmente, uma nação séria, para felicidade geral de todos. Todos mesmo. Se é impossível refazer o passado, podemos fazer certo daqui em diante. Haverá eleição ano que vem, vamos aproveitar e mudar tudo, como sempre sonhamos. Um novo Brasil!

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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PSDB dividido para prévias

Se o PSDB dá um bom exemplo de política partidária com as prévias que serão realizadas em 21 de novembro próximo para escolha do candidato do partido ao Planalto no pleito de 2022, tudo leva a crer que nesse evento os tucanos estarão divididos para escolher os mais cotados. No páreo estão o jovem governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que acaba de receber apoio importante do senador Tasso Jereissati (CE), que desistiu de concorrer, e o governador de São Paulo, João Dória. É bom lembrar que são dois nomes de políticos que estão apresentando bons resultados nos Estados que governam, mesmo em meio a essa pandemia. Porém, o que se espera é que o nome que for escolhido seja apoiado para a corrida presidencial por todos os tucanos. Neste caso, a festa democrática fica completa.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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ENEM ELEITORAL

Lula da Silva, em recente entrevista , demonstrou preocupação com a chamada terceira via, afirmando que estão fazendo uma espécie de Enem, em tom de deboche, para encontrar candidato que possa derrotá-lo. Apostaram no apresentador Huck e, agora, Datena. Liderando as pesquisas de intenção de voto, o líder do PT já se considera eleito, mas tem ciência de sua alta rejeição. O eleitor consciente foge da dupla Lula-Bolsonaro como o diabo foge da cruz.

J. A. MULLER josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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CENTRO SEM VENDER A ALMA

O ex-presidente Lula é um político astuto, não há dúvida alguma. Para arrematar a eleição presidencial já no primeiro turno acordou o apoio do prefeito do Rio, Eduardo Paes, e flerta firmemente com o ex-prefeito Gilberto Kassab, em São Paulo, e com o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, todos do PSD, ou seja, todos de centro-direita. Isso tem nome: vender a alma ao diabo. Mas até aí nenhuma novidade em se tratando de Lula e PT. A questão é que o apoio do PSD a Lula significa descrença cada vez mais evidente numa candidatura viável de centro e é possível que outros partidos sigam o mesmo exemplo. Ainda há tempo para convencer a população de que Lula não é a alternativa a Bolsonaro, mas é necessário que o PSDB e os demais saiam da retórica e comecem a agir. De preferência, sem vender a alma ao diabo. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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SUPERSALÁRIOS E MORDOMIAS NA INICIATIVA PÚBLICA

Se os Poderes são independentes, como reza nossa Constituição Federal, não há o que falar sobre pressão do Judiciário para travar projeto que barra os supersalários no funcionalismo público. Mas o que se vê são Três Poderes unidos em prol de suas mordomias à custa do suor do povo brasileiro. 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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AS PROVOCAÇÕES DOS SUPERSALÁRIOS.

A existência dos supersalários no poder público, além de injustos e muitos inexplicáveis, cria sérios problemas para a iniciativa privada, porquanto, na maioria dos casos analisados, são o dobro ou até mais que os em vigor nas empresas privadas. Os salários em nível menor para o poder público são explicáveis, porque, no âmbito estatal, existem muitos direitos, como a estabilidade, horários e outras vantagens e acréscimos, que não são praticados na iniciativa privada. Quanto ao Poder Judiciário, embora haja justificativas para a magistratura, há servidores que percebem remuneração muito superior que a dos trabalhadores das empresas privadas em funções similares. Portanto, o justo merece ser praticado por quem deve colocá-lo em prática. Ou não?

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

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STF

A indicação do presidente da República para ocupação de cargos de ministros do STF cria uma situação que preocupa. O Judiciário em todos os níveis não pode ficar sujeito a avaliações de que os indicados atenderão às pretensões do ocupante do cargo maior da República. 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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O BRASIL É VÍTIMA DE SEU CONGRESSO

A frase não é do professor José Pastore, e sim do professor Frederic Louault, da Universidade de Bruxelas, o qual argumentou que o nosso Congresso Nacional tem força para manter ou afastar o presidente, assim como para acelerar ou retardar mudanças em função das vantagens políticas e dos privilégios que os parlamentares podem obter. “Realmente, somos vítimas do Congresso Nacional! Dezenas de leis têm sido aprovadas para atender a privilégios de parlamentares e de corporações à custa de extrair recursos do povo”, diz o professor José Pastore. Até quando suportaremos isso? 

Cleo Aidar cleoaidar@hotmail.com

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MIL DIAS DE BOLSONARO

Seria interessante saber quantos dias ele passou trabalhando no palácio!

Robert Haller

São Paulo

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CHOQUE DE GESTÃO NA CORRUPÇÃO

Veja como o mundo dá voltas. O PT historicamente sempre defendeu o financiamento público para partidos e campanhas políticas. À vista disso, no inicio do governo Lula, que, apesar de não haver inventado a corrupção, resolveu concentrar seus frutos oriundos da administração federal, então dispersos pelos grupos dominantes no Dnit, Eletrobras, DNPM e, a cereja do bolo, Petrobras. Capitaneado por Zé Dirceu, O PT promoveu um choque de gestão que centralizou a dinheirama, criando um mecanismo de repartição da arrecadação para o próprio partido, para os partidos da base e para atender às necessidades dos dirigentes. Naturalmente, como é comum no mundo de negócios, os agentes operadores das transações eram regiamente comissionados, mantendo a fidelidade ao projeto. Esse processo, apesar de bem-sucedido em termos financeiros, cobrou um alto preço, com diversos companheiros enviados para temporadas no xilindró. Felizmente para a turma, com o apoio resoluto do STF, sob o comando do impoluto ministro Gilmar Mendes, foi proibido o financiamento das campanhas por empresas e, como a democracia precisa ser financiada, restou, vejam só, a alternativa do financiamento pelo erário público. Com isso seriam providos os cofres das agremiações no montante estabelecido pelos próprios interessados, evitando o desgaste de pedir verbas com chapéu na mão nas empresas, assumindo compromissos futuros e, o melhor, sem o risco de ir em cana, estando a corrupção circunscrita ao eventual excesso de ambições individuais. Ante o interesse comum, o projeto uniu opostos (??!!) como o PT do Lula e o PSL de Bolsonaro. Antes que esqueça, os nossos representantes ainda aprovaram o orçamento secreto discricionário, as populares emendas do relator, que estarão fora de qualquer controle, apesar de faltar dinheiro para o censo do IBGE, para o Inpe, para o Ipen e outras superficialidades. Não é tudo uma beleza?

Alberto Mac Dowell de Figueiredo amdfigueiredo@terra.com.br

São Carlos

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ORTOTANÁSIA

Quando todos os recursos forem inefetivos, parar de empregá-los e aguardar a morte aliviando a dor (paliação) caracteriza a ortotanásia, aceita e piedosa. Retirar os meios excepcionais de pacientes recuperáveis, e usar somente a paliação, caracteriza a eutanásia, uma forma de homicídio. Vimos na CPI do Senado que um paciente, cuja família se recusou a abandonar o tratamento intensivo-curativo, como aconselhado, se recuperou a ponto, até, de dar entrevistas. E aí? Como caracterizar o ocorrido?

Décio Antônio Damin, médico deciodamin@terra.com.br

Poá

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A MILÍCIA NOS HOSPITAIS DO RIO

A CPI está mostrando de forma clara a corrupção com vacinas enquanto 600 mil brasileiros eram assassinados por irresponsabilidade de Jair Bolsonaro e seus asseclas. Ficou claro que a ANS não faz os controles definidos em lei, mostrando que os entes públicos são ineficazes, apesar dos custos elevados da burocracia estatal. Além do que foi levantado e, esperemos que não seja jogado no lixo por quem deveria processar os culpados, há algumas pontas do iceberg que precisam ser investigadas. A acusação de que a milícia controla hospitais públicos no Rio de Janeiro não surpreende, depois que Flavio Bolsonaro condecorou um dos expoentes do Escritório do Crime. E parece que 2023 não chega nunca!

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

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DEUS SE ESQUECEU DE LIMITAR A BURRICE DO HOMEM

Deus limitou a inteligência do homem, mas esqueceu de limitar a burrice. Até o mais idiota entre os idiotas já deveria ter se dado conta que o desmatamento da Amazônia está trazendo consequências catastróficas para o País, seca, aumento de temperatura, tempestades de areia, racionamento de energia elétrica e de água, isso tudo não vai acontecer daqui a um milhão de anos, isso tudo está acontecendo hoje. Mesmo assim o governo de Jair Bolsonaro é incapaz de mudar sua decisão de desmatar a Amazônia, derrubar até a última árvore. O País assiste a um exército de ignorantes tocando fogo na Amazônia, estimulados pelo presidente da República e contando com a certeza de que serão os donos das terras queimadas e desmatadas. O Brasil precisa de uma intervenção estrangeira que prenda esse lixo de governo e coloque o País nos eixos.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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COM A INFLAÇÃO, PREÇO DE UM MESMO ITEM VARIA 500%

Permitam-me discordar sobre a culpa exclusiva da inflação sobre as variações de preços de até 578%. O principal exemplo refere-se a um creme dental, fabricado por uma gigantesca multinacional (Colgate – Palmolive), que não varia os preços de seus produtos de acordo com o grau de simpatia pelos seus clientes. Da mesma forma, uma das maiores produtoras de leite do Brasil (Piracanjuba) não apresentaria uma variação de 408,3%, no mesmo produto. Igualmente, uma da maiores fabricantes brasileiras de produtos de higiene (Phebo) não venderia seus produtos, com uma diferença de mais de 218%, para cada um de seus clientes. Na verdade, essa absurda variação de preços de cada produto, conforme aponta a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), reside na ganância de cada varejista, justificada pelas divergências sobre as expectativas de inflação. Sabemos perfeitamente que no preço final de venda devem estar embutidos custos de transportes, giro dos estoques, etc.; entretanto, nada pode justificar essas variações completamente absurdas e injustificadas.

Luiz Antônio Alves de Souza zam@uol.com.br

São Paulo

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TEMPOS COMPLEXOS

Nunca vivemos tempos tão complicados como agora em todo o planeta. A atual pandemia veio potencializar tais dificuldades planetárias, mas felizmente, com a expansão das comunicações virtuais instantâneas, temos condições de que lideranças governamentais competentes deem soluções adequadas para tais complexidades. O problema é quando alguns países têm a infelicidade de possuir alguns governantes que, sem noção da realidade, infelicitam o povo que eventualmente governam.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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HOMOFOBIA E RACISMO

Por que todos os acusados de racismo ou homofobia têm como resposta-padrão: 

- Se se sentiu ofendido, peço desculpas.

- Tenho muitos amigos negros ou gays.

Vital Romaneli Penha vitalromaneli@gmail.com

Jacareí

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#FREE BRITNEY SPEARS

Em meio à tenebrosa pandemia de covid que mantém o planeta semiparalisado há mais de ano e meio, num trágico e macabro cenário de quase 5 milhões (!) de vidas perdidas, 600 mil (!) delas no Brasil, causa espécie que dia sim e outro também a imprensa mundial noticie sobre a polêmica e famigerada tutela do pai da cantora Britney Spears, “a princesa do pop”, como se fosse assunto de alguma importância. Tenham a santa paciência!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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LONGEVIDADE – SEM TEMPO PARA MORRER

007 - Sem tempo para morrer é o nome do mais recente filme do agente secreto britânico James Bond. Sugestivo título, concordam? Talvez seja esse o lema de vida do norte-americano Clint Eastwood, que, no auge de seus 91 anos, segue a pleno vapor, dirigindo e interpretando. Cry Macho - Caminho para Redenção é seu novo filme.

Felizmente, não são poucos os jovens de 70, 80 e 90 anos que, refletindo a evolução social de nosso tempo, inspiram-nos a manter a mente sempre ativa e a conservar constante o fluxo de atividades. Sim, eles revelam a fórmula da longevidade ativa: são unânimes em asseverar que só chegaram aonde chegaram porque, quando não têm o que fazer, inventam.

É verdade. Quem tem sempre o que fazer dificilmente encontra tempo para a angústia, a frustração e até mesmo para a morte.

Rafael Mendes afaelmsb@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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FAUSTÃO NA BAND

Preconceituosos os comentários de leitores sobre Faustão na Band.

Ele faz um programa para os públicos das classes CDE, contemplados por emissoras de sinal aberto como Band, Globo, Record.

E nisso é imbatível. Sem falar que, como ser humano, é das pessoas mais generosas e solidárias que se pode conhecer.

Vida longa Fausto Silva!

Mário Rubial Monteiro mario.rubial@globo.com

São Paulo

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