Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

10 de outubro de 2021 | 03h00

Covid-19

600 mil mortos

Sexta-feira, dia 8 de outubro de 2021, o Brasil conseguiu ultrapassar a terrível marca de 600 mil mortes pela covid-19. Muito disso graças ao negacionista Jair Bolsonaro, à insistência deste, que é o pior presidente que já tivemos, no uso do kit covid-19, à não aquisição de vacinas no momento em que estas estavam disponíveis no mercado internacional, com isso atrasando a imunização de nossa população, além da perversa insistência de Bolsonaro em incentivar aglomerações e o não uso das máscaras de proteção. No Brasil deste governo, a inflação de 12 meses já está em mais de 10%, há pessoas comendo restos de comida retirados do lixo, crise hídrica, crise de energia, com possibilidade de racionamento, e o presidente nos pede para tomarmos banho frio e evitarmos o elevador. Enquanto isso, o investigado Arthur Lira fica a engavetar os mais de 130 pedidos de impeachment contra o presidente. E assim o Brasil vai caminhando celeremente para um buraco sem fim e se tornando cada vez mais o pária do século 21.

BORIS BECKER BORISBECKER@UOL.COM.BR

PRAIA GRANDE

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Irresponsabilidade

O Brasil pode não ser o país mais irresponsável do mundo, mas está entre os primeiros. Apesar do avanço da vacinação, o País ultrapassou as 600 mil mortes pela covid-19 na sexta-feira, para alegria do Bozo palaciano. Afinal, ele mesmo disse que não é “coveiro”. Apesar disso, os governos federal, estaduais e municipais, junto com igrejas e federações de futebol, vêm liberando aglomerações como se a covid não existisse mais. Essas iniciativas, apoiadas por uma massa considerável da população, insensível e ignorante, faz jus à frase “cada povo tem o governo que merece”.

PAULO BOIN BOINPAULO@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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A vez dos planos de saúde

Temos assistido, atualmente, ao tratamento abusivo da área da saúde para com a população. Se as reclamações no passado se atinham ao atendimento do SUS, hoje nos deparamos com o inusitado: convênios médicos, de modo geral, reticentes em aceitar idosos como conveniados; aumentos dos valores de planos de saúde discutíveis em juízo; e, por fim, aquele plano que se diz especialista em atender pacientes da terceira idade, de acordo com relatos, ideologizando a ciência e aplicando tratamentos discutíveis a pacientes infectados com covid-19. E isso executado por uma categoria profissional que demanda anos de estudo e prática. Onde estão os órgãos de defesa do consumidor?

SERGIO HOLL LARA JRMHOLL.IDT@TERRA.COM.BR

INDAIATUBA

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CPI na reta final?

Considero louvável o trabalho da CPI da Covid, mas gostaria de lembrar aos senhores senadores um velho ditado que diz “quem abraça muito corre o risco de apertar pouco”.

BENEDITO ANTONIO TURSSI TURSSI@ECOXIM.COM.BR

IBATÉ

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Eleição 2022

José Dirceu

A Coluna do Estadão, na semana passada, trouxe a informação: José Dirceu – aquele do mensalão, lembram? – volta a articular campanha presidencial de Lula. Como nem tudo está tão ruim que não possa piorar, vamos engolindo Lula, Franklin, Dirceu de uma vez só! Ninguém merece!

JOSE PERIN GARCIA JPERIN@UOL.COM.BR

SANTO ANDRÉ

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Povo sem memória

O nocaute político de Jair Bolsonaro provocou o renascimento de Lula da Silva e de seus comparsas. Carlos Henrique Gouveia de Melo, ou, melhor, José Dirceu, terrorista, mensaleiro e ainda enredado na Justiça, fará a articulação política do “mais honesto” e “inocente” brasileiro, visando à eleição de 2022. O negacionismo e a irresponsabilidade de Bolsonaro ressuscitaram o PT, e o povo não se lembra mais do mensalão nem do petrolão. Como dizia a historiadora Emília Viotti da Costa, “um povo sem memória é um povo sem história. E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os mesmos erros do passado”.

JOSÉ A. MULLER JOSEALCIDESMULLER@HOTMAIL.COM

AVARÉ

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Dantesco

O Brasil, definitivamente, não é para fracos de coração e de estômago. Tem cerca de 213 milhões de habitantes, mas a grande maioria da sua população é alienada politicamente, cega ideologicamente e massa de manobra de velhacos demagogos. A premissa de que brasileiros têm memória curta é de uma hipocrisia sem par, já que a maioria não tem, mesmo, é vergonha na cara. A prova maior disso: a liderança de Lula nas pesquisas de intenção de voto para 2022. E, piorando o quadro dantesco, José Dirceu coordenando a campanha e vislumbrando, desde já, seu retorno glorioso ao futuro governo e às maracutaias tão caras ao seu líder, seus sectários e a si próprio.

RENATO OTTO ORTLEPP RENATOTTO@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Imposto de Renda

Investimentos em offshores

A colunista Adriana Fernandes, no texto Pandora Papers e o projeto do IR (7/10, B4), trouxe alguma luz ao caso do vazamento da informação de que Paulo Guedes e Roberto Campos Neto mantêm recursos financeiros em contas em paraísos fiscais. O imbróglio sugerido pela colunista diz respeito à subtração, proposta pelo relator na Câmara deputado Celso Sabino, de um dispositivo do texto original do projeto de reforma do Imposto de Renda que taxava os depósitos mantidos por cidadãos brasileiros em offshores. Interpelado a respeito, o deputado justificou dizendo que o fez para reduzir a resistência que pessoas muito ricas impunham à tramitação do projeto. Coube à diligente jornalista sugerir ao senador Angelo Coronel, agora relator no Senado, reintroduzir a taxação de offshores no texto do projeto em discussão naquela Casa. O Brasil é ou não é a casa da Mãe Joana?

NOEL GONÇALVES CERQUEIRA NOELCERQUEIRA@GMAIL.COM

JACAREZINHO (PR)

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br


600 MIL MORTOS

Na sexta-feira, 8 de outubro, infelizmente o Brasil acumulou a dor de 600 mil mortes pela covid-19. Se tivesse o presidente Jair Bolsonaro respeitado a ciência e antecipado a compra de vacinas, certamente ­– como calculam especialistas – o número de óbitos teria sido em torno de 120 mil a menos. Ainda hoje, o desumano presidente, autêntico charlatão, sugere para a cura desta devastadora enfermidade um tratamento precoce com medicamentos sem comprovação científica de sua eficácia, como a cloroquina, que consta do tal kit covid. Nesse sentido, milhares ou milhões de brasileiros se recusam a tomar a vacina. E, como consequência, como apontam números recentes divulgados pelos hospitais, entre 10 pacientes internados, boa parte dos outros 9 pacientes, seguindo a criminosa sugestão do presidente, nem sequer tomaram a vacina e estão indo a óbito. Bolsonaro, assim, comete crime contra a humanidade.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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O PRESIDENTE E A PANDEMIA

600 mil mortos. “E daí?”

J. S. Decol  decoljs@gmail.com

São Paulo

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TRAGÉDIA BRASILEIRA

Infelizmente, e tragicamente, atingimos a marca de 600 mil mortes pela pandemia de covid-19. Especialistas afirmam que tal hecatombe se deve a termos retardado a aplicação de vacinas e também a algumas lideranças negacionistas que estimularam o não uso de máscaras e as aglomerações, o que produziu esta tragédia entre nós. Isso a História vai julgar, certamente, como um crime contra a nossa população.

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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BRASIL DE LUTO

O Brasil, de luto, não se esquecerá de seus 600 mil filhos mortos pelo coronavírus e pela falta de cuidados de governantes negacionistas, que se omitiram propositalmente de agir como deveriam para combater a epidemia de acordo com as prescrições indicadas pela ciência médica, incorrendo em crime de total irresponsabilidade pública. Nosso sentimento de pesar e respeito a todas as famílias enlutadas e nosso repúdio ao governo omisso e perverso.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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UM GOVERNO IGNÓBIL E 600 MIL MORTOS

Temos um governo federal ignóbil, incompatível com a grandeza deste país. A imoralidade, a sordidez e a incompetência, de vários de seus membros, atingem uma dimensão jamais vista. O presidente da República, um ex-parlamentar que pertenceu ao Centrão, colocou seus parceiros no comando do Legislativo e vem corroendo a administração e a legislação federal por dentro, destruindo tudo o que temos de valor, seja concreto ou abstrato. Nem mesmo um vírus, que já matou 600 mil brasileiros, impediu que houvesse desvios criminosos no Ministério da Saúde. Muito ao contrário, aproveitaram a verba reforçada para efetuar compras fajutas: os pilantras associados recebiam sem entregar nada. E o escândalo na Saúde segue batendo todos os recordes de indecência. Na semana que passou, assistimos horrorizados ao depoimento de um paciente da Prevent Senior, empresa aliada ao governo, narrando na CPI do Senado que foi salvo de morte certa por sua filha tê-lo tirado daquele hospital. O presidente, em seu estilo grotesco, veta lei aprovada pelo Congresso para o fornecimento de absorvente gratuito para mulheres em situação de vulnerabilidade. Verba para o orçamento secreto, uma indecência ilegal, usada para comprar tratores a preços aviltados, tem, mas para atender as mulheres num produto essencial, não. Enquanto o Executivo vai destruindo a Amazônia e o restante do nosso meio ambiente, os parlamentares aliados vão alterando as nossas leis para facilitar o acesso ao erário e dificultar a criminalização dos corruptos. Um governo desconectado com o resto do planeta, que se propôs a fazer leilão para exploração de petróleo no mar em áreas próximas de Fernando de Noronha e do Atol das Rocas, patrimônios naturais da humanidade. Um impeachment já se impõe.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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BURRICE CRÔNICA

Inobstante, e mais do que comprovada a absoluta ineficácia do kit covid-19 sustentado pelo curandeiro Bolsonaro, seu ministro da Saúde renega o juramento feito a Hipócrates para manter o cargo, convalidando a aplicação dessa medicação suicida para a população, em cumprimento à política da contaminação em rebanho preconizada pelo capitão. Inimaginável que, em recuperação, após ter sido infectado pela covid-19 nos EUA durante a visita presidencial à ONU, o esculápio Queiroga siga se inclinando à vontade mitológica, qual boneco de ventríloquo, para prescrever as drogas não ratificadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) contra o combate à pandemia. A doença que acomete o capitão e seus apaniguados é a burrice crônica, mal incurável.

Lairton Costa lairton.costa@yahoo.com

São Paulo

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AINDA CONTRA AS VACINAS

O presidente Jair Bolsonaro e seu discípulo e 4.º ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, resolveram adiar o resultado pedido à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) do SUS, responsável pela análise técnica de novos medicamentos. O pedido era, novamente, sobre o tratamento precoce com hidroxicloroquina e correlatos. Percebendo mais um vexame, exigiram que a Conitec não divulgasse o resultado. Com “cara de paisagem”, resolveram então proibir o uso da Coronavac, a “vacina do Doria”, na dose de reforço. Essa é a dupla negacionista que transformou o Brasil em pária!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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VACINAS, ABSORVENTES E TRATORAÇO

O que é mais importante: vacina (covid-19) ou absorvente? Se não houvesse tratoraço, pixuleco, corrupção, etc., teríamos verbas suficientes para as vacinas e para os absorventes. Mas Executivo e Legislativo se unem para derrubar o absorvente e manter a corrupção.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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POBREZA MENSTRUAL

O presidente Bolsonaro vetou a distribuição gratuita de absorventes para mulheres carentes, alegando falta de verba no governo federal. O assunto em questão é muito sério e parece ser um problema não só em países “pobres”, mas também em países “ricos”, devido à queda no rendimento individual, em consequência da pandemia de covid-19. É interessante que o governo do Brasil nunca tem recursos para necessidades primárias. Sempre há recursos para “eles”, mas não para os “outros”. Me pergunto, porém, se é permitido o uso de recursos públicos para financiar as “motociatas” do presidente, com seus assessores e apoiadores, sob o pretexto de que se trata de eventos relacionados ao trabalho, ou para levar o ex-presidente Michel Temer no avião presidencial para Brasília, apenas para o presidente conversar e resolver um problema particular, que ele mesmo provocou a si mesmo? Por ele ser o presidente, todos esses gastos são justificáveis e legais? Mesmo a viagem para a assembleia da ONU, em Nova York, embora tenha sido um trabalho diplomático importante para o Brasil, de quanto foi a despesa total da viagem da comitiva, com dezenas de assessores, amigos e até o filho do presidente? E por que precisavam de tantos assessores junto, só para o presidente ir até lá e falar tanta mentira e besteira? E qual é o limite de gasto do cartão corporativo da Presidência da República? Pode parecer que estou sendo impertinente, querendo saber dos gastos do presidente da República. Mas isso é algo que me intriga, pois tudo o que o ministro Paulo Guedes sabe falar é “não tem recurso”. Se é assim, não está na hora de o governo controlar os gastos “bestas” para poder usar os recursos para programas realmente necessários, em benefício do povo?

Tomomasa Yano tyanosan@gmail.com

Campinas

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CAOS NO PAÍS

Sem água, sem chuva, sem emprego, sem impeachment, com tempestade de poeira, com apagão, com inflação e com Centrão.

Luiz Roberto da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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AJUSTE

Os malandros do desgoverno estão puxando uma inflação até dezembro de 15% para ajustar o Orçamento de 2022, sem passar pelo Congresso, em R$ 650 bilhões em ano eleitoral. Viva nossa frágil República democrática!

Moacyr Forte coronelforte@gmail.com

São Paulo

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‘PODEMOS CRESCER MUITO MAIS?’

O raciocínio e as conclusões do sr. Fabio Giambiagi (Estado, 8/10) são irretocáveis, porém antes de responder com um “não” à pergunta formulada por ele, eu gostaria de qualificar esse “não”. Trabalhei por 40 anos como engenheiro, desde o chão de fábrica até posições de gerência em grandes escritórios de projetos. E desde a época da ditadura militar até a poucos anos atrás, quando a devastação do mercado de trabalho me empurrou para uma aposentadoria indesejada. A Economia do sr. Giambiagi é de fato uma Ciência Exata, porém ela difere da Física, por exemplo, em que os efeitos dos atos econômicos dependem também de causas sociais e, crucialmente, esses os efeitos só ocorrem após muito tempo depois das suas causas. Na Física não, se chutamos uma pedra ela nos chuta de volta na hora, o efeito é imediato. Daí que ninguém chuta pedra de propósito, já sabemos o que acontecerá. Porém na Economia... os efeitos deletérios da CLT varguista demoraram para aparecer e ainda pioraram quando o corporativismo dos rábulas nos impingiram a dita Constituição Cidadã de 1988. Cidadã, sim, porém só para uns 10% daqui que são efetivamente cidadãos, os demais 90% são apenas servos que carregam o Brasil nas costas. Para cada R$100,00 de salário CLT, o trabalhador “protegido” embolsa só uns R$ 60, o “patrão malvado” gasta por volta de R$ 210 e a fatia maior do bolo vai como impostos  e penduricalhos para o Estado deitar e rolar. E, pior, o astucioso paternalismo meteu na cabeça dos trabalhadores que essa tunga são os seus “direitos” e lhes facilita “botar no pau” os empregadores a qualquer pretexto, muitas vezes injustamente. Daí, nesse cenário, a minha resposta à pergunta do sr. Giambiagi ser “não”: qual investidor sensato colocaria o seu patrimônio em risco? Melhor deixar o dinheiro rendendo e, se possível, num paraíso fiscal. Sendo realista, eu acredito que a resposta seria “sim”, o Brasil poderá aproveitar o seu grande potencial de crescer, porém levaria tempo, quando algumas gerações dos filhos dos empregados e dos patrões frequentarem as mesmas (boas) escolas públicas. Ou seja, quando todos os brasileiros tiverem a educação necessária para gerir livremente os frutos do seu trabalho, sem a ilusão da tutela sufocante do aproveitadores. Sem isso, teremos de esperar até que saci ande de skate e vampiro doe sangue.

Alfredo Franz Keppler Neto alfredo.keppler@yahoo.com.br

Santos

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VENDA DE EMENDAS

A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) investigam suspeita de venda de emendas por parlamentares. Emendas parlamentares sempre foram fonte de corrupção. Tanto é verdade que alguns parlamentares eram conhecidos como “fulano 20%”. Infelizmente ninguém fala, mas prefeitos, vereadores e dirigentes de entidades filantrópicas viveram e vivem tal realidade.

Sérgio Barbosa sergiobarbosa19@gmail.com

Batatais

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NO GALINHEIRO

A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que dificulta a punição de agentes públicos por improbidade administrativa. No Brasil, é assim mesmo, não só os lobos tomam conta da porta do galinheiro, como também garantem que nenhuma das galinhas possa piar, chiar ou tentar mudar a vigilância cerrada e os ataques covardes dos senhores lupinos, tão prestimosos com os verdadeiros interesses da Nação, que nem sequer se preocupam em disfarçar a própria sanha pelo grande negócio chamado Brasil, este galinheiro que fornece ovos de ouro para os sedentos pelo sangue alheio.

Marcelo G. Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

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PARA ALÉM DA PIADA

Câmara aprovou texto de projeto que flexibiliza a lei de improbidade administrativa, facilitando (e muito) a vida do corrupto. Em qualquer lugar do mundo, isso seria uma piada, aqui é simplesmente como pensam os nossos nobres deputados. Bem dizia o filósofo Georg Lichtenberg: “Quando os que comandam perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito”.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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CONJUGAÇÃO

A Câmara aprova projeto que afrouxa a Lei da Improbidade Administrativa. O resultado disso é que o verbo roubar será ampliado, oficializado e legalizado. Eu roubo, tu roubas e qualquer um roubará, e nada acontecerá.

Arcangelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

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NOBEL DA PAZ

O Prêmio Nobel da Paz disse que não há paz sem jornalismo, uma verdade. Mas é preciso dizer que jornalismo de verdade, independente e apartidário.

Marcos Barbosa  micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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PRÊMIO NOBEL

Infelizmente, parece que um brasileiro só ganhará um Prêmio Nobel no dia em que for criada a categoria Política. Temos candidatos imbatíveis em descobertas de ilusões, promessas estudadas e conquista de riquezas em até quatro anos.

Carlos Gaspar carlos-gaspar@uol.com.br

São Paulo

 

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