Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

22 de outubro de 2021 | 03h00

CPI da Covid

Riso

Depois da divulgação do relatório da CPI da Covid, o senador Flávio Bolsonaro imitou a risada de seu progenitor para demonstrar qual seria a reação do papai protetor ao que foi apontado no relatório. Após a morte de mais de 600 mil brasileiros, ele disse que seu pai daria risada. Gostaria de lembrar a este ilustre senador que, se dependesse unicamente das ações do seu pai, o número de mortes provavelmente teria sido o dobro do que temos hoje, porque ele só resolveu autorizar a compra de vacinas quando percebeu que, diante da iniciativa do governador João Doria com a compra da Coronavac, a população brasileira implorava pela imunização. A depender do presidente, nenhum brasileiro tomaria vacina, estaríamos todos tomando cloroquina e ivermectina. Em depoimento à CPI, o sr. Márcio Antônio, que perdeu o filho, Hugo Dutra do Nascimento, em abril de 2020, em decorrência da doença, disse que a dor de quem perdeu alguém não é mimimi. O mínimo que o presidente deveria fazer diante do que aconteceu por sua ineficiência seria pedir desculpas aos brasileiros, e não rir como um palhaço do mal.

Valdecir Ginevro valdecir.ginevro@uol.com.br

São José dos Campos

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Memória da humanidade

Acusado pela CPI da Covid de cometer ao menos dez crimes durante a gestão da pandemia, o presidente Bolsonaro afirmou que não tem qualquer culpa e que fez a coisa certa desde o início. Decerto que ninguém esperava atitude diferente dele, que é refratário às realidades que lhe desagradam. Mas como ainda existem aqueles que aplaudem a insensatez e os prodígios dos ridículos que garantem até nunca ter havido holocausto na 2.ª Guerra Mundial, ou, ainda, que Hitler era socialista, então que cada um vista a roupa que lhe caia melhor, mas não se furte a posar, de frente, para as fotografias que serão guardadas no álbum de memórias da humanidade.

Marcelo Gomes Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

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Impeachment

Se o relatório da CPI da Covid não for suficiente para provocar o impeachment do presidente Bolsonaro, então é melhor inscrever na Constituição que, de 4 em 4 anos, os brasileiros têm o direito ao voto direto para eleger um ditador. E ponto final.

Euclides Rossignoli clidesrossi@gmail.com

Ourinhos

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Impunidade

No país da impunidade, a CPI da Covid provavelmente vai dar em nada. Como na Lava Jato, tudo acaba em pizza, com a devida colaboração do tribunal que se diz supremo. O dinheiro público é abundante, de fácil acesso e a probabilidade de punição é zero. Não vejo nenhuma chance de este país acabar com a miséria de parte importante da população. O dinheiro sempre acaba nas mesmas mãos. Com o aplauso dos Três Poderes.

Celso Battesini Ramalho leticialivros@hotmail.com

São Paulo

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Meio ambiente

Ainda há esperança

A matéria Cinzas de queimadas viram releitura artística na capital (19/10, A18) é um alento contra nossa desesperança. Ler que um brasileiro aproveita resíduos de tragédias ambientais na criação de releituras de obras de arte consagradas, inclusive homenageando brigadistas voluntários, comprova que neste Brasil de negacionismo, ignorância, intolerância e polarização irracional ainda existem brasileiros que nos orgulham com atos construtivos. Mostra, também, que existem patriotas dispostos a contribuir na alavancagem de nossas riquezas criativas e naturais. O que lhes faltam são espaços, porque ocupados por falsos líderes e oportunistas, sempre em maquiavélico plantão. Um bom exemplo é o lançamento de uma terceira via na próxima eleição presidencial: todos falam em união, mas ninguém abre mão da “sua” candidatura.

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

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São Paulo

Imposto mais caro

Olhem o que acontece num país que se diz rico: com o alto custo da carne bovina, o povo começou a consumir frango. Há 12 meses o quilo do filé de frango custava R$ 11,90. Hoje, custa R$ 21,98, aumento de 84,70%. E o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, deseja aumentar o IPTU, o ISS e o ITBI. Estão matando os consumidores e os contribuintes. Quero ver quem vai sustentar a corja de aproveitadores.

José Carlos Costa policaio@gmail.com

São Paulo

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

NOVO ‘ESTADÃO’

Consuetudo est altera natura – o hábito é uma segunda natureza (Aristóteles) – é uma máxima e provérbio que se pode aplicar ao novo Estadão. Sua natureza, seu hábito, seu novo formato e o conteúdo renovado do jornal foram aprovados por leitores, e no domingo passado, em diversas bancas paulistas, o Estadão' se esgotou . Eu também adorei o novo formato do jornal que honra nossa imprensa e facilita enormemente sua leitura.

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

São Paulo

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Aos 141 anos (aí descontados os cinco que esteve sob a censura do Estado Novo de Getúlio Vargas), o Estadão se reinventa.

Rejuvenescido, adota novo formato, o berliner, muito mais fácil de manusear e, pois, de ler – sobretudo pela manhã (arrisco-me

a ser inconveniente) no banheiro.

Long life for the king!

José Benedito de Souza Freitas jbdesouzafreitas@gmail.com

São Paulo

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Fenece um formato e renasce a essência imorredoura de um grande jornal!

Pedro Cobra apcobra@icloud.com

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Depois de quase 30 anos lendo diariamente as páginas do Estadão, é normal que eu esteja estranhando o novo formato. Leva um tempo para “desformatar” a maneira dos olhos correrem as páginas. Senti a falta dos quadrinhos do Frank & Ernest, mas já percebo ganhos substantivos. E o mais importante, o conteúdo tem a qualidade de sempre. 

Francisco Eduardo Britto britto@znnalinha.com.br

São Paulo

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Desde garoto adquiri o hábito de ler jornal impresso. Quando meus saudoso pai viajou pela primeira vez à Europa, pedi de presente um jornal de cada cidade visitada. 

 Assinante do Estado há mais de 25 anos, fiquei muito satisfeito com o novo formato. Li a edição com a alegria de sempre, mas com formato mais leve e moderno. Percebi que atendeu à nova geração, pois meu filho se encantou com esta revolução.

Parabéns a todo o time. Vida longa ao Estadão!! 

 José Eduardo Vaz Guimarães fvazguimarães@uol.com.br

Florianópolis

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Formato renovado, conectado com o futuro, sem perder a profundidade da notícia e a credibilidade histórica da publicação.

Ruben Schechter pamella.luz@giusticom.com.br

São Paulo

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Quadrinhos: estou feliz com o retorno dos meus amigos Frank e Ernest, agradeço por permitirem suas saudáveis  e agradáveis companhias conosco.

Cláudio Bezerra recbezerra@yahoo.com.br

Fortaleza

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COMO RESOLVER?

Tenho assistido na TV a dramas humanos que me deixam desesperado e inerte por não achar um meio efetivo de ajudar meus irmãos.

Falo de imigração, de enorme contingente de pessoas sem pátria. Mas hoje quero abordar algo muito próximo de nós e que ocorre em todo o país. Seguem algumas citações, de casos verídicos e checados.

Pergunta feita ao retirante de várias regiões do País: O que você veio fazer aqui? Ganhar um dinheirinho. O que você deixou para trás? Mulher e 14 filhos. Não preciso comentar.

Periferia de grandes cidades: O que você precisa? De tudo. Quantos filhos você tem? Cinco. E os pais? Sou mãe solteira. Nenhum pai te ajuda? Não. Do que vocês vivem? O governo e as pessoas ajudam.

Não sei como ajudar. Não sei como resolver.

Sérgio Barbosa sergiobarbosa19@gmail.com

Batatais

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HECATOMBE BOLSONARO

Gastando a rodo dinheiro público, ilegalmente, em “ciatas” para sua reeleição, com as Forças Armadas em tempos de paz, a compra do Congresso Nacional, financiamento de fake news contra a democracia e a saúde pública, viagens de parcos resultados ao exterior com seus filhos e ministros (turismo?), outras barbaridades de sua prometida “revolução cultural”, ausência de projeto econômico mesmo com ministro doutorado na famosa escola de economia de Chicago (deve ter colado muito!), Bolsonaro está levando o Brasil para o brejo a passos largos. Enquanto a boiada passa, com a cumplicidade de empresários, políticos, militares, pseudocristãos e pseudocientistas, o Brasil passa fome, está desempregado, sem verbas para ciência e tecnologia, sem recursos para o IBGE e consequente perda de identidade, o dinheiro escorrendo pelo ralo da pia da corrupção. O Brasil sofre queimadas e degradação de seu ambiente por madeireiros e garimpeiros, enquanto o governo aumenta impostos abusivos e desumanos de sua população trabalhadora, ofende mulheres, negros, indígenas e LGBTs, para dizer só um pouco da desgraça que se abateu sobre o País. A omissão dos presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados perante o anunciado aprofundamento da crise moral, desigualdade social e econômica do Brasil é escandalosa. Deputados e Senadores receberão a conta em 2022!

Etelvino José Henriques Bechara ejhbeachara@gmail.com

São Paulo

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DESTRUINDO O PAÍS

O presidente Bolsonaro está verificando se quebra o Brasil neste ano, ou se vai esperar 2022. Oremos!

Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo

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BRASIL NO OSSO

O Brasil foi descarnando lentamente, ao longo de duas décadas, e desencarnando, como diriam os espiritualistas, até os últimos 2 anos e 10 meses, em que desossamos tão completamente que chegamos ao puro osso. É no osso que vamos viver até o fim de 2022. Depende do que vamos escolher nas decisivas eleições de novembro do próximo ano, se vamos voltar a ter mais do que osso para viver. 

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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RANCORES

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que a CPI da Covid do Senado não produziu qualquer coisa a não ser ódio e rancor. Ora, presidente! Deixa de ser invejoso e egocêntrico! Será que só o senhor mesmo pode causar ódios e rancores em todos, ou mesmo em apenas alguns? Por que não dividir com outros essa imensa capacidade tão sua, tão pessoal, de desagradar, aborrecer, incomodar e infernizar os outros? Não sejas tão mal-agradecido assim, saia do seu cercadinho e vá lá congratular-se com os senadores da CPI, já que fazem parte do mesmo grupinho dos inconformados em que o senhor, parece, é o maioral!

Marcelo Gomes Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

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A CPI PARIU UM RATO

Há mais de 2 mil anos, Horácio, o pensador satírico romano, disse “a montanha pariu um rato”. Falava de algo que no princípio parecia grandioso e a realidade provou ser irrelevante. É exatamente o ocorrido na CPI da Covid, que passou seis meses gritando, mirando o governo e prometendo fantasiosas provas de corrupção na aquisição de vacinas e interesses escusos na distribuição dos medicamentos para o demonizado tratamento precoce do mal da pandemia. O relatório, lido na quarta-feira (20/10), não apresenta sequer um ato de corrupção identificado e, de forma não convencional, busca enredar o presidente, filhos e auxiliares num conjunto de frágeis suposições que não resistem à analise mais acurada e, em boa parte, ignoram a legislação vigente. O grupo investigativo nem sequer se interessou pelo destino dado por governadores e prefeitos ao dinheiro federal recebido para combater a covid-19. Poderia, pelo menos, ter requisitado às Assembleias Estaduais e Câmaras Municipais o rastreio do emprego das importâncias, que em alguns casos, sabe-se, foram desviadas para pagar precatórios, salários e outras despesas correntes dos governos. Sobra, até, a impressão de que a omissão teria sido atitude deliberada de acobertamento. Na medida em que foi constituído com maioria oposicionista e não com o equilíbrio de forças, o grupo perdeu a garantia de imparcialidade. O relatório passará na Comissão, mas dificilmente será aprovado no plenário se, por suas características, não for barrado antes de entrar em pauta. O Senado perdeu grande oportunidade de apurar isentamente a questão e contribuir com o esclarecimento de possíveis dúvidas e irregularidades. Se não aparecerem fatos novos, de concreto poderá restar apenas o protesto do palhaço Pão-de-ló que – em gravação veiculada nas redes sociais – pedindo que não chamem senador de palhaço e nem a CPI de circo, da mesma forma que circo não deve ser chamado de CPI e nem palhaço de senador. 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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SOBREVIVENTES

Graças às autoridades estaduais e municipais, que se opuseram à sanha destrutiva e negacionista do atleta imune, milhões de brasileiros sobreviveram. Sou um dos sobreviventes e sinto gratidão ao ver os números de óbitos decrescendo. Vacina para todos.

Elisabeth Migliavacca

Barueri

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MÁSCARAS

O uso de máscaras logo será descartado pelas autoridades, por politicagem, e pelos usuários que ainda não entenderam que a pandemia não está no fim, apesar dos números. No meu caso continuarei a usar máscara, agora para a vida, principalmente no transporte público.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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ATÉ QUANDO?

Nosso presidente só tem um foco de governo, uma proposição: sua reeleição. Consciente da dificuldade que ora se apresenta, foi para o tudo ou nada. Bolsa Família turbinada com licença do Congresso para gastar. Aliás, para isso, como sabe muito bem por ter sido partícipe, não precisaria pedir. O Centrão é hors-concours neste quesito. Seus apoiadores evidentemente se prepararam de antemão para a turbulência nos gastos, gerada por mais um ato desatinado. Se já foi julgado pelas inconsequências na área da saúde, agora veremos nascer outra pandemia, desta vez no setor financeiro. Seu Posto Ipiranga é incapaz de propor qualquer medida razoável, de sugerir atividades geradoras de emprego, não se preocupada seu possível legado ao País. A descrença popular em seu chefe o contagia. Por isso vê a vida de forma pragmática, usufruindo os benefícios que o cargo lhe propicia. Aos pobres mortais só cabe ver, ouvir e rezar para que alguém com alguma lucidez se proponha a declarar e enfrentar a nudez deste rei para sairmos do fundo de um poço que parece infinito.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

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GENOCÍDIO INDÍGENA

Parece que o negacionista Jair Bolsonaro conseguiu escapar do indiciamento de genocídio contra os indígenas. Apesar do extenso rol de crimes praticados, Bolsonaro quando estava instalado no baixíssimo clero já dizia que a Cavalaria Americana agiu corretamente quando dizimou e espezinhou os índios, e que ele não concederia um único centímetro quadrado de terra a eles. Apesar de a vingança vir também a cavalo, parece que desse indiciamento Bolsonaro conseguiu se safar. É o clássico o rabo abanando o cachorro!

Júlio Roberto Ayres Bisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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A ORGANIZAÇÃO QUE NOS ESPERA

A jornalista Malu Gaspar escreveu o livro A Organização, que mostra os mecanismos de corrupção criados durante os mandatos do Partido dos Trabalhadores e que foram levantados pela recém-assassinada Operação Lava Jato a mando de Jair Bolsonaro. Quem se interessar por essas duas alternativas hediondas pode se regalar com a leitura desse livro. E quem se interessar pelo futuro de nosso país tem de batalhar pela terceira via que poderia nos salvar.

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

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HERANÇA MALDITA

Se José Dirceu, com sua persuasão, usasse a sua privilegiada inteligência em benefício do Brasil, desde lá atrás, em 2003, quando a inflação brasileira estava sob controle, a conjuntura internacional nos favorecendo e a nossa economia com grande chance de avançar, hoje, sob todos os aspectos, estaríamos num invejável patamar. Infelizmente o plano de poder, em vez de plano de governo, foi um fiasco. Inchaço da máquina pública, profusão de impunes invasões urbanas e rurais, excesso de ministérios, 33 partidos políticos consumindo bilhões de reais a fundo perdido e que tornam ingovernável o país, impagáveis financiamentos subsidiados a ditaduras, Brasil relegado a segundo plano, corrupção seriamente prejudicando a Petrobras e o País sendo contaminado pelo Foro de São Paulo, celeremente caminhando para a “democracia” venezuelana. Foram 18 anos nessa toada que nocauteou o Brasil. Foi uma bênção destituir essa turma do poder. Agora, está difícil de reerguer o Brasil, com os Três Poderes desunidos, quando a união é fundamental diante da pandemia que assola a face da Terra ceifando vidas e absorvendo imensuráveis recursos. Mesmo assim há muitas realizações concretizadas e em andamento, mas a mídia não divulga, faz questão de ignorar.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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REFORMA TRIBUTÁRIA EM SÃO PAULO

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou na terça-feira passada, em primeiro turno, o Projeto de Lei 685/2021, do prefeito Ricardo Nunes, que é, na realidade, um reforma tributária, aumentando o ISS, o ITBI e o IPTU. Esta ação do prefeito e dos vereadores é ultrajante e indigna, pois, em vez de reduzir os impostos para que os contribuintes possam pagar e trabalhar com dignidade, para superar os efeitos negativos da pandemia, eles os aumentam visando a obter dinheiro para suas campanhas eleitorais.

Considerando que este projeto aumentará a inadimplência, a falência e os casos de depressão, impedindo o crescimento da economia, peço que os vereadores repensem e o alterem para salvar o povo paulistano e fazer crescer o emprego e o desenvolvimento da nossa cidade, fazendo jus ao seu juramento de posse.

José Carlos Costa policaio@gmail.com 

São Paulo

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INSÔNIA

Diversas pesquisas durante anos revelam o crescente número de brasileiros com insônia. E as causas são diversas: estresse, ansiedade, depressão, dores, etc. Recentemente foi divulgada uma pesquisa dizendo que bebida alcoólica, café, pimenta, refrigerante, etc., são os vilões do sono. É complexo o assunto. Eu, por exemplo, tenho fortes dores na coluna, joelhos, braço e mão esquerda, e a ansiedade e irritação fazem parte da minha vida, porém quando eu bebo algumas cervejas, eu durmo fácil e profundamente. Enfim, creio que a tendência é a insônia piorar. A pandemia ajudou, mas nada se compara com a economia nacional, em o nosso poder de compra está sendo devorado (combustíveis, carne/alimentos em geral, energia elétrica, dólar, desemprego etc.). Tudo adicionado só dificulta o nosso sono! Sobreviver é a questão. 

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Nova Odessa

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