Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

25 de outubro de 2021 | 03h00

Auxílio Brasil

Teto furado

No mínimo curiosa a situação econômica do Brasil. O desgoverno Bolsonaro desarranja totalmente a economia e o presidente ainda prestigia o ministro Paulo Guedes quando ele concorda em furar o teto de gastos para seu programa eleitoreiro de dar R$ 400,00 aos mais pobres até o fim de 2022, o Auxílio Brasil, que, além de tudo, joga para escanteio o que tinha de mérito o anterior Bolsa Família, a exigência de que as famílias mantivessem os filhos na escola para ter direito ao benefício. Mexer nas emendas do relator e no fundo eleitoral para os partidos, um absurdo de dinheiro nosso, nem pensar; e o tratoraço continua, mesmo diante do desarranjo total da economia e do desequilíbrio das contas públicas, detonando a mais importante conquista de décadas, que foi o compromisso de manter os gastos dentro do limite do teto. Como será o amanhã, se hoje se multiplicam nas cidades cenas como as da Venezuela, que todos temiam, de pessoas tirando restos de comidas do lixo para alimentar sua família?

Jane Araújo janeandrade48@gmail.com

Brasília

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Bilhões

Deveriam acabar com o fundo eleitoral e transferir esses recursos para o Auxílio Brasil. Mas cadê a coragem do Congresso?

José Carlos Picado jose@picado.com.br

São Paulo

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‘Obscenidade fiscal’

Se nosso ministro fosse síndico do condomínio onde mora, gostaria de saber se teria a coragem de propor um furo de teto de despesas via endividamento. Com certeza, não seria aprovado, o síndico seria destituído e haveria uma batalha entre os condôminos com quebra de cadeiras. A metáfora serve para o nosso governo, tanto para os que propõem como para os que aprovam, aos que não fiscalizam a lei e aos que não vigiam a Constituição. A PEC serve para alterar o texto original da Constituição. Agora, PEC da Emenda 95, em cujo artigo 108 diz que o presidente poderá propor mudança “a partir do décimo exercício”, me parece aberração jurídica e, como diz o editorial do Estadão, “obscenidade fiscal” (23/10, A3).

Reinaldo Somaggio reisomaggio@terra.com.br   

São Paulo

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Indesejável ou inaceitável

Não sei se fico mais indignado com a proposta do indesejável Bolsonaro de pagar um auxílio eleitoreiro de R$ 400,00, sem apontar de onde sairão os recursos, ou com a contraproposta do inaceitável Lula, de no mínimo R$ 600,00, no mesmo sentido, depois de ter esvaziado os cofres públicos na gestão mais fraudulenta da nossa história.

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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São Paulo

Reajustes salariais

As autoridades municipais e a Câmara dos Vereadores, por favor, expliquem o projeto para descontar 14% do salário dos servidores aposentados e, ao mesmo tempo, dar 37% de aumento salarial aos comissionados e 46% ao prefeito, subprefeito e secretários em 2022, considerando que os servidores não recebem há anos nem a reposição da inflação. Por favor.

Rita de Cássia Guglielmi Rua ritarua@uol.com.br

São Paulo

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É uma vergonha os vereadores aprovarem um projeto do Executivo como este, sabendo que o funcionalismo tem 0,01% de reajuste salarial há décadas. Os servidores de nível básico e médio não terão aumento. É descabido dizer que o projeto valoriza os profissionais, pois indicação política nada tem que ver com a qualidade técnica do comissionado.

Mônica Gomes monimazzotti@gmail.com

São Paulo

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Oliveiros S. Ferreira

Coragem

Ao mais que justificado enaltecimento endereçado por Marco Aurélio Nogueira ao intelectual, professor e jornalista Oliveiros S. Ferreira, que nos deixou há quatro anos, não poderia deixar de acrescentar que ele fornecia a nós, estudantes, sob a umbrosa ditadura militar, em 1974, as notícias que deveriam ter sido publicadas e se transformavam em versos de Camões e receitas culinárias, cujos trechos depauperados pregávamos em nossos murais universitários. A coragem não complementa, é a primeira virtude do homem. O Estado e o Jornal da Tarde nos vinham como deveriam vir, não como torpemente censurados pelos ditadores de plantão.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

A VIDA IMITANDO A ARTE OU A ARTE IMITANDO A VIDA

O Bicho

(Manuel Bandeira)


Vi ontem um bicho

Na imundície do pátio

Catando comida entre os detritos.


Quando achava alguma coisa,

Não examinava nem cheirava:

Engolia com voracidade.


O bicho não era um cão,

Não era um gato,

Não era um rato.

O bicho, meu Deus, era um homem.


E esse horror está acontecendo enquanto os “representantes” do povo ou

políticos receberam bilhões de reais para suas campanhas eleitorais!!!


Fernando de Oliveira Geribello fernandogeribello@gmail.com

São Paulo

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VAI FALTAR CADEIA

A meta era só trocar a chefia da quadrilha de partidos ladrões no governo, enquanto Paulo Guedes vendia o País dando lucro para uma minoria na bolsa. O miliciano e sua corja estragaram tudo queimando florestas, brincando de golpe, farreando com nossos impostos, etc. Pagarão na justiça pela ganância assassina que nos leva para mais de 600 mil mortos na gripezinha com cloroquina e pelos 14 milhões de famélicos revirando lixo.

João Bosco Egas Carlucho boscocarlucho@gmail.com

Garibaldi (RS)

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É PRECISO ACABAR COM A VONTADE NA POLÍTICA

O Brasil precisa acabar com a vontade na política. É um acinte assistir a Augusto Aras e Arthur Lira sentados em cima da montanha de provas que existem contra o presidente da República na pior gestão da pandemia do planeta. Aras e Lira não têm prazo para nada, não há vontade para afastar Bolsonaro, os dois vão ficar o ano inteiro empurrando suas obrigações com a barriga. Bolsonaro está fazendo na economia a mesma lambança que ele já fez no meio ambiente e na saúde. Os resultados catastróficos já estão aí, o País empobrecendo de maneira vertiginosa, uma bobagem atrás da outra, todas as conquistas civilizatórias jogadas no lixo: volta da inflação, irresponsabilidade fiscal, etc. O ministro Paulo Guedes já foi reduzido ao status de cachorrinho que pula quando Bolsonaro assobia. Se Guedes cair entra o general Pazuello no lugar. O Brasil precisa acabar com a vontade na política e no sistema Judiciário o país precisa ser administrado com profissionalismo e competência e não ficar refém da vontade dos partidos políticos que só estão interessados em roubar dinheiro público.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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SOCIOPATA E PSICOPATA

Nestes tempos estranhos e ásperos que o País vive sob o autoritário, genocida e obscurantista desgoverno Bolsonaro, em que mais de 600 mil (!) vidas foram perdidas pela tenebrosa pandemia de covid-19, grande parte por causa da irresponsabilidade, inação e negacionismo do mandatário da nação, que se diz totalmente inocente das acusações contra si de crime contra a humanidade e homicídio culposo, cabe, por oportuno, descrever o que caracteriza um sociopata e psicopata. Sociopata é uma palavra usada para descrever uma pessoa que sofre de sociopatia, um transtorno de personalidade que provoca um comportamento impulsivo, hostil e antissocial. A sociopatia é caracterizada por um egocentrismo exacerbado, que leva a uma desconsideração em relação aos sentimentos e direitos das outras pessoas. Um sociopata não tem apego aos valores morais e é capaz de simular sentimentos para conseguir manipular os outros. Além disso, sua incapacidade de controlar suas emoções negativas torna muito difícil estabelecer um relacionamento estável. A sociopatia não tem cura. No entanto, seus efeitos podem ser mitigados pela psicoterapia e prescrição de medicamentos. Segundo o Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, tanto a psicopatia como a sociopatia são consideradas transtornos de personalidade antissocial e têm muitas características semelhantes, o que explica o fato de muitas vezes serem vistas como sinônimos. Há muitos traços em comum: a desconsideração por leis, normas sociais e direitos de outras pessoas; ausência de sentimento de culpa; comportamento violento. Uma das principais diferenças é que o psicopata não sente remorso ou tem empatia, ao passo que o sociopata tem esses sentimentos em algum nível, apesar disso muitas vezes não ser suficiente para impedi-lo de prejudicar outras pessoas. Qualquer semelhança não terá sido mera coincidência. Muda, Brasil. Basta de Bolsonaro.


J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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POSTO IPIRANGA. O VERDADEIRO

O Posto Ipiranga deveria pedir indenização ao governo federal por uso indevido de sua marca associada ao ministro da Economia, Paulo Guedes, tido como padrão de qualidade e confiabilidade, já que este mostrou que, na realidade, entrega uma espécie de combustível adulterado.

Abel Pires​ Rodrigues. abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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BOLSONARO E GUEDES

Acredite se quiser!

Após a debandada de secretários e proposta de furar o teto para injetar mais recursos no Auxílio Brasil, substituto do Bolsa Família, o capitão declarou que “não faremos nenhuma aventura. Não queremos colocar em risco nada no tocante à economia”. Certamente o mercado e os investidores não acreditam mais na máxima de Joseph Goebbels: “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade!”.

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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GUEDES PEDE COMPREENSÃO

Até quando vai a nossa paciência?

Robert Haller

São Paulo

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NEM FREUD

O novo valor do Auxílio Brasil, ameaçando romper o teto de gastos, provocou queda no Ibovespa de 2,7%, atingindo o menor patamar do ano, além de demissões no Ministério do “posto Ipiranga”. Lula da Silva, em suas entrevistas, declara aos quatro ventos que “não pode ter teto de gastos e o povo passando fome para atender os credores do sistema financeiro. Eu não terei teto de gastos". O líder petista, mesmo com declarações estapafúrdias como esta, continua na dianteira da corrida eleitoral. Como entender. Nem Freud explica!

 J. A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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AUXÍLIO AOS POBRES

Por que não se cortam despesas com benefícios aos estabelecidos na “classe nobre” de políticos, juízes e servidores para financiar o auxílio aos pobres? Teriam os benefícios, reconhecidamente abusivos, prioridade sobre os sofrimentos na base da sociedade?

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

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PATRIOTISMO

Verdadeiros patriotas, os que têm vergonha na cara não participam de bandalheiras. Pedem demissão...

Ademir Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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MERCADO EM RITMO DE PANDEMIA

Enquanto em muitos países os ritmos de suas economias são de pré-pandemia, no Brasil, o mercado financeiro voltou ao ritmo de pandemia. Talvez cassar o presidente Bolsonaro seja mais do que fazer justiça pelos crimes a ele imputados pela CPI, mas salvar o Brasil. Ou partindo da importância que ele mesmo Bolsonaro deu ao pedir para o povo ir ao sacrifício e ignorar a covid-19 para salvar a economia.

Franz Josef Hildinger frzjsf@yahoo.com.br

Praia Grande

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COMO IMPEDI-LO?

Na iminência de Bolsonaro quebrar o Brasil, interferindo na economia para tentar se reeleger de qualquer maneira, por acaso existe algum meio legal de impedir que ele faça essas interferências? Vão deixar que o povo sofra assistindo às loucuras de um presidente desmiolado?

Toshio Icizuca toshioicizuka@terra.com.br

Piracicaba

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VOTO VENCIDO

Se a maioria dos brasileiros decidir reeleger Bolsonaro em 2022, com certeza ele vai encontrar um Brasil “quebrado” por ele mesmo. Se bem que essa possibilidade, a meu ver, desde agora está descartada, até porque dificilmente um raio cai duas vezes no mesmo lugar.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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LULA NADA SABIA E BOLSONARO NÃO LIGA

A diferença entre Lula da Silva e Bolsonaro é que o primeiro adotou como regra o nada saber a respeito de tema que lhe era inconveniente, e o segundo usa de suas risadas e respostas pitorescas sobre os problemas que o colocam na defensiva. Lula da Silva jogava os problemas para José Dirceu, Mantega e outros, enquanto Bolsonaro usa o seu Posto Ipiranga, que aceita tudo e perdeu o vezo de protestar, como no caso do Auxílio Brasil. Antes, quando queriam romper o teto de gastos, já cognominava de “fura-teto”. No entanto, agora é ele o “fura-teto”. Em resumo, ambos sabem enrolar muito bem. Poderia qualquer deles ter o apelido de “arco de pua”, cuja função é enrolar, girar e furar! Ambos sabem muito bem esconder o principal e o que interessa. Só em campanha eleitoral que não!

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

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BRASIL INVIÁVEL

Será que o presidente Bolsonaro autorizaria um vale-passagem aérea para quem pretende fugir do país?

Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo

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GARGALHADAS

Indiciados no relatório da CPI da Covid, Bolsonaro e filhos reagiram com gargalhadas. O patético clã presidencial é esmerado em debochar da coletividade. Gargalhadas da escória de insensíveis negacionistas que afrontam familiares das mais de 605 mil vítimas da covid. Gargalhadas de fracassados no controle da pandemia. Gargalhadas que acabam com sonhos de cidadãos de bem. Gargalhadas de filho deputado flanando em Dubai, com a família, diante de milhões de desempregados e despejados, passando fome. Gargalhadas de raivosos, destrambelhados e arrogantes incompetentes, tripudiando da ciência e das normas sanitárias. Gargalhadas de um tosco, inepto e destemperado chefe da nação escoiceando membros da CPI. Quem fere, xinga e humilha com vergonhosas e torpes gargalhadas será ferido, mortalmente, nas urnas. 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Atualmente o Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro é composto por onze ministros, divididos em duas turmas, com cinco integrantes cada uma, sob a responsabilidade de um presidente que só intervém em caso de empate.

Assim, tudo fluía satisfatoriamente, até ocorrer a aposentadoria compulsória do ministro Marco Aurélio Mello, fazendo com que os últimos julgamentos recentemente verificados na referida 2ª Turma, que acabaram empatados, só favorecessem a defesa dos réus.

Para evitar tal aberração, só resta ao STF acrescentar em seu regulamento mais uma cláusula: o ministro que tornar-se aposentável só poderá deixar o cargo após a assunção de seu substituto.

Gary Bon-Ali garybonali@globo.com

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FUNCIONALISMO DE SÃO PAULO

Quer dizer, senhor governador, que os deputados votam várias coisas contra o funcionalismo e o senhor vai acatá-las.

O senhor deveria vetar a maior parte do projeto. Não existirão mais faltas abonadas, o que é um direito do funcionário, mas os deputados têm recesso duas vezes por ano, passando dos 50 dias, e nada acontece. Aí não vai mexer né?!? O funcionalismo está sofrendo há pelo menos 10 anos sem aumento de salário, e ninguém fala nada, pois os deputados ganham muito. Os aposentados estão cada dia mais se afundando em dívidas, pois têm de fazer empréstimos para viver, mas isso não interessa. Dar abono salarial para professores não adiante nada, pois não é incorporado ao salário, por isso precisamos de aumento real, para podermos ter poder de compra, pagar aluguel, comprar uniforme, material escolar para os filhos, e o mais importante, colocar comida na mesa, e não ficar comendo sobras. Srs. deputados, os senhores desta vez se superaram. Gostaria de saber como vocês conseguem dormir. Acorda São Paulo.

José Claudio Canato jccanato@yahoo.com.br

Porto Ferreira

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OBRAS PÚBLICAS DE MADRUGADA

Finalmente a cidade de São Paulo regulamentou o controle de ruídos na execução das obras de construção civil. Houve importante redução dos sons emitidos das 19 às 7 horas. Algo muito necessário. 

Ocorre que o decreto do prefeito excetua as obras públicas. Infelizmente, não somente as obras públicas prementes ou em caso de emergência. Ora, que tal usarmos o bom senso em áreas altamente residenciais, principalmente a partir das 22 horas? Que as obras públicas possam ocorrer no período noturno é uma coisa. Outra é que sejam feitas obras sem necessidade maior madrugada adentro, sem qualquer limite de ruído, em áreas altamente residenciais. Pessoas de idade, crianças pequenas, doentes e todo tipo de cidadão acabam sendo sacrificados e passam a noite sem dormir para que ocorram obras que poderiam tranquilamente ser realizadas até determinado horário e com até determinado grau de ruídos. Cabe à Secretaria Municipal das Subprefeituras analisar a questão e fazer com que a lógica e o respeito aos cidadãos imperem também no que se refere a obras públicas. 

Jorge A. Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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EVERGRANDE: INDAGAÇÃO

Diante da recente vertiginosa queda do valor das ações da Evergrande; do fracasso da venda de sua unidade de serviços, o que a deixa a somente alguns dias da situação de inadimplente formal; dos sinais ambíguos emitidos pelo sistema bancário chinês, dando conta de que o impasse no qual está envolvida a incorporadora é específico e não deve afetar o sistema de crédito como um todo; da falta de sinais concretos sobre a magnitude das ondas de choque propagadas ao sistema econômico-financeiro mundial pela quase inevitável debacle da grande imobiliária; e das escassas manifestações do governo da potência asiática sobre a verdadeira natureza do problema, é lícito, a um leigo, indagar se não estará o Partido Comunista Chinês, dono do poder absoluto, reproduzindo, dentro de sua característica de ocultar fatos desagradáveis, um conjunto de manobras semelhantes às que presumivelmente resultaram no atraso do conhecimento, por parte do universo científico, da real ameaça representada pelo vírus da covid-19, origem da presente pandemia, com suas consequências, agora dramaticamente sentidas nas difíceis retomadas econômicas mundo afora.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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