Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

05 de março de 2022 | 03h00

Fundo eleitoral

Aberração

Com a bagatela dos bilhões destinados para a campanha eleitoral e sacramentada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), daria para construir 500 mil casas populares com área de 50 m2. Se considerarmos que cada casa pode acomodar quatro pessoas, teríamos abrigado quase 2 milhões de pessoas. Temos de considerar, ainda, que essas construções estariam dando emprego a milhares de pessoas. Entretanto, vamos testemunhar estes quase R$ 5 bilhões sendo gastos para financiar campanhas eleitorais. Uma aberração.

Marco Antonio Martignoni

mmartignoni1941@gmail.com

São Paulo

*

Prefeitura de SP

Remédios em falta

Uma pergunta: a eficiência da Prefeitura de São Paulo foi embora quando o prefeito Bruno Covas morreu? Atualmente, você vai a uma UBS buscar remédios de uso contínuo, mas não consegue nenhum. É mais fácil acertar a Mega-Sena.

Maurício Lima

mapeli@uol.com.br

São Paulo

*

Guerra na Ucrânia

Os efeitos das sanções

A Otan está tentando vencer a guerra na Ucrânia sem dar um único tiro, apenas impondo sanções econômicas duríssimas contra a Rússia. Tudo indica que a estratégia pode dar certo. O povo russo não aprova o massacre gratuito de seu Exército contra um país vizinho e está só começando a sentir os efeitos das sanções contra seu país. A Rússia empobreceu do dia para a noite, a bolsa de valores virou pó, a moeda não vale mais nada, haverá escassez generalizada, a inflação vai explodir, assim como o desemprego, já que muitas empresas estão encerrando as atividades na Rússia. A população russa também já tem dificuldades para entrar e sair do país com o fechamento do espaço aéreo para dezenas de países. O presidente Vladimir Putin tem o poder de reverter tudo isso, basta retirar as tropas da Ucrânia, renunciar ao cargo e arcar com as consequências de seus atos. A outra opção de Putin é escalar o conflito, inclusive com o uso de seu arsenal nuclear, mas parece que a guerra sem armas do Ocidente vai prevalecer diante da ignorância de uma guerra nuclear.

Mário Barilá Filho

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

*

A reação da Europa

Os europeus – inclusive russos, civis ou não – aguentarão assistir, impassíveis, a vídeos e relatos de crianças ucranianas estraçalhadas pelo líder que aparenta senilidade? Duvido. A encrenca vai aumentar.

Cássio M. de R. e Camargos

cassiocam@rcell.com.br

São Paulo

*

A tese russa

Após destruir as principais cidades ucranianas, a Rússia insiste, à revelia do que pensa a maioria das nações da ONU, em agir em garantia de sua segurança ameaçada pelos países da Otan. Mais de 1 milhão de ucranianos foram obrigados a abandonar o país, e, se a guerra continuar, muitos outros seguirão o mesmo caminho. Diante dos destroços gerados pela guerra, quem acredita nessa ameaça à segurança russa?

Lairton Costa

lairton.costa@yahoo.com

São Paulo

*

Putin, o agressor

Em todos os meios de comunicação de países livres, Vladimir Putin haveria de ser acusado de criminoso contra a humanidade. É responsabilidade de todos apoiar a população agredida com todas as medidas possíveis para enfraquecer o agressor. Trata-se de uma questão de princípios.

Harald Hellmuth

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

*

Comida na mesa

Um postulado da psicanálise é de que as pessoas podem mudar, e de fato mudam. Faz bem acreditar que a mudança é possível. Isso nos incentiva a agir sobre nós e a realidade que nos cerca. Assim também na política. A realidade da governança impõe reformulações. Ao acenar com possíveis restrições à compra de fertilizantes – o que redundaria em queda na produção de alimentos –, a eclosão da guerra da Ucrânia deve ter feito Bolsonaro repensar a posição do Brasil. Obrigação primordial de todo governante é garantir comida na mesa do povo. No cinto já tão apertado do quadro atual, o agravamento da fome poderia levar a conflitos de efeitos imprevisíveis. Avalio, então, que o presidente age corretamente ao evitar atritos com a Rússia. Ao pai que precisa levar comida para casa não convém brigar com o dono da mercearia.

Patricia Porto da Silva

portodasilva@terra.com.br

Rio de Janeiro

*

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

MITO COMPROVADO

Pela lei das probabilidades seria impossível o presidente Bolsonaro fazer tamanho número de bobagens no cargo que ocupa. É realmente um “mito”.

Luiz Frid

fridluiz@gmail.com

São Paulo

*

NÃO DÁ PARA ESQUECER

Fazer o que o presidente Bolsonaro está fazendo, não condenando aberta e diretamente o presidente russo, Putin, por ameaçar diretamente, e reiteradamente, o mundo de uma guerra e um extermínio nuclear, jamais poderá ser esquecido ou perdoado. Fora, Bolsonaro! Fora, e para jamais voltar, pois não passas de um traidor, falso e deplorável!

Marcelo Gomes Jorge Feres

marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

*

PRECISA DE DESENHO PARA ENTENDER?

Pesquisas indicam que o presidente Jair Bolsonaro conseguiu que a sua rejeição caísse em 15 dias. Já sua aprovação está estável. Na verdade, Bolsonaro nos últimos dias deve ter tido a ajuda de algum “anjo da guarda”, que lhe mostrou o caminho das pedras. Afinal, a “ficha” do presidente caiu ou precisa de um desenho para entender o que o povo espera há mais de três anos do seu governo? Fica a dica!

Júlio Roberto Ayres Brisola

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

*

VOLODMIR X VLADIMIR

A criminosa, condenável e descabida invasão da Ucrânia pelo poderoso Exército russo revelou ao mundo dois personagens opostos: o valente e destemido estadista ucraniano Volodmir Zelenski, da melhor estirpe de heróis de guerra, como Winston Churchill, e o sanguinário e covarde autocrata russo Vladimir Putin, da pior estirpe de criminosos de guerra, como Josef Stalin, Hitler e Mao Tsé-tung. Viva a Ucrânia livre e soberana. Fora Putin!

J. S. Decol

decoljs@gmail.com

São Paulo

*

 PUTIN!

Esta invasão da Ucrânia feita pelo Putin foi de uma estupidez homérica! Impôs um desgaste à Rússia totalmente desnecessário. A Rússia não é mais o poder do passado, tampouco tem economia ou poder militar para desafiar o mundo. Antes a Rússia buscasse uma associação econômica plena com a Europa em vez de buscar sempre um conflito militar. Putin jamais vai conquistar a Ucrânia, e sua postura no caso da Crimeia apenas acirrou o nacionalismo ucraniano. O próprio apoio a nacionalistas russos é outra idiotice completa! E mais, Putin querendo se eternizar no poder assim como não querer entender o clamor das ruas, outra estupidez. Trata-se de um líder burro e estúpido, péssimo estrategista e sem visão de diplomacia. Se os militares russos fossem inteligentes não teriam embarcado nesta aventura e bem fariam derrubando Putin. A Rússia vai sair totalmente desmoralizada deste episódio nefasto por obra de Putin. 

Paulo Roberto da Silva Alves

pauloroberto.s.alves@hotmail.com

Rio de Janeiro

*

TERAPIA MENTAL CHINESA

Militarmente não dá para comparar russos e ucranianos. Além da superioridade em terra em número de soldados e equipamentos, a Rússia domina o ar com aviões e mísseis e o mar com uma frota enorme que deve entrar em ação nos próximos dias. Sem falar em seu armamento nuclear. Tudo isso levava Putin a contar que os ucranianos iriam se render de imediato, sem pestanejar. Mas não foi o que ocorreu. Zelensky, seu presidente, não fugiu, tornando-se um herói nacional e internacional. Afinal, vivemos numa época sem liderança e um líder disposto a arriscar sua vida pelo seu país é raríssimo. Ele mobilizou os 45 milhões de ucranianos para a luta. Ora, para conseguir tomar a Ucrânia e governá-la, Putin precisava ser temido, mas não odiado como tudo indica ter se tornado o caso. Ele também passou a exigir do mundo sanções que verdadeiramente prejudicam a Rússia, e não apenas um faz de conta. Putin perdeu a compensação interbancária, o rublo já caiu 30%, a bolsa russa caiu 40% (quando as negociações foram suspensas), os juros subiram para 20% e todos os países, à exceção da China, suspenderam seu comércio internacional com Moscou. Ou seja: a guerra passou a doer na população russa. E, talvez até mais importante, no bolso dos oligarcas que inicialmente apoiaram a tomada da Ucrânia e que, em decorrência de tudo o que está ocorrendo, já reviram a sua posição. Só que as más notícias para Putin não terminam por aí. A logística de seu Exército está fazendo água. Faltam combustível, peças de reposição (algo vital para tanques de várias décadas) e até comida para as tropas. Parece também não ter muita estratégia: eles se prepararam para uma rendição dos inimigos e não para lutar com eles. No momento, uma quantidade incrível de tanques perfilados lado a lado numa linha de 70 km está marchando para Kiev. Se a Ucrânia tivesse força aérea, seria o alvo ideal: um congestionamento de 70 km de extensão no qual não dá para ir nem para a frente nem para trás. É só ir jogando bombas naquela área da estrada e onde cair é um tanque inimigo. Mas o ar é da Rússia. Bem como o mar, como provavelmente veremos nos próximos dias. Por falta de coisa melhor para fazer, estão jogando mísseis em áreas civis, acumulando crimes de guerra. A mensagem é clara: “Estamos dispostos a promover um massacre de grandes proporções, até que vocês se rendam”. Apesar de Putin ter dito que somos uma mesma nação, com o mesmo povo e a mesma cultura, etc., o genocídio de ucranianos promovido por Stalin matou 6 milhões deles por inanição. Ou seja, eles sabem que os russos não são de brincadeira e podem sim matar milhões de pessoas sem muita dor na consciência. Mas eles têm um calcanhar de Aquiles: são uma economia de tamanho semelhante à brasileira e uma guerra dessas custa caro. Eles não têm condições financeiras de manter 190 mil homens em ação por um mês. Talvez nem por 15 dias. Seus maiores aliados têm sido os EUA e a Europa que, orientados por políticas alucinadas, se tornaram dependentes energéticos e que, dada a crise, estão pagando bem mais caro pelo petróleo russo que continuam recebendo. Mas nem com isso a Rússia tem condição de enfrentar um conflito prolongado sem quebrar. E Putin já percebeu que as coisas estão bem diferentes do que programou. Será que ele vai voltar atrás? A princípio não. Não faz o seu estilo. Ele nunca perdeu uma batalha. E, segundo seus biógrafos, sua natureza o leva a enfrentar quaisquer riscos para sempre ganhar. Ter colocado as unidades com armamento nuclear a postos indica nesta direção. O que fazer? Ora, estamos num mato sem cachorro. E a chance de as coisas piorarem provavelmente são maiores. A solução é apelar para o grande líder Xi Jinping. Ele é a porta aberta que restou para o Kremlin. E ambos compartilham de muitos valores e forma de pensar. Os uigures que o digam. Assim, se interessar aos chineses, o mundo está salvo.

Jorge Alberto Nurkin

jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

*

ANÁTEMA

É interessante que os governos dos países que possuem cidadãos seus espalhados pelo velho continente comecem a se preocupar com a elaboração de planos contingentes de possíveis resgates, cada um adaptado às várias regiões, para que não sejam surpreendidos pela escalada do atual conflito na Ucrânia, tornada cada vez mais provável pela quantidade crescente de armamento que a maioria dos membros da Otan e da União Europeia, talvez sem critérios sensatos, está concentrando nos países que fazem fronteira com a zona conflagrada. Paladinos da paz, com anátema declarado pelas guerras, por terem sofrido nos últimos embates mundiais, como a Alemanha, a França, a Bélgica, a República Checa, entre outros, são protagonistas agora da transferência de expressiva quantidade de armas à Ucrânia. Que os membros da Otan se mobilizem em socorro ao país invadido, mesmo não sendo membro da organização, é aceitável, até certo ponto. Mas, como declarou recentemente sobre a questão o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg: “Não deve haver espaço para erros de cálculo ou mal-entendidos”. O que o mundo menos deseja no momento é uma expansão dos combates para fora dos seus atuais limites. 

Paulo Roberto Gotaçprgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

*

A HORA DE PAGAR A CONTA

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, descartou totalmente a possibilidade da importação de fertilizantes russos durante a guerra na Ucrânia, porque “não temos como pagar esses produtos, nem navios para carregar”. Eis aí o resultado catastrófico de ausência de política estratégica, deste e dos outros governos, sobre a autossuficiência destes insumos cruciais para o agronegócio! Os números são impressionantes. De acordo com um estudo do governo federal sobre produção nacional de fertilizantes, mais de 80% dos fertilizantes consumidos no Brasil são importados. Em 2021, o custo de importação de adubos e fertilizantes somou US$ 13,4 bilhões, o que representa 20,1% de toda a receita de exportação de produtos do agronegócio (soja e farelo de soja, açúcares e melaços e carnes e aves). Um exemplo gritante da falta de planejamento: em meados de 2019, a “nossa” Petrobras perdeu o interesse em fabricar ureia (um importante fertilizante nitrogenado) e desativou suas três unidades em Camaçari (BA), Laranjeiras (SE), e Araucária (PR); em 2021 arrendou as duas primeiras unidades, a última está ainda parada e sem destino definido. O subdesenvolvimento começa pela cabeça, certo?

Omar El Seoud

elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

*

FUNDO ELEITORAL

Esta briga dos políticos por verbas do Fundo Eleitoral é para enriquecimento pessoal. Com certeza esses recursos não serão totalmente usados em campanha. Uma campanha eleitoral não é tão cara quanto parece, fazer santinhos e vídeos para o horário gratuito é barato. Se dinheiro fosse requisito básico para uma campanha eleitoral, Jair Bolsonaro não seria presidente da República, Romeu Zema não seria governador de Minas, etc.

Renato Maia

casaviaterra@hotmail.com

Prados (MG)

*

A VENTURA DE LULA

A trajetória exitosa da vida de Lula só pode ser justificada pela interferência divina. De Celso Daniel a Gilmar Mendes, tudo deu certo para esse homem. Creio que Deus, por certo, deve ter escolhido o mais eficiente anjo da sua corte e o mandou para a terra com ordens expressas para que ele impedisse qualquer dissabor na vida de seu protegido. Árdua missão deste anjo. Desde a ditadura militar, seu trabalho é gigantesco. Às vezes ele demora um pouco para executa-los, mas sempre termina por livrar Lula de qualquer encrenca.

O último trabalho do anjo foi noticiado dia 3/3 no Estadão ( reportagem de Raysa Batista, página A12). O Ministro Ricardo Lewandowski (um dos maiores colaboradores do anjo) suspendeu o processo aberto contra Lula, o último da Lava Jato, a partir de denúncias de irregularidades na compra de caças suecos. Alegou o ministro que os fatos narrados (no processo) evidenciam, quando menos, franca antipatia e, em consequência, manifesta parcialidade em relação à pessoa de Lula. A decisão ainda é monocrática e deverá ser aprovada no plenário do STF. 

Mas o anjo saberá agir no momento certo e, como já sabemos, o processo será arquivado definitivamente. Lula estará então mais limpo que o coração da Virgem Santíssima, em marcha batida, rumo à Presidência.

Parece que, por vontade divina, teremos de engolir Lula até o fim de sua vida.

Affonso Maria Lima Morel

affonso.m.mores@hotmail.com

São Paulo

*

HISTORINHA DE MAU GOSTO

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, justificou a reprodução do general Villas Bôas numa história em quadrinhos de péssimo gosto – que o mostra em cadeira de rodas e atado a um respirador por conta de sua doença – dizendo que ele “foi retratado como se apresentava em público sem nenhum traço de desumanidade. Desfaçatez e covardia foi o general ter tuitado ameaçando o STF”. Ladainha. É evidente que houve intenção pejorativa, depreciativa e vingativa em relação ao general nessa historieta. Tão desumana e deplorável quanto as piadas que exploram o defeito da mão do ex-presidente Lula. Gleisi deveria, e ainda deve, se desculpar em nome do partido e não usar do expediente de justificar um erro com outro. 

Luciano Harary

lharary@hotmail.com

São Paulo

*

FALHAS NO BANCO ITAÚ

O correto seria o Banco do Itaú não cobrar nada dos correntistas, caso suas contas tenham ficado negativas (em virtude das falhas ocorridas quinta-feira passada no banco).

Robert Haller

São Paulo

*

AGRADECIMENTOS À PRF DE MINAS GERAIS

Não tenho palavras para expressar minha gratidão à Polícia Rodoviária Federal em Minas Gerias por conseguirem encontrar e devolver o cãozinho sobrevivente de uma tragédia automobilística que vitimou pai, mãe e filho para as duas meninas que também sobreviveram. Temos inúmeros exemplos de policiais de todos os setores trabalhando em prol da causa animal, porém raramente são lembrados. A sensibilidade desses policiais deve ser reconhecida e divulgada para que mais pessoas tenham consciência de como pequenos gestos de amor transformam o mundo e as pessoas para melhor.

Daniel Marques

danielmarquesvgp@gmail.com

Divinópolis (MG)

*

OS GOLPISTAS

O mundo está repleto de golpistas. São pessoas maldosas, desonestas, ladrões, etc., e nossas decepções crescentes são mais atribuídas aos políticos e religiosos. Pois eles “administram” nosso dinheiro, via impostos/taxas, dízimos e ofertas, etc., e a maioria deles vive o melhor da prosperidade. Acredito que tudo é reflexo da sociedade em que vivemos. Em um simples churrasco de família ou de amigos, há os folgados que comem e bebem muito e não levam nada. Há golpistas dos “gatos” da energia, água, dos sinais de TV, etc. E, claro, há os golpistas do amor, e as redes sociais são um exemplo disso. A série documentário da Netflix O golpista do Tinder, um jovem bem aparentado, usava roupas finas, carros de luxo, frequentava hotéis cinco-estrelas, etc., ele conquistava todo tipo de mulher, pois é muito fácil se apaixonar por alguém desse tipo. E, posteriormente, ele as fazia realizar diversos empréstimos. Enfim, os golpistas estão por todos os lados. 

Alex Tanner

Alextanner.sss@hotmail.com

Nova Odessa

*



 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.