Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

19 de março de 2022 | 03h00

MEC

Os pastores do ministro

O verdadeiro BBB no Brasil se passa no Parlamento. Um dos bês deste tripé (a bancada da Bíblia) revela-se agora de forma escandalosa, constitui um gabinete paralelo que controla os princípios e as verbas do Ministério da Educação. Lamento pela esmagadora maioria do País que é cristã, mas seus líderes estão usurpando o Estado para fins exclusivamente pessoais, eleitoreiros e de total má-fé, com trocadilho totalmente adequado.

Adilson Roberto Gonçalves

prodomoarg@gmail.com

Campinas

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Agronegócio

Adubo a partir de algas

Sobre a matéria Governo quer produzir alga exótica no Nordeste para substituir insumo (Estado, 18/3, B2), as algas são cultivadas há milênios no Japão e na China, e, mais recentemente, em países como Filipinas, Indonésia e Tanzânia, mas em nenhum deles o cultivo tem como objetivo produzir adubos – é simplesmente inviável economicamente. Nas Américas, o único país que cultiva algas com resultados economicamente significativos é o Chile. Há muitas razões para cultivar algas, mas a produção de adubos não é uma delas. Algas são cultivadas para obtenção de produtos nobres e de alto valor comercial, como alimento ou fonte de ficocolóides, polissacarídeos de cadeia longa com largo uso industrial.

Eurico Cabral de Oliveira

oliveiraeurico499@gmail.com

São Paulo

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Cultivo com cautela

Para criar algas fertilizantes sem o perigo de estas acabarem sufocando o ambiente marinho, como alertam especialistas, não seria possível formar um lago de água marinha em terra firme?

Cássio M. de R. e Camargos

cassiocam@terra.com.br

São Paulo

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ICMS dos combustíveis

A guerra de Bolsonaro

É impressionante o empenho do capitão-presidente, Jair Bolsonaro, em exibir seu despreparo e seu autoritarismo funcional, de adotar a improvisação como método e de expor sua gana de intervir na harmonia entre os entes federados. Sua guerra na Presidência começou atacando a cultura, a educação, o meio ambiente, as etnias, os direitos individuais e a diversidade de gênero. Na crise da covid-19, ampliou a batalha tentando legislar sobre as alçadas estaduais e municipais, intenção somente encerrada com a interferência judicial. Agora, retorna para outra invasão nacional, forçando a uniformização do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). E tudo com o aval de um Congresso de maioria amorfa, alimentada por emendas secretas e financiamento eleitoral escandalosamente usurpados do Orçamento público. Por causa desta desarmoniosa intervenção, nós, paulistas, sofreremos um aumento de R$ 0,06 no preço do diesel. É com este movimento populista, eleitoreiro, belicoso e de viés oligarca que se revela a guerra de Bolsonaro.

Honyldo Roberto Pereira Pinto

honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

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Mérito Indigenista

Indignos medalhados

Conheci e trabalhei com os irmãos Villas-Bôas e com Sydney Possuelo e sei do valor humanitário, sociológico e cultural do extenso, intenso e sincero trabalho destes atualmente raros homens brasileiros. Quanto ao medalhado presidente da República e ao automedalhado ministro da Justiça, a História não demorará para cobrar desses energúmenos o devido e abjeto lugar de memória.

Luiz P. W. C. de Vasconcellos

lpwcv4@gmail.com

Jundiaí

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Crise hídrica

Tudo pelas distribuidoras

Estamos pagando pela escassez hídrica justamente quando não há falta d’água, porque os reservatórios ainda estão cheios. Os serviços das prestadoras de energia estão cada vez piores. E, a cada queixa, as empresas distribuidoras de energia são socorridas pelo governo, que asfixia o povo com o pagamento de altíssimos valores na tarifa vermelha. Agora, o governo federal abriu mão de R$ 188 milhões em Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), por meio de decreto que zera este imposto em empréstimos para essas distribuidoras, pois elas alegam prejuízo. Temos, sim, escassez de vergonha e não vemos nem o Ministério Público Federal nem a sociedade civil recorrendo à Justiça contra este assalto ao bolso dos consumidores.

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

QUE MAIS FALTA?

Reportagem do Estadão (Pastores controlam agenda e liberação de dinheiro no Ministério da Educação, 18/3, A7) revela a existência de um gabinete paralelo no Ministério da Educação, controlado por pastores evangélicos sem vínculo com a administração pública, mas que controlam a agenda do ministro e decidem as prioridades da pasta e a destinação de verbas. O absurdo é total, pois, apesar de não estarem nomeados a nenhum cargo público, viajam em aviões da FAB e abrem as portas do ministério para prefeitos e empresários. Se mais essa espantosa denúncia não for suficiente para Lira cumprir a sua obrigação, liberando todos os pedidos de impeachment de Bolsonaro, então é hora de lhe cassar o mandato de deputado federal. O que mais falta? O que estamos tomando conhecimento, tanto nas sucessivas reportagens do Estadão como em seus editoriais, é que o Brasil foi tomado de assalto por malfeitores, sob o abrigo do presidente da República. Aparentemente, não existe nenhum setor do Governo Federal que não tenha sido capturado por elementos estranhos à administração pública. E assim já perdemos um território de floresta na Amazônia, maior que a área do Estado de Sergipe, além dos seus rios envenenados por mercúrio. O Brasil, que era líder na preservação ambiental, tornou-se o pária do planeta no combate ao aquecimento global. Ademais, segundo estudos de médicos infectologistas, no mínimo 40% dos mortos pela covid-19 foi devido à política tacanha e ignorante do presidente. O descaramento na atual legislatura é tal, que nenhum parlamentar, a rigor, merece ser reconduzido. Certa ocasião, a jornalista Eliane Cantanhêde disse: “O Centrão não pega em alça de caixão”. Com Bolsonaro, o grupo está arriscando mais, pois o botim é grandioso.

Gilberto Pacini

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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CONTROLE ECLESIÁSTICO DO MEC

É inaceitável, e configura crime de responsabilidade do presidente da República, Jair Bolsonaro, que as igrejas, em gabinete paralelo, controlem a agenda financeira do MEC (Pastores controlam agenda e liberação de dinheiro no Ministério da Educação, 18/3, A7). O ato estatal mais importante implica em dispêndios de recursos públicos. E nossa Constituição e seu Estado Democrático de Direito também consagram o Estado laico. O pano de fundo é o obscurantismo eclesiástico, quando as "autoridades" da igreja pretendem traçar os contornos da educação e da cultura de um país.

Amadeu Roberto Garrido de Paula

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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MEC GABINETE PARALELO

Diante desta reportagem – Pastores controlam agenda e liberação de dinheiro no Ministério da Educação (18/3, A7) – sabemos por que o ensino no Brasil regrediu para mais de 20 anos. Já era deficitário, agora piorou e muito. Gostaria de saber como é que pode um bando de pastores, bispos ou seja lá o que for, que não estudaram, que não têm qualquer tipo de graduação, controlar uma pasta tão importante como o MEC. É um absurdo dos absurdos.

Alberto Utida

alberto.utida0926@gmail.com

São Paulo

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DE FACE EXPOSTA, MAS COM CUIDADOS

Alívio. Essa é a sensação que envolve a população dos 645 municípios paulistas, agora desobrigada do uso da máscara em locais abertos e fechados, exceto nos prédios de atendimento à saúde e no transporte público. E o melhor é a “garantia” que o governo do Estado e o seu comitê científico dão sobre a medida. Ela só é possível porque temos 90,27% da população acima de cinco anos vacinada e caíram significativamente os números de internações e óbitos. O radicalismo de algumas autoridades que tentavam controlar a pandemia “por decreto” e com medidas extremadas incomodou e revoltou a população. Uma série de medidas exageradas e incabíveis tornou a vida do povo um martírio. Os aproveitadores eleitorais deram um espetáculo deprimente que certamente será cobrado nas próximas eleições. A retirada da máscara devolve ao cidadão a identidade facial camuflada durante os últimos dois anos. Não teremos mais de prestar atenção dobrada aos olhos para identificar se nosso interlocutor está sorrindo, aprova ou rejeita aquilo que dizemos. O conjunto facial é o que diz tudo. Espera-se que a população compreenda o momento importante e se mantenha dentro dos parâmetros que as autoridades sanitárias indicam como seguros para esse momento. Da mesma forma que poderão frequentar bares, academias, clubes, supermercados, shoppings e outros locais fechados de face exposta, aceite as restrições ainda mantidas para os pontos de serviços de saúde e do transporte público. Elas decorrem de parâmetros e estudos derivados de outras partes do mundo que também tiraram a máscara.

Dirceu Cardoso Gonçalves

aspomilpm@terra.com.br       

São Paulo                                   

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O REMÉDIO JUROS E A MORTE DOS PACIENTES

Percebe-se que realmente o Banco Central é independente: independente dos interesses da população brasileira. Não existe sentido em o Copom aumentar os juros haja vista que, numa situação de estagflação, a escassez não se deve ao fato de elevado consumo interno, muito pelo contrário. Os juros estão há um ano sendo aumentados e em nada esse remédio surtiu efeito, mas agravou o problema da população – a não ser encher os bolsos de rentistas e de financeiras. O custo do financiamento deveria ser baixo justamente para frear a inflação porque poder-se-ia incentivar a produção e utilização da energia solar e na aquisição de veículos elétricos com financiamentos e, assim, reduzir ao mínimo o uso de combustíveis fósseis e elétrica advinda de terceiros. Mas será que dentro de um sistema de cleptocracia o governo teria independência para ir contra o setor energético e das financeiras? R: um sonoro “não”!

Franz Josef Hildinger

frzjsf@yahoo.com.br

Praia Grande             

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TAXA SELIC NAS ALTURAS

Sem outra alternativa, o Banco Central, para conter o avanço da inflação, que em 12 meses está acumulada em 10,54%, subiu mais um ponto a taxa Selic, elevando para 11,75%. Em março de 2020, antes da pandemia, a nossa Selic era de 2%, uma das mais baixas do mundo. Durante isso, o crédito era farto, barato que estimulava investimentos e consumo geral. Porém, de 2020 até aqui, houve um sobressalto de 9,75% na taxa básica Selic. Que para cada 1 ponto a mais na taxa, o Tesouro terá uma despesa anual a mais de juros em torno de R$ 30 bilhões. E, com alta de 9,5% de 2020 a 2022, gera uma despesa a mais de juros para a astronômica soma de R$ 285 bilhões por ano. Mas, certamente, como estimam os especialistas e alerta o BC, a taxa neste ano poderá ficar em até 13%, se essa insana guerra da Rússia contra a Ucrânia demorar, e Jair Bolsonaro continuar atuando contra as regras do mercado, ameaçando até, com ajuda do Congresso, intervir na Petrobras. É bom lembrar que a nossa economia, diferentemente da maioria de outros países, está quase estagnada, e a projeção é de um PIB medíocre de 0,5% neste ano.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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TAXA $ELIC

E o Brasil de Bolsonaro e Paulo Guedes, que há apenas um ano tinha juros de primeiro mundo, de 2% ao ano, agora, com a taxa Selic a 11,75% a.a., tem o segundo juro real mais alto do mundo, de cerca de 7,10% a.a., superado apenas pela Rússia em tempos de guerra. Com o anúncio de que em maio próximo haverá nova subida para 11,75% a.a., o País corre atrás da galopante inflação que não dá trégua. Até quando?

J.S. Decol

decoljs@gmail.com

São Paulo

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15 MINUTOS DE FAMA

Saí para almoçar com minha filha. Treze anos. “Você pensa em fazer 18 logo para assumir o volante de um carro!?” Ela: “Eu não. Tem uma linha razoável de ônibus e metrô.” Ela não deixa de ter razão. Mas onde foi parar a máxima do “governar é construir estradas” de Washington Luís (era pré-Vargas)? Para garantir a rentabilidade, nunca se venderam carros tão caros (um “popular” não sai por menos de R$ 60 mil). Mas onde vai parar? A eletrificação é um sonho distante. O petróleo vai sobrar sob a terra. Eólica? Hidrogênio? Tudo, tudo parece distante em relação aos prédios que são erguidos já com carregadores na tomada. Mas voltemos ao interesse. Rabo de peixe? Capôs avantajados? Não, a indústria nunca se esmerou tanto para produzir veículos atraentes. Atraentes que hoje parecem durar os tais 15 minutos de Andy Warhol. Mudar o escopo? Produzir outras coisas? Esse parece ser mais o caminho. Ao menos em tempos de Juliette e Gil do Vigor.

Luís Perez

jornalistaluisperez@gmail.com

São Paulo

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DUPLA DE IRRESPONSÁVEIS

Todas as pesquisas de intenção de voto colocam Lula e Bolsonaro na dianteira. A terceira via não decola e a dupla de boçais vai se consolidando. Lula, populista como é de seu feitio,  diz que vai gastar o que for preciso, desrespeitando o teto de gastos, para melhorar a vida do brasileiro. Bolsonaro fala em decretar o fim da pandemia, esquecendo que a “gripezinha" continua fazendo vítimas. Um deles vai continuar a infernizar nossas vidas.

Jose Alcides Muller

josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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TROCA

O aparelhamento da PF, por Bolsonaro, tem um único e exclusivo interesse, a proteção e não investigação de sua família em diversos crimes, como rachadinhas, caso Marielle Franco, e outros.

Marcos Barbosa

micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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O HOMEM TEM MÉRITOS MESMO

Indigenista consagrado pelo Ministério da Justiça, Bolsonaro requer a repetição do dito popular: elogio em boca própria é vitupério. Homem forte da República, porque consegue, segundo ele, subjugar as Forças Armadas. Consegue muitas vezes em seu mandato presidencial trocar as chefias e comandos da Polícia Federal. Os seus adeptos conseguem realizar política com um radicalismo nunca visto, da mesma forma que ocupam as redes sociais para semear a confusão e a discórdia. O homem vai à Rússia, coopta Putin, e ainda quase acaba com a guerra da Ucrânia. Os seus pronunciamentos na ONU são admirados pelo mundo inteiro. Em resumo, a meritocracia chegou até aí e parou! Só mesmo o Lula da Silva, com sua competência, pureza e honestidade, para se equipar ao grande homem. Então, o resultado final é que são farinha do mesmo saco. E se o Brasil pudesse ficar livre de ambos para a sua governança, na verdade, seria a maior conquista nacional. Será que pelo voto poderá haver substituição?

José Carlos de Carvalho Carneiro

carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

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QUARTA VIA

A patética outorga da comenda do mérito indigenista ao presidente Jair Bolsonaro equivale a Vladimir Putin receber um prêmio pelos seus esforços em prol da paz e dos direitos humanos. Concedida então pelo Ministério da Justiça é um escracho, posto que a atitude desse governo para com a preservação ambiental, os indígenas e suas terras passa longe da justeza. Bolsonaro não dá ponto sem nó. Esse teatro, obviamente criado por ele, é claro recado tanto para seus críticos quanto para seus seguidores: caso eleito, ele continuará o mesmo. Com a terceira via insistindo em não decolar, a quarta (votos brancos e nulos), como apropriadamente apontou Eliane Cantanhêde, tem grande chance de vitória nas próximas eleições presidenciais. 

Luciano Harary

lharary@hotmail.com

São Paulo

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SONHO IRREALIZÁVEL

Já saí da garantia, mas desde jovem sonhava com um Brasil limpo, honesto e justo. É um sonho utópico desfeito perante a dura realidade. A última luz no fim do túnel foi a Operação Lava Jato desbaratando a maior corrupção à face da Terra, envolvendo destacadas figuras do cenário nacional até então tidas como intocáveis, impunes. Justo quem deveria valorizar e disseminar o combate ao crime, além de não apoiar, aos poucos desmereceu, desfez todo o brilhante trabalho da Lava Jato. O mocinho virou bandido e o bandido virou mocinho e só falta solicitar indenizações para receber bilionárias quantias. Parece mentira, mas é verdade. É difícil entender a Justiça brasileira.

Humberto Schuwartz Soares

hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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CENSURA À PRODUÇÃO DE PORCHAT

A questão de censurar ou não um produto audiovisual precisa ser analisada por vários ângulos. Nossos relacionamentos são o tempo todo balizados pelo binômio censura-aprovação, o que é aceito ou não pelo grupo, aprovado ou reprovado. Foi mais ou menos por aí que chegamos ao Estado moderno. O tabu do incesto viabilizou, por exemplo, a formação de sociedades mais fortes, segundo Engels, no estudo da origem das formações sociais. A pedofilia é uma prática antissocial, contrária à formação de indivíduos saudáveis. Praticada contra vulneráveis, a quem cabe ao Estado e à sociedade proteger. Há, por outro lado, uma notória tendência humana de imitar o que se vê nas telas. Hollywood impulsionou a indústria do tabaco com seus elencos, astros e estrelas glamourizando o hábito de fumar. Enquanto a proibição de anúncios de cigarro revelou efeito notável na redução do vício. São evidências de que as mensagens audiovisuais influenciam comportamentos, para o bem ou para o mal. Isso mereceria uma discussão mais inclusiva. Por ora, no entanto, apenas manifesto a ideia de que a censura nem sempre é algo destrutivo, insensato ou indesejável, como se costuma taxar. Há aspectos construtivos a considerar.

Patricia Porto da Silva

portodasilva@terra.com.br

Rio de Janeiro

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O MENDIGO 

O assunto dominante da semana nas redes sociais foi o caso do professor de educação física que flagrou a esposa transando com um mendigo. Ele, nervoso, bateu no “amante”. O professor, infelizmente, vai ficar marcado pelo resto da vida pela traição. Quando um homem tem amantes, ele é visto como o garanhão. Já as mulheres são rotuladas de “putas”. Tudo muito injusto. Eu assisti a algumas entrevistas do professor traído. Ele apoia a esposa e acredita que ela, segundo os médicos, teve um surto psicótico. E que ela jamais transaria em local público. Eu acredito no possível surto, mas sobre o local eu discordo, pois existem as fantasias, que a maioria tem. É adrenalina, medo, perigo. Enfim, para transar com um mendigo, que normalmente é sujo e fedido, a mulher do professor ou teve um surto fortíssimo ou estava muito infeliz e carente.  

Alex Tanner

alextanner.sss@hotmail.com

Nova Odessa

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