Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

28 de março de 2022 | 03h00

Guerra na Ucrânia

Hora de negociar

A Rússia recua e, agora, objetiva ficar somente com a Crimeia e o leste da Ucrânia. Trata-se de uma região onde a maioria da população é de etnia russa. Faz sentido para os locais e para as partes em conflito. Pode servir de base para a negociação de um acordo de paz ou, ao menos, para estabelecerem um armistício de médio prazo. Levando em conta que a incapacidade de chegar a algum acordo pode implicar um conflito entre as potências ou o uso de armas nucleares, uma má solução pode ser bem melhor do que nenhuma solução levando a algo muito pior.

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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A patologia do poder

Estamos assistindo a uma lenta mudança na lista dos dez maiores ditadores de todos os tempos. Somos testemunhas oculares dessa história, um desprezível privilégio. Nessa lista, em ordem alfabética, até o momento, temos Adolf Hitler, Augusto Pinochet, Benito Mussolini, Fidel Castro, Francisco Franco, Josef Stalin, Mao Tsé-tung, Napoleão Bonaparte, Nicolás Maduro e Saddam Hussein. Estupefatos, assistimos ao mais famoso imperador ditador da História, Napoleão Bonaparte, ceder aos poucos – provavelmente a contragosto, lá em seu túmulo – o lugar para um neoimperador russo. Da mesma Rússia que derrotou, de forma humilhante, a França napoleônica de dois séculos atrás. Que este posto continue pertencendo a Napoleão, porque de mortos em guerra a humanidade está farta.

Lincoln Pessoa lsp.austria@sapo.pt

São Paulo

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Russos no Miami Open

Como, após tantas acertadas sanções contra a Rússia por causa da guerra na Ucrânia, tenistas russos jogam normalmente o Miami Open de tênis? Basta não citar a nacionalidade deles e está tudo resolvido? Não entendo.

Lúcia Mendonça luciamendonca@terra.com.bt

São Paulo

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Eleições 2022

As opções do PSDB

A movimentação que se vê no PSDB para destituir João Doria da candidatura à Presidência e colocar Eduardo Leite em seu lugar é uma demonstração clara de desrespeito às próprias regras, é uma virada de mesa que desmoraliza o partido que se orgulhava, até há pouco tempo, de ser o único que escolhia seu candidato democraticamente por meio de prévias. A única alternativa que vejo para o PSDB à eventual possibilidade de Doria não se garantir como terceira via é desistir de ter candidato próprio e apoiar com todas as forças o candidato da terceira via mais promissor, seja de que outro partido for. O Brasil precisa que seus líderes caminhem unidos para evitar o desastre Lula x Bolsonaro.

Radoico Câmara Guimarães radoico@gmail.com

São Paulo

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Passado inadmissível

O editorial O ‘povo’ segundo Lula (Estado, 26/3, A3) me faz agradecer a Deus por ainda existir equilíbrio no jornalismo brasileiro. Texto sem ódio, sem agressividade, mostrando apenas quem é este personagem endeusado por alguns, mas rejeitado pela maioria absoluta dos brasileiros equilibrados. Admito que rejeitemos (pelo voto) o governo atual. Mas voltar a um passado que quase leva o Brasil à bancarrota é inadmissível. Quem viver verá.

Minervino Felix minervinofelix@gmail.com

São Paulo

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Trabalho

O ponto dos servidores

A manchete de primeira página do Estadão de sábado (26/3), Trabalho híbrido ganha novas regras e contrato por produção, informa que o governo, por meio de um pacote de medidas (ou de bondades?), pretende estipular novas regras para o trabalho híbrido, com a alternância entre o presencial e o home office. Este é o sonho de consumo dos servidores públicos de nosso país, pois, na prática, acaba com a obrigatoriedade do abominado ponto que os chamados barnabés tinham, até hoje, de bater ao chegarem à sua repartição. O argumento de quem elabora o pacote de medidas é de que essas novas regras “pretendem dar maior segurança jurídica às empresas”, com uma forma de contratação que “prevê controle de jornada feito a distância pelo empregador”. Ora, ora, ora, se até hoje, presencialmente, nunca foi possível controlar satisfatoriamente a produtividade dos servidores públicos, como vai ser possível exercer esse controle remotamente à distância. Era o que faltava! Liberou (o ponto) geral.

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br


TRAVESTI NO PALANQUE

O cantor Pabllo Vittar usou de um palco com entrada paga para realizar um ato político em prol do pré-candidato à Presidência Lula da Silva. Um verdadeiro "showmício" em algo que deveria ser apenas um show. Pergunto se para ele e a organização do show não valem as regras do Tribunal Superior Eleitoral de Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. Ou suas excelências são simpáticas a este rapaz que tenta cantar e lacrar ao mesmo tempo?

Paulo Boccato

pofboccato@yahoo.com.br

Taquaritinga

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INCOMPATIBILIDADE

A figura de Lula e o que ele representa passaram a ser incompatíveis com a nova mentalidade do povo.

Eugênio José Alati

eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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BRASIL DE HOJE

Ao ver nas pesquisas de opinião que, mesmo após três anos do pior governo da nossa história republicana, o presidente ainda conta com grande apoio de empresários e pessoas com ensino superior, se constata por que o Brasil não desenvolve todo o seu potencial. Nossa “elite” é uma piada de mau gosto. Já em 2018, apoiar um indivíduo que defende a tortura e torturadores, era um indefensável desvio de caráter, além de todo o histórico infame do dito cujo. Porém, continuar a defendê-lo em 2022, após este desgoverno caótico e patético, beira a insanidade voluntária, a subserviência dos covardes e a rendição infame dos desertores, tudo somado. Mesmo que tivesse feito um governo excelente, o que obviamente não é o caso, não mereceria ser reeleito, pois só foi eleito devido a uma conjuntura montada para a ascensão da extrema direita no País, inclusive com ajuda do Império. As promessas da campanha de combate à corrupção e desenvolvimento econômico foram cumpridas rigorosamente ao contrário. Nunca se aparelhou tanto as instituições, especialmente as ligadas à segurança, controle e Justiça, tudo para blindar a familícia presidencial. Já o PIB do “posto Ipiranga” foi um fiasco do tamanho da sua arrogância. Deu tudo errado, mas ainda há 26% que estão achando gostoso pagar R$ 8 no litro de gasolina, afinal, os acionistas da Petrobras são mais importantes que 212 milhões de brasileiros. E a imprensa compra (e vende) de barato a falácia, que destrói o Brasil para satisfazer Wall Street. Pobre terra brasilis que ainda se vende por bugigangas como em 1500. Paulo Francis já dizia que “a culpa não é dos gringos, é nossa”. Reeleger um homem que não derrubou uma lágrima por mais de 650 mil brasileiros mortos na pandemia, que sepulta a própria mãe e vai jogar na loteria, que não se importa com a natureza, os rios, animais e povos indígenas, que destrói a cultura, a educação e a pesquisa, enfim, que desonra todos os dias o cargo máximo da nação, poderá vir a dizer muito sobre nós mesmos, portanto, neste ano o Brasil tem a obrigação de libertar-se das garras da ignorância, da blasfêmia e de todo o mal representados na figura do inominável.

Sandro Ferreira

sandroferreira94@hotmail.com

Ponta Grossa (PR)

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SENADO DA FANTASIA

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, defendeu a Proposta de Emenda à Constituição que concede um bônus na remuneração de juízes e procuradores no País. Pergunto: o presidente do Senado não é obrigado a saber em que país ele vive? Vergonha!

Luiz Frid 

fridluiz@gmail.com

São Paulo

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PERFORMANCE NAS PESQUISAS ELEITORAIS

Se João Doria ganhou as eleições para governador de São Paulo em 2018 com 51,75% dos votos, a julgar pelo seu bom desempenho administrativo no cargo, deveria reter na sua campanha para presidente no mínimo entre 35% e 40% do eleitorado paulista, que representa 20% do eleitorado nacional. Teoricamente Doria deveria iniciar nas pesquisas a partir de 7 a 8%, contando exclusivamente com os eleitores do seu Estado. Porém, todas as pesquisas indicam que está patinando entre 2 e 3% das preferências, com toda a exposição nacional que fez questão de ter durante a crise da pandemia. Será que, na cabeça do eleitor, bom administrador não serve para a “política” na Presidência? Eleitor brasileiro sempre votou na pessoa do candidato e não pela cor de seu partido político. Daria para explicar? Talvez daria para convencer o Doria a desistir dessa empreitada. 

Elie R. Levy

elierlevy@gmail.com

São Paulo

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MORTE AGONIZANTE DO PSDB

Esqueçam por um instante que Doria não seria eleito síndico de um único prédio no País, que Alckmin tornou-se petista, e que o PSDB não tem candidato para o governo de São Paulo (Garcia é recém-saído do DEM). O PSDB vai colocar como puxador de votos para a Câmara dos Deputados o atual senador José Serra. Serra serviu São Paulo como prefeito, governador, deputado federal e senador, além de posições relevantes no Governo Federal. Na sua última aparição pública que eu testemunhei, em que ele ocupava uma posição na mesa de uma comissão no Congresso, ele mal conseguia concatenar ideias e diálogos. Posso até entender a legenda permitir que o ego do atual senador seja satisfeito com a possibilidade de postular uma cadeira na Câmara. Mas colocá-lo como “O puxador” de votos do PSDB paulista para a Câmara é a prova cabal de que o PSDB já não tem quadros e está falido em São Paulo, e, portanto, no Brasil. É isso ou a candidatura de Serra é só uma forma de ele tentar manter o seu foro privilegiado para protegê-lo dos processos criminais que o cercam. Nenhuma das duas opções é boa. 

Oscar Thompson

oscarthompson@hotmail.com

São Paulo

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SÓ OS CASSINOS?

Para o outrora eminente senador José Serra, o "vício dos vícios" são os cassinos, prestes a reabrirem no Brasil (‘Alea jacta est’, 24/3, A4). E o cigarro, o álcool e as drogas, senador, que além de empobrecer, também matam?

Marcelo Lefevre

marcelo.lefevre@gmail.com

São Paulo

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CIGARRO ELETRÔNICO X VOTO DOS ADOLESCENTES

Pelo que eu tenho acompanhado nas mídias, Anitta e mais alguns famosos estão incentivando os jovens a se cadastrar e tirar seu título de eleitor para votar em 2022. Mas será que vale a pena tal incentivo? Jovens que estão destruindo a própria saúde usando cigarro eletrônico e outras drogas vão saber votar? Vão votar no Bolsonaro, no Lula ou na terceira via? E qual é essa terceira via? Moro, Ciro Gomes ou alguém ainda a ser lançado pelos partidos DEM e PSL (um tal União Brasil), junto com PSDB mais MDB? Enfim, uma terceira via formada por partidos que temem Moro, pois seus líderes têm rabo preso na Justiça. Enfim, será que vale a pena chamar os jovens para participar dessa lambança? 

Maria Carmen Del Bel Tunes

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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ANITTA TOP 1

Se o talento da funkeira "garota do Rio" Anitta como cantora e compositora é altamente questionável, o mesmo não se pode dizer de sua extrema habilidade na condução exitosa de sua carreira mundo afora. Na semana passada, com a música cantada em espanhol “Envolver”, ela alcançou nada menos que o inacreditável posto de número 1 no Spotify como o single mais baixado em todo o planeta, com mais de 6,3 milhões (!) de reproduções, à frente de grandes nomes internacionais como Dua Lipa, Snoop Dog, Luis Fonsi, The Black Eyed Peas, entre outros. Anitta consolida assim sua carreira internacional, sendo a única cantora latino-americana a atingir tamanha exposição e prestígio. Bravo,"malandra"!

J.S. Decol

decoljs@gmail.com

São Paulo

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HIPOCRISIA

O que é interessante observar é a democrática classe artística brasileira estar completamente muda em relação às atrocidades perpetradas pelo sr. Putin na Ucrânia. Nenhuma palavra de ninguém acerca da morte de centenas de crianças, da destruição selvagem do país por conta de uma violência ímpar. A sra. Fernanda Montenegro, que sempre chamou Bolsonaro de monstro e Bolsonaro jamais mandou matar ninguém, até o momento, não expressou nenhuma ideia, nenhum comentário sequer sobre a tremenda tragédia humana que está ocorrendo na Ucrânia. Cuba, que condenou recentemente centenas de opositores a décadas de prisão, também não teve qualquer condenação por parte desta gente esquerdista e absolutamente hipócrita.

Paulo Alves

pauloroberto.s.alves@hotmail.com

Rio de Janeiro

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OS SOBREVIVENTES DO NAZISMO

Muito oportuna reportagem do Estadão sobre os ucranianos sobreviventes da Segunda Guerra Mundial na luta contra o nazismo (Estado, 26/3, A26). Eles, com razão, lamentam que o Holocausto não tenha ensinado nenhuma lição, no caso a Vladimir Putin. O ditador da Rússia, que na época nem sequer tinha nascido, mas nos ameaça com outra guerra mundial, acena com armas químicas e bombas atômicas, por ter o maior arsenal. Inventou essa guerra com a Ucrânia — cujo povo mais uma vez é sacrificado devido a sua posição geográfica — para contornar os seus problemas internos e, agora que vem se dando mal, ameaça o mundo. Ora, acredito muito mais em blefe do que na probabilidade de a utilizar, uma vez que, em uma hipotética guerra atômica, não haverá vencedores. Ele deveria estudar melhor as consequências daquela guerra para os nazistas e os japoneses. Também os americanos se deram bem com a bomba atômica, porque, naquela oportunidade, só eles a possuíam. Eu era pequeno ainda, mas me lembro bem das suas consequências para nós no Brasil, sem ter nenhuma batalha por aqui. Não me esqueci das dificuldades dos meus pais para termos o que comer, pois encontrar alimentos se tornou uma tarefa árdua. Os nossos veículos passaram a ser abastecidos com o gasogênio, uma vez que os combustíveis automotivos eram todos importados. Putin encontrou uma resistência do bravo povo ucraniano, que não constava do seu manual de roubar terras alheias. Muito menos da grande maioria dos demais países, com exceção da China e, para vergonha nossa, da simpatia do nosso presidente, sempre se sobressaindo por ficar do lado errado da história.

Gilberto Pacini

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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TRAGÉDIAS DAS AUTOCRACIAS

A tragédia na Ucrânia ocorre por decisão de um autocrata que se julga divino e com o poder de exterminar vidas do seu povo, os soldados, e de seu imaginário inimigo, dentre eles nascituros, bebês, crianças, homens e mulheres. Essa inútil guerra expõe o risco das autocracias, em que a população pátria não é consultada, predominando uma única visão, mistura de tirania e populismo inconsequentes. Paralelo não muito diferente vive o povo brasileiro com seu atual capitão-presidente. Não fossem a suprema Corte, escolhida por governantes eleitos democraticamente, e a enérgica reação contrária dos governadores, também eleitos via voto, a tragédia da covid-19 teria sido muito maior. Mesmo assim, estima-se que nessa tragédia pandêmica perdeu-se entre 120 mil e 160 mil vidas a mais, em razão da persistente ignorância de uma pretensa governança autocrática que desacreditou a vacinação. E que continua atuante, agora vetando a Lei das Licenças, aprovada no ano passado pelo Congresso, que permitiria ao Brasil fabricar e comprar insumos contra a covid a preços menores. Sem dúvida, uma postura autocrática, sem qualquer fundamento no interesse público. Que nas próximas eleições os brasileiros não se esqueçam dos históricos de posturas autocráticas e populares dos pretensos candidatos.

Honyldo Roberto Pereira Pinto 

honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

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VILA MARIANA

Em relação à reportagem Rapaz encontra o suspeito de matar seu pai depois de 12 anos de buscas (Estado, 26/3, A34), gostaria de dizer que entendo perfeitamente essa pessoa e seu sentimento de impotência perante a inação da autoridade policial. Na madrugada de 26 de março, liguei para a Polícia Militar para denunciar que, no bairro da Vila Mariana (local onde existe, inclusive, uma autoescola), estava acontecendo uma reunião ruidosa onde houve por muitas horas elevado consumo de cerveja e essas mesmas pessoas iam simplesmente pegar seus carros após toda a bebedeira e colocar em risco suas vidas, bem como as de ciclistas, pedestres e outros motoristas, fora possíveis danos materiais. A atendente simplesmente me transferiu para uma gravação que dizia que se eu quisesse reclamar do barulho, que acessasse o site da Polícia Militar. Pelo menos neste governo atual, percebo que a Polícia Militar é aparentemente tolerante com esse tipo de situação inaceitável. O que se pode realmente esperar da polícia? Como a sociedade pode voltar a ser ouvida? Tristes trópicos.

Fernando T.H.F. Machado

fthfmachado@hotmail.com

São Paulo

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DIREITO-USP

O Estadão da última sexta-feira apresenta uma reportagem com uma grande foto (Estado, 25/3, A21) mostrando o Largo de São Francisco, onde está instalada a “velha e sempre nova” tradicional Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, onde tive a honra de ser aluno por cinco anos. A reportagem relata assaltos diários após a volta das aulas presenciais, o que obrigou diretor e estudantes a cobrarem patrulhamento da Polícia Militar na região das arcadas. Espero ab imo pectore – do fundo do coração – que o milagroso santo também ajude na efetivação desta medida.

Antônio Brandileone

abrandileone@uol.com.br

São Paulo

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CIDADE MARAVILHOSA

São Paulo é uma cidade maravilhosa. Temos diversas qualidades pois, ao longo dos anos, construímos coisas excepcionais, como, por exemplo, diversos teatros entre os quais podemos citar a Sala São Paulo, considerada por muitos a melhor do mundo. A rede hoteleira é exuberante e acabamos de ganhar um hotel 6 estrelas. Temos cafés e confeitarias maravilhosas. Bairros interessantíssimos como Vila Madalena, Itaim, Jardins e tantos outros. Temos museus de alto padrão. A nossa rede de restaurantes compete com as melhores cidades, pois temos uma culinária de alto padrão e extremamente diversificada. Os centros de compras são comparáveis a Nova York, Londres etc. Apesar de todas estas qualidades, temos um abandono enorme da cidade pelos órgãos públicos. Ruas esburacadas, entulhos espalhados por todos os lugares, praças e ruas se transformaram em verdadeiros campos de refugiados. A segurança não existe. Temos a nítida impressão de que não temos prefeito e um mínimo de zeladoria. Se conseguirmos superar estes obstáculos, com certeza nos tornaremos uma das melhores cidades do mundo.

Marco Antonio Martignoni

mmartignoni1941@gmail.com

São Paulo

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