Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

13 de abril de 2022 | 03h00

Inflação

‘Surpresa’

Ouvir o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, dizer que a inflação recorde de março foi uma “surpresa” é um acinte. Para nós, mortais comuns, não foi nenhuma surpresa. Basta dar uma volta pelo supermercado.

Elisabeth Migliavacca

Barueri

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Inflação de março

Qual foi a “surpresa” para o presidente do BC, Campos Neto, de 1,6% para a inflação de março, se a China apurou 1,5% para o mesmo período? Guardando as mesmas diferenças relativas recentes, os EUA apuraram inflação de 8,5% para os últimos 12 meses, ante os nossos 11,3%. Com perto de 4% de taxa de desemprego nos EUA, o presidente do Fed, o banco central norte-americano, deveria estar mais preocupado com os seus 8,5% de inflação do que o nosso BC com os nossos 11% de desemprego. Juros de 12% vão derrubar de vez a nossa economia.

Elie R. Levy

elierlevy@gmail.com

São Paulo

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Hiperinflação

Um amigo meu, já falecido, engenheiro inteligentíssimo, costumava ilustrar situações cotidianas com historinhas engraçadas. Numa delas ele explicava o fenômeno da remarcação de preços comparando-o com um banco escolar comprido em que os alunos se sentam lado a lado e a bagunça começa quando um deles dá um tapinha nas costas de outro, sem ser notado, e é seguido por aquele que recebeu o tapa, que, por sua vez, estapeia as costas de um terceiro, e assim por diante. A brincadeira vai crescendo e a velocidade vai aumentando, até que vira uma bagunça generalizada. Senhores empresários, cuidado com a brincadeira que vocês já estão praticando. Para ilustrar o perigo dessa brincadeira, ele dizia que é como viajar com um pé em cada carroceria de dois caminhões trafegando lado a lado na mesma velocidade. Quando esta é baixa, até que é divertido, mas, conforme a velocidade aumenta, a coisa vai ficando sem graça e cresce o risco de uma queda fatal. Portanto, senhores empresários, cuidado com a brincadeira. Todo mundo pode acabar se machucando.

José Claudio Marmo Rizzo

jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

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Classe média

Outra vez?

Nem foi dada a largada para a campanha eleitoral e, poucos dias após Lula declarar que a classe média – que ele ajudou a criar – “ostenta muito um padrão de vida acima do necessário”, é a vez de o candidato Ciro Gomes igualmente agredir a classe média, acusando-a de estar numa zona de “conforto consumista”. Antes de mais nada, é preciso ficar claro que o consumo é um dos principais movedores da economia. Prova irrefutável disso é o estrago econômico e social que a pandemia provocou por causa do fechamento de negócios e a consequente redução violenta do consumo. Lula e Gomes fariam melhor se abandonassem esta retórica ideológica obsoleta e cansativa que não convence ninguém e propusessem projetos de investimento nacional e estrangeiro, criação de empregos e redução da desigualdade social. A classe média nada tem que ver com o desemprego, tampouco com a fome e a miséria que assolam o País atualmente.

Luciano Harary

lharary@hotmail.com

São Paulo

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MEC

CPI necessária

Graças ao jornalismo investigativo do Estadão, a cada dia descobrimos que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que deveria pensar em políticas públicas para a Educação, na verdade está envolto em suspeitas de corrupção, logo no governo “sem corrupção”. É necessário que investigações ocorram na Polícia Federal e no Tribunal de Contas da União, mas se faz necessária uma CPI para apurar responsabilidades, principalmente de membros do Centrão, neste escândalo com a Educação brasileira.

Calebe Henrique B. de Souza

calebebernardes@gmail.com

Mogi das Cruzes

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São Paulo

Semáforos quebrados

Realmente, São Paulo não pode parar. Com o crescente número de semáforos quebrados ou piscando, a Prefeitura tem providenciado cones e fitas de alerta, impedindo o uso de cruzamentos. O motorista que dê voltas, procurando alternativas, desviando de buracos, e aguarde apenas informações de cobranças de multas e impostos.

Carlos Gaspar

carlos-gaspar@uol.com.br

São Paulo

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

CORRUPÇÃO NO GOVERNO

Em meio às muitas denúncias de corrupção no desgoverno Bolsonaro, eleito com a (falsa) promessa de moralização na administração do dinheiro público, cabe, por oportuno, citar trechos da entrevista ao Estadão do economista Marcos Fernandes Gonçalves da Silva (‘Bolsonaro incentiva a corrupção ao negá-la’, 12/4, A8): "O que temos é o varejo. O varejo se impõe porque a corrupção do governo Bolsonaro é a corrupção do peculato, da rachadinha. A gente sabe que ela é uma prática disseminada pelo País; é a cultura do pequeno roubo, na medida em que se tem acesso limitado à máquina pública. Há ainda outro ponto: no presidencialismo de coalizão, com hiperfragmentação partidária, o governo que não tem agenda vira refém da corrupção do varejo. É o que ocorre no Ministério da Educação. Os atores que estão de trás são os da velha guarda do Centrão. O que resta em termos de negociação para um governo fraco é a corrupção do varejo. Isso não quer dizer que não tenha custo ou que não seja danosa. Ela é. Não apenas em termos de dinheiro, de roubo, mas também por minar políticas públicas.(...) O presidente Bolsonaro cria um incentivo para que ocorra corrupção ao negá-la. Isso porque o corruptor e o corrupto vão saber que o presidente vai negar que existe corrupção no governo. Cria incentivo. É claro que, em ano eleitoral, é complicado ser realista. Mas seria mais inteligente. Bolsonaro foi eleito com a agenda da moralização e teve como seu ministro da Justiça Sergio Moro. Quando fala que não há corrupção no governo, isso cria incentivo para que ocorra corrupção, porque não há incentivos dentro do próprio governo para investigar em ano eleitoral.(...) É preciso ter um plano de fato de combate à corrupção, que fuja do moralismo de um lado e, do outro, do populismo. Ambos não combatem a corrupção." Com efeito, suas palavras não poderiam soar mais apropriadas nestes tempos em que são revelados diariamente casos de "rachadinhas", tentativas de malfeitos na aquisição de vacinas importadas e desvios milionários no Ministério da Educação, entre outros não menos escandalosos. Muda, Brasil. Basta de Bolsonaro.

J.S. Decol

decoljs@gmail.com

São Paulo

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DESESPERANÇA NA EDUCAÇÃO

A  corrupção na educação, editorial do Estadão de segunda-feira (11/4, A3), denota todo o descaso com que os nossos governantes – não só os do Planalto, como também os dos outros entes federados – tratam o item que se posiciona na linha de frente de qualquer nação, independente de credo religioso, ideologia política, situação econômica e outras cositas mais: a educação – mormente em se tratando do ensino básico. Não é demais lembrar a situação da Coreia do Sul, há meio século, quando esse país ocupava um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), bem como uma posição econômica em termos mundiais, tal qual ou menor que a do Brasil. Hoje a Coreia do Sul figura, pujantemente, entre os tigres asiáticos. O que promoveu tal mudança? Indubitavelmente, o alto investimento implementado na educação, principalmente nos ensinos básico e técnico profissionalizante, foi a carta na manga utilizada pelos governos coreanos. Desses mais de 50 anos para cá, o que houve de novo na nossa educação? Descaso total, quando não aparelhamento ideológico tanto do lado da esquerda quanto da direita e, por último, os escândalos que vivenciamos no seio do nosso Ministério da Educação (MEC). Não vejo quaisquer mudanças nesse quadro caso Lula consiga a sua eleição – o que seria para nós vergonhoso – ou mesmo que Bolsonaro seja reeleito. Em um ou outro assumindo, aí, sim, a última pá de cal será jogada na educação. Afinal, com povo ignorante e mal ciente da sua importância enquanto cidadão detentor do voto, é bem mais fácil para os governos  populistas colocarem os seus planos malignos em execução. O pior de tudo isso é que os nossos agentes políticos que se colocam contra essa dicotomia diabólica (lulismo X bolsonarismo) ainda não chegaram a um acordo visando à necessária transformação desse status quo em favor do bem-estar comum. Por fim, diante de tudo isso, vai o meu apelo: mostre a sua cara para a Nação, terceira via! Isso requer a máxima urgência para o  soerguimento da nossa pálida e tristonha democracia.

Emmanoel Agostinho de Oliveira

eaoliveira2011@gmail.com

Vitória da Conquista (BA)

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EMBAIXO DO TAPETE

Os políticos não querem aprovar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a corrupção no Ministério da Educação justificando ser ano eleitoral. Ora, não seria exatamente esse o motivo para verificar se os governantes do momento merecem rejeição dos eleitores? Viva o corporativismo!

Luiz Frid

fridluiz@gmail.com

São Paulo

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‘FORÇA’ ÀS FORÇAS ARMADAS

Com a notícia da compra de 35 mil unidades de Viagra para as Forças Armadas, enquanto o Sistema Único de Saúde (SUS) sofre com desabastecimento de remédios importantes destinados aos mais vulneráveis que padecem por falta de tratamento, o fato chamou a atenção dos brasileiros de bem pelo descaso dos governantes na ajuda aos necessitados. Imediatamente, aquela senhorinha de Taubaté exclamou: "As Forças Armadas não vão à guerra. Então, para que tanta "força" com Viagra?”

Júlio Roberto Ayres Brisola

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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CARA DE PAU

Já que no atual governo tudo é esculhambação mesmo, impossível não se fazer trocadilho e até gozar com a cara do presidente Bolsonaro e com muitas das coisas esquisitas, engraçadas, ridículas e suspeitas que estão sendo feitas. Como no caso da compra de 35 mil Viagras (pílulas de combate da disfunção erétil) para as Forças Armadas. A Marinha foi a que mais, supostamente, "abocanhou" e "introduziu” o produto. Ficou com 28 mil dos estimulantes. Em seguida vem o Exército, com 5 mil e a Aeronáutica, com 2 mil. Desde 2020, essa tem sido a média anual distribuída aos quartéis de todo o País. A explicação da Marinha é que seu pessoal, principalmente os mergulhadores, sofrem mais problemas causados pelo trabalho, levando-os a usar, possivelmente, o potente produto com mais frequência. Para um governo que diz não haver corrupção, pode-se concluir que o "azulzinho" é apenas para levantar a moral da tropa, aumentando o desempenho e diminuindo a impotência de um governo caído e quase sem esperança.

João Di Renna

joao_direnna@hotmail.com

Quissamã (RJ)

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PÍLULA AZUL

Forças Armadas do Brasil compram 35 mil comprimidos de Viagra para tratamento de hipertensão arterial pulmonar. A milagrosa pílula azul da Pfizer é mais receitada como animador e até ressuscitador de membros desenganados da comunidade masculina no mundo todo.

Paulo Sergio Arisi

paulo.arisi@gmail.com  

Porto Alegre

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GOVERNO BOLSONARO

Já virou moda. Toda semana uma nova notícia de corrupção!

 

Robert Haller

São Paulo

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QUEM SOU EU?

O ex-juiz, ex-Lava Jato e ex-político Sergio Moro derreteu como um picolé no verão. Sobraram-lhe as vestes. Impressionante!

Ricardo C. Siqueira

ricardocsiqueira@lwmail.com.br

Niterói (RJ)

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O TRAIDOR ALCKMIN

Antes glosavam o Alckmin apelidando-o de picolé de chuchu. Agora, nem esse apelido ele merece mais, pois traiu um eleitorado que apesar de nunca o considerar um político corrupto acostumado a meter a mão no erário, ele passava uma imagem de honradez. Mas depois desse acordo com Lula, o que sobrou dele ? Nada! Prefere ser um capacho petista no qual Lula pisará e, mesmo que tenha algum cargo, será apenas para poder nomear vagabundos ligados a ele, seu partido e o PT. Uma pena que termine assim. Dá vontade de chutar seu traseiro se um dia cruzar com ele.

Laércio  Zannini

spettro@uol.com.br

Graça

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PRÉ-CAMPANHA

Alegando reencontro com suas origens, o candidato João (Agripino) Doria lançou sua pré-campanha no pequeno município de Rio de Contas (BA), a cerca de 600 km da capital. Ao som de uma clássica bandinha que faz retretas em pracinhas das cidades do interior, o ex-governador foi recepcionado com aplausos pela sua pequena equipe e pelo prefeito. Mantida a bem recortada camiseta adotada em tempos bem recentes, notou-se que a calça apertada passou a vez para uma discreta calça frouxa. Deu dó, assistir àquelas imagens! Oportuno e hilário o comentário do jornalista Augusto Nunes: em solidariedade, a bandinha deveria parar de tocar para amplificar os dispersivos aplausos dos cinco membros da equipe. Boa sorte, João!

Celso David de Oliveira

david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro

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O BRASIL EM DESMANCHE

Assistimos indiferentes às mais pérfidas práticas sem reagir, deixando o interesse comum nas mãos dos homens públicos, pois somos criados para uma sociedade de senhores, antes donatários, hoje eleitos, num show farsesco como espectadores. O caso do Primeiro Comando da Capital (PCC) é emblemático, fruto da incúria de governadores. Deixamos crescer e organizar-se em todo o território nacional, criando um Estado paralelo. A organização tem ampla participação em negócios que vão do roubo a bancos, de carga, de smartphones até sequestros relâmpagos; do garimpo ilegal de ouro, venda de madeira e de cocaína à construção civil e coleta de lixo urbano; do transporte coletivo a postos de gasolina. Bem assessorados, investem os lucros em operações estruturadas na Bolsa local e no exterior. Elegem representações políticas de prefeitos a deputados e, quem sabe, chegarão a governadores ou até mesmo à Presidência, a exemplo do México ou Colômbia. Como no poema “O Caminho com Maiakovski”, de Eduardo Alves da Costa (1968), seguimos indiferentes até o dia em que nos arrancarão a voz e já não poderemos dizer nada.

Alberto Mac Dowell de Figueiredo

amdfigueiredo@terra.com.br

São Carlos

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HOMICÍDIOS

Sem considerar as regiões declaradamente convulsionadas, o Brasil ostenta um dos maiores números de homicídios do planeta. A situação clama por soluções urgentes nos setores de repressão, de implementação de medidas sociais, de procedimentos jurídicos e de revisão das leis, entre outras, sob pena de a atual situação evoluir para um cenário irreversível, com consequências impossíveis de avaliar. Por outro lado, não se deve esquecer a advertência de Darcy Ribeiro, quando afirmou, lá nos idos de 1982: "Se os governantes não construírem escolas, em 20 anos faltará dinheiro para construir presídios". Talvez, de lá para cá, os governantes não as tenham construído em número suficiente, mas nunca é tarde para corrigir a falha. Por outro lado, deve-se ter em mente que o País vive no momento uma emergência de segurança pública, cujo alívio não pode esperar tanto.

Paulo Roberto Gotaç

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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ARTHUR DO VAL

O deputado Arthur do Val, tem que ser cassado, é o mínimo que se espera por seus atos sexistas, mas me pergunto: qual a diferença entre este e o deputado Fernando Cury, que simplesmente apalpou os seios da deputado Isa Penna e não foi cassado?

Marcos Barbosa

micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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NARRATIVA ‘PARA CRIANÇAS’

Que Vladimir Putin cometeu um erro de avaliação ao invadir a Ucrânia em várias frentes para, supostamente, conseguir uma rendição rápida e mudar o governo desse país, é coisa cada vez mais evidente. Teria, provavelmente, superestimado as suas forças e subestimado a capacidade de reação ucraniana, que estaria muito melhor preparada do que imaginava o novo czar russo. Contudo, acreditar que os russos cercam cidades inteiras e impedem a saída de civis (para quê?); que bombardearam uma usina nuclear para espalhar radioatividade pela Europa – a usina nuclear de Zaporizhia está próxima da fronteira russa e distante das grandes cidades europeias; que deixaram rastros de massacres com civis executados de mãos amarradas; e que mandaram mísseis para uma estação de trem repleta de idosos, mulheres e crianças, numa região de maioria étnica russa, escrito "para crianças" em seus mísseis, é demais. Isso não é verossímil. Seria um atestado de incapacidade monumental por parte de Putin, tendo em vista a natural guerra de informações e narrativas que acompanham todos os conflitos bélicos, e ainda mais com a Rússia sob pressão internacional. Será que o ex-espião da KGB não sabe disso? Não é possível que alguém minimamente instruído acredite nessas historinhas que abundam nas TVs e nas mídias digitais.

José Jairo Martins

josejairomartins7@gmail.com

São Paulo

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ALMAS ALEGRES

O povo vibrou com Machado de Assis. Os corações das almas musicais e teatrais estão glorificados com Gilberto Gil e Fernanda Montenegro na Academia Brasileira de Letras. As gabolas e precavidas filhotas da dupla, Fernanda Torres e Preta Gil, já tiraram as medidas dos fardões. Para a vaga de Lygia Fagundes Telles, os portões da Casa de Machado de Assis permanecem escancarados para ídolos do cancioneiro, artistas, atletas e famosos. É o frescor da vida emocionada. Da eterna juventude em flor, lustrando e energizando a academia. Saudando novos membros. Com ventos de ternura. Figuras amadas serão bem-vindas. Como Alcione, Zezé Di Camargo, Viviane Araújo, Marcos Mion, Faustão, Neguinho da Beija-Flor, Glória Pires, Fábio Júnior, Juliette, Luciano Huck, Tiririca, Ivete Sangalo, Pabllo Vittar, Gabigol,  Boninho, Martinho da Vila, Silvio Santos, Bochecha, Fafá de Belém, Ludmilla, Daniel, Sabrina Sato, Galvão Bueno, Iza, Felipão, Renato Aragão, Ana Maria Braga, Fátima Bernardes e Gil do Vigor. Alguns acadêmicos esperam o segundo turno das eleições presidenciais para homenagear o candidato vencedor. O convite foi providenciado. Com o desenho do fardão com uma ferradura.

Vicente Limongi Netto

limonginetto@hotmail.com  

Brasília

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