Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

18 de abril de 2022 | 03h00

Eleições 2022

Campanha nas redes

Uma das polêmicas que tomam conta do País – e até fora dele – é sobre o uso da internet e das redes sociais para fins eleitorais. Desde que a rede chegou aos telefones celulares e foi parar nas mãos da maioria da população, cresceu o peso do material publicado ali e, também, das mensagens trocadas nos aplicativos. Os políticos que não estavam preparados para a inovação perderam terreno (e, muitas vezes, até o poder) e outros mais atualizados ou bem assessorados o ganharam. No lugar de criar normas para a utilização das redes, a exemplo do que existe para os veículos tradicionais de comunicação, as autoridades escolheram o caminho mais curto da proibição e, pior, da penalização de fatos ocorridos. Assim, penosas e pouco produtivas apurações são feitas sem sentido prático e ensejando comportamentos extremados, como a retirada do ar de plataformas e aplicativos. É preciso compreender que a evolução tecnológica é irreversível e os aplicativos e redes sociais vieram para ficar. Os veículos de comunicação (jornais, rádios, TVs e assemelhados) já aceitaram isso e, em vez de confrontar a internet e seus recursos, passaram a veicular seu conteúdo também neste meio. Em vez de correr atrás dos que tenham utilizado abusivamente a internet, autoridades, políticos e, especialmente, a Justiça Eleitoral deveriam se preocupar com criar normas gerais para que todos os interessados utilizem o meio em igualdade de condições. As proibições são danosas e em nada contribuem com a sociedade.

Dirceu Cardoso Gonçalves

aspomilpm@terra.com.br

 São Paulo

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Para não repetir 2018

O noticiário sobre as eleições de 2022 me faz recordar o filme O anjo exterminador, de Luís Buñuel. No filme ocorre um jantar e, quando ele termina, as pessoas não conseguem sair da casa. Permanecem confinadas na sala, mesmo não havendo portas trancadas nem grades. Diante da situação surrealista apresentada, pergunto se, tanto no filme como na atual pré-campanha eleitoral, não podemos estar diante de grades imaginárias que tolhem a solução de nossos problemas. Quanto às eleições deste ano, temo a repetição da marcha da insensatez de 2018. Não podemos permitir que a polarização, o maniqueísmo e a visão binária nos imobilizem. Para que 2018 não se repita, é preciso evitar o cheque em branco e exigir de cada candidato seu projeto de Nação. É o primeiro passo para termos o país que queremos.

João Pedro da Fonseca

fonsecaj@usp.br

São Paulo

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Indignação

Concordo plenamente com o comentário do leitor sr. Valdecir Ginevro (Fórum dos Leitores, 16/4). Tenho 86 anos e não me conformo com a passividade do nosso povo. Pergunto-me quando a chama da indignação levará os cidadãos de bem a sair pelas ruas exigindo uma atitude decente de nossos políticos. Exigindo que olhem mais para os interesses da Nação do que para os pessoais.

Johnnie Baptista

i.uby@hotmail.com

São Paulo

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Propostas à disposição

Abordagem extremamente lúcida a do economista Affonso Celso Pastore sobre os problemas que devem ser enfrentados pelo próximo presidente da República, conforme matéria do Estadão ontem (17/4, B4). Como as propostas econômicas que haviam sido por ele elaboradas para o então pré-candidato Sergio Moro estão livres, já que Moro foi devidamente limado pelas forças do atraso que nos infelicitam, por que a senadora Simone Tebet não as aproveita em sua eventual campanha?

Carlos Ayrton Biasetto

carlos.biasetto@gmail.com

São Paulo

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Energia

Bandeiras mais caras

Sobre a matéria Adicional na conta de luz em época de seca pode subir 57% (Estado, 13/4, B7), o governo e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) são muito espertos. Em vez de procurarem meios para conter os gastos de energia em época de seca, já vão aumentando os preços das bandeiras tarifárias. Muito cômodo, não? Se o Brasil fosse uma empresa privada, já teria fechado as portas. Ninguém pensou em fazer uma campanha de conscientização ou até uma lei sobre a contenção de gastos de energia? Se, por exemplo, apagassem as luzes inúteis de letreiros, totens, placas e propaganda em geral do comércio e de empresas, depois de uma certa hora a economia de energia seria imensa. Mas é mais cômodo e “interessante” aumentar os preços.

Bernardino Angelo Bertelli

oanodogato@gmail.com

Indaiatuba

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

MISSÃO DO DIABO

No feriado de Sexta-Feira da Paixão, 15, o presidente-motoqueiro Bolsonaro, em acintosa e irregular campanha política antecipada à reeleição, paralisou por várias horas a importante Rodovia dos Bandeirantes liderando uma motociata no trecho de 120 km de São Paulo até a cidade de Americana. Sem constrangimento, declarou com todas as letras "ocupar o cargo graças a uma missão de Deus". As famílias enlutadas de mais de 660 mil vítimas da pandemia de covid preferem acreditar que sua missão é do diabo.

J.S. Decol

decoljs@gmail.com

São Paulo

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ARROGÂNCIA E AUTORITARISMO

Bolsonaro é apenas o símbolo dos valores que seus apoiadores já defendiam muito antes de ele surgir em cena. Jair é só um ímã do qual não conseguem se desgrudar por serem tal e qual. A prepotência demonstrada nessa motociata em pleno feriado importante para a cristandade, impedindo a população de trafegar na via mais importante do Estado, mostra exatamente quem são e como são.

Eliana França Leme 

efleme@gmail.com

Campinas

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MOTOCIATA DE JUDAS

A interdição da Rodovia dos Bandeirantes, aqui, no interior, foi para a encenação da Paixão de Cristo. No caso, daquela parte em que Judas vende seu povo para pastores, reforçando seu "reganho".

Adilson Roberto Gonçalves

prodomoarg@gmail.com

Campinas

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WHATSAPP

Sem qualquer embasamento constitucional, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fez um espúrio acordo com o WhatsApp limitando os usuários do Brasil, até o fim das eleições, ao encaminhamento de mensagens a um contato ou grupo por vez, sendo-lhes vetado, ainda, o uso do WhatsApp Comunidades, nova ferramenta já disponibilizada para o resto do mundo que permite a formação de grupos com milhares de internautas. Em defesa da República, preservando a ordem, a deputada Carla Zambelli (PL-SP) anunciou que moverá ação contra os sectários ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes, déspotas gestores do TSE, por ativismo político e influência partidária, vez que o acordo (ou cambalacho?) com a referida plataforma escancaradamente beneficia o (des)condenado e desaforado companheiro Lula da Silva, venal candidato que, todos sabemos o porquê, teme a força e a verdade das redes sociais.

Celso David de Oliveira

Rio de Janeiro

david.celso@gmail.com

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‘OBRIGADO, LULA’

Deve ser esse o pensamento de Bolsonaro toda vez que o petista abre a boca, pois ganha mais um milhão de votos. Estamos entre a cruz e a caldeirinha, se o asteroide de Goiás não voltar por aqui, pelo risco de repetir os quatro anos catastróficos de seu Jair, que além da reeleição tem como único projeto acabar com a noção de governo e com as instituições de Estado. Vinte anos depois do primeiro mandato, Lula tem um discurso ainda mais carcomido, meio século depois de ter pisado em um chão de fábrica pela última vez. Ele não se dá conta de que o trabalho mudou nesta época digital, pensando ainda no ofício de torneiro mecânico por turno e no imposto sindical para sustentar a tigrada, isso sem esquecer o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) da roça e beira de estrada. As reformas essenciais ao País e como quadruplicar nossa produtividade para gerar empregos num mundo global cada vez mais competitivo, nem uma palavra. Pelo visto, os alertas de 2013, materializados em 2018, de nada serviram para “o cara”.

Alberto Mac Dowell de Figueiredo

amdfigueiredo@terra.com.br

São Carlos

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MESMA MOEDA

Ao ler os editoriais do Estadão de sábado (A frente ‘ampla’ que só tem o PT e Ataques à Petrobras em várias frentes, 16/4, A3), notamos que estamos diante de um exemplo crasso de duas faces da mesma moeda. Parece-me, contudo, que se trata também de uma continuação, ou pelo menos de uma imitação comportamental barata. Senão, vejamos: o Centrão foi protagonista de várias irregularidades na época lulopetista e agora comanda o "orçamento secreto". O demiurgo de Garanhuns vencendo as eleições, para onde eles vão? Oposição? Faz-me rir. Já o "mau militar" (apud Ernesto Geisel) tenta criar, se não o mecanismo corrupto lulopetista na Petrobras, pelo menos uma (in)gerência maléfica e prejudicial aos interesses dos acionistas na sua administração.

Edmir de Machado Moura

negrinho10@hotmail.com

Caçapava

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POLOS INFIÉIS

A chapa Lula da Silva, o hipócrita, e Geraldo Alckmin, o apóstata, merece o devido castigo divino na eleição deste ano. Já a militarista Bolsonaro e Braga Neto, de costumazes apreciadores da tortura e do atraso, estará também destinada ao oblívio. Ciro Gomes, cuja vaidade colide com baixo nível em aceitação pública, impossível de ser modificada, demanda retornar às suas origens citadinas em prol do futuro da Nação. Presentes tais pressupostos, a terceira via consolidar-se-á na pessoa de Simone Tebet, senadora a resgatar o real valor da mulher brasileira à testa do comando do País na esperança de vencer o obscurantismo.

Lairton Costa

lairton.costa@yahoo.com

São Paulo

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CANDIDATOS

As abordagens na imprensa em geral parecem indicar uma divisão entre Lula e Bolsonaro. Pode parecer, quem sabe, uma tendência a isolar a opção Ciro Gomes. Este, talvez a salvo de denúncias sobre corrupção e reconhecido como administrador correto, paradoxalmente, não reuniria, pelo momento, cacife midiático. Seja como for, quer me parecer um procedimento não imparcial.

Antonio Francisco da Silva

anfrasilva@terra.com.br

Rio de Janeiro

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SIGILO

Se manter sigilo da conversa com pastores por cem anos não é corrupção, então não entendo mais nada a respeito de moral e integridade.

Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso 

zaffalon@uol.com.br

Bauru

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NADA DE NOVO

O presidente Bolsonaro se vangloria de ter acabado com o estado de corrupção que o PT deixou. Pode até ser verdade, mas fica evidente que começou uma nova série no seu governo. Será que teremos um futuro melhor do que este?

Luiz Frid

fridluiz@gmail.com

São Paulo

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‘COLUNA DO ESTADÃO’

Mariana Carneiro mudou a pauta da Coluna do Estadão de notícias sobre os falecidos partidos políticos e seus conchavos para notas sobre política econômica e informações sobre as eleições, os candidatos e os programas de governo que eles não têm. Ninguém está mais interessado em fofocas de partidos privados, com donos e interesses exclusivamente pessoais. A tradicional atuação de partidos políticos ideológicos com programa definido morreu no Brasil. A imprensa foi a última a saber, como marido ou mulher enganados.

Paulo Sergio Arisi

paulo.arisi@gmail.com 

Porto Alegre

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INDIGNAÇÃO SELETIVA

É profundamente lamentável a brutal agressão sofrida por um jovem jornalista (Repórter da Globo é esfaqueado em Brasília, 17/4, A20). Minha repulsa é total, registro meus sentimentos aos familiares e desejo de uma rápida recuperação ao agredido, que a polícia encontre os criminosos e que a Justiça cumpra o seu papel. Contudo, acho por demais estranho que autoridades, inclusive ministros e entidades de classe, se manifestem exclusivamente no presente caso, quando deveriam posicionar-se com a mesma indignação quando qualquer cidadão sofrer semelhante agressão. A solidariedade e a exigência de pronta e profunda investigação não podem ser seletivas.

Paulo Tarso J Santos

ptjsantos@yahoo.com.br

São Paulo

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PRESIDENTES DA PETROBRAS

Por incrível que pareça, nesta história da Petrobras, Bolsonaro está certo. É necessário atinar para os seus objetivos. A política de preços não vai mudar, ao menos não muito. Se a cotação do óleo baixar, o combustível diminuirá de preço e ele capitaliza a vitória. Se o petróleo manter-se em alta, com estas demissões de presidentes espetaculares e afrontas ao mercado, ao ministério da Economia e aos militares ele "mostrará" que fez o que pode. Baixar o preço não é o objetivo, mostrar que está lutando para fazê-lo é o que quer. Bingo!

Roberto Maciel

rovisa681@gmail.com

Salvador

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NADA DE CARNE NA MESA

Aquela mesa mais farta dos brasileiros, que ocorria desde a criação do Real, em 1995, infelizmente ficou para trás (Estado, 16/4, B1). Tudo em função da inflação promovida por este desgoverno de Jair Bolsonaro que, no acumulado até março deste ano, tem taxa das mais altas do mundo: 11,30%. A pesquisa realizada pelo Sindicato Varejista de Gêneros Alimentícios, do Estado de São Paulo, indica que 73% dos consumidores deixaram de comprar carne, como também diminuíram o consumo de iogurte, queijo, biscoitos, produtos de limpeza e higiene e bebidas destiladas. E o índice inflacionário não dá trégua. Já que, somente no mês de março último, a alta dos preços foi de 1,62%, maior para o mês em 28 anos. Se a pandemia e mais esta insana guerra da Rússia contra a Ucrânia propiciaram a alavancagem da inflação pelo mundo, no Brasil, infelizmente, a situação é pior, porque temos um presidente como Jair Bolsonaro, que só gera graves crises políticas e dá uma banana para o desenvolvimento econômico. Nem o desemprego, hoje mais de 11%, ou de 12 milhões de pessoas e 28 milhões de subempregados, voltou aos níveis que já eram altos antes da pandemia. Um bom exemplo: nos EUA, a inflação está alta, em torno de 8%, mas o desemprego é vegetativo, ou seja, abaixo de 4%. Por isso, é imprescindível eleger no próximo mês de outubro um bom nome para presidir esta nação.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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‘CERVEJAS ARTESANAIS’

Na matéria Pequenas cervejarias tentam segurar preços (Estado, 16/4, B9), creio que o uso do termo “cervejas artesanais” é uma grande e mentirosa jogada de marketing, pois a maioria das marcas deve usar lúpulo, cevada e cereais comprados de um número reduzido de fornecedores. O nome adequado seria “pequenas cervejarias” mesmo. A cachaça, sim, na maioria das vezes é artesanal, porque o fabricante geralmente planta a própria cana, que pode ser de diferentes tipos a depender do solo e altitude.

Vital Romaneli Penha

vitalromaneli@gmail.com

Jacareí

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A SIGLA DA MODA

As empresas estão adotando o conceito de ESG: meio ambiente, sustentabilidade e governança. Seria ótimo se houvesse também uma preocupação com a reparação ambiental. Assim, a sigla da moda deveria incorporar a letra “R”: de reparação, reflorestamento e reciclagem. Um país como o Brasil deveria fazer um grande esforço não só para conter o desmatamento ilegal, mas também para reparar as áreas degradadas, reflorestar. O novo governo deveria adotar o conceito ESG+R em todas as áreas, e o Brasil, liderar o mundo nas questões ambientais, porque a recuperação oferece grandes oportunidades de negócios.

Mário Barilá Filho

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO

Investindo na educação, a Prefeitura de São Paulo, além de pintar nas ruas a palavra "Calma" para os motoboys, poderia pintar também "Paciência " para os motoristas nas vias onde ocorrem longos congestionamentos, "Cuidado" nos conhecidos pontos de assaltos, "Moedinha" nos semáforos com lavadores de para-brisa, "Desvie" nas ruas com carroceiros, "Boa sorte!" nas portas de bancos que recebem impostos e "Cadê você?" em todos os lugares onde deveriam estar nossos sumidos vereadores.

Carlos Gaspar 

carlos-gaspar@uol.com.br

São Paulo

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DETRAN-SP

Fui pagar a terceira parcela do IPVA do meu veículo, mas a única alternativa apresentada no site do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) era de pagar todas de uma única vez. Contatei a central do banco Santander e fui informado de que outras pessoas já haviam relatado esse erro no sistema da instituição. Não me dei por vencido e procurei meu despachante e até mesmo a lotérica, que confirmaram o erro. Para não ficar inadimplente, fui obrigado a pagar as demais parcelas de uma única vez. Ora, se soubesse dessa mediocridade dos serviços oferecidos, teria quitado o IPVA à vista, com o desconto ofertado, que sairia bem mais barato. Aliás, para falar com o Detran-SP através de qualquer um dos seus canais, só se for por milagre. Viva o desrespeito ao cidadão!

Júlio Roberto Ayres Brisola

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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ABL

É difícil entender o que acontece na Academia Brasileira de Letras (ABL). Ultimamente, destacados personagens da área artística, mas sem nenhum histórico literário, se tornaram “imortais” na ABL. É uma forma de estupro aos literatos, num Brasil onde a Constituição é desrespeitada até pelos seus guardiões.

Humberto Schuwartz Soares

hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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‘LOCKDOWN’ EM XANGAI

Depois de dois anos de pandemia, surge agora este cenário distópico de uma cidade de 25 milhões de pessoas em lockdown (Robôs controlam confinamento por covid em Xangai, 16/4, A18). Quase 300 mil moradores que testaram positivo para covid-19 foram confinados em centro de quarentena improvisados e hospitais temporários. Pessoas presas em casa, lutando para ter comida ou assistência médica. As ruas de Xangai desertas, sendo controladas por drones e por cães-robôs, lembram um episódio da série Black Mirror. O realismo fantástico ocorre quando esses robôs marcham pelos corredores dos apartamentos, despertando os moradores e convocando para colocarem o cotonete na garganta. A saúde mental sendo cada vez mais comprometida diante da expectativa do resultado de um exame. Um verdadeiro conto de horror.

Luiz Roberto da Costa Jr.

lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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