Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

04 de julho de 2022 | 03h00

Congresso Nacional

A sala secreta

Lira cria ‘sala vip’ na Câmara para liberar verbas do orçamento secreto (Estado, 2/7, A9). Sala secreta para o orçamento secreto é para garantir transparência e segurança jurídica para os parlamentares não sofrerem pressões externas.

Luiz Roberto da Costa Jr.

lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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Com o dinheiro do povo?

O povo brasileiro paga impostos sobre tudo, até sobre o ar que respira, porque o poder público não cuida do meio ambiente nem dos resíduos que poluem o ar que respiramos, cobrando um imposto indireto com os nossos gastos médicos em razão disso. Não temos como fugir dos impostos que nos são impostos. Se isso não bastasse, temos ainda a atitude de traição de nossos representantes (deputados e senadores) que, por concessão do povo, deveriam exercer o poder que lhes foi concedido para criar leis para todos, incluindo eles próprios. Mas no Brasil obscuro, criado e gerido por esta massa de empertigados senhores da verdade e manipuladores do nosso dinheiro, acontecem coisas incríveis como “sala secreta” e “orçamento secreto”. Secreto? Com o dinheiro do povo? Como a nossa nação engole isso tão tranquilamente? Pela Constituição, estão escanteando quem lhes concedeu o poder de representação. Tudo tem de ser feito às claras, não é, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF)?

Filippo Pardini

filippo@pardini.net

São Sebastião

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Traição

Alô, deputado Arthur Lira. Alô, senador Rodrigo Pacheco, o parágrafo único do artigo 1º da Constituição federal menciona: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”. Portanto, é inconcebível a existência de um orçamento secreto, sem o mínimo conhecimento dos brasileiros. É uma traição aos seus eleitores, que nunca lhes dariam essa liberdade.

João Henrique Rieder

rieder@uol.com.br

São Paulo

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PEC dos Benefícios

Loucura

Desde o início deste governo se fala em “golpe”. Mas é preciso fazer o exercício mental de imaginar as consequências de um golpe ao estilo republiqueta bananeira, com tanques e soldados fechando ruas e avenidas e generais rasgando a Constituição e implantando o terror contra opositores e seus familiares. No dia seguinte, todos os juízes do STF e vários deputados e senadores seriam presos ou mortos, a imprensa e a internet seriam caladas, os preços disparariam e o dólar iria para R$ 50 ou mais. O mundo inteiro iria repudiar o Brasil e decretar sanções pesadas, que poderiam quebrar o País. Enquanto isso, figuras do quilate moral de um Pedro Guimarães seriam reintegradas ao governo. E os Bolsonaros iniciariam sua dinastia de “mil anos”, com mercenários lhes dando proteção. Que tal? Pois se o Senado da República, de onde se esperava mais responsabilidade do que da Câmara dos Deputados, não foi capaz de barrar as loucuras de Bolsonaro, com sua PEC Kamikaze e seus efeitos fiscais e monetários colaterais, então só cabe à maioria do povo brasileiro, ordeiramente pelo voto, mandar embora o pior presidente que o País já teve, que imagina comprar a consciência da Nação com migalhas e mentiras.

Sandro Ferreira

sandroferreira94@hotmail.com

Ponta Grossa (PR)

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Emergência, sim

Já pipocam nas redes sociais muitas críticas sobre a decretação de estado de emergência para sustentar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) aprovada pelo Senado. Mas quem poderá dizer que, para o nosso atônito presidente, o momento não se configura no mais claro e ameaçador estado de emergência?

José Roberto Monteiro

jm6042645@gmail.com

São Paulo

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Carnaval

Pregão sem interessados

Cumprimento o prefeito de São Paulo, que afirmou que, se não houver patrocínio, o carnaval de rua marcado para este mês de julho será cancelado. Deve, mesmo, ser cancelado, nem tanto pela falta de grana, mas principalmente porque podemos ter outra explosão de casos de covid, pela aglomeração de pessoas nos 216 blocos inscritos. Não há nenhuma necessidade de fazer um outro carnaval agora. É absurdo. Vamos ter um pouco de responsabilidade.

José Claudio Canato

jccanato@yahoo.com.br

Porto Ferreira

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br


‘A VERDADEIRA HERANÇA MALDITA’

Maldita e assustadora parece ser a situação que o presidente da República que elegeremos em outubro vai encontrar em janeiro de 2023. E nós, como nos posicionamos diante dessa tragédia nacional? Desta vez, vamos enfrentar o desafio de eleger o candidato mais preparado, mais competente, mais capaz de liderar um projeto nacional para o enfrentamento deste “rastro de destruição em áreas essenciais da administração pública federal, como economia, saúde, educação, cultura, relações exteriores e meio ambiente”, como sintetizou o editorial A verdadeira herança maldita (Estado, 30/6, A3)? Ou vamos nos perder em meio a manipulações e ideologias, votando em “oportunistas com debilidade moral, política e administrativa”? Parafraseando Saint Exupéry, você é responsável por quem você elege.

João Pedro da Fonseca fonsecaj@usp.br

São Paulo

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ORÇAMENTO SECRETO

É paradoxal continuar nominando o atual regime político brasileiro de democracia, o que não passa de deslavada figura de retórica. A manobra do atual presidente da Câmara federal para manter vigente o chamado “orçamento secreto” em 2023 – estimado em R$ 19 bilhões –, destinado às verbas de emendas parlamentares, não condiz com o ora vigente regime democrático praticado em nosso país. Certamente, tal aberração parlamentar só ocorre na política brasileira, fato incongruente e inaceitável, sob qualquer ótica. O Brasil não é um país sério.

Gary Bon-Ali gary.bonali@gmail.com

São Paulo

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A SAGA DO CENTRÃO

De bobo Bolsonaro não tem nada. Para permanecer no poder, ele cede tudo para o Centrão (o controle do Orçamento, da Casa Civil, das estatais, etc.), mas não abre mão de indicar o vice da sua chapa que vai concorrer à reeleição. Ele sabe que, assumindo o governo com um vice do Centrão, ficaria pouquíssimo tempo no cargo. Após sua posse, o presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), se necessário, colocaria para apreciação todos os mais de 120 pedidos de impeachment contra ele, que estão engavetados. Assumindo o vice-presidente, Lira, mexeria os pauzinhos para sua renúncia e, por sucessão, muito a “contragosto”, assumiria a Presidência. Simples assim.

Jorge de Jesus Longato financeiro@cestadecompras.com.br

Mogi Mirim

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O QUE ESPERAR?

Com os postos de saúde lotados e cirurgias adiadas; escolas sem manutenção, computadores, internet e banheiros decentes; universidades sem verbas para ensino qualificado e pesquisas; falta de segurança para a população urbana e as indígenas; discriminação de mulheres, negros e LGBTs; degradação do patrimônio natural da Nação; recordes na exportação de grãos e proteína natural, mas povo passando fome, sem emprego; e com a política corrompida sorvendo os recursos públicos; o que esperar da reeleição do presidente que desrespeita a Constituição pós-juramento de posse? Uma ditadura banca?

Etelvino José Henriques Bechara ejhbechara@gmail.com

São Paulo

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O PACOTE DO DESESPERO

Desesperado, Jair Bolsonaro está dando bom dia com o chapéu do povo. Usa e abusa na distribuição de recursos para quem possa “doar” seus votos. Na verdade, a estratégia do governo Bolsonaro é um autêntico toma lá, dá cá, sem a mínima ética política. A “boiada” é na ordem de singelos R$ 41 bilhões, através de orçamentos secretos, respingando até em mudança de leis que impeçam sua saga desesperada. Foi criada a bolsa-caminhoneiro, a bolsa-taxi, engordado o Auxílio Brasil, todos benefícios conhecidos como “Bolsa Reeleição”. Afinal, com tudo isso, Bolsonaro só tem sucesso no derretimento da Bolsa de Valores e na subida do dólar às alturas, comprometendo a recuperação do País.

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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FISCALIZAÇÃO

O pacote do governo passou, ninguém é louco de ir contra, principalmente quem está interessado em se eleger ou reeleger. Mais de 5 milhões de famílias serão beneficiadas com a ajuda de R$ 600,00 do auxílio  emergencial, aumento do auxílio gás, auxílio de R$ 1.000,00 para motoristas autônomos de cargas, auxílio a motoristas de táxi, a ser definida, subsídios  de gratuidade aos idosos. Toda essa caridade passa a valer de 1.º de julho a 31 de dezembro. É um pacotão para ninguém botar defeito. O drama social é grande. Resta saber se os governos vão conseguir diminuir esta miséria que está instalada no Brasil. Certamente, vão aparecer muitos oportunistas para receber tais benefícios. Que se faça uma boa fiscalização nestes beneficiários.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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DESEMPREGO

Antes de o desgoverno Bolsonaro sair comemorando a queda na taxa de desemprego para 9,8% no último trimestre, cabe dizer que os salários dos empregados acompanharam a queda em meio à subida da espiral inflacionária e que o País tem hoje nada menos que 10,631 milhões de desempregados e outros tantos de subempregados, totalizando 25,401 milhões de pessoas sem oportunidade de trabalho. Para efeito comparativo, o gigantesco contingente de desocupados equivale a mais da metade de toda a população do Estado de São Paulo, de cerca de 41,2 milhões de pessoas.

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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FRUSTRAÇÕES

Com relação a presidentes da nossa República, vivemos uma série de frustrações, se não, vejamos: após o governo de JK, que deixou o País em frangalhos com inflação enorme devido à construção de Brasília, tivemos a grande expectativa de que Jânio Quadros seria o salvador da Pátria. Lamentavelmente, não fez nada e deixou um legado horroroso. Após um tumultuado governo de Jango, a população foi à rua pedindo que o exército cuidasse do nosso querido Brasil. Durante um tempo, até foi muito bom. Lamentavelmente, tivemos crise internacional, que acabou nos afetando. Após o período militar, apostamos todas as fichas no salvador Tancredo. Tristemente, o perdemos antes que tomasse posse. O País mergulhou numa inflação sem precedente, completamente desgovernado. Nova esperança, o “caçador de marajás”. Após eleito, fez uma série de coisas que pareciam ótimas, mas o governo acabou num desastre. Após governo curto e tranquilo de Itamar, tivemos o fim da inflação. Novo eleito, se estou correto, primeiro ato dobrou o salário de todos os funcionários públicos para poder dobrar o salário dele também. Como legado, deixou a pior coisa que poderia para o nosso país: o instituto da reeleição, que foi um desastre para o País. Agora, temos dois candidatos fortes, mas que não merecem nenhum comentário.

Marco Antonio Martignoni mmartignoni1941@gmail.com

São Paulo

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A DEPRECIAÇÃO DA CULTURA

Os deboches não param: o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), que foi condenado por estímulo a atos antidemocráticos e ataques a ministros e instituições como o Supremo Tribunal Federal (STF), foi agraciado, primeiramente, pelo perdão presidencial e, agora, com a Ordem do Mérito do Livro, tradicionalmente dada pela Biblioteca Nacional a pessoas que contribuíram com a literatura. Seria indelicadeza perguntá-lo sobre a sua suposta “contribuição” à cultura (de violência?). A resposta foi dada por Antônio Carlos Secchin, professor emérito da UFRJ, e por Marco Lucchesi, imortal da Academia Brasileira de Letras. Este último justificou sua recusa porque a cerimônia “se constituirá na celebração de uma única diretriz política, agraciando pessoas sem relação com livros, biblioteca e cultura”. Pobre a cultura brasileira!

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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NEM FREUD EXPLICA

A Biblioteca Nacional concederá ao deputado Daniel Silveira a medalha de ordem do mérito do livro, honraria concedida a acadêmicos, autoridades e intelectuais que contribuem para o universo da leitura no País. O obscuro Daniel Silveira ganhou os holofotes da fama por ter recebido o indulto da graça presidencial, mas sua biografia nada revela em prol da leitura. Nem Freud explica.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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DESOLADOR

Se, em regra, ninguém se diz antiético nem intolerante, e como pensar não ofende, ouso perguntar: não é desolador ao ser humano enfrentar diplomados ignorantes, civilizados preconceituosos, religiosos enganadores, filósofos niilistas, amantes de armas de fogo, públicos e privados, e todos aqueles que, acima de qualquer suspeita, vaidosos e fingidos, sempre lucram, direta ou indiretamente, com a miséria, a violência, o sangue, as lágrimas, a insegurança e o medo da população manipulada?

Bismael B. Moraes bismoraes@uol.com.br

Guarulhos

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COMO SE GOVERNA O ATUAL BRASIL

A rotina de governo de Jair Bolsonaro é mais a de administrar um refúgio de desmandos e inquietudes. Depois da Petrobras, é a Caixa Econômica Federal e a infâmia de ter como presidente um assediador contumaz de mulheres. E o presidente da República corre a evitar o escândalo que o constrange aos olhos do povo. Indica uma antiga presidente de Paulo Guedes para o cargo, como se estivesse a substituir um caixa bancário. É a triste tipicidade de um governo que jamais foi um governo, tal como definido por Rousseau, Locke, Montesquieu e os teóricos do Estado, ou seja, um representante leal e capaz de enfrentar todos os complexos e inúmeros assuntos que o povo, titular do poder, não pode, obviamente, exercer diretamente.

Amadeu Roberto Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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DESCOMPROMISSO

Os problemas recentes apresentados por componentes do governo Bolsonaro apenas reafirmam a total falta de compromissos deste governo com os cargos e funções públicos, assim como com a Nação e o País. E os exemplos vindos de cima, lá do Palácio do Planalto, então, só reforçam os compromissos de todos do governo apenas com as pós-verdades, as fake news e as bravatas. Governo caracterizado por seu viés de patotas, e patotadas, aproxima-se do seu fim melancólico com um ar de “o que foi isso que aconteceu neste país?”.

Marcelo Gomes Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

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NO MATO SEM CACHORRO

Não temos para onde correr. Se Bolsonaro precisa se explicar ao País por que parece estar envolvido em suposto escândalo no MEC, em que a polícia investiga indícios de crime, maiores e mais explicações nos devem Lula, pois em seu governo não foram somente indícios e suspeitas, naqueles dias a coisa correu solta.

Paulo Tarso J. Santos ptjsantos@yahoo.com.br

São Paulo

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DÁ PARA VOLTAR?

Não adianta. Podem tentar de tudo, mas nada, absolutamente nada apagará a “promiscuidade com dinheiro público” protagonizada durante o governo do PT. Não dá para mensurar os malefícios com mortes, abandonos e promiscuidade de princípios a que foi levada a população. Serão décadas sentindo os malefícios. Dá para voltar?

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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A DEMOCRACIA ACORDOU

A democracia americana está acordando e o ex-presidente Donald Trump deve estar perdendo o sono com a possibilidade de ir passar uma longa temporada na cadeia. É inquestionável que Trump ordenou a invasão ao Capitólio, facilitou a ação dos manifestantes armados mandando remover os detectores de metais e estimulou que o vice-presidente da República fosse enforcado por seus seguidores. Mike Pence não foi enforcado, mas várias pessoas morreram, inclusive policiais, nesta ação desastrada comandada por Trump, um menino mimado que não sabe perder. O presidente Bolsonaro tem poucos meses para adestrar seus seguidores e fazê-los aceitar o resultado das urnas, se não quiser ter o mesmo destino de seu ídolo americano: a cadeia.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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OS EXTERMINADORES DO PRESENTE

Três assombrações surgidas das trevas de cavernas da História tumultuaram a vida de três importantes nações do mundo nos últimos anos. Vladimir Putin, na Rússia, um coquetel molotov misturando Ivan, o Terrível, Stalin e Rasputin. Donald Trump, um tubarão da especulação imobiliária, sem caráter e com uma brutal ambição totalitária, e o amigo tupiniquim do Brasil, que dispensa comentários, por nulidade de personalidade. Em comum, o ódio à democracia, às eleições, à independência dos três poderes e à livre imprensa. Três tristes trastes, mestres em desastres nacionais.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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GUERRA NA UCRÂNIA E AS ALTERNATIVAS

Absolutamente indefensável e repugnante a agressão russa. Heroica a resistência ucraniana. Isso posto, cabe admitir que, apesar da vitória moral dos ucranianos, no campo de batalha não há como enfrentar os russos. Moscou tem o segundo exército do mundo e, quantos mais armamentos o Ocidente enviar à Ucrânia, quanto maior o poder de destruição que Putin voltará contra o país. É a estratégia dele. Usando de teoria dos jogos, o que resta fazer quando nem vitória nem rendição são alternativas? Ou uma guerra envolvendo a Otan ou um armistício. É loucura pura investir na primeira hipótese. Resta apenas a segunda. O tempo e o desgaste das sanções podem ser a melhor forma de devolver aos 44 milhões de ucranianos a fatia de um quinto de seu país. Até porque a saúde de Putin não anda nada boa e ele não é eterno.

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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SOCORRO PARA APOSENTADOS DO INSS

Infelizmente, poucos responsáveis irão ler este grito de socorro. Apesar de muitas mudanças nos governos e de políticos, os que recebem sua aposentadoria do INSS sempre foram esquecidos. Outras categorias privilegiadas têm, além de muitos outros benefícios, seus 13.º, 14.º e 15.º salários. Porém os simples mortais aposentados pelo INSS recebem reajustes nos últimos anos sempre bem abaixo da inflação. Os aposentados não podem entrar em greve para se manifestar e reclamar seus direitos, ficam calados e aguardam a boa vontade dos políticos. O que fazer?

Erhard Franz Adolf Dotti erdotti@gmail.com

São Paulo

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INSEGURANÇA

A população paga impostos altos, e não tem o mínimo de segurança na cidade de São Paulo e Grande ABC. Pergunta: qual a dificuldade de aumentar o efetivo e dar melhores salários aos policiais? Entra governador, e sai governador, e não muda nada. Uma lástima não poder sair às ruas e caminhar, tendo medo de ser assaltado. Um barulho de moto já vira um terror. Temos eleições pela frente, e quem falar sobre, planejar e cumprir com propostas de segurança para o povo sai na frente. Não podemos continuar nessa situação. Ou, então, que o Estado pare de cobrar impostos!

Reginaldo Amaral reginaldo.santos@daimlertruck.com

São Paulo

 

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