Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

07 de julho de 2022 | 03h00

CPI do MEC

Só depois das eleições

O senador Rodrigo Pacheco, desconsiderando as tramoias da politicalha, resolveu instalar a CPI do MEC somente após as eleições de outubro. Está ele preocupado com escândalos deixando o chefe muito bravo? Afinal, depois das eleições, “Inês é morta”.

Júlio Roberto Ayres Brisola

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

*

Pachecada

E a CPI do MEC ficou para depois das eleições, isto é, para o dia de São Nunca, às 10h, pontualmente! Como de costume, foi só Pacheco sendo pacheco...

A.Fernandes

standyball@hotmail.com

São Paulo

*

Tudo sabido

Qualquer cidadão minimamente informado sabe das lambanças ocorridas no Ministério da Educação patrocinadas por Milton Ribeiro com as bênçãos de Jair Bolsonaro. Os fatos estão aí. Será, mesmo, necessária uma CPI que todos nós sabemos no que vai dar? Ou seja, em nada?

Marisa Bodenstorfer

Lenting, Alemanha

*

PEC dos Benefícios

‘O diabo’

Dilma Rousseff fez “o diabo”, foi reeleita e, posteriormente, destituída. Agora, o mensalão de Bolsonaro está a todo vapor. Aprovada pelo Senado, a chamada PEC Kamikaze está na Câmara para ser igualmente sacramentada. A verdadeira herança maldita virá à tona em 2023 e cairá no colo do seu criador ou no de Lula. E, mais uma vez, quem sofrerá as consequências será o sofrido povo brasileiro, que sempre paga o pato.

José A. Muller

josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

*

Certeza

O presidente Bolsonaro teve um “pressentimento” de que haveria uma operação da Polícia Federal contra o seu ministro da Educação, pelas falcatruas que promoveu no MEC. Eu não tenho pressentimentos, mas sim a certeza de que o Brasil estará ingovernável em 2023, seja qual for o presidente eleito, se o Congresso aprovar, e o Supremo Tribunal Federal não barrar, a absurda PEC – que já tem vários apelidos, nenhum positivo – que se destina inegavelmente a tentar reverter a derrota, já anunciada nas pesquisas confiáveis, de Bolsonaro para o ex-presidente e ex-presidiário Lula, possivelmente ainda no primeiro turno.

Abel Pires Rodrigues

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

*

Não é possível

A decretação de estado de emergência deveria ser acompanhada de medidas emergenciais de contenção de despesas pelo governo. Não é possível o País decretar emergência e continuar gastando bilhões em emendas secretas e propaganda política. A PEC 1/2022 deveria direcionar todo o recurso do orçamento secreto e do fundo partidário para ajuda emergencial do povo que está passando fome em razão da estagnação econômica de anos de pandemia e da guerra na Europa.

Mário Barilá Filho

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

*

Saúde

Cigarros eletrônicos

As argumentações relativas à liberação do cigarro eletrônico feitas pela indústria do tabaco (Estado, 6/7, A14 e A15), de que o produto oferece “risco reduzido”, lembram-me as feitas no final dos anos 1970 sobre cigarros de “baixos teores”, quando insinuavam que o consumo destes oferecia menos riscos à saúde. Pura enganação. Quanto a afirmar que a liberação e regulamentação acabariam com os produtos ilegais, pergunto: a regulamentação dos cigarros normais acabou com a entrada dos ilegais, vindos da China e do Paraguai?

Luciano Nogueira Marmontel

automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

*

São Paulo

Os números do Psiu

Ótima e oportuna matéria Reclamações por barulho crescem e superam nível pré-pandemia em SP (5/7, A12). Junto-me ao coro dos que são incomodados com o barulho e a inconveniência no uso do espaço público promovidos por bares, restaurantes e oportunistas (exibicionistas) de ocasião. Existem espaços projetados para acolher os que querem festa. Que o façam com segurança e conforto. Para que incomodar a vizinhança? Senhoras e senhores políticos, a população vai se lembrar da sua atuação ou da sua omissão em cada eleição na tecla confirma. Senhoras e senhores servidores públicos, trabalhem e façam valer seus proventos e vantagens.

José de Oliveira

jccinellilobo@hotmail.com

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

CPI DO MEC

Até parecia que Rodrigo Pacheco era do bem, parecia! Com sua atitude pró-Bolsonaro de postergar para após as eleições a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Ministério da Educação (Estado, 6/7, A6), sua máscara pura e simplesmente não é que caiu, mas desabou Monte Everest abaixo num vórtex de onde jamais sairá e num futuro próximo irá recair em sua não reeleição. Esse mau elemento enterrou sua carreira política no intuito de salvaguardar um governo recheado de denúncias de corrupção amplamente divulgadas por todas as mídias existentes no País. Infelizmente os personagens da polarização nas pesquisas eleitorais são ambos um desastre anunciado para nosso futuro no próximo ano, pois ambas as carreiras políticas não demonstraram quaisquer índices de confiabilidade pelo que fizeram ou que ainda estão fazendo ou que pretendem fazer neste futuro bem próximo. A responsabilidade direta pelo fato de o octogenário poder se candidatar novamente está ligada ao ex-presidente FHC, que deveria ter inserido em sua Proposta de Emenda à Constituição (PEC) o limite de apenas uma reeleição, proibindo casos como o do octogenário de tentar mais uma vez se tornar presidente da República, mesmo tendo sido preso e pesar sobre suas costas sérias acusações de falcatruas. Por outro lado, o outro postulante à reeleição, o qual fez em 2018 uma série de promessas às quais jamais foram cumpridas, inclusive a de isentar do imposto de renda retido na fonte quem recebesse até cinco salários mínimos, fazendo deste "presidente" um Pinóquio assumido, além de descumprir leis, ameaçar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), aumentar sobremaneira o desmatamento na Floresta Amazônica, fazer com que muitas empresas deixassem o País, aumentar o nível de fome e miséria no Brasil, incentivar o garimpo ilegal na Amazônia e a corrida armamentista da população e, apesar de sempre negar que existia corrupção em seu péssimo governo, a todo instante surgem fatos comprobatórios que o desmentem. Em suma, esses dois senhores que lideram as pesquisas para as eleições do final do ano são o que de melhor temos? Pobre Brasil!

Boris Becker

borisbecker@uol.com.br

Praia Grande

*

A PEQUENEZ DE PACHECO

O presidente Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, apequenou-se muito, ao contrário de sua alta estatura física, quando selou o fim da CPI do MEC. Adiá-la para depois das eleições foi, sim, decretar seu fim e sua finalidade, que seria a de expor ao eleitor a escandalosa corrupção apenas interrompida porque pega em flagrante que ocorria no Ministério da Educação (MEC) sob a gestão de Milton Ribeiro, além de pastores que agiam às escuras e sequer eram funcionários do órgão, para intermediar verbas com prefeitos às custas de polpudas propinas até mesmo em barras de ouro, tudo com o aparente beneplácito do presidente da República. Foi algo tão escandaloso que, em qualquer outro país, o responsável já estaria preventivamente preso até que se apurassem os fatos. Mas eis que Bolsonaro, por meio de Alcolumbre, convenceu o presidente da Casa a deixar para lá as falcatruas para não prejudicar ainda mais a já sua claudicante reeleição. Mas saiba o senador Pacheco que é direito do povo tomar conhecimento de fatos delituosos tão graves para decidir conscientemente em quem poderá confiar para dirigir o seu país. Que permita pois que tudo venha à tona acolhendo a CPI. Ganharia com certeza o senador mais votos com o respeito e honra com que se conduziria do que com o oportunismo explícito que ficou patente em sua recusa a atender o pleito do correto e digno senador Randolfe Rodrigues em sua permanente luta em prol do zelo com o dinheiro público para que não escorregue para as mãos dos corruptos de plantão. Afinal, o dinheiro roubado ainda está nas mãos desses corruptos que tiram dos mais pobres para encher seus gordos cofres. É revoltante demais! CPI já! 

Eliana França Leme

efleme@gmail.com 

Campinas

*

RANDOLFE RODRIGUES

Randolfe Rodrigues (Rede-AP), aquele senador que tem na Corte Suprema o seu playground, fez beicinho e bateu o pé porque o colega Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, anunciou que o seu mais novo brinquedinho, a CPI do MEC, será pautado para novembro, depois das eleições, juntamente com outras cinco CPIs mais antigas, que já estão sentadas às janelas do Senado. Em razão disso, como aquele menino mimado criado pela avó, que faz birra porque o lanchinho só tem mariolas, o choroso parlamentar disse que vai acionar os "tios" do STF. Randolfe, deixa o STF trabalhar! "Não sabe brincar, não desce pro play!" Na internet, há bons brinquedinhos em promoção. Entre eles, Star Wars e Harry Potter, os playmobils preferidos de meus netos. Fica a dica!

Celso David de Oliveira

david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro

*

CONGRESSO COMPRADO

O Congresso está uma zona, que me perdoem as prostitutas, estas sim dignas de respeito.

Etelvino José Henriques Bechara

ejhbechara@gmail.com

São Paulo

*

‘PEC DO DESESPERO’

O editorial A PEC que estraçalha a Constituição (Estado, 6/7, A3) demonstra que a PEC, que denomina “do desespero” tem a única finalidade de salvar a moribunda candidatura à reeleição do pior, disparado, chefe do Executivo da nossa história. Com a cumplicidade dos parlamentares do chamado Centrão – sempre dispostos a atacar o erário –, unem o útil ao agradável e já avançam, mais uma vez, nas verbas federais, oriundas dos impostos que toda a população paga obrigatoriamente, sem poder, também, criar a sua PEC salvadora. Como diz o editorial, a emenda constitucional, prevista na Carta Magna, tem a finalidade de adaptá-la à nova realidade, mas jamais para avacalhações, como vem ocorrendo. O Centrão já passou há muito os limites da moralidade e da legalidade. Se comparam aos antigos piratas saqueadores, sempre ávidos por um novo butim. O que ocorreu no Senado, sob a presidência do senador Rodrigo Pacheco, foi de uma imoralidade assombrosa. Senadores sequiosos de vantagens monetárias e eleitorais alegaram não poder ir contra o auxílio aos necessitados. Ora, um auxílio já corroído pela inflação que ajudaram a disparar, com validade até 31/12/2022? Essa malandragem merece um nome mais real, vigarice eleitoral, e seus autores deveriam ser processados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Não creio que a oposição possa lutar contra tantos trambiques, inclusive o mais recente, de deixar a CPI do Senado, sobre o MEC, para depois das eleições, com apenas um terço das cadeiras em disputa. Falta uma campanha democrática da imprensa honesta, esclarecendo à população que estamos sendo espoliados dos nossos direitos por maus parlamentares. Temos de dar um basta ao Centrão.

Gilberto Pacini

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

*

COMPRAR O POVO

Ao afirmar que a PEC dos benefícios é "eleitoral" para tentar "comprar o povo", o ex-presidente Lula cumpre bem dois objetivos: diz a verdade e faz campanha contra seu adversário direto nas próximas eleições, o que é natural. Mas, considerando o histórico dos governos petistas e as propostas futuras do partido, caso Lula seja eleito, há controvérsias. Por exemplo, Dilma Rousseff segurou irresponsavelmente os preços dos combustíveis até não poder mais causando enorme prejuízo para a Petrobras e para a economia, e Lula agora insiste na abolição do teto de gastos sem se importar com as consequências nefastas do desequilíbrio fiscal, causadas pela própria gestão petista. Se essas duas instâncias não significam "comprar o povo", o que são então?

Luciano Harary

lharary@hotmail.com

São Paulo

*

A VERDADEIRA HISTÓRIA DO KAMIKAZE

Os pilotos japoneses, chamados de kamikazes, na maioria eram jovens estudantes universitários doutrinados para serem fiéis e leais ao imperador. Uniformizados, usavam uma faixa branca com o símbolo vermelho arredondado, simbolizando a bandeira japonesa na testa, chamada de "senninbari". É errôneo pensar que a origem da palavra "kamikaze" nasceu na 2.ª Guerra Mundial, com os pilotos suicidas a explodir belonaves inimigas. A sua verdadeira origem foi quando os mongóis invadiram o Japão, no ano de 1281, e estavam prontos para derrotar os japoneses quando um tufão bravio e altamente destrutivo varreu o território japonês. Esse fenômeno da natureza foi batizado de "kamikaze", que em japonês significa "o vento divino", isto é, "kami" é “deus” e "kaze" é “vento”. Foi o que aniquilou e derrotou completamente o exército mongol e o Japão foi vencedor da guerra. Portanto, a interpretação que fazem sobre o significado da palavra kamikaze utilizada na Proposta da Emenda à Constituição (PEC Kamikaze) merece ser esclarecida, pois, pela história, kamikaze não é suicídio, mas “vento divino”, é a salvação. Não sei se foi assim que interpretou o ministro da Economia que batizou a PEC como Kamikaze, devido aos riscos embutidos para as contas públicas. Logo, nenhum político que aceitou a PEC Kamikaze foi para salvar a população a não ser visando os fins eleitorais para se elegerem como salvação. Na dúvida, seria tão bom e esclarecedor se os nossos congressistas pensassem e refletissem melhor sobre a PEC aprovada no Senado Federal sem justificativa ou motivação do estado de emergência com prazo até o fim do ano, ferindo a nossa Carta Magna e que ora tramita na Câmara. O estado de emergência tem que ser geral, para todos, indistintamente, e não só para algumas categorias classistas eleitoreiras, como os caminhoneiros e taxistas.Onde estão os açougueiros, os peixeiros, os bananeiros, os lixeiros, os coveiros, os pintores, os pedreiros, os mecânicos, sem nos esquecermos dos professores e assim por diante? Cadê as PECs das benesses desses profissionais, que trabalham tanto quanto os caminhoneiros e taxistas? Essa PEC é suicida e não faz justiça, e não é uma salvação como foi a verdadeira história do kamikaze, que aconteceu no Japão.

Akira Chinen

akchinen@adv.oabsp.org.br

São Paulo

*

CONSTITUIÇÃO

Pergunta que não quer calar: a Constituição brasileira virou letra morta? A palavra com o STF.

Filippo Pardini

filippo@pardini.net

São Sebastião

*

PEC DAS EMBAIXADAS

O presidente Bolsonaro e sua gangue estão fazendo tantas bobagens com PECs que invertem disposições da Constituição que não fazem sentido. Essa mudança que permite a nomeação de congressistas para cargos de diplomatas me faz pensar no deputado Daniel Silveira embaixador no Vaticano ou em um general Pazzuelo da vida embaixador na Organização das Nações Unidas (ONU). O nível de estupidez deste governo atinge altura nunca imaginada. Jair conseguiu mais um recorde no Guinness.

Aldo Bertolucci

aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

 

*

ADMINISTRAÇÃO SECRETA

A administração do governo Bolsonaro também foi secreta: ninguém sabe o que ele fez para melhorar a vida dos brasileiros.

Luiz Frid

fridluiz@gmail.com

São Paulo

*

FALÊNCIA INSTITUCIONAL

A maioria dos pseudoparlamentares e o capitão-presidente, com sua esfarrapada autoridade, nos conduzem para a marcha fúnebre do Estado brasileiro. E, com a falência institucional do Brasil, só nos resta migrar em busca da saudável vivência democrática. Aqueles sem condições de tal escape, a maioria dos brasileiros, estarão destinados à miséria permanente. E é exatamente essa população que está sendo enganada e usurpada de saúde, educação e saneamento, dentre outros, ao ter o Orçamento desviado para a compra de obras e equipamentos desnecessários, além de auxílios a segmentos ditos bolsonaristas. Regredimos ao coronelismo do voto de cabresto e porteira fechada. Essa corja que está rasgando a Constituição e estraçalhando nosso modelo republicano precisa ser barrada e expulsa da vida pública. Precisamos sair às ruas, sem bandeiras partidárias, exigindo o restabelecimento da ordem institucional republicana: Executivo, Legislativo e Judiciário. A continuar, teremos de buscar outras cidadanias, porque a brasileira será extinta.

Honyldo Roberto Pereira Pinto 

honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

*

JUROS EM ALTA

Os juros reais estão em alta no Brasil desde fevereiro. A razão não é a PEC Kamikazi, como quer fazer crer a matéria Risco fiscal eleva juro pago pela União (Estado, 6/7, B1). Existem vários motivos externos que contribuem de forma importante para essa alta, como a alta dos juros na Europa e EUA e a guerra na Ucrânia. Dentre os motivos internos, os juros reais são os maiores do governo Bolsonaro porque seu mandato está acabando e há o risco real de que os brasileiros levem Lula novamente à cena do crime. Esse, sim, é o personagem que deve levar os juros reais neste país a níveis estratosféricos caso seja eleito, independentemente dos acontecimentos no exterior. Infelizmente não seria mais do mesmo a repetição do que vimos nos dois mandatos de Lula, quando os bancos tiveram rentabilidade recorde, e como gostaria o exército de rentistas que governos passados ajudaram a viciar em juros reais altos. O que veremos é o que atualmente acontece nos nossos vizinhos do norte e do sul, cuja cartilha de condução de políticas econômicas será copiada pelo descondenado. Os farialimers sabem disso e já estão refletindo nos preços dos títulos brasileiros. Simples assim.

Oscar Thompson

oscarthompson@hotmail.com

São Paulo

*

BNDES

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) recebe Lula e empresários pedem a reindustrialização do Brasil e o fortalecimento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Caso o líder petista seja reeleito, teremos  o retorno da política Sul-Sul de Celso Amorim e a festa do dinheiro do BNDES com os governos de esquerda da América Latina e as ditaduras africanas. Já vimos esse filme antes.

J. A. Muller

josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

*

INCOERÊNCIA TOTAL

A mídia divulgou questionamento de Lula aos banqueiros: “Para que quer acumular tanto dinheiro, imbecil? Devolva um pouco”. Eita. Devolvo a pergunta a ele, a seus filhos e aos companheiros que enriqueceram durante os governos Lula/Dilma. Além de imbecis, também ladrões. Tudo comprovado.

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira

ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

*

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

O discurso de posse da economista Daniella Marques como nova presidente da Caixa Econômica Federal (CEF) parece auspicioso no que se refere à necessária adoção de políticas de integridade, governança e prevenção de assédio moral e sexual contra as funcionárias da casa após o escandaloso, condenável é inadmissível imbróglio envolvendo o demissionário e desavergonhado ex-presidente Pedro Guimarães, acusado de assediar e constranger várias mulheres durante seu mandato valendo-se de seu alto cargo (Estado, 6/7, B15). Entre outras razões, porque a Caixa é feminina, pois não?

J. S. Decol

decoljs@gmail.com

São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.