Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

06 de agosto de 2022 | 03h00

Eleições 2022

Voto em Simone Tebet

Concordo com Maria Silvia Bastos Marques, conselheira independente, que foi secretária de Fazenda do Rio de Janeiro, presidente da CSN, da Icatu Seguros, do BNDES e do Goldman Sachs (Por que meu voto é de Simone Tebet, Estado, 4/8, A14): “Ela (Tebet) representa a renovação política, é jovem e experiente; tem compromisso com a ética”. É a salvação da democracia do País.

Antônio Brandileone

abrandileone@uol.com.br

São Paulo

*

Fora da polarização

Mulheres do Brasil, de todas as idades, em condições de votar. Se não conhecem a chapa exclusivamente feminina que concorrerá nesta eleição presidencial, procurem se informar sobre quem são Simone Tebet e Mara Gabrilli. Vejam sua carreira e seu histórico político, suas votações no Parlamento, seu programa de governo. Vocês têm uma chance ímpar de tornar essa candidatura viável, de conseguir mais igualdade de direitos, inclusão, equiparação e, principalmente, de pôr um fim nesta polarização que tanto atraso trouxe e trará ao Brasil em diversos sentidos. Precisamos de pessoas equilibradas, sensatas, com um programa econômico que se paute no liberalismo, no menor tamanho do Estado, mas não podemos nos esquecer de que somos um país pobre e desigual e, portanto, ainda há uma fatia da população que depende decisivamente das nossas políticas sociais. As duas mulheres não são radicais e parecem preparadas e sabedoras dos problemas do País e de qual caminho tomar para que nossos problemas sejam cada vez mais minimizados. Mulheres, lembrem-se, vocês são a maior parte do eleitorado e muitos homens as seguirão. Vocês podem e devem mudar esta nação.

Márcio Roberto Lopes da Silva

marcioped.itu@gmail.com

Itu

*

Brasileiros silentes

Fiquei satisfeito ao ler uma boa entrevista e um excelente artigo no Estadão de 4/8. Fábio Barbosa, CEO da Natura & Co., em ‘A esquerda não tem o monopólio de querer o bem’ (B10), e Maria Silvia Bastos Marques, em Por que meu voto é de Simone Tebet, deixam claro que, acompanhando a grande parte dos brasileiros silentes, porém corretos, inteligentes e avessos à corrupção e ao desmando cometidos pelos dois candidatos que polarizam a disputa presidencial, querem dar, pelo voto, um basta definitivo à carreira pregressa e nefasta dos dois. Os brasileiros não merecem viver mais quatro anos sob o jugo de qualquer um dos dois. Tiveram chances e as desperdiçaram no lamaçal muito bem conhecido por todos. Incrível é a desfaçatez deles e dos que os apoiam, só compreensível por meio do entendimento do “quanto pior, melhor!”. Matérias como estas no Estado fazem parte dos possíveis meios de tentar reverter a tendência da escolha entre o roto e o rasgado, entre aquele que distribuiu seus tentáculos no mensalão e no petrolão e aquele que atua como as ratazanas que proliferam nos esgotos dos Poderes Executivo e Legislativo. Ainda há tempo de salvarmos o Brasil.

Luís Alberto Orsi Savazoni

luissavazoni@gmail.com

São Paulo

*

Jô Soares

1938-2022

A sexta-feira, dia da felicidade sem motivo, amanheceu sem graça ontem. Acordei com a notícia da morte de Jô Soares. Multimídia: humorista, roteirista, músico, pintor, diretor, ator, tradutor, poliglota, escritor, apresentador de rádio e TV, membro da Academia Brasileira de Letras, um homem à frente do seu tempo. Em 60 anos de carreira, ao longo de 28 anos em que esteve apresentando seus talk shows, primeiro no SBT, depois na Globo, sempre que eu podia não dormia sem um “beijo do gordo”. Em seus 84 anos, teve um vidão, cercado de lindas mulheres, viajou pelo mundo, aproveitou bem o que a vida tem de melhor. “Faça humor, não faça guerra.” Viva Jô Soares! Fará falta.

Luiz Thadeu Nunes e Silva

luiz.thadeu@uol.com.br

São Luís

*

A graça da vida

O Jô entrevistador ajudava a revelar às pessoas a graça por trás dos episódios vividos por seus entrevistados. A graça que há na vida é um bem muito precioso, que muitas vezes nos passa despercebido. Quantas vezes o Brasil riu com qualidade e inteligência por mérito da visão de mundo que Jô nos ensinou a ter?

Jorge Alberto Nurkin

jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

*

Brasil sem graça

Sem Jô, sem Chico Anysio, sem Millôr, este país perdeu a graça...

Júlio Medaglia, maestro

maestrojuliomedaglia@gmail.com

São Paulo

*

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

DESPEDIDA

Jô Soares morreu na madrugada desta sexta-feira, 5/8. Ele nos alegrou durante as últimas décadas com seu humor impecável e carinho para com todos. Poucos têm a cultura de Jô, que falava sobre qualquer assunto com uma desenvoltura impressionante. Vamos sentir muito a sua falta, Jô. Descanse em paz. Beijo do gordo!

José Carlos Saraiva da Costa

Belo Horizonte

jcsdc@uol.com.br

*

FORA DE CENA

Jô Soares fez parte da minha infância quando interpretava o engraçadíssimo mordomo Gordon da série Família Trapo, na TV Record. Desde então sempre marcou presença criticando, através do seu humor inteligente, sarcástico e sutil, a ditadura, os costumes da sociedade e a hipocrisia dos políticos. Estivesse ainda em atividade, iria deitar e rolar no momento atual do País. Seria tragicômico se Jair Bolsonaro decretasse luto oficial ou se o Congresso fizesse um minuto de silêncio em sua homenagem. Jô sai de cena mas será eternamente lembrado. 

Luciano Harary

lharary@hotmail.com

São Paulo

*

SEXTA TRISTE

Está tão difícil rir ultimamente no Brasil, porque o que os políticos andam fazendo com o povo não tem a menor graça. Mas nesta sexta, logo cedo, ficamos sabendo que Jô Soares nos deixou. O último grande comediante que tivemos, grande em todos os sentidos: um artista completo, brilhante, genial. Um cara legal, um homem generoso e adorável. Tem graça isso numa sexta-feira? Ah, Jô, que tristeza! Mas, para nos consolar, poderemos rever todas as suas criações maravilhosas na TV, no cinema e na literatura. Vá em paz, amado gordo de todos os brasileiros.

Jane Araújo 

janeandrade48@gmail.com

Brasília

*

PERDA INTELECTUAL

O Brasil não perdeu um comediante. Perdeu um intelectual do humor.

José Paulo Cipullo

j.cipullo@terra.com.br

São José do Rio Preto

*

UM BEIJO DE TODOS NÓS

Ficamos mais ignorantes, mais pobres, mais tristes. É, morreu o gordo. Viva o gordo!

Fernandes

standyball@hotmail.com

São Paulo

*

FEDERAÇÃO PARTIDÁRIA

Assim como nos anos 1960 e 1970 foram criadas as sublegendas para acomodar as diferentes correntes políticas que afloravam dentro da Arena e do MDB, os dois partidos de então, surgem agora as federações partidárias, em direção oposta. A sublegenda era uma espécie de partido dentro dos dois partidos e, não raramente, ocupada por adversários ou até ferrenhos inimigos. Findo o bipartidarismo, em 1979 voltaram as antigas siglas e, com o passar dos anos, chegamos a ter 36 partidos registrados e mais de 70 outros à espera de registro. Hoje, depois das fusões e incorporações iniciadas em 2019 – a mais recente entre DEM e PSL, que formaram o União Brasil – vieram as federações partidárias, em que cada partido federado preserva sua identidade mas atua em conjunto, sendo os integrantes do grupo obrigados a assim permanecerem durante os próximos quatro anos, tempo de duração dos mandatos parlamentares que forem conquistados enquanto federação. As federações abrem portas para a fusão ou absorção de siglas e a eliminação do grande número de partidos inviáveis ou com donos. No regime militar de 1964 a 1985, ficou claro que com apenas dois partidos não se faz política, e agora temos o reverso da medalha a demonstrar que o mesmo ocorre quando existem mais de 30 siglas. Apenas duas, três, quatro ou no máximo seis têm alguma viabilidade, e o resto não passa de nanicos sem expressão. O bolo (simbolicamente, o quadro político) tem seu tamanho específico. Não adianta cortar em muitas fatias, porque elas são pequenas demais e acabam não cumprindo a finalidade.

Dirceu Cardoso Gonçalves

aspomilpm@terra.com.br  

São Paulo

*

CANDIDATO DO POVO

Com várias condenações, solto sob a bênção dos seus afilhados no Supremo Tribunal Federal (STF) e transgredindo a Lei de Ficha Limpa, Lula, com sua campanha de gabinete sem se expor às ruas, com seu relógio de R$ 80 mil e sendo hóspede na suíte de 183 metros quadrados do Hotel Meliá (diária de R$ 6 mil), em Brasília, lidera as pesquisas e se diz do povo e candidato do povo, mas só vê o povão pela televisão ou em encontros com seus parceiros petistas e mortadelas.

Humberto Schuwartz Soares

hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

*

SIMONE E MARA

Chapa Simone Tebet e Mara Gabrilli: pronto, o brasileiro pode melhorar a autoestima e parar de escolher entre Lula e Bolsonaro para votar no "menos ruim".

Luiz Frid

fridluiz@gmail.com

São Paulo

*

GOLPE DE MESTRE

Mara Gabrilli como vice de Simone Tebet foi o golpe de mestre feito por Alckmin pedido para seus amigos e ex-colegas. Afinal, os 15% dos moderados da classe média alta que se acham muito espertos vão votar em Tebet por causa de Gabrilli e, com isso, tiram votos de Bolsonaro e nenhum de Lula. Com esse ato tão "inteligente", colocam o Brasil em risco. Se a equipe de campanha do presidente não agir imediatamente, estamos em risco de o Brasil ser destruído por falta de noção dos moderados, que não enxergam o perigo que seu "bom senso" e zero matemática trarão ao Brasil.

Roberto Moreira da Silva 

r56729202@gmail.com

São Paulo

*

INANIÇÃO

Sem querer ser desmancha prazer, a chapa Simone Tebet e Mara Gabrilli não vai tirar da inanição eleitoral a candidata do MDB à Presidência da República. Trocaram Tasso por Mara na tentativa de alavancar Tebet. O objetivo, já pisando no desespero do tempo, é unir duas senadoras com a missão quase impossível de tirar Tebet dos melancólicos 2% nas pesquisas. Nesse sentido, não se sabe até quando os limites da saúde da guerreira tetraplégica candidata a vice permitirão que ela acompanhe Tebet na estafante campanha presidencial.

Vicente Limongi Netto

limonginetto@hotmail.com 

Brasília

*

CHANCE DA TERCEIRA VIA

Era o ano de 1988, com eleições para prefeitos no Brasil. Em São Paulo, a disputa se dava entre Maluf, Serra, Erundina e outros. Maluf liderava a disputa. Dizem que apoiadores de Serra, percebendo que ele iria perder, deram um toque para que seus eleitores votassem em peso na Erundina, dando-lhe a vitória. Estamos numa situação semelhante. E se os apoiadores do segundo colocado, que pode já perder no primeiro turno, fizessem o mesmo e colocassem a terceira via (Simone Tebet) no segundo turno? Aí estará a chance de a terceira via sair vitoriosa.

              

Tania Tavares

taniatma@hotmail.com  

São Paulo

*

FAXINA NO CONGRESSO

Todos estão preocupados com quem será o presidente, mas estão se esquecendo de que um presidente não governa sem o Congresso. E o nosso Congresso, de uns anos para cá, tornou-se useiro e vezeiro das pautas de seus interesses, sem pensar no País. Basta ver quantos projetos estão engavetados, quantas reformas não andam. Em outubro, temos o dever de fazer uma faxina no Congresso, e hoje, com a internet, fica muito fácil pesquisar sobre cada parlamentar e ver quais serviços prestou ao País. Dá um pouco de trabalho, mas é essa a nossa oportunidade de rever e dar nossa resposta nas urnas.

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

*

PAR(A)LAMENTAR

Ao ler no Estadão que 757 "candidatos" declararam um patrimônio de R$ 668,5 milhões, chegamos a uma média de R$ 883 mil. Difícil acreditar que o patrimônio é só isso, porém temos uma certeza: ao final do mandato, esse número terá sido multiplicado por algum fator muito maior, tipo 2, 3, etc. Basta dar "consultoria" ou "palestras" ou abrir uma franquia de "chocolate". Enquanto isso, nós, pobres brasileiros, que sustentamos cada par(a)lamentar, empobrecemos a passos largos, seja pela falta de emprego, aumento da inflação e dos combustíveis, carga tributária, etc. e tal. Muito triste! Sem contar essa excrescência chamada Fundo Partidário, verdadeiro escárnio. Elegemos ricos para nos roubarem e ficarem mais ricos, não importando o País, a população, o futuro dos nossos jovens. Uma verdadeira catástrofe. Tirar o ex-capetão, que é um verdadeiro boçal, para reelegerem um condenado, que por filigranas jurídicas se encontra livre da cadeia, porém continua sendo um condenado. Cadê a Lei da Ficha Limpa? Ou o Brasil acaba com essas saúvas ou essas saúvas vão acabar com o País. Partido do CAC? Só pode ser brincadeira de um tremendo mau gosto. Se isso prosperar, melhor voltarmos a andar de carroças, diligências, cada um com sua arminha na cintura e qualquer coisa soltamos a velha frase: "Este mundo é muito pequeno pra nós dois". Um tremendo show de horror! Estamos à deriva e involuindo em alta e descontrolada velocidade, e o pior é que não vemos qualquer possibilidade de melhora.

Renato Amaral Camargo

natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

*

VICE-PROCURADORA

A vice-procuradora-geral da República falou, está falado. Não cabe recurso, embargo nem apelação, as decisões monocráticas de Lindôra Araújo devem ser cumpridas, quem questionar uma decisão dela irá arder no fogo do inferno. É incrível que o Brasil, que tem um sistema judiciário repleto de instâncias, recursos, embargos, um sistema em que é praticamente impossível se chegar a uma sentença transitada em julgado, tolere uma pataquada como essa da vice-procuradora. Lindôra falou: “Aqui é Bolsonaro!”, está falado, morreu o assunto, não se fala mais nisso.

Mário Barilá Filho

mariobarila@yahoo.com

São Paulo

*

NEUTRALIDADE

Está mais do que provado que qualquer pedido de investigação sobre Bolsonaro terá seu pedido arquivado. É muito triste ver que a nossa Procuradoria-Geral da República (PGR) não atue com total neutralidade.

 

Robert Haller

robelisa1@terra.com.br

São Paulo

*

STJ

A doutrina da vontade livre na construção dos atos jurídicos é fonte de eventuais anulações pelo poder revisional do Judiciário. E, no campo do direito público, cala ainda mais fundo, considerado o interesse comunitário. Por óbvio, essa liberdade está pressuposta num dos mais importantes atos dos chefes do Executivo: a nomeação de desembargadores do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e de ministros do STF. Inoculada de vício de propósito, a nomeação fere de morte a instituição judiciária. E jamais, no Brasil ou alhures, teve-se notícia dessa contaminação do ato presidencial pela coação de um ministro do STF, do qual o presidente Bolsonaro é refém. Mas, como pautou o literato italiano Cesare Pavese, "è mutato il colore del mondo".

Amadeu Roberto Garrido de Paula

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

*

SUPREMO

O ministro Nunes Marques embarcou no ônibus expresso do STF já exigindo e tomando o lugar do seu colega Gilmar Mendes na janela, que levantou-se atônito e resignado, ouvindo a seguinte advertência: "Cuidado com seu ego, pois o pavão de hoje pode ser o espanador de amanhã". Nessa briga entre os dois, insuflada pelo beligerante presidente Bolsonaro, eu torço para a briga. No meu longínquo tempo de estudante de Direito na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ministros do STF eram figuras admiradas e respeitáveis, mas, hoje, são vistos tão somente como narcisos egocêntricos preocupados em lustrar seus espelhos.

Túllio Marco Soares Carvalho

tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

*

PODER TIRADO

Bolsonaro está fazendo um belíssimo trabalho atacando os ministros do STF, especialmente os três mais envolvidos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quadra de transição política. Não importa quanto o povo os conheça, aprove ou desaprove, os ministros nunca serão eleitos pelo povo, e mesmo assim tornaram-se um poder tirano, falso, parcial e antidemocrático, utilizando outro poder decadente que é a imprensa. A boa nova é que 28% já os conhece e rejeita.

Gilberto Dib

São Paulo

gilberto@dib.com.b

*

CÁRCERE PRIVADO

Peço que instituições como Anistia Internacional e Rio de Paz façam algo em relação às fracas leis que permitem que tenhamos no Brasil casos vergonhosos como o recente de cárcere privado no Rio. É lamentável ver essas ONGs, tão marketeiras e politiqueiras, escolherem assuntos que dão Ibope e não usarem a razão e a honestidade. Um vergonhoso ativismo político.

 

Zureia Baruch Jr.

zureiabaruchjr@bol.com.br

São Paulo

*

PARAQUEDISMO

Tenho uma casa em Boituva e é sempre um prazer ver os balões bem cedo de manhã, ou os paraquedistas durante todo o dia. No entanto, os acidentes com mortes podem estar revelando uma forma de relaxamento que tem que ser evitada. Já faz algum tempo, um dos aviões que levam os paraquedistas, em vez de descer na rota normal, passou muito perto do teto de minha casa. Deve ter sido uma "brincadeirinha" do piloto, mas é um exemplo do que não pode acontecer. A manutenção de padrões de segurança e qualidade é indispensável para que o paraquedismo continue muito ativo em Boituva sem correr riscos com o relaxamento das normas de segurança.

Aldo Bertolucci

aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.