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Fortalecimento de Campinas como polo de tecnologia

Dos investimentos de R$ 6,1 bilhões anunciados para centros de pesquisa e desenvolvimento no Estado entre 2012 e 2020, a região administrativa de Campinas absorveu mais da metade, de acordo com levantamento realizado pela Fundação Seade

Notas & Informações, O Estado de S.Paulo

20 de junho de 2021 | 03h00

Concentrando dezenas de filiais brasileiras das maiores empresas internacionais, dispondo de malha adequada de transportes viário e aéreo e sendo sede há muitos anos de importantes instituições de ensino e pesquisa, especialmente em áreas que produzem conhecimento nos segmentos que mais avançam no comércio mundial, a região de Campinas destacou-se ainda mais de outras regiões, inclusive do Estado de São Paulo, como principal polo de tecnologia do País.

Dos investimentos de R$ 6,1 bilhões anunciados para centros de pesquisa e desenvolvimento no Estado entre 2012 e 2020, a região administrativa de Campinas absorveu mais da metade, ou R$ 3,3 bilhões, de acordo com levantamento realizado pela Fundação Seade. O município de Campinas, em particular, recebeu R$ 2,4 bilhões desse valor.

A Região Metropolitana de São Paulo, formada pela capital do Estado e mais 38 municípios e principal polo econômico paulista e nacional, de sua parte, recebeu R$ 2,2 bilhões em investimentos em centros de pesquisa e desenvolvimento no período.

Há muita diversificação entre as empresas que operam na região de Campinas. Mas boa parte delas pertence a segmentos que mais demandam tecnologia. Há indústrias automobilísticas, têxteis, metalúrgicas, alimentícias, farmacêuticas, petroquímicas, de telecomunicações, de informática e de química fina, entre outras.

Foi instalado em Campinas o novo acelerador de partículas, considerado um dos mais modernos do mundo, no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Organização supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, o CNPEM é responsável pela gestão dos Laboratórios Nacionais de Luz Síncroton, de Biociências, de Biorrenováveis e de Nanotecnologia.

No período considerado pela Fundação Seade, o CNPEM recebeu investimentos de R$ 1,8 bilhão, o maior valor para uma única instituição. O total da região foi completado por investimentos privados e de instituições oficiais, como a Embrapa.

Na Região Metropolitana de São Paulo, o maior investimento, de R$ 614 milhões, destinou-se à expansão do centro de pesquisa e desenvolvimento do Instituto Butantan, para desenvolvimento da vacina contra a dengue, em parceria com a Merck Sharp&Dohme.

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