A cada pesquisa melhora a projeção de safra

Estimativa é que a produção atingirá 232,6 milhões de toneladas, acréscimo de 1,3% em relação à estimativa de abril

O Estado de S.Paulo

12 Maio 2018 | 04h00

Os últimos levantamentos sobre a safra de grãos do ano agrícola 2017/2018 voltaram a surpreender pelas expectativas otimistas dos analistas. As estimativas da produção são cada vez mais próximas das da safra anterior de grãos, que foi recorde absoluto na história brasileira.

A edição de maio do Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) calcula que a produção atingirá 232,6 milhões de toneladas, acréscimo de 1,3% em relação à estimativa de abril. Em relação à safra anterior, o recuo é agora estimado pela Conab em apenas 2,1%. As últimas projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam para a mesma tendência, embora com números levemente menores (+0,3% em relação ao levantamento anterior e -4,4% na produção de grãos).

O clima ameno foi decisivo para as sucessivas revisões, para maior, das estimativas de produção. A Conab avalia que a área plantada na safra 2017/2018 cresceu 1,1% em relação à safra 2016/2017, indicando o interesse dos empresários e agricultores familiares em ampliar os investimentos.

Alguns itens se destacam nos levantamentos, como o expressivo aumento do plantio do algodão, os dados positivos da primeira safra de amendoim e perspectivas mais favoráveis para a segunda e para a terceira safra de feijão. Mais relevante do ponto de vista das exportações, a soja se beneficia com o aumento da área plantada e deverá alcançar produção recorde de 117 milhões de toneladas, superando em 2,6% a da safra anterior. A primeira safra de milho ficou aquém do desejável, mas a segunda safra será melhor. A produção de arroz caiu, mas outro produto relevante, o trigo, deverá ser beneficiado por um aumento de 4,2% na área plantada.

A segunda maior colheita de grãos da história vai assegurar a oferta externa e interna, de que depende o comportamento dos preços ao consumidor. Pressões altistas normais com a chegada do inverno devem ser atenuadas. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,22% em abril, mas o preço dos alimentos avançou apenas 0,09%.

A produtividade das lavouras assegura o papel relevante do País no mercado global. As exportações de soja, por exemplo, de 68 milhões de toneladas em 2017, poderão atingir 75 milhões em 2018, segundo especialistas.

Os últimos levantamentos sobre a safra de grãos do ano agrícola 2017/2018 voltaram a surpreender pelas expectativas otimistas dos analistas. As estimativas da produção são cada vez mais próximas das da safra anterior de grãos, que foi recorde absoluto na história brasileira.

A edição de maio do Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos (https://www.conab.gov.br/index.php/info-agro/safras) da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) calcula que a produção atingirá 232,6 milhões de toneladas, acréscimo de 1,3% em relação à estimativa de abril. Em relação à safra anterior, o recuo é agora estimado pela Conab em apenas 2,1%. As últimas projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam para a mesma tendência, embora com números levemente menores (+0,3% em relação ao levantamento anterior e -4,4% na produção de grãos).

O clima ameno foi decisivo para as sucessivas revisões, para maior, das estimativas de produção. A Conab avalia que a área plantada na safra 2017/2018 cresceu 1,1% em relação à safra 2016/2017, indicando o interesse dos empresários e agricultores familiares em ampliar os investimentos.

Alguns itens se destacam nos levantamentos, como o expressivo aumento do plantio do algodão, os dados positivos da primeira safra de amendoim e perspectivas mais favoráveis para a segunda e para a terceira safra de feijão. Mais relevante do ponto de vista das exportações, a soja se beneficia com o aumento da área plantada e deverá alcançar produção recorde de 117 milhões de toneladas, superando em 2,6% a da safra anterior. A primeira safra de milho ficou aquém do desejável, mas a segunda safra será melhor. A produção de arroz caiu, mas outro produto relevante, o trigo, deverá ser beneficiado por um aumento de 4,2% na área plantada.

A segunda maior colheita de grãos da história vai assegurar a oferta externa e interna, de que depende o comportamento dos preços ao consumidor. Pressões altistas normais com a chegada do inverno devem ser atenuadas. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,22% em abril, mas o preço dos alimentos avançou apenas 0,09%.

A produtividade das lavouras assegura o papel relevante do País no mercado global. As exportações de soja, por exemplo, de 68 milhões de toneladas em 2017, poderão atingir 75 milhões em 2018, segundo especialistas.

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