Cartas

Ministério da DefesaEu achava que o acidente com o avião da TAM era o fundo do poço, mas, ao ler que o ex-presidente do STF Nelson Jobim assumirá o Ministério da Defesa em substituição a Waldir Pires, é possível concluir que as coisas podem ficar ainda piores, e muito! Não há limites para este (des)governo. O que mais está por vir? Um acidente nuclear, um golpe de Estado?RICARDO DA SILVA REGOcalibam2045@hotmail.comItapecericaEstava demorando, mas chegou a hora de o (des)governo Lula retribuir ao ministro Jobim seu brilhante trabalho no STF em defesa das diatribes do falso líder que se aboletou no poder desta pobre República, que já teve grandes estadistas. E hoje vemos o PT que aí está... Vade retro, Satanás! Que Deus nos guarde dessa praga.NERY PORCHIAnery.aporchia@terra.com.brPeruíbeNelson Jobim, como ministro do STF, votou contra os poupadores do Plano Collor, contra os consumidores na Adin da Confederação do Sistema Financeiro e articulou a PEC 12, que estabelece o terceiro calote dos precatórios pendentes de pagamento. Como se vê, está perfeitamente credenciado para integrar o atual desgoverno.SEBASTIÃO F. A. DE CASTRO RANGELsfrangel@uol.com.brSão PauloA nomeação do sr. Nelson Jobim como ministro da Defesa, em substituição ao sr. Waldir Pires, me faz lembrar o que falavam, tempos atrás, a respeito de um país da América Central: "Fueron de Guatemala para Guatepeor."CARLOS BURGIcarlos.burgi@terra.com.brSão PauloAnac e anarquiaMais uma pérola desse governo: para acabar com o caos aéreo está proibida a venda de passagens! Ou seja, somos nós, os passageiros, a causa da bagunça! Vamos parar de viajar de avião para não provocar o apagão aéreo. Talvez fosse mais eficiente fechar todos os aeroportos de uma vez: chega de viagem aérea, isso dá muita confusão! Essa ganha de longe do "relaxa e goza"! Pobre Brasil... país que não decola mesmo!ARI GIORGIarigiorgi@hotmail.comSão PauloA incapacidade do governo federal para resolver problemas deu mostras mais uma vez na decisão de proibir a venda de passagens para vôos de Congonhas. Se o doente não se recupera, então, mata-se este? Lamentável. Estamos à deriva. Deus nos ajude.ELIO CARRARAeliocarrara@yahoo.com.brSão PauloAnac deve significar Agência Nacional de Condecorações, ou seja, tragédia anunciada, negligência premiada.GILBERTO MARTINS COSTA FILHOmarcophil@uol.com.brSantosDoações de campanhaDiante da perplexidade em que se encontram os brasileiros lúcidos e responsáveis, no meio deste desgoverno, desta falta de autoridade, desta incompetência e desta desonestidade que paira em todos os níveis, por que não se demonstrar como foram feitas, de fato, as contribuições para a última eleição presidencial? Pois tenho a convicção de que algumas das empresas aéreas deste país devem ter sido das maiores doadoras de campanha. Por que não esclarecer o povo brasileiro a esse respeito?LUIZ FERNANDO KASTRUPduasancoras@uol.com.brSão PauloReduto do presidenteAtenção, irmãos do Nordeste: o presidente Lula vai sair de baixo das cobertas e dar um giro por Aracaju, João Pessoa, Natal e Teresina, achando que seus habitantes não sabem de nada deste governo corrupto, responsável por tantas mortes por sua incompetência! Nordestinos, mostrem que não vendem a vida dos brasileiros por uma miséria de bolsa-esmola. Vocês merecem muito mais e esse presidente só merece vaia, muita vaia. Façam a sua parte!PRISCILA SCATENApriscilascatena@terra.com.brSão PauloCrise rodoviáriaPouco a pouco, o direito de ir e vir nos vai sendo negado. Voar vai-se tornando impossível. Os trens foram extintos. As estradas são precárias, sem falar na segurança contra assaltos, que é inexistente. Quando vão começar a considerar a crise rodoviária?GILBERTO B. SCHLITTLERgschlittler@uol.com.brSão PauloOutro paradoxo chinêsNo artigo China, o maior paradoxo do nosso tempo (22/7, A2), o experiente diplomata Luiz Felipe Lampreia apontou a questão da degradação do meio ambiente como custo do preço do crescimento chinês. Permito-me apontar um paradoxo no campo político e com conseqüência no campo econômico, que é a ausência da democracia na sociedade chinesa. Tenho para mim que o excepcional crescimento de 11% ao ano da economia chinesa tem um confortável respaldo na ausência da democracia. Baseia-se o processo econômico fundamentalmente no planejamento ferreamente dirigido pelo governo. Não há discussões de prioridades, que normalmente são feitas dentro de um quadro democrático. Portanto, a China tem mais um paradoxo dificílimo, que deverá superar um dia, conciliando a democracia com o mercado formador de preços e de salários. Hoje cerca de 400 milhões de chineses (dentro de um total de 1,5 bilhão de cidadãos) usufruem este desempenho econômico graças aos baixíssimos salários pagos na produção em geral, e num rígido controle parlamentar.MIGUEL COLASUONNO, economistarods@netpoint.com.brSão PauloGanha o ouvinteMuito bom o artigo Pobre Cultura! (24/7, A2), de Gilberto de Mello Kujawski. Com relação à Cultura FM, entretanto, observo que toda metrópole do mundo tem pelo menos uma emissora que se dedica à música erudita em toda a sua programação, informação que o autor do texto não deve desconhecer, por seu invejável nível cultural. No mesma edição, a coluna Persona informa que o Diário da Manhã já encontrou uma emissora comercial para veiculá-lo, talvez em condições melhores do que se pode permitir uma emissora pública. Sorte dos ouvintes, que podem continuar a desfrutar aquele agradável e inteligente programa. ROBERTO MUYLAERTbobmuy@uol.com.brSão PauloNo artigo Pobre Cultura!, Gilberto Kujawski investe, prematuramente, contra as transformações que estão sendo implementadas na programação da Rádio Cultura FM. Como ex-conselheira da Fundação Padre Anchieta, testemunho que a decisão da atual gestão de reaver o perfil da programação, dedicando mais tempo à música clássica, foi sempre uma recomendação daquele conselho. Não se trata, como se afirma o articulista, de contemplar a música "erudita", que, aliás, é uma designação infeliz para a música clássica, à qual apenas seriam sensíveis os que ganham mais de 20 salários mínimos. Penso que a decisão da nova coordenação da Rádio Cultura FM, a cargo da jornalista Gioconda Bordon, de oferecer de forma menos aleatória programas estritamente musicais, caminha em sentido inverso. Como a decisão é distinguir a programação da emissora das demais rádios, a Cultura FM porá no ar programas não apenas de música clássica, mas programas consistentes com transmissão de obras completas, o que havia desaparecido da programação desde que ela passou a ser diluída num excesso de programas de variedades. Esperemos que com a nova programação a Rádio Cultura FM coloque ao alcance de todos os que possuem um rádio ao seu lado, objeto que não requer os 20 salários mínimos mensais mencionados para ser adquirido, uma programação de música clássica muito mais densa e atraente.REGINA MEYERreginameyer@uol.com.brSão PauloEsclarecimentoA matéria FHC: ?Talvez um pouco de humildade ajude? (17/7) incorre em equívoco ao afirmar que a homenagem a Franco Montoro foi prestada em evento promovido pelo PSDB. A homenagem, na realidade, foi feita pelo Memorial da América Latina, que recolheu quase cem depoimentos de personalidades de diferentes colorações partidárias sobre a trajetória do ex-governador.SIRCARLOS PARRA CRUZ, coordenador de ComunicaçãoSão Paulo

O Estadao de S.Paulo

07 de julho de 2026 | 00h00

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