Cartas

Populismo em marchaCom apenas 54% de apoio, e apesar de uma oposição forte, o populista Hugo Chávez poderá agora eternizar-se no poder. É estranho pensar que um outro, com oposição fraca e 84% de apoio, não pense em fazer o mesmo... Acredite, se quiser!GILBERTO DIBgilberto@dib.com.brSão PauloMoro em Curitiba, tenho 70 anos, frequento dois clubes e a Boca Maldita nos dias de "pico" e ninguém jamais foi pesquisado. Gostaria que esses pesquisadores aparecessem aqui para confirmar os 84%.THEODORO GUIMARÃEStheodoroguimaraes@bol.com.brCuritibaPara bom entendedor...Quando Lula diz que se for preciso se corta o batom de Dilma e o corte das unhas dele, mas não o PAC, está dizendo que o batom e o corte da unhas são pagos por nós? Pelo menos é o que dá a entender.PANAYOTIS POULISppoulis@ig.com.brRio de JaneiroTudo muito parecidoVêm ocorrendo coisas muito parecidas com o que se viu no início de 1964 e resultou no que todo mundo sabe. O STF afrouxar com criminosos e operar rádio pirata deixar de ser crime são só dois entre muitos exemplos. Atenção, democracia não é sinônimo de bagunça.BOB SHARPbobsharp@uol.com.brSão PauloJá passou da hora!Não dá outra: o copo cheio transborda. Assim, Jarbas Vasconcelos, não suportando mais, expressando o seu, expressou também o nosso mais profundo sentimento de descontentamento, frustração, indignação com a pouca-vergonha que está instalada no meio de seus pares. Não importa se fez um desabafo ou se foi uma jogada política dentro do PMDB, a verdade é que, como bem disse em plenário o senador Pedro Simon, temos de aproveitar o momento propiciado por Jarbas e refletir, debater, levantar as questões éticas que nos assolam e mudar o comportamento dos membros de todas as legendas em prol de uma sociedade mais saudável e justa. Essa imundície chamada corrupção - que cada vez mais ganha adeptos, fortalece os imorais, contamina, degenera, traz sofrimento alheio, faz o País atrasar e nos desmoraliza diante de nós mesmos - tem de ter um fim. Avante com a reflexão! Avante com o debate!MYRIAN MACEDOmyrian.macedo@uol.com.brSão PauloPalavras do senador Jarbas Vasconcelos: "Lula e o PT não inventaram a corrupção, mas ela tem sido a marca do governo dele. É o governo do toma-lá-dá-cá." Verdade nua e crua, doa a quem doer. Parabéns, senador, pela sua coragem. Oxalá outros deputados e senadores sigam o seu exemplo. É preciso passar o Brasil a limpo.ADOLFO ZATZdolfizatz@terra.com.brSão PauloLi atentamente a entrevista de Jarbas Vasconcelos e, para mim, nenhuma surpresa. O PMDB, após a era Sarney, especializou-se em "barganhar" apoio em troca de Ministérios e diretorias de estatais. Ministérios como os de Minas e Energia, Comunicações e Transportes sempre foram ninhos para as raposas do partido. Em todos os casos, os objetivos sempre foram pouco realizar e muito roubar! Essa tem sido a tônica do maior partido político do País, que em associação com o atual (des)governo promove a maior corrupção de que se tem notícia na República. Nada de novo! Velho partido com velhas práticas. E o que diz o PMDB? Nada, deixa cair no esquecimento. Daqui a uns dias a imprensa não fala mais nisso! E assim, quando se percebe, a banda já passou.HAROLDO ROCHAharoldoerocha@ig.com.brSão PauloA atitude do PMDB diante das denúncias do senador Jarbas Vasconcelos faz valer a máxima "quem fala a verdade não merece castigo".ANGELO ANTONIO MAGLIOangelomaglio@terra.com.brCotiaSobre xenofobiaDiscordo do jornal suíço que afirmou que o Brasil é um dos países mais xenófobos do mundo. Isso é uma injustiça, porque, além de acolher muito bem todos os que aqui chegam para viver, agora o País está recebendo bandidos, com a bênção do governo. Cesare Battisti que o diga.WALDETE CESTARIcestari.jau@uol.com.brJaúProtecionismo x mão abertaEnquanto o sr. Barack Obama pede que o cidadão norte-americano compre produtos "made in USA", via "buy American", para dar emprego aos seus compatriotas; enquanto o sr. Nicolas Sarkozy empresta dinheiro às montadoras francesas desde que produzam os carros em território francês, para dar emprego aos cidadãos franceses; o Brasil abre os cofres para os argentinos (17/2, B3) e também para os colombianos, bolivianos, cubanos, venezuelanos, etc., com financiamentos do BNDES - sendo o dinheiro do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), ou seja, o trabalhador brasileiro suou a camisa para engordar os cofres do "nosso" BNDES. Então, o que o nosso governo faz? Vai dar emprego aos cidadãos "hermanos"...JOSÉ LUIZ MARTINjlmartin@estadao.com.brSão PauloComédiaFomos brindados com uma entrevista cômica na edição de ontem do Estado (B4). O sr. Fabio Barbosa a defender-se da "pancadaria" sofrida pelos bancos e afirmando não admitir ser chamado de "sacana" foi um exemplo de como a comédia pode atingir altos níveis de sofisticação. De fato, os "sacanas" somos nós - consumidores, empresários e trabalhadores -, com nossa crueldade para com os bancos. Somos "sacanas" por sustentarmos spreads absurdos, taxas abusivas e maus - e caríssimos - serviços. Agradeço ao sr. Fabio Barbosa por abrir os meus olhos. Juro que vou rever a minha natureza "sacana" e observar as sublimes intenções dos bancos. Brasileiros clientes de bancos, deixem de ser "sacanas", ora!SÉRGIO JULIÃOsergio.juliao@uol.com.brSão PauloSalário mínimo paulistaGovernador José Serra, perguntar não ofende, não é? O senhor vai conceder aos professores aposentados e a outros servidores públicos estaduais o mesmo reajuste de 12,22% concedido ao salário mínimo paulista, ou só vai continuar fazendo festa com o chapéu alheio?ARY MARINO FILHOarymarino@hotmail.comGarçaAdvogados e DefensoriaLendo o editorial comparando os advogados a flanelinhas (3/2, A3), acho que o tema precisa ser aprofundado. Afinal, a Defensoria Pública está atendendo pessoas que podem pagar um advogado, principalmente em causas cíveis, enquanto as causas criminais ficam sem o atendimento necessário. Não raro os defensores querem atender a causas que estejam na mídia, como as dos acidentes do Metrô, da TAM e do Learjet - em breve chegarão ao local antes do socorro médico. Não podemos admitir que a Defensoria tenha monopólio do pobre. A assistência jurídica precisa ser descentralizada, pois viola a ampla defesa o desejo dos defensores de estatizarem a assistência jurídica, já que este serviço não é privativo do Estado. O papel da Defensoria está em crise existencial, mas isso ainda é pouco percebido, pois eles usam os pobres como escudo e tentam evitar que outros setores os atendam - até processam ONGs, faculdades e municípios que atendem os carentes, visto que entendem ser esse serviço privativo da Defensoria. Isso não existe em nenhum outro país e não pode existir no Brasil. O serviço do defensor público é muito mais caro que o privado e não faz sentido o Estado prestar um serviço que pode ser prestado pela advocacia privada.DANIEL MAGALHÃESdammg101@yahoo.com.brCampinasFÓRUM DOS LEITORESE-MAIL:forum@grupoestado.com.brENDEREÇOAvenida Eng. Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900FAX:011 3856-2920

, O Estadao de S.Paulo

18 de fevereiro de 2009 | 00h00

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