Cartas

Chora, Pierrô...Não adianta chorar o leite derramado: Lula não foi austero! Negou fogo à sua promessa de fazer a reforma trabalhista e outras que teriam oferecido algum alívio nesta crise. E como resultado, somente num trimestre, 800 mil desempregados. A arrecadação federal cai, falta crédito no mercado - e confiança, não daqueles 84% que o apoiam, mas dos 16% que são empreendedores, estudaram mais e acompanham com interesse as estripulias, soberbas e falta de preocupação com a Nação deste que é um dos piores governos da nossa história. E agora, como mais uma das suas arrogâncias, Lula quer chamar às falas dirigentes da Embraer porque dispensaram mais de 4 mil de seus funcionários! Com isso quer jogar os trabalhadores contra aqueles que investem, assumem riscos, na maioria das vezes criados por governos relapsos... E para esta apoteose os seus camaradas sindicalistas fazem protestos na frente das fábricas, mas, coniventes como são com tudo o que está aí, nunca pressionaram o Palácio do Planalto a rever as regras trabalhistas. Isso teria propiciado aos empresários menores custos na manutenção dos empregos e maior capacidade na oferta de trabalho. E, principalmente, no meio de uma crise como esta que estamos vivendo, fôlego para garantirem por mais tempo os empregos e darem mais tranquilidade à família brasileira! Lula é o culpado, sim, não o Bush! E neste tenebroso carnaval não adianta o Lula sair literalmente fantasiado de pobre (só se for de ideias) e protetor das minorias! Pierrô chora estes seis anos perdidos...PAULO PANOSSIANpaulopanossian@hotmail.comSantosPois é, muitos chorando a perda do emprego e elle dando uma despesa enorme ao País só para satisfazer seus desejos de folião.MARIA ELOIZA ROCHA SAEZm.eloiza@gmail.comCuritibaO adágio popular diz que o Brasil, do Natal ao carnaval, não anda. Oxalá desta vez comece a andar, afinal, a fila anda e o carnaval (o do Rei Momo) está passando.JOSÉ PIACSEK NETObubapiacsek@yahoo.com.brAvanhandavaEmbraer emaroladaComo sempre, Lulla nunca sabe de nada. Uma das maiores empresas brasileiras demite - sendo o governo seu grande sócio - e ele, quando soube das demissões ficou indignado. É uma marolinha de nada... Provavelmente por isso os seus assessores o pouparam da informação antecipada.AILTON DIAS PEREIRAailton7@ig.com.brRibeirão PretoAgora que a marolinha virou um imenso tsunami, Lula, o turista, vem incriminar as empresas (privadas, não estatais) a fim de ganhar votos e encobrir sua incompetência para gerir a crise.TANIA TAVAREStaniatma@hotmail.comSão PauloNada de novo no frontO ex-senador José Maranhão (PMDB), que tem oito processos correndo contra ele no TSE referentes às eleições de 2002 e 2006, tomou posse, na quarta-feira, como novo governador da Paraíba no lugar de Cássio Cunha Lima (PSDB), que teve o mandato cassado pela Justiça Eleitoral. O empresário Roberto Cavalcanti Ribeiro (PRB), suplente de Maranhão, vai assumir a sua vaga no Senado, apesar de responder a vários processos na Justiça Federal. Enquanto permitirmos que "fichas-sujas" assumam mandatos e representem os cidadãos de bem deste país, vamos continuar empacados no lamaçal da corrupção e do subdesenvolvimento. VICTOR GERMANO PEREIRAvictorgermano@uol.com.brSão PauloLendo as notícias sobre o novo governador da Paraíba (oito processos) e seu suplente (corrupção ativa, estelionato, formação de quadrilha, uso de documentos falsos e crimes contra a paz pública), é inevitável a pergunta: para concorrer a um cargo eletivo é necessário ter ficha corrida? Qual é o mínimo de processos judiciais que o cidadão deve ter contra ele? Multa de trânsito serve?M. CRISTINA ROCHA AZEVEDOcrisrochazevedo@hotmail.comFlorianópolisFisiologismoO novo-velho (pela terceira vez) presidente do Senado, ex-arenista, ex-presidente da República, ex-governador do Maranhão, senador, membro da Academia Brasileira de Letras, ex-isto, ex-aquilo, etc., o sr. Ribamar, promete cortar gastos de R$ 51 milhões no Congresso Nacional. Conseguirá ele convencer a Câmara a eliminar a verba de representação de R$ 15 mil que os deputados não querem perder? Se for eliminada, mas embutindo no salário, não valerá, pois isso é casuísmo, corporativismo e fisiologismo, para não dizer outras coisas que o povo humilhado com o aumento insignificante de R$ 50 entenda.ALBERTO NUNESalbertonunes77@hotmail.comItapeviJá que descobriram a farra da utilização da verba indenizatória no Senado, incorpora-se tal "benefício" aos salários e "zefini"! E em pouco tempo não se toca mais no assunto. Tal medida conta com o apoio do PMDB de José Sarney e de Renan Calheiros! E quanto aos aposentados? Ora, os aposentados... Se perguntarem a eles se não têm vergonha de lançar essa ideia tão absurda, certamente responderão: "Vergonha a gente tem, mas a gente aguenta." É o fim da picada!JOSÉ CARLOS ALVESjc_alves@uol.com.brSão PauloVergonha na cara!Os parlamentares vivem pregando suas virtudes e honestidade aos quatro cantos do País. Então, pergunto: por que é tão difícil para eles prestarem contas com notas fiscais de seus gastos com a tal verba indenizatória? Qual o motivo, se todos eles têm um número enorme de assessores e auxiliares? Como dizem nas ruas, está faltando vergonha na cara dos políticos.JOSÉ CARLOS COSTApolicaio@gmail.comSão Paulo Verba "indenizatória"? É assim denominada para simular uma indenização e ficar livre do Imposto de Renda? Mais essa!JOSÉ ETULEY BARBOSA GONÇALVESetuley@uol.com.brRibeirão PretoCorrupção e voto distritalTodos nós criticamos o governo pelo altíssimo nível da corrupção dos nossos políticos. Mas temos pouquíssimas sugestões quanto às medidas que deveriam ser tomadas para forçar uma grande redução. Permitam-me sugerir que deveríamos começar pelo voto distrital, pois isso permite que o povo que elegeu o político possa cobrar dele o que prometeu fazer. No sistema atualmente em vigor os políticos não têm supervisão externa. De nada adiantam Comissões de Ética, ou procuradores, ou juízes do STF, pois eles todos foram indicados pelos próprios políticos - e por isso também têm "rabo preso". O voto distrital seria um bom começo para minimizar a corrupção e outros males da política no Brasil.RENZO ORLANDOrenzoorlando@uol.com.brSão PauloPartidosO sistema partidário brasileiro também precisa ser repensado. Afinal, é dos partidos que saem, entre outros, os membros do Poder Legislativo em todas as esferas. Por meio de uma legislação específica e eficaz, normas devem ser instituídas para ordenar um comportamento probo de homens públicos que se propõem a representar condignamente a população que os elegeu.AFRÂNIO DE OLIVEIRA SOBRINHOafranio.oliveira@uol.com.brSão PauloHora do pijamaO senador Sarney disse à revista britânica The Economist que ainda não está na hora de se aposentar. Pois nós, o povo, pensamos exatamente o contrário: calce os chinelos e vá cuidar dos netinhos, coronel.PEDRO SERGIO RONCOsergioronco@uol.com.brRibeirão Bonito

, O Estadao de S.Paulo

21 de fevereiro de 2009 | 00h00

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